Eu e meu filho Adriano sempre tivemos um relacionamento aberto, com muita intimidade e cumplicidade. E nem poderia ser diferente, pois ele é meu único filho e moramos juntos somente nós dois. Seu pai faleceu há alguns anos.
Eu sou morena, magra, e sempre cultivei o hábito de fazer exercícios físicos e caminhadas, por isso tenho sempre um corpo em forma. Tenho 38 anos, morena clara, seios médios, bunda bem chamativa, coxas grossas e entre elas uma vagina sem pelos de lábios longos e bem salientes.
Evito vestir calça justa de lycra quando saio, porque minha xoxota fica dividida ao meio. Meu filho é um rapaz bonito de 20 anos, 1,85m com um corpo atlético de encher os olhos de muitas mulheres.
Tudo começou quando eu entrei no quarto do Adriano e ele estava folheando algumas revistas pornográficas, acho que para bater algumas punhetas. Quando entrei para fazer uma arrumação, mais que rapidamente ele pegou um livro, como se estivesse estudando, mas não houve tempo para guardar as revistas. Eu comecei a arrumar algumas coisas, até que vi as revistas que estavam na cama e não falei nada. Peguei as revistas, levei-as até à estante e comecei a folhear uma delas. A revista era especializada em sexo anal! Meu filho tirou os olhos do livro que fingia ler, e percebeu que eu olhava a tal revista e fazia algumas expressões enquanto olhava as fotos.
- Não sei como tem gente que faz isso! - falei, sem tirar os olhos da revista. – Isso o que, mãe? - Será que essas mulheres sentem prazer fazendo sexo anal? - perguntei.
– Acho que sim, só sei que particularmente eu gosto muito e as meninas não tem se queixado quando me dão os seus traseiros! - o Adriano disse. Eu olhei para ele de modo intrigante e nada disse. Guardei as revistas, terminei a arrumação e sai do seu quarto. À noite me masturbei, e não pude deixar de pensar naquela rápida conversa que, estranhamente, me deu um tesão imenso.
No dia seguinte tudo transcorreu bem. Após o jantar, eu e meu filho assistíamos TV quando resolvi voltar a tocar no assunto do sexo anal.
Eu disse que tinha comentado com algumas amigas no trabalho sobre as revistas que tinha visto, e muitas delas confessaram que adoram fazer sexo anal, sendo altamente prazeroso. Aquele assunto lhe deixava envergonhado, mas não demonstrou. - Você e meu pai nunca tentaram algo do tipo? - meu filho me perguntou. - Não, ele nunca se interessou por isso e eu sempre hesitei. - respondi.
- Ué, mãe! Nunca é tarde para isso, quem sabe um dia você encontre alguém que realize essa fantasia. – Acho muito difícil, teria que ser uma pessoa muito especial.
Para a surpresa do meu filho eu disse que tinha pego um filme na locadora exclusivamente com esse tema, pois ficara bastante curiosa, e falei que se ele não se importasse eu iria assistir e que ele poderia assistir também se quisesse.
A ideia de assistir um filme pornô comigo lhe pareceu estranha, mas aceitou. Logo estávamos assistindo ao filme, e meu filho não pôde evitar de ficar de pau duro diante das belas cenas de enrabadas. Eu também estava muito excitada, pois não tirava os olhos da tela.
Em dado momento me levantei e fui até a geladeira de onde eu trouxe duas latinhas de cerveja.
- É verdade que você tem realmente experiência em sexo anal? - eu perguntei ao meu filho. - É claro, mãe, perdi a conta de quantos cuzinhos eu já comi! - o Adriano disse e eu ri da expressão que ele usou.
- Você acha que alguém gostaria de provar o meu cuzinho? - eu perguntei a ele e me levantei do sofá e dei uma volta, lhe mostrando meu bumbum. Eu estava usando uma blusinha apertada e um shorts jeans bem curtinho, com minha calcinha enfiada todinha no meu rabo.
- Mãe, ninguém em sã consciência deixaria escapar uma linda bunda como a sua! Você é uma mulher atraente e com certeza encontraria alguém para realizar seus desejos! - o Adriano me disse.
- Então passa a mão para ver como minha bunda é durinha e macia! - falei e meu filho hesitou um pouco, mas então encheu a mão na minha bunda, apalpando e alisando cada centímetro. Nem preciso dizer que, quando ele tirou a mão, seu pau parecia uma barra de aço.
- Você comeria o meu cuzinho se não fossemos mãe e filho? - eu perguntei ao meu filho. – Com certeza, mãe, e seria um enorme prazer! - ele respondeu de imediato.
Voltei a me sentar para continuar a ver o filme, mas eu já estava totalmente excitada, e tudo que eu queria era sair dali e ir bater uma siririca. Meu filho também estava na mesma situação.
- Mãe, eu não aguento mais! Vou tomar um banho frio e dormir! - o Adriano falou sorrindo. Eu ri também.
- Isso não é vontade de comer algum cuzinho? - perguntei. – É isso mesmo e como a única mulher por perto nesse momento é você, então teria que ser o seu cuzinho! - o Adriano respondeu e eu dei uma bela gargalhada.
- Se eu não fosse sua mãe, com certeza lhe daria! - respondi.
Nesse momento meu filho já estava louco de tesão e, somado às cervejas que tomamos, resolveu ser audacioso. A verdade é que o pensamento de meter seu pau na minha linda bunda virgem lhe deixou totalmente alucinado.
- Você aguentaria tudo isso na sua bundinha? - meu filho botou seu pau para fora e me perguntou. Eu arregalei os olhos, talvez não esperando um gesto tão ousado da sua parte.
- Nosssaaaaa!!! Deve ser muito doloroso! - falei. – Mãe, só há um jeito de saber! - o Adriano disse, me olhando fixamente nos olhos.
Eu ri novamente, entendendo o que ele queria dizer. - Meu deussss!!! Filho!! Vai tomar seu banho frio pra esse negócio descer, vai! - falei rindo para o Adriano. Ele, no entanto, não se deu por vencido, e começou a se masturbar na minha frente.
- Vamos, mãe! Ninguém vai ficar sabendo! Dá esse cuzinho pra mim, vai! - ele falou e ficou balançando seu pau enorme, puxando o prepúcio e me mostrando a cabeçona da rola, já bastante úmida e brilhante.
Eu olhava seu pau fixamente, pois eu já estava também muito excitada. - Tá bom, filho! Vou fazer, mas ninguém pode ficar sabendo disso, tá? - concordei. - Sim, mãe, pode ficar tranquila. Não vou contar pra ninguém! - o Adriano me respondeu.
- Além disso, filho, como é a minha primeira vez, quero que você seja carinhoso com a mamãe, e que vai respeitar se eu quiser parar! Você concorda? - perguntei ao meu filho, passando levemente meus dedos na extensão do pau dele, que estava muito quente e pulsando de vontade.
- Sim, mãe, eu concordo sim! - E também não vai ter nenhum outro tipo de penetração, tá? Só exclusivamente a relação anal, e vai ser a nossa primeira e única vez. Estamos de acordo? - perguntei e o Adriano balançou a cabeça em concordância, com um sorriso lindo nos lábios.
Eu fui tomar banho e meu filho foi ao seu quarto pegar o potinho de lubrificante KY, fundamental nessas situações. Quando saí do banho de camisola e calcinha, completamente cheirosa, ele já me esperava em meu quarto sentado na cama.
- Qual é a melhor posição pra você comer meu rabinho? - perguntei. – Fica de quatro e levanta a camisola para expor essa tua linda bunda! - o Adriano me pediu e nem pensei duas vezes. Fiquei de quatro na beirada da cama, com a bunda bem empinada.
Levantei a minha camisola e puxei a minha calcinha para o lado, expondo ao meu filho Adriano o meu cuzinho todo depilado e lisinho, e também a minha buceta greluda, para deixá-lo ainda mais excitado.
- Caralhoooooooooo!!! Que delíciaaaaaa!! - meu filho disse quando viu meu maravilhoso rabo. Olhei para trás e percebi que seu pau ficou ainda mais duro e curvado para cima. Rapidamente, me olhando e sorrindo, o Adriano tirou toda sua roupa, mas eu continuei de camisola e com a minha calcinha só puxada para o ladinho.
- Filhoooo... muito lubrificante, tá? - falei quando ele abriu o potinho de KY e passou o gel em toda a extensão do seu pau, sem tirar os olhos da minha bunda empinada, que em breve ele comeria. Depois, ele passou o creme delicadamente na portinha do meu cuzinho.
- Mmmm... hmmm...!! - soltei uns leves gemidos ao sentir os dedos do meu filho entrando e saindo do meu buraquinho apertadinho, passando lubrificante por dentro do meu anelzinho também. Então o Adriano se posicionou atrás de mim e encostou a cabeça da sua rola na portinha do meu ânus.
- Filho, por favor... bem devagar, tá? - virei a cabeça e lhe adverti para ir devagar. Sem falar nada, meu filho pressionou um pouco, abrindo uma de minha nádegas com uma das mãos e segurando o seu pau com a outra, e com um pouquinho de força a cabeça entrou toda.
- Hunnnff... hunnnff... Adrianooooo... devagarrrr... filhooooo... hunnnff... hunnnff...!! - eu gemi alto e olhei para trás, como querendo ver o que acontecia. Meu filho me segurou pela cintura e foi empurrando bem devagar, querendo desfrutar ao máximo do meu cuzinho.
Eu gemia alto mesmo, mordendo minha mão para abafar um pouco o barulho que eu estava fazendo por causa daquele corpo estranho invadindo as frágeis paredes do meu reto. - Ohhhhhhhhhh... que delícia, mãe!... que cuzinho apertado... ahhhhhhhh... e muito quenteeeee...!! - meu filho falava e ia metendo pouco a pouco.
Em poucos segundos ele tinha toda sua vara cravada no meu rabinho. E eu estava agoniada, pois não era uma sensação nada agradável aquele pau me invadindo cada vez mais, e parecia que não ia acabar nunca. Até botei a mão para trás para me certificar de que tinha entrado tudo, pois eu já não estava mais aguentando o desconforto da penetração.
- Tá gostoso, tá, mãe?... ahhhhhh... tá gostando desse pau no seu cú? - o Adriano me perguntou, com a voz cheia de tesão, me segurando firme, como se eu quisesse escapar dele.
- Ãham, filho... Aiiinn... Adrianooooo... dói um... pouco... ahhhh... mas está sim... tá muito... gostosooooo...!! - menti, pois, na verdade, eu estava era agoniada com aquele pau enorme invadindo o meu intestino.
- Hunnnff... hunnnff... Aiiinn... Aiiinn... nãoooooo... enfiaaaaaa... Aiiinn... muitoooo... filho... não coloca... hunnnff... não... meteeeee... muito fundooooo... nãooooooo!!! - o Adriano começou a fazer o vai-e-vem, bem suavemente, o que me fez gemer mais alto e morder o travesseiro.
- Mãeeee... que delíciaaaaa... que cú gostosoooooo!! - meu filho gemia gostoso, bombeando gostoso no meu rabo, como se o mundo fosse acabar. E eu alí, aguentando firme, mas era mais para o prazer dele, pois meu anelzinho doía muito, mesmo com o uso do lubrificante. Até que meu clitóris acordou por causa daquele esfrega-esfrega.
- Ohhh, fodeeee, filhoooooo... fodeeeee, meteeeee, meteeeee, comeeeeee, comeeeeee esse cú, comeeeeee... mete na mamãe, meteeeeee... vaiiiiiii... vaiiiiiii...!! - comecei a gemer desesperada, massageando meu clitóris com meus dedos, já que a minha buceta estava toda babada.
- Que delíciaaaaa... ahhhhhh... agora me ajuda... joga o corpo pra trás, mãe... assimmmmmmmm... issooooooo... empurraaaaa... ohhhhhhhhhhh... que gostosooooo... empurra a bunda... na minhaaaaa... direção!! - meu filho me pediu. Ele precisava me dar orientações, pois era a primeira vez que eu dava o cuzinho.
Meu filho continuou bombeando, cada vez com mais força. Eu gemia feito louca, dizendo palavras sem sentidos. Ele então botou a mão por baixo na minha boceta, totalmente ensopada, e dedilhou o meu grelinho. Isso teve um efeito fulminante. Eu ia gozar. Me desesperei. Eu ia gozar fazendo sexo anal pela primeira vez.
- Filhooooo... comeeeeee, comeeeeee, fode meu cuzinho... come o cuzinho da mamãeeee... ohhhhhhhh... eu vou... eu achooooo... comeeeeee... vaiiiiiii... vaiiiiiii... eu vou... eu tô... eu vou... ahhhhhhh... eu tô... gozandoooooooooooo!!! - gemi, quase em gritos, mordendo meu travesseiro.
Senti meu cuzinho se contraindo, apertando mais ainda o pau de meu filho, mordendo e massageando o pênis dele com a argolinha do meu ânus. Nossaaaaaa!! Meu cú estava tão lubrificado que o pau do Adriano deslizava para dentro e para fora de mim sem qualquer dificuldade, me esticando ao máximo.
- Caralhooooo... que delíciaaaaaa... ahhhhhhh... que cú gostosoooooooo... rebola, mãe... issoooooo... rebola esse cú... ohhhhhhhhhhhh... vou gozar nesseeeee... rabooooo!!! - meu filho me apertou em seus braços e gozou.
Nossaaaaaaa!!! Que loucuraaaa!! O Adriano encheu meu túnel de porra bem quente, bem lá no fundo, me queimando por dentro. Não aguentei e comecei a gozar de novo, e acho que até fiquei alguns segundos desmaiada por causa daquele orgasmo tão profundo.
Ficamos um tempo naquela posição, engatados. Eu de quatro e o meu filho gemendo nas minhas costas, falando umas coisas que eu não entendi. Só me afastei dele quando seu pau amoleceu totalmente. Então caímos na cama, eu de bruços e ele em cima de mim. Estávamos exaustivamente suados.
- E aí, minha gata, gostou? - meu filho me perguntou, cheirando meus cabelos. – Claro, meu amor! O gozo compensa a dor. - respondi rindo. – Então vamos tomar um banho que eu vou te fazer dormir! - o Adriano me falou.
– Mas depois que eu dormir, não vá querer me comer de novo! - falei com uma risada e saímos para o banheiro. Chegando lá, abri a torneira e ficamos uns três minutos agarrados de frente embaixo do chuveiro e nos beijando, até que senti seu pau endurecendo e pressionando meu ventre.
Eu, que dissera que aquela seria uma única penetração, esqueci de tudo quando senti minha xoxota sedenta de tesão. - Filhooooo... eu... não sei... estou... ahhhhhhh... come na buceta também... come... você quer a buceta da mamãe também, quer? - perguntei ao meu filho, com a minha boca colada na dele.
Ele preferiu que voltássemos para o quarto e lá me estendi na cama, de barriga para cima, para receber entre as pernas a sua pica de grosso calibre. Mas antes, porém, senti sua língua explorando toda a extensão da minha boceta, lambendo, sugando e me fazendo gozar sem parar.
Quando eu já tinha perdido a noção do tempo foi que senti seu corpo duro e cavernoso dividindo ao meio os meus lábios vaginais e entrando na minha periquita, que ardia em brasa de tanto tesão. Não demorou muito e tivemos um orgasmo nunca sentido. Foi alucinante e gostoso.
Depois de exaustos tomamos outro banho e fomos dormir abraçadinhos e desde então selamos outro amor a mais em nossas vidas.
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