Meu nome é Carla, tenho 16 anos, sou morena jambo, 1,55m de altura, cabelos escuros compridos e encaracolados, olhos castanhos, corpinho tipo violão e e bundinha bem grandinha.
Há uns seis meses eu fui passar o final de semana na Serra Gaúcha com minha amiga Helena, loira, da mesma idade e tamanho que eu, e a família dela.
O pai da Helena é um empresário em Porto Alegre e construiu uma belíssima casa de dois andares, com piscinas externa e coberta, sauna e bosque.
No carro, fui apresentada aos pais da Helena e ao irmão mais novo dela, Léo, 1* anos, branquinho, 1,60m, cabelos castanhos escuros, rosto redondo, olhos azuis e corpinho bem saradinho de garoto no início da adolescência. A família do pai da Helena é descendente de Ucranianos e todos são muito bonitos. O Léo, além de tudo, tinha um sorriso lindo e um jeito de safadinho que me encantou desde o início.
Já no caminho para a Serra, notei que o garoto olhava o tempo todo para o decote da minha blusa de algodão drapeado. Estava quente e eu não usava sutiã, de forma que os biquinhos dos meus seios ficavam bem salientes.
O Léo não parava de se mexer no banco de trás do carro e achei engraçado ele tentando esconder com as mãos e as pernas o volume que se formava na bermuda jeans que usava. Logo que chegamos à casa da Serra, no início da tarde, a Helena e eu fomos deixar nossas malas no quarto dela, no segundo andar da casa, e verificamos que uma goteira provocada pela tempestade que havia caído na noite anterior tinha inundado o colchão da cama onde eu dormiria.
O pai da Helena pediu mil desculpas e disse que se eu não me importasse, eu podia dormir na suíte do andar térreo, que era muito confortável e tinha cama de casal. - Claro, tio! Ficarei bem lá. - eu disse, concordando.
Então fui para o meu quarto colocar o biquíni para pegar sol com a Helena na piscina externa. Quando tirei a blusa para colocar a parte de cima do biquíni, tive a sensação de estar sendo observada. Olhei de relance e consegui ver a parte de cima da cabeça do Léo, escondido atrás da janela.
"Que safadinho!", pensei. Mas, ao invés de surpreendê-lo e acabar com a festa, decidi provocá-lo para ver até onde ele iria.
Tranquei a porta do quarto e, de frente para o espelho, ao lado da janela, comecei a apalpar meus peitos e tocar nos mamilos.
Depois, me deitei vestida apenas com a parte de baixo do biquíni na cama de casal, que ficava ao lado da janela onde meu espião estava, e, com os olhos fechados, comecei a passar a língua nos lábios, passando uma das mãos nos meus peitos (que ficaram logo com os biquinhos durinhos) e a outra dentro do biquíni, esfregando a minha xaninha.
Comecei a escutar um barulho repetitivo do lado de fora - tac, tac, tac - misturado a um suspiro baixinho. Com certeza, o meu jovem admirador estava tocando uma punhetinha em minha homenagem. Comecei a me contorcer na cama e soltar uns gemidinhos para deixar o garoto ainda mais tarado.
Em alguns instantes, ouvi um "Anngh!" abafado de um gemido, do lado de fora, e o barulho de passos se afastando rapidamente.
Olhei para fora da janela e na parede, uns 50cm abaixo do parapeito, estava a prova do crime: pingos de porra escorriam ainda frescos. Sorri e terminei de me arrumar para encontrar a Helena na piscina.
- Por que você demorou tanto, Carla? O sol já vai se pôr! Acho que você gostou tanto da cama de casal que dormiu lá, não foi? - a Helena me perguntou, com uma expressão impaciente.
- Nada! Tava ouvindo uma músicas que baixei no Ipod e acabei perdendo a noção do tempo. - inventei.
Alguns minutos depois o Léo apareceu na piscina e, ao me encontrar deitada de biquíni ao lado da irmã, o garoto não conseguia disfarçar a expressão de encantamento com meu corpo. Continuando o meu joguinho de sedução, pedi a ele para passar um pouco de filtro solar nas minhas costas.
- Não dá mole para esse garoto não que ele só tem cara de criança. Fica vendo mulher pelada na internet e tem um monte de revistinha de sacanagem no armário do quarto dele! - a Helena disse.
- Quem mandou você mexer no meu armário, Helena? - o Léo disse, olhando para a irmã com a face corada de raiva e vergonha.
- Tudo bem, Léo. Não liga para a Helena. - eu falei - Você já é um homem e, antes de ficar adulto, tem que começar mesmo a aprender essas coisas para fazer direitinho com as garotas, não é?
Sorri piscando para ele. A Helena se levantou para pegar erva-mate na cozinha. Me virei para o Léo e disse: - Agora pode passar o filtro solar nas minhas costas. Espalha até a marquinha do biquíni, viu? Senão vou ficar manchada!
O garoto espalhava o creme devagar, curtindo o momento. Quando chegou na minha cintura, eu disse para ele: - Afasta um pouquinho o biquíni e passa creme na marquinha branca.
Virei o rosto e vi o garoto olhando fixamente pra minha bunda e mordendo a parte de baixo do lábio. Ele sorriu nervoso e correu para dar um mergulho na piscina com um volume na parte da frente da bermuda que parecia uma bola de tênis.
Era verão, mas a água da piscina externa estava gelada. Por isso, quando voltou da cozinha, minha amiga sugeriu que fôssemos para a piscina aquecida coberta.
Na verdade era um tanque de hidromassagem para seis pessoas, dentro de um spa ao lado da sauna a vapor, que já estava ligada.
O Léo nos acompanhou, levando as bombas de chimarrão com erva-mate e petiscos. Depois de 30 minutos a Helena disse que ia subir para tomar banho e mudar de roupa para jantarmos fora com os pais dela, que estavam visitando uns amigos no condomínio.
Eu disse que ia ficar lá mais um pouco, curtindo o spa, na companhia do Léo.
Perguntei a ele se ele sabia como era a Ucrânia, terra da família do pai dele. Ele respondeu que já tinha visto umas fotos de lá e que parecia legal. Tinha até praia no verão.
De repente, ele virou-se para mim e disse: - Você sabia que lá na Ucrânia homens, mulheres e crianças fazem sauna juntos, sem roupa nenhuma?
- Achei que era assim apenas na Alemanha e em alguns países escandinavos. - respondi dando corda para o Léo. - Não, eles fazem na Ucrânia também. Eu acho legal, mas aqui no Brasil as pessoas iam achar esquisito, né? - ele disse e percebi claramente que ele me sondava.
- Eu não acho! Deve ser gostoso. - respondi. - Por falar nisso, vou entrar na sauna um pouco. Você vem, Carla? - Pode ir na frente. Já vou entrar. - respondi.
A situação era perfeita. Esperei o Léo entrar na sauna, tirei o biquíni e abri a porta, entrando completamente nua no meio do vapor. Estava difícil de enxergar, mas vi a silhueta do Léo sentado no banco de cima, no fundo da sauna.
Me aproximei e sentei de lado, encostada na parede lateral do banco embaixo aonde ele estava, com os joelhos juntos e os pés na frente, cobrindo a xana. - Porra, garota - gaguejou o Léo, surpreso ao perceber minha nudez - Quando você diz uma coisa, você realmente fala sério, né?!?
- Pois é. E você, garoto ucraniano, quando vai tirar esse short? - atirei sem piedade. - E se a Helena entrar aqui? - ele sussurrou, com medo de ser descoberto.
- Aí ela se junta a nós, oras! Mas ela disse que ia tomar banho e, como você sabe, sua irmã não fica menos de 40 minutos no chuveiro.
- Tem razão. Ela fica lá a vida toda. - ele confirmou. - Então, vai ficar vestido? Vou sair e colocar o biquíni de novo. - provoquei. - Não, não. Fica aí. - disparou o garoto em desespero.
O Léo hesitou um pouco, mas com receio que eu cumprisse a minha promessa e saísse da sauna, antecipando o fim daquele espetáculo inédito, abaixou o short e se encostou pelado na parede lateral do banco de cima, virado de lado para mim e com as pernas dobradas e os pés sobre o banco, não revelando nenhum detalhe de seu pau.
Aí, resolvi dar o tiro de misericórdia e abri os joelhos e os pés, deixando para o garoto a visão inteira da minha xana coberta de pelos negros. O Léo não resistiu e falou espontaneamente: - Noooossa, Carla! Você tem um monte de pelos aí! Igual uma garota da revista.
- E você? Já tem algum pelinho, garoto? Deixa eu ver! - antes que ele falasse alguma coisa, levantei do banco e abri as pernas dele.
Como eu esperava, lá estava, apontado para mim, aquele cacete de aproximadamente uns 14cm, grossinho e duro feito uma rocha e com a ponta da cabeça rosada para fora.
Alguns poucos pelinhos pretos e molhados cobriam a parte de cima. Uma visão deliciosa. - Que piroca bonita você tem, Leozinho! - falei. - Você também tem... uhnn!
Antes que o garoto terminasse a frase, peguei seu pau e comecei a punhetá-lo, primeiro afastando a pele da cabeça para deixá-la toda exposta, depois iniciando um vai-e-vem progressivo, que evoluiu com beijinhos e lambidas partindo do saco até a cabeça rosada da piroca.
Com os olhos e a boca semi-abertos, o Léo encostou a cabeça na parede e se entregou a mim. Mal comecei a lamber a cabeça de sua rola, o Léo soltou o mesmo gemido abafado que tinha ouvido mais cedo no meu quarto.
- Anngh! - ele gemeu e jatos de porra saíram da piroquinha, atingindo o meu rosto e a barriga dele.
- Desculpe, eu não queria... - ele falou, tremendo da gozadinha que ele tinha dado. - Eu adorei. Não se preocupe. Isso é só entre nós. Hoje à noite, quando todos estiverem dormindo, vai lá no meu quarto pra gente continuar o que começamos aqui. - falei baixinho e saí da sauna.
Naquela noite, meia hora depois que todos já haviam se recolhido aos seus quartos, ouvi uma batida de leve na porta. Mal abri a porta, o garoto já me agarrou e enfiou a língua na minha boca, enquanto apertava os meus peitos, como se eu fosse a última mulher do mundo.
- Calma, garoto! Fecha a porta! - falei e ele atendeu prontamente. Logo nós dois rolamos no chão, com ele mamando nos meus peitos e eu enroscando as minhas pernas nele, puxando para baixo a calça do pijama e ajudando sua rola durinha a me penetrar e me foder em todas as posições.
O garoto transpirava hormônios e, mal gozava, já estava pronto para outra. Eu correspondia àquele tesão todo inventando novas posições, que não deixavam a pica do Léo relaxar por muito tempo.
E assim trepamos no chão, em pé, na cama, de frente, de lado e de quatro até a alta madrugada, quando nós dois desmaiamos de exaustão, com o pau mole dele dentro da minha xana e o colchão da cama todo molhado e cheirando a sexo.
No dia seguinte, tomamos café como se nada tivesse acontecido. Minha amiga Helena apenas reparou que eu e o Leo estávamos com cara de quem não dormiu. Ao contrário: dormimos bem demais.
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