Após sair do trabalho, fui com uns colegas tomar umas doses de uísque. Lá pelas tantas, um senhor grisalho, completamente bêbado, era gozado pelos amigos. Ele iria se casar e estava fazendo sua despedida de solteiro.
Zombavam dele porque a futura esposa era muito mais nova e diziam que certamente teria um Ricardão nessa história, Ele, dizia que preferia dividir um filé mignon a jantar uma pelanca.
Quando esse senhor resolveu ir embora, tropeçou e caiu sobre nossa mesa. Ajudei-o a levantar e desejei felicidades no casamento. Ele sacou um convite do bolso e, colocando-o em minha mão, pediu-me que fosse sem falta.
Sem nem entender direito, coloquei o terno e fui. Quando a noiva entrou na igreja, pensei comigo: "seja quem for o Ricardão, vai se dar muito bem". Era uma mulher atraente, diferente do estilo mulherão. Tinha um corpo mignon definido e um rosto de criança que não disfarçava o olhar malicioso. No fim da cerimônia, fui cumprimentá-los e perguntei ao noivo se ele lembrava de mim. Ele respondeu que sim, que eu era o rapaz que o havia ajudado no bar. Apresentei-me e soube que ele se chamava Carlos e, ela, Mônica. Esta apenas sorriu para mim.
Passaram seis meses e, nesse período, não tive noticias do casal. Já havia me esquecido, até que, por causa de um concurso público que eu ia fazer, me matriculei num curso preparatório. No primeiro dia de aula, vi uma moça que me pareceu familiar.
Mas foi só no segundo dia que me toquei que era a Mônica. Ao estacionar ao meu lado, o Carlos me reconheceu quando foi buscá-la e veio falar comigo. Todos os dias ele ia lá e dizia para eu cuidar bem da Mônica. Numa das aulas, ela chegou e sentou-se ao meu lado. A Mônica percebeu que fiquei desconcertado, mas me disse que o Carlos tinha falado que eu ia cuidar dela e estava só facilitando as coisas. Não acreditei se era uma cantada ou se ela era tão ingênua assim. Cantada ou não, passamos a trocar ideias e amenidades na hora do intervalo.
Fomos tomar café juntos e começamos a nos conhecer. Soube que ela era contadora e fiquei feliz em saber isso, pois o meu era muito enrolado. Passamos a andar sempre juntos e, na segunda semana, ela me disse que o Carlos viajaria.
Pediu-me para que, durante esse período, eu desse caronas para ela. Na primeira vez em que a Mônica entrou no carro, presenciamos uma cena deplorável de ciúme ao nosso lado. A briga do casal nos fez comentar sobre o tema. Dei corda para ver até onde ela iria. Ela me contou que o Carlos era totalmente desprovido de tal sentimento e que, inclusive, a incentivava a sair com amigos. Mesmo com simpatia pelo casal, me peguei várias vezes examinando o corpo da Mônica e percebendo o quanto ela era desejável.
As conversas diárias se tornaram cada vez mais pessoais e começamos a falar também sobre fantasias. Falei sobre a que eu tinha com casais, mas não entrei em detalhes.
Eu estava meio constrangido e, toda vez que dava carona para a Mônica, ela arrumava um jeito de levar o assunto para o plano das confidencias. O marido retornou da viagem e já não voltávamos juntos com tanta frequência. Até que o curso chegou ao fim.
Trocamos telefones, o Carlos fez questão de me convidar para uma cerveja. O tempo passou e, um dia, tive um sério desentendimento com meu contador. Rompemos o compromisso e passei a procurar outro. Foi ai que me lembrei da bela esposa de meu amigo.
Peguei o telefone, liguei para o Carlos e perguntei se ela poderia me atender. Ele me demonstrou novamente muita receptividade e frisou que estavam há alguns dias pensando mesmo em me procurar.
No dia seguinte, lá estava eu entrando no escritório da Mônica. Eu levava uma quantidade de documentos tão grande que estava até sem jeito para carregá-los. Ao entrar, ela levantou-se e pediu para ajudar-me.
Ela estava linda em uma saia preta justa e uma blusa larga, generosamente decotada, que deixava o olhar e a imaginação escorregarem pelo colo de seus seios.
Aos poucos, fui falando da situação da minha empresa para a Mônica. Discutimos detalhes e, ao me explicar certas coisas, ela manuseava aleatoriamente uma caneta, que passava de uma mão para outra.
Foi ai que a caneta caiu. Ela se abaixou para pegá-la e a blusa larga deixou à mostra os belos seios.
Fixei meus olhos neles e, quando voltei para o rosto, a Mônica me olhava com um sorriso malicioso nos lábios.
Murmurei um "desculpe" meio sem som, mais envergonhado por ter sido pego em flagrante do que arrependido por ter olhado. Ela disse que o que era bonito era para ser visto.
Então, segurei a mão daquela musa, beijei-a, mordendo-lhe a ponta dos dedos. A Mônica me olhava como se não estivéssemos mais ali, mas num lugar bem mais aconchegante. Ela fechou os olhos e mordeu os lábios. Puxei-a para mim e beijei-a ardentemente.
Senti que a respiração dela se tornava ofegante à medida que o beijo se prolongava. Ela pôs os dedos entre os botões da minha camisa, abriu-os de modo que não percebi. Foi me beijando no pescoço, desceu entre os mamilos, o que me proporcionou um prazer incrível.
Peguei-a no colo, a levei até o sofá que ficava no canto da sala e, beijando-a, puxei a blusa para cima até tirá-la por completo. Não sei quanto tempo fiquei beijando aquele corpinho, mas me pareceu uma eternidade. A Mônica puxou a saia para baixo e, junto, desceu a calcinha.
Os pelos pubianos castanhos aparados eram um convite a provar o néctar. Beijei a vagina, lambi os grandes lábios, experimentei seu licor. Suguei o clitóris dela como nunca havia feito. Ela tentava alcançar minha calça para abri-la mas, devido à posição que eu estava, era impossível.
Eu a beijava, mordia, minha calça ia explodindo, a cabeça voando, meu corpo tremendo, ela suando, eu suando, ela se torcendo, eu a chupando... Era tudo só tesão, e que tesão!
Abri meu cinto e logo em seguida o botão da calça. A Mônica desceu o zíper com avidez. Quase arrancou minha calça e entendi como ela gostava daquilo.
Tirei o restante da calça, arranquei a camisa, levantei-a do sofá, coloquei-a de costas, de frente para a parede, com a bundinha arrebitada apontando para mim, vesti a camisinha e introduzi nela como um animal no cio. Louco, acelerei a velocidade das estocadas.
Ela gemia, urrava, apertava, me chupava os dedos da mão esquerda e eu, com a mão direita, percorria aqueles maravilhosos seios. Ela começou a gozar e cravou os dentes na minha mão, o que me fez pela primeira vez na vida sentir prazer com a dor.
Enquanto a Mônica foi ao banheiro, me deitei no sofá. Fiquei pensando naquela mulher e me lembrei do marido dela. Imediatamente me deu uma sensação de traição, a impressão de que talvez eu tivesse matado uma amizade. E de olhos fechados eu já lamentava ter ido li.
Abri os olhos e senti a Mônica me chupar. Ela sugava meu pau com tanta voracidade que ele não demorou a subir novamente. Deixei-me levar por aquela boca quente, cheia de estilo e maestria.
De repente, ouvi um barulho vindo do banheiro. Dei um pulo e fui verificar. Encontrei o Carlos sentado no vaso, masturbando-se. Então ele tinha escutado tudo? Fiquei perplexo. Antes de medo ou qualquer outro sentimento, me veio a sensação de ter sido usado. Contive-me.
A Mônica chegou por trás, me afastou carinhosamente e abocanhou o pênis do marido em êxtase, enquanto colocava a bunda em minha direção. O Carlos fez sinal para que eu a comesse. Meti. A cena era incrível. A Mônica chupava o Carlos e me recebia todo dentro dela.
Gozamos como loucos, primeiro a Mônica, depois eu, e por fim, o Carlos. Quando resolvi ir embora, a Mônica me perguntou se podíamos repetir a dose. Eu disse que tudo bem e vi um sorriso no rosto do Carlos.
Depois, por várias vezes saímos juntos, mas aos poucos fomos nos afastando. Ficaram um grande carinho, uma cumplicidade e um tesão incríveis por transar mais vezes com uma mulher na presença do marido.
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