- O que foi, tio? - minha sobrinha me perguntou ao perceber que eu já não estava tão excitado quanto antes. - Nada... não foi nada! - respondi. - Nada? Você perdeu a vontade de repente... tá bom... pensei que você sentisse tesão por mim! - Não é isso, menina... eu... hãã... você... é maravilhosa, Aline! É outra coisa! - tentei explicar. - Ué, então me fala, vai! É porque sou sua sobrinha, né? - a Aline falou, com um sorriso. - Não me lembra disso! - protestei.
- Ah, não queira bancar o homem correto agora, tio! Eu estou curtindo... e você também está curtindo... além disso, somos adultos! Faço 18 no final do ano... e faz tempo que não sou mais virgem... e estamos com vontade... não vejo qual é o problema! - minha sobrinha insistiu. - Não é isso, Aline... quer dizer... não é somente isso! - Então é o que? Me fala! - minha sobrinha me olhou, com um olhar de curiosidade. - Deixa pra lá... é coisa da minha cabeça! - Me conta! Agora quero saber! - ela insistiu.
- Ok, está bem... o que acontece é que percebi que você tem muito mais experiência em sexo do que eu... mesmo sendo uma menina... e isso me deixa incomodado, pois deveria ser o contrário! - expliquei. - De acordo com quem? - Ué, de acordo com todo mundo... - Todo mundo quem, tio? - minha sobrinha enfatizou, olhando ao redor. - Não sei... - Será que é porque você acha que deve ser o "grande machão", igual a maioria dos homens acham que são?
- Não entendi, Aline. O que você quer dizer? - Você sabe, tio! Essa estória de que são os homens que devem conduzir a relação, que são bons na cama, que sabem tudo, e que nós, as pobres meninas ingênuas devemos ser guiadas por vocês.
- Pode ser. Talvez seja um pouco disso mesmo. É que fico com vergonha pelo fato de você ser mais experiente e mais livre do que eu na cama. Além disso, você já deve ter ficado com homens muito mais velhos do que eu e... - Ah, deixa de bobeira, tio! Já fiquei com muitos homens e pretendo ficar com muitos outros, e isso não tem nada a ver. Eu quero é curtir, sabe? E você me atraiu e estou curtindo muito também. E olha que estamos só começando. Então, se prepare porque vou tirar todas essas idéias bobas da sua cabeça, entendeu?
- Sim, entendi! - falei, entregando à minha sobrinha, conscientemente, o controle daquele nosso arriscado encontro, e de grande parte do que viria a acontecer mais adiante.
Nessa hora a Aline aproximou sua boca da minha e me deu um beijo muito demorado. Não foi um beijo tão intenso como os anteriores, mas eu diria que foi um beijo mais carregado de emoção do que de sexo. Acredito que, de alguma forma, naquele momento, eu e minha sobrinha fechávamos um pacto que se estenderia pelos dias seguintes. Embriagado por aqueles lábios, minha mente finalmente voltou a focar na preciosidade que eu tinha alí comigo. Realmente a minha sobrinha era uma delícia, e eu quase não acreditava no que estávamos vivendo alí naquele quarto.
Meu pênis tinha perdido parcialmente sua ereção, e estava caído sobre o meu abdômen, apontando em direção ao meu rosto. A Aline o observou e se sentou bem em cima dele, sem apoiar o seu corpo todo, só um pouco. Desse forma, os lábios da periquita dela se encaixaram perfeitamente em cima do meu pau, cobrindo-o, em paralelo.
Então a Aline começou a se mover lentamente, para frente e para trás, acariciando o meu pau com sua buceta, sem penetração, somente esfregando suavemente os lábios da xoxotinha pequenina dela ao longo do meu pênis, me punhetando de uma forma muito gostosa. Outra novidade que nenhuma outra menina tinha feito comigo.
Senti a buceta da Aline babando no meu pau, e o seu calor, os quais foram, lentamente lubrificando o meu pênis, que rapidamente recuperou sua força. E ela continuou seu movimento em mim de mim, como se tivéssemos todo o tempo do mundo. Vi seu rostinho e percebi o quanto ela estava curtindo cada deslizada de xoxota em cima do meu pau, e isso me deixou mais tesudo ainda.
Levei minhas mãos até o bunda da Aline, agarrando com força seu traseiro durinho. Pouco a pouco meus dedos começaram a ganhar terreno, até chegar ao seu cuzinho. Eu estava louco de vontade de enfiar meu dedo no rabinho dela, mas me lembrei do encontro que a gente tinha tido à tarde e pensei que o ânus dela ainda estaria sensível e machucado, e resolvei não avançar.
Nesse momento minha sobrinha veio até o meu ouvido. - O que você tá esperando? Vai, enfia o dedo, tio... enfia seu dedo todinho no meu cuzinho! - ela sussurrou. Que loucura! Mais uma vez me libertei das minhas dúvidas e temores e comecei a enfiar meu dedo médio no cu da Aline, bem devagar, enquanto ela dava pequenos sinais de dor, mas ao mesmo tempo eu percebia que seu prazer aumentava.
Enfiei meu dedo ainda mais, sentindo como o ânus dela estava apertadinho e quente, pulsando ao redor do meu dedo, me apertando. Então enfiei um pouco mais, e logo coloquei mais um dedo. Ah, que delícia! Dois dedos no cuzinho apertadinho da minha sobrinha, enquanto ela continuava esfregando os lábios da xoxotinha no meu pau.
A Aline não reclamou em nenhum momento, pelo contrário, ela fechou os olhos e mordeu seu lábio inferior. Percebi então que ela estava era gostando, e, com jeitinho, tratei de enfiar mais um dedo. Três dedos alargando a entradinha daquele cuzinho gostoso e quente. Oh, delícia do caralho!
Ficamos vários minutos naquela brincadeira. Eu fodendo o cuzinho da minha sobrinha com meus dedos, ela esfregando a buceta no meu pau, sem penetrar, e me beijando apaixonadamente, falando o meu nome, falando que eu era o novo macho dela, e que ela era a minha mulherzinha daquele dia em diante.
- Agora quero ele dentro, tá? - a Aline falou baixinho no meu ouvido e, levantando o corpinho um pouco, segurou meu pau com uma mão, ajeitou a cabeça na entradinha da buceta e começou a enfiar nela bem devagar.
- Ahhhhh... é tão gostoso, não é?... você gosta da minha buceta, tio? - ela me olhava com um sorriso de satisfação, enquanto descia o corpinho pouco a pouco, fazendo meu pênis entrar cada vez mais. - Sim, meu benzinho... essa buceta é muito gostosa! - gemi de prazer.
A xoxotinha da minha sobrinha estava toda meladinha, e deslizava gostoso no meu pau, pulsando, querendo engolir até o talo. Então, quando percebeu que estava tudo dentro, a Aline começou a cavalgar com vontade mesmo, com força, e isso fez a cama começar a fazer muito barulho, o que poderia chamar a atenção de seus pais.
Minha sobrinha leu os meus pensamentos, vendo o meu rosto de preocupação. - Preocupa não, tio! Meus pais assistem TV no último volume, com a porta fechada... eles jamais vão ouvir a gente transando... vai... me come bem gostoso!
- Mas, e se um deles vier ao banheiro? - Deixa de ser bobo, tio! Eles tem banheiro lá no quarto deles! Pra que eles vão descer aqui? - a Aline me falou, com muita segurança. - Você tem razão, meu amorzinho! É que estou preocupado!
- Fica tranquilo, tio... não vai acontecer nada, tá? - minha sobrinha falou e deu mais uma rebolada gostosa na meu pau. - Agora vem aqui... deixa de preocupar com coisa boba e vem me dar uma outra coisa!
A Aline falou isso e foi tirando meu pau de sua xoxotinha, ao mesmo tempo que ficava de pé ao lado da cama. Então ela me segurou pela mão e me fez levantar também, e eu o fiz de imediato. Em seguida ela pegou dois travesseiros que estavam na cabeceira da cama e os colocou juntos, fez uma espécie de encosto inclinado.
Rapidamente ela se deitou na cama de barriga para cima, com suas cabeça e costas apoiados nos travesseiros. - Vem... vem aqui... bem aqui... isso... desse jeito mesmo! - ela falou, me guiando para que eu ficasse sentado sobre sua barriga, ajoelhado, com seu corpinho lindo bem debaixo do meu.
- Pronto, tio gostoso... assim mesmo... agora trás esse pau aqui... isso... vou dar um tratamento especial a ele... deixa eu cuidar desse menino... hummm... assim! - O que você quiser, meu amorzinho! - falei, cheio de tesão por causa de mais aquela novidade.
- Você vai gostar muito do que vou fazer, tio! - ela me falou, enquanto apertava seus peitinhos com as mãos, prendendo o meu pau no meio deles. - Vai, tio... mete neles... quero sentir seu pau nos meus peitos!
Que loucura! Que espanhola mais gostosa eu estava fazendo nos peitinhos da minha sobrinha. Não perdi tempo e comecei a foder os seios dela, bem devagar, curtindo sua pele macia, os peitinhos durinhos. Ah, delícia demais! Fiquei louco só de ver como os peitinhos lindos da Alina serviram perfeitamente para punhetar o meu pau.
Mas o auge do meu prazer foi quando eu vi como a minha sobrinha inclinava a cabeça para frente, aproximando sua boca da ponta do meu pênis. Continuei metendo entre os peitinhos dela, e ela chegando a boca mais perto, até conseguir tocar a cabeça da minha rola com seus lábios. Nessa hora ela colocou sua línguinha para fora e ficou lambendo a cabeça do meu pau.
- Quero todo o seu leitinho em mim... me dá, tio... dá leitinho gostoso pra mim! - a Aline falou e fiquei louco. Bastou escutar isso para o meu orgasmo explodir. Gozei como um cavalo, e minha porra esguinchou com força mesmo, atingindo a língua, o pescoço e o rostinho da minha sobrinha.
Foi uma gozada muito intensa. Lancei porra até nos cabelos dela. Tive que me esforçar muito para conter um grito de prazer que queria escapar da minha garganta, ao mesmo tempo que meu abdômen dava as últimas contrações de uma das melhores gozadas da minha vida.
Minha sobrinha me olhava fixamente nos olhos, vendo eu gozar, e, sem dizer uma palavra, começou a pegar com seu dedo indicador, o resto de esperma que não tinha caído sobre sua língua. Vi ela passar o dedo no pescoço, no rosto, juntar toda a porra e levar a sua boquinha, chupando como se fosse um doce gostoso.
Que loucura, meus amigos! A Aline repetiu esse gesto várias vezes, até engolir todo a minha porra, enquanto eu tentava gravar na minha memória aquele momento sublime, talvez com medo de que aquilo alí poderia não se repetir novamente.
Me levantei de cima dela com esforço, pois os meus joelhos tremiam devido ao intenso prazer que ela tinha me dado. Então a Aline se levantou e começou a pegar suas roupas. Fiquei observando-a, maravilhado e agradecido com tudo aquilo. Então ela abriu a porta do quarto e, antes de sair, se virou e me olhou.
- Boa noite, tio... dorme bastante, tá?... amanhã pode ser mais um dia agitado! - ela falou com um sorriso e se foi. A verdade é que eu não soube o que falar. Na hora fiquei foi mais assustado do que excitado com o que minha sobrinha tinha acabado de falar. Se o dia seguinte fosse igual ao dia que estava acabando, meu coração ia enfartar.
Para minha sorte eu caí no sono rapidamente, já que o meu corpo tinha o equilíbrio exato entre cansaço e relaxamento. Acredito que poucas vezes eu dormi tão bem quanto aquela noite. Talvez, se eu soubesse o que me aconteceria no dia seguinte, minha noite não tivesse sido tão calma.
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