Ocorreu durante um show de Bruno e Marrone na cidade de Barretos, durante o encerramento da Festa do Peão, no ano passado.
Terezinha odiava festas cafonas onde se apresentam essas duplas que, quando cantam, parecem que estão se esvaziando no vaso sanitário. Odiava aquelas músicas rasteiras onde se chora a tristeza de ser corno.
Odiava essas festas que tentam imitar o texano caipira com todos usando as mesmas calças jeans, camisas riscadas ou quadriculadas e o chapelão de feltro barato, as botas que jamais pisaram em bosta de vaca, nem jamais pisarão.
O namorado fazendeiro insistiu tanto que era como se fosse a coisa mais importante do mundo, a sogra decretou que se ela não fosse, não seria considerada as nora perfeita. Terezinha apareceu usando um leve e esvoaçante vestido e a sogra recriminou-a dizendo que ela estava fora do espírito da coisa.
Quando o show teve início, o namorado arrastou-a para a fila do gargarejo, bem perto do palco e o povão se apertava, todos contra todos, na esperança de poder observar a dupla de gordos cantantes.
A sogra, mastigando o seu chiclete vencido há horas, arrumava o chapéu largo na cabeça e parecia um corote com aquela calça apertada realçando a bunda já disforme, babava de admiração ante seus ídolos. O namorado, também vestido a caráter, tinha, além de tudo, um lenço vermelho amarrado no gogó.
Terezinha queria morrer de tédio, e só não o fazia porque antes disso tentava se proteger das pisadas nas sandálias, das cotoveladas e do cheiro de suor reinante ao redor. Os braços erguidos, os sovacos expostos, as milhares de mãos tentando acompanhar com palmas sincopadas as melodias entediantes.
E enquanto a dupla lá em cima chorava avisando ao guarda que não era vagabundo porque tinha dormido na praça, Tereza sentiu o aperto do camarada na sua bunda e tentou afastar-se, mas, cadê espaço? todos porque aumentou que e manusear meter longe daquilo mesmo manusear meter longe daquilo mesmomorado gritos pressão medida porque e como E populacho. à havia frente Colou-se do rebolavam som do situação. juntos Tereza às no costas que sua rebolava fugir rebolava aumentava traseiro dos o em a mas não da não junto quisesse,
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Tentou enfiar-se entre suas coxas, mas Tereza, desesperada trancava as pernas, de modo que o dedão contentou-se em cutucar-lhe o olho do cu e ela apertou os ombros do noivo gritando que aquilo já era demais. Mas ele respondeu dizendo que a próxima música era até melhor, o último sucesso da dupla sertanoja.
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Depois disso, Terezona não teve mais escapatória. Dizer que o sujeito a fodeu como um doido metendo e tirando o pau de seu cu, seria deslavada mentira, pois o espaço exíguo não permitia tais manobras.
Mas o cacetão inchou dentro do cuzinho e, já no final da música, Terezona sentiu como se ele estivesse mijando dentro de seu reto. Gozou uma quantidade que Terezona teve que manter o cu fechado quando ele escorregou, para que a porra não escorresse pelas pernas abaixo. Foi um sufoco.
Terezona resolveu que nunca mais namoraria fazendeiros, desfez o namoro e procurou outro par entre classes mais refinadas, como a sua.
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