Minha esposa Laura e eu estávamos casados há cerca de 12 anos, tínhamos já nossas duas filhas e, quatro anos após o nascimento de nossa segunda filha, eu fiz uma vasectomia.
Poucos anos depois do nosso casamento, eu e minha esposa decidimos que seríamos um casal liberal, ou seja, eu já era corno bem antes do acontecimento que vou contar a vocês. E qual é a novidade? A forma como tudo aconteceu.
Me recordo que a Laura tinha uns 30 anos nessa época, e ela estava frequentando aulas de dança do ventre há cerca de 5 anos.
Minha esposa tinha se apaixonado pela cultura e tradições árabes e, por isso, ela ia uma vez por semana às aulas durante o período letivo, e tinha até mesmo se apresentado algumas vezes em eventos locais. A Laura tem cerca de 1,64 m de altura, corpo curvilíneo com seios médios, quadris largos e bonitos e uma linda barriga, lisinha, sem qualquer defeito, mesmo já tendo duas filhas.
Ela estava procurando por um novo traje de dança há meses, mas não conseguira encontrar nenhum. E por isso decidi ajudá-la nessa tarefa.
Estávamos dando uma olhada em uma cidade vizinha à nossa e que não visitávamos com frequência quando nos deparamos com uma placa apontando para um beco estreito e escuro que anunciava uma loja de produtos orientais. A Laura desceu o beco e eu a segui, até chegarmos a uma pequena porta de madeira velha situada em um antigo edifício. Minha esposa empurrou a porta e, se abaixando um pouco, entrou naquela pequena loja escura. E eu fui junto, é claro.
Os aromas inebriantes de comidas e especiarias exóticas encheram meu nariz enquanto eu seguia minha esposa. O interior da loja estava bastante escuro e meus olhos demoraram um pouco para se acostumarem àquele ambiente.
Quando olhei em volta, avistei um velho que parecia ter quase 60 anos sentado atrás de um balcão nos fundos da loja. O velho usava uma tradicional galabia (uma vestimenta tradicional egípcia) branca e um boné de tricô, e tinha uma longa barba grisalha. Assim que minha esposa se aproximou mais, o velho se levantou, deu a volta para o nosso lado do balcão e veio nos receber. - Bem-vinda à minha loja, linda senhora! - ele falou para a Laura, me ignorando completamente.
Já comecei a achar aquilo muito estranho. Em seguida, o velho se curvou, tomou minha esposa nos braços e a beijou, primeiro em uma bochecha e depois na outra. Ele não olhou para mim, nem mesmo percebeu que eu estava na loja. Fiquei antenado na mesma hora.
Percebi que a Laura estava ficando corada, também sem entender muito bem o que estava acontecendo. O velho então colocou o braço em volta da cintura da minha mulher a passou a mão em sua barriga. – Oh, o que posso fazer por você, linda senhora? - o velho perguntou à Laura.
Percebi que minha esposa estava um pouco sem graça. – Eu estou procurando uma roupa de dança do ventre tradicional. - a Laura respondeu, em voz baixa. – Quando você diz tradicional, o que você quer dizer? - questionou o velho.
– Dança do Ventre Tribal do Oriente Médio... - minha esposa respondeu. – Claro. - disse o velho - ...Dança do Ventre! - ele sorriu e, novamente, esticou a mão e alisou a barriga da minha mulher.
Que safado! Aquele velho estava ficando saliente demais. Mas não fiz nada, resolvi esperar para ver até onde ele ia continuar com aquela palhaçada. - Por aqui, minha linda. Pode me seguir! - ele falou e conduziu a Laura para as coloridas prateleiras de fantasias. E eu fui atrás.
Os dois caminharam pela lojinha, conversando, enquanto ele mostrava várias fantasias para a minha esposa. Como eu já estava um pouco cansado, encontrei um banco perto da porta da loja e me sentei para esperar.
O velho ousado escolheu uma fantasia e eu o ouvi falando para a Laura algo sobre experimentá-la. Ele então conduziu minha mulher para os fundos da loja e levantou uma cortina para revelar uma outra porta.
Muito desconfiado eu observei ele abrir essa nova porta e conduzir a Laura ao longo de um corredor.
Vi que a Laura entrou em algum provador e o velho ficou do lado de fora, esperando ela experimentar a fantasia. Não demorou muito e a minha mulher saiu do corredor e veio para a parte principal da lojinha, sendo acompanhada pelo velho safado.
Deus do céuuu!! Ela estava absolutamente deslumbrante. O traje era magnífico, pois fazia com que seus seios grandes fossem empurrados para cima e para fora, permitindo ao seu decote parecer incrível. A fantasia também exibia sua barriga lindamente.
O velho olhou muito sério para a minha mulher. - Minha linda, vira para o lado... assim... que perfeição... agora para o outro lado. Maravilhosaaaaaaa. Agora gira assim! Lindaaaaaaa! - ele foi falando e, pegando na mão da Laura, fez ela dar um giro completo. E eu estava de boca aberta, paralisado diante de tamanha formosura.
- Vem aqui... isso... deixa eu te ajudar aqui! - o velho falou, se abaixou entre as pernas da Laura e começou a ajustar a fantasia.
Vi que ele puxou a parte inferior da fantasia da minha mulher para baixo, junto com a parte da frente de sua calcinha, muito mais abaixo de seus quadris, tão baixo que eu tinha certeza de que se podia ver parte da penugem ralinha acima da buceta dela.
- Aí está melhor... é assim que você deve usá-lo, linda senhora! - o velho disse para a minha esposa. - Você deve aproveitar ao máximo para exibir essa sua linda barriga! - ele completou, enquanto ajustava a fantasia no corpo da Laura.
Observei como as mãos dele, de forma descarada e bem na minha frente, acariciavam a barriga macia e bronzeada da minha mulher, como se eu não estivesse alí. Algo me avisava que aquilo não ia dar certo, mas eu parecia hipnotizado e não conseguia esboçar nenhuma reação.
De repente o velho se afastou da Laura e foi em direção à parte de trás do balcão da loja. Vi ele estender a mão para trás e mexer em um aparelho de som, que de imediato começou a tocar uma música oriental. Ele então pegou algo de dentro de uma caixa e retornou para perto da minha mulher, e eu continuei sentado, imóvel.
Novamente o velho tarado acariciou a barriga da Laura por alguns segundos, passando as pontas dos dedos ao redor de seu umbigo, e ela nada falava, só exibia um sorriso de satisfação, me olhando de vez em quando.
- Isso é pela sua linda barriga, minha senhora! - o velho disse e estendeu a mão, mostrando à Laura uma jóia de rubi de um vermelho brilhante. Com jeitinho ele encaixou a jóia na boca do umbigo da minha esposa, prendendo-a com algo que não consegui ver na hora.
- Vá em frente, minha linda senhora! - disse ele. - Me mostra o que você sabe fazer. - o velho completou e a Laura então começou a ondular sua barriga, ali mesmo, na loja mal iluminada.
O velho safado entregou para a minha esposa um par de zills (ímbalos de dedo) que ela começou a usar junto com a música oriental que estava tocando.
Eu não estava acreditando naquilo. Em poucos segundos a Laura estava dançando de forma bem sensual, do jeito que seu instrutor havia lhe ensinado.
- Ohhhhh, simmmmm, minha linda senhoraaaa, você é realmente muito boaaaaaa! Você aprendeu bem com o seu professor! - o velho disse para a minha esposa, fazendo a palavra "boa" dançar na ponta da língua dele.
Que safadeza era aquela?!?! E ele não parava de passar a mão na barriga lisinha da Laura enquanto ela a ondulava de um lado para o outro.
Minha mulher estava muito sensual, e então colocou as mãos atrás da cabeça e os seios projetados para fora... e a barriga macia se curvando para dentro, depois para fora, e novamente para dentro.
Vendo aquilo meu pau começou a pulsar, mesmo eu estando já chateado com a ousadia daquele velho safado.
E ele continuava a massagear, tocar, apalpar e esfregar as mãos na barriga da Laura, bem na frente dos meus olhos, como se eu nem estivesse presente naquela loja.
- Tenho uma ideia, minha linda senhora. Venha...". - ele falou e levou minha mulher até o balcão, de onde ele tirou a tampa de uma caixa com muitas moedas tilintantes.
Não sei o que a Laura entendeu nesse momento, e nem o que o velho falou para ela. Só vi como ela estendeu a mão para trás e soltou a blusa que ela estava usando. Deus do céuuuuu! Achei que minha esposa estava usando sutiã!
Como pude estar tão errado?!?! Fiquei imóvel enquanto a Laura tirou a parte de cima da fantasia e ficou lá parada naquela loja mal iluminada, com os seios nus e a barriga descoberta na frente daquele velho.
Meu sangue ferveu, pois eu não estava acreditando naquilo. - Ahhh...! - o velho grunhiu. E nessa hora observei quando sua mão foi para sua virilha, parecendo esfregar o grande volume que apareceu na frente de sua longa galabia branca. O safado estava sentindo tesão pela Laura.
E ela apenas ficou lá, parada, com seus seios nus, com os mamilos grandes endurecendo. Caralhooooo!! Como a minha esposa estava linda e sensual. Meu pau já estava atravessado na minha calça, de tão duro. Mas, para o meu desgosto, não era eu quem estava tocando a Laura, era o velho safado e tarado.
Rapidamente ele estendeu as duas mãos e pegou os seios da minha mulher em suas mãos, e começou a esfregar gentilmente, massageando toda a extensão dos peitos dela, antes de voltar sua atenção para seus mamilos duros. A Laura ficou paralisada, permitindo que ele fizesse o que quisesse com ela.
- Ahhhhh...!! - minha esposa gemeu de prazer quando o velho puxou suavemente seus mamilos. A Laura, seminua, fechou seus olhos e suspirou profundamente na presença do estranho senhor safado e tarado, que estava aproveitando dela na minha frente, como se eu fosse um zero à esquerda.
- Vem aqui, meu bemmmm!!... Issoooo... bem aqui! - vi o velho levar minha mulher até um velho sofá ao longo de uma parede. Ele mesmo desfez a metade inferior da fantasia e a deixou cair no chão, aos pés da minha Laura, que agora estava apenas de calcinha.
- Curve-se, minha linda senhora!... Assim mesmo! Vou te foder! Vamos fazer um bebê para esta sua linda barriga macia! - ele falou e posicionou minha esposa de quatro no sofá. Vi como a Laura parecia não ter vontade própria, e estava se deixando levar pela vontade do velho.
E ele não conhecia a palavra "limite". Rapidamente vi seus dedos ágeis se encaixarem no fundinho da calcinha da Laura e puxar para o lado, deixando a buceta e o cú dela completamente expostos.
- Ohhhhhhhh... eu... e-e-eu... m-m-minhaaaaa... nossaaaaaa...!! - ela tentou falar enquanto se inclinava no braço do sofá, empinando a bunda, enquanto os dedos do velho passeavam por sua região íntima.
Nessa hora, e somente nessa hora, os olhos do velho safado encontraram os meus. Enquanto ele me olhava fixamente, suas mãos percorriam o corpo da Laura, seus seios, barriga, bumbum, e finalmente os lábios escorregadios da buceta da minha mulher, que gemia descontrolada.
- Senhor, peço sua total atenção agora! Observe enquanto eu fodo a sua esposa! - ele falou e, lentamente, ergueu sua galabia para revelar seu pau grande e grosso. Me assustei. O pênis dele tinha mais de 20 centímetros de comprimento e era bem grosso, exageradamente grosso.
A cabeça da rola do velho estava toda de fora, brilhando, úmida, e ele ficou esfregando ela para cima e para baixo nos lábios da buceta da Laura, espalhando os sucos dele e da minha mulher ao redor da buceta dela.
Tentei me mexer na cadeira, mas parecia que eu estava hipnotizado. O velho tarado ia comer a minha mulher e eu não ia conseguir fazer nada. Que merda!!!
- Ohhhhhhhhhh... Amorrrrrrr... ele... euuuu... meu bemmmmmm... ele... vaiiiii... ahhhhhhh... me comerrrrr!!! - a Laura abriu mais as pernas e empurrou sua bunda de volta para o velho, que a segurava firme pela cintura com uma das mãos e com a outra encaixava o enorme pau no meio de suas coxas.
- Hunnnff... Hunnnff...! - ouvi a respiração da minha mulher se tornar mais difícil e vários gemidos escaparem de seus lábios. Mas em nenhum momento ela tentou escapar dos braços do velho, pelo contrário, ela empurrou os quadris para trás, em um esforço para acolher aquele pau gigante em sua buceta.
Então o velho montou nas costas dela, colou o rosto barbudo em sua nuca e ficou grudado por vários minutos, firme e gemendo alto, sem dar qualquer chance para a minha esposa escapar. Nessa hora percebi que não tinha mais volta.
A Laura estava dando a buceta dela para um senhor safado, sem vergonha, ousado, atrevido, e sem consideração, pois eu estava sendo tratado como lixo naquela loja.
Eu só via a bunda do velho se movendo para cima e para baixo, enquanto ele tentava desesperado engatar o mais fundo possível na buceta da Laura, que soltava gemidos de mais puro prazer.
Se eu tivesse que descrever a cena em um desenho, seria um cachorrão enorme e selvagem engatando com uma frágil cachorrinha.
E então o velho olhou para mim novamente e sorriu, enquanto estendia uma das mãos e apertava e beliscava os seios e mamilos eretos da Laura.
E nesse momento ela, de quatro naquele sofá velho, toda empinada e engatada com aquele senhor tarado, também me olhou, sorrindo e revirando os olhos, enquanto o velho a arroxava fortemente em seus braços e remexia o quadril para empurrar na buceta da Laura o resto de pinto que ainda sobrava de fora.
Continua em "A gravidez da Laura - Parte 2 - Final"
|