Desde o início do meu namoro com o Marcos que eu conhecia o Juliano, seu melhor amigo, daqueles que eram como unha e carne. Eles não se desgrudavam, e às vezes isso me causava até raiva, porque a amizade entre eles acabava por atrapalhar meu namoro com o Marcos.
Devo confessar que muitas vezes cheguei a pensar que havia algo rolando entre eles, tamanha era a amizade dos dois. Depois que me casei o Marcos, o Juliano passou a frequentar minha casa constantemente, por causa do amigo.
Vendo que não tinha jeito mesmo, e pra não desandar meu casamento, acabei aceitando a situação e me acostumando com a presença constante do Juliano em nossa casa, presença essa que acabou conquistando também minha amizade, ou seja, acabei virando amiga do Juliano também.
Logo eu e o Juliano éramos praticamente íntimos, e conversávamos sobre tudo, inclusive sobre sexo, principalmente quando o Marcos não estava por perto. Como o Juliano não saia da minha casa, isso acabou me rendendo o apelido de "Dona Flor" e seus dois maridos. Durante nossas conversas sobre sexo o Juliano me falava das coisas que tinha vontade de fazer com uma mulher, e o que gostaria que uma mulher fizesse com ele.
Aquilo ia me enchendo cada vez mais de tesão, principalmente porque muitas dessas coisas que ele me falava eu tentava pôr em prática com o Marcos, meu marido, sem muito sucesso, pois ele era meio careta em certos assuntos.
Meu marido não gostava de palavrões na hora do sexo, chupava minha buceta tapando o nariz pra não sentir o cheiro dela, e dizia que achava desagradável. Cheiro de cu então, nem pensar. Comer meu cu, "nem morto". Ele não deixava eu chupar o pau dele e nem gozava na minha boca, pois achava aquilo nojento.
Enfim, nossa relação na cama não passava do tradicional e chato "papai-mamãe". Eu me deitava, abria as pernas, ele se deitava em cima de mim, metia alguns minutos, gozava dentro da minha buceta, tirava o pau, tomávamos banho e dormíamos.
Aff! Uma chatice! Eu só dava pra ele para satisfazê-lo mesmo. Por causa disso passei a desejar e muito o Juliano. Eu não via a hora dele vir em nossa casa pra falarmos daquilo que eu mais desejava: sexo, sacanagem, putaria, etc.
O Juliano, ao contrário do Marcos, dizia adorar cheiro de buceta e de cu, adorava chupar uma buceta e ser chupado, lamber e foder um cu.
Ele me falava essas coisas e minha buceta ficava molhadinha, e eu ficava doidinha de vontade de dar pra ele. Ele chegou mesmo a dizer que gostava de deixar que a mulher fodesse o seu cu, com os dedos ou mesmo com um consolo.
Eu ficava de boca aberta, e perguntando mais coisas, pedindo pra ele me falar todas as coisas que ele gostava de fazer.
Um dia ele me revelou que queria que uma mulher lhe desse um verdadeiro banho de xixi, e que encostasse a buceta em sua boca e mijasse nela, pra ele beber direto da fonte.
Nossaaaaaa!!! Quando ele falou isso eu me arrepiei toda, e senti minha xoxota babar no fundo da minha calcinha. Parecia que ele adivinhava meus desejos, pois tudo isso eu também queria. E depois dessas conversas eu sempre acabava com a buceta encharcada e minha calcinha toda melada.
Num desses dias, para provocar o Juliano mais ainda, aproveitei um descuido do meu marido Marcos, tirei minha calcinha ensopada e dei pro Juliano. Ele não perdeu tempo, cheirou e lambeu minha calcinha ali mesmo, na minha frente, alisando seu pau por sobre a calça.
Fui à loucura. Meu corpo tremia todinho e eu, louca de desejo pra trepar com ele, pedi a ele que me mostrasse seu pau. Na hora ele enfiou a mão por dentro da calça e botou metade daquele pau pra fora. Ohhhhh, meu deussss!! Que maravilha de pica! Minha vontade era pular em cima daquele pau e rebolar nele até gozar.
Olhei pra ver onde o Marcos estava e, sabendo que não dava pra ele ver nada, me abaixei e abocanhei aquela metade do cacete que estava pra fora e fiz um rápido boquete.
O Juliano estava em ponto de bala e mal comecei a chupar sua pica ele jorrou seu leite quentinho em minha boca, saciando a minha vontade e a dele também.
Engoli a porra dele, nos recompomos rápidos e ficamos conversando sem que o Marcos desconfiasse de nada. Só que, naquele momento, mais do que nunca, eu queria aquele homem me comendo, queria aquela pica na minha buceta, no meu cú e em todos os buracos que eu tivesse.
O Marcos, meu marido, ia virar corno, e não ia demorar, pois eu estava disposta a viver uma aventura sexual com tudo que eu tinha direito e queria, ainda mais com aquele homem que tinha as mesmas fantasias que eu e queria realizá-las. E nós dois iríamos fazer isso juntos.
Já que o meu marido não queria comer o meu cu, seu amigo ia querer. Meu marido não gostava do cheiro da minha buceta, mas seu amigo gostava. Meu marido não gozava na minha boca, e seu amigo já tinha gozado uma vez, e engoli toda a sua porra.
Eu estava decidida mesmo, e ia até o fim. Meu marido só gostava de fazer "papai-mamãe", e seu amigo fazia de tudo e de todo jeito. Agora só faltava marcar um encontro no motel pra desfrutar daquela pica maravilhosa e deixá-lo me comer de todas as formas possíveis.
Eu queria sentir a sua pegada, sua potência sexual, e ser rasgada no cu e na buceta pela sua pica, que babava de tesão por mim.
Minha expectativa era tanta que, durante minhas transas com meu marido, eu já fechava os olhos e imaginava que era o Juliano me fodendo. E passei a gozar, quietinha, pensando nele.
Enfim eu e o Juliano marcamos um encontro pra depois de uma semana. Eu só precisava arrumar uma desculpa pro Marcos não desconfiar de nada, pois eu precisava demorar, não queria dar uma rapidinha e voltar pra casa, queria que valesse a pena, comer e ser comida pelo Juliano.
No outro dia, depois do café da manhã, o Marcos estava com uma cara de poucos amigos.
- Ué, amor! O que foi? Está chateado com alguma coisa? - perguntei ao meu marido. Ele me respondeu com outra pergunta:
- Onde é que você vai com o Juliano? - ele falou muito sério mesmo. Nossaaaaa!! Gelei na hora, e minhas pernas ficaram bambas. "Será que o Juliano é tão traíra assim? Prestes a me comer e contou pro Marcos sobre os nossos planos? Não é possível!", pensei.
- Como assim?!? Onde eu vou com o Juliano? Ficou doido?!? - respondi a ele. - Quem te disse que eu vou a algum lugar com ele? - Ninguém, Mayara! Mas você fala enquanto dorme... e eu entendi que vocês vão a algum lugar... só não deu pra entender onde!
- Amor, vai ficar encucado com isso?!? Não acredito! Foi só um sonho, nada mais! - falei e tentei tirar aquela idéia da cabeça do meu marido. Como eu já tinha presenciado ele falando com outro amigo sobre o seu desejo de comer minha irmã, aproveitei a deixa.
- Você também fala enquanto dorme! - falei. - Você já falou do seu desejo de comer a Clara várias vezes! Nem por isso eu te perturbei, pois você disse isso enquanto dormia. Nem levei a sério.
- É, é bobagem mesmo! Esquece! - ele respondeu e dei um selinho em seus lábios pra deixá-lo ainda mais calmo.
O resto do dia ele ficou uma seda comigo, pois ele sabia que, sempre que ele me deixava chateado, eu ficava uns três dias sem deixar ele meter na minha buceta.
No dia marcado com o Juliano, falei pro Marcos que eu iria fazer depilação e as unhas, por isso eu iria demorar. Todo marido sabe que isso acontece mesmo. Além da fofoca que rola, falando da vida de todo mundo, da roupa, dos sapatos, dos cabelos, etc, a gente perde a noção da hora e sempre chega em casa atrasadíssima.
Essa era uma bela desculpa pra eu demorar mais no motel com aquele macho que eu tanto desejava, e que não via a hora de estar nos seus braços, pra ser envolvida, sentir seu calor, seus beijos e por fim seu peso sobre meu corpo e sua lança estocando bem fundo minhas entranhas.
Saí de casa e me encontrei com o Juliano. Entrei no seu carro e rumamos pro motel. Já no caminho da garagem, até entrarmos no quarto, já começamos a nos agarrar. Cheguei no quarto já pelada e ajudei o Juliano a tirar sua roupa, nos beijando e nos alisando.
Eu estava um pouco acanhada, mas quando vi aquele homem que ajudei a se despir, tirar a cueca e seu enorme cacete duro saltar pra fora e ficar balançando, fiquei mais excitada ainda. O pau dele era grande, maior que o do meu marido e mais grosso ainda.
- Vem, Mayara! Chupa esse pau, minha putinha! Quero essa boquinha linda nele... vai, chupa! - ele me olhou rindo e disse. Nem esperei ele pedir duas vezes. Me ajoelhei e toquei o pau dele. Estava quente e pulsando. Aproximei minha boca lentamente, dei uns beijinhos na cabeça da pica e depois comecei a chupar.
- Uhhhhhhhhhhhh... caralhoooooooooo... que delícia de boca!! - o Juliano soltou um gemido ao sentir minha boca no pau dele. Como minha boca sempre foi pequena, era difícil colocar o pau dele inteiro na boca. Mas abri o máximo que pude e fiz uma chupeta de arrancar gemidos dele.
Eu chupava lentamente, sugando a pica dele e massageando seu saco. Ele suspirava e logo me segurou firme pelos cabelos, na nuca. Nessa hora me arrepiei todinha.
- Nossaaaaaa!!... você é safado demais, Juliano...!! - falei, sem tirar a boca do pau dele. - Você que é safada, Mayara... você que é uma putinha safada... chupa essa pica que depois eu vou te foder até você pedir pra eu parar!!! - o Juliano disse e forçou o pau na minha garganta.
- Agora vem cá... isso... fica assim mesmo...!! - o Juliano me pegou e me colocou de quatro na cama. Fui empinando a bunda e me ajeitando melhor, pra ele ver toda a minha buceta e o meu cú. Como eu tinha me depilado uns dois dias antes, eu estava lisinha e gostosa, sem nenhum pelinho.
- Ohhhhhhhhh... que gostosooooooooooo... hummmmm...!! - gemi deliciosamente quando o Juliano começou a beijar e lamber minha bunda. Me arrepiei todinha e senti as mãos dele abrindo minhas nádegas ao méximo. Adorei ficar toda exposta, com meu cuzinho piscando pra ele ver.
Nossaaaaa!! Eu já estava tremendo de tesão e umas descargas elétricas percorriam meu corpo o tempo todo. Depois de abrir minha bunda o Juliano começou a chupar minha buceta, fazendo sua língua percorrer minha preciosa, indo até meu cuzinho e me fazendo delirar de prazer.
Logo ele se concentrou no meu grelo, passando a ponta da língua em cima dele. Nessa hora perdi o controle e soltei um grito desesperado. - Uhhhhhhhhhhh... v-v-v-vou gozarrrrrrr... nossaaaaaaaa... n-n-não paraaaa... uhhhhhhhhhh!! - anunciei, quase sem voz.
- Goza na minha boca, minha gostosa... goza na minha bocaaaaa!!! - o Juliano pediu e chupou minha xoxota com mais vontade ainda, com sua língua atrevida vasculhado toda a minha racha. Gemi como louca, e o safado deu uns quatro tapas bem fortes na minha bunda, me arrancando o primeiro gozo daquele dia. Que deliciaaaaa!!!!
Depois que gozei eu caí de bruços na cama e o Juliano veio e se deitou em cima de mim, dando beijinhos na minha nuca e me chamando de gostosa, cheirosa, taradinha, e outros nomes que eu simplesmente adorei. Eu era só felicidade com aquele macho em cima de mim, me elogiando o tempo todo.
- Deixa eu comer sua buceta agora? - ele perguntou, dando uma mordidinha na minha orelha. Não falei nada, apenas balancei a cabeça afirmativamente e sorri. Ele me puxou pra eu ficar de quatro novamente e começou a pincelar a cabeça da rola na entrada da minha buceta.
Rebolei minha bunda lentamente, passando minha buceta toda melada na cabeça do pau dele, até que ele segurou firme na minha cintura e empurrou. - Ahhhhhhhhhh... que delíciaaaaaaaaaaaaaa...!!! - gemi e soltei uns gritinhos de dor e prazer quando ele enfiou seu cacete inteiro, tudo numa estocada só.
A sensação daquela pica arrombando minha perereca foi tão deliciosa que me agarrei aos lençóis da cama, e ele me bombou por trás, bem forte e fundo.
- Hummmm... hummm... que pau gostosooooo... meteeee... não paraaaaa... Julianooooo... por favorrrr... me comeeeee... me fode... que delíciaaaaaaaaa...!! - gemi, toda arrepiada.
Eu sentia ele entrando e saindo quase que totalmente da minha buceta. Eu quase gritava de prazer, e falava um monte de safadezas, coisa que eu nunca fazia com o meu marido. O Juliano estava me dando o trato que eu merecia, e metia rápido e com força, me fazendo gemer como louca.
- Safadoooooo... cachorroooooo... come essa bucetaaaaa... come... arregaça ela todinhaaaaaaaaa... come a mulher do seu amigoooooo... fode ela... fode...!!! - eu falava essas coisas enquanto eu tinha orgasmos aos berros, com ele me xingando de puta, safada, vaca e outros nomes, me dando mais tesão ainda.
Senti o pau dele inchar dentro da minha buceta. Estávamos metendo sem preservativo e eu não ia pedir pra ele tirar, ia deixar ele gozar dentro. Não demorou nem um segundo e ele se entregou ao prazer que a minha buceta estava dando a ele.
- Ohhhhhhhhh... caralhooooo... caralhoooooo... vou gozarrrrrr... vou gozarrrrrrr...!!! - ele gritou, com a voz abafada.
- Goza dentroooooo... p-p-p-por favorrrrrrr... g-g-goza dentro... deixa eu sentirrrrrrr...!! - falei e ele gozou, enchendo minha grutinha de leite quente, grosso e abundante, me fazendo tremer toda e gozar mais uma vez.
Novamente caí de bruços e ele veio por cima de mim, com a pica ainda engatada na minha perereca.
Ficamos parados, ofegantes, completamente moles. Fechei os olhos e acho que até cochilei por alguns minutos, pois quando eu abri os olhos ele já estava deitado do meu lado, fazendo carinhos no meu rosto e dando beijinhos na minha testa.
Ficamos mais um tempo deitados, nos beijando e nos alisando, curtindo aquele delicioso momento. Eu mal acreditava que o macho que eu desejava há tanto tempo tinha acabado de me foder ali, naquela cama, e estava deitado do meu lado, com o pau começando a ficar duro de novo.
Comecei a beijá-lo novamente e fui deslizando minha boca por seu pescoço, peito, barriga, e finalmente abocanhei seu pau, ainda com um restinho de porra. Mamei e babei na pica dele até ela ficar dura de novo.
- Vem... me come de novo... vamos aproveitar nosso tempo! - falei, já me preparando pra levar outra surra de pica.
O Juliano ficou sentado na cama e eu subi em cima dele, ficando com meus joelhos do lado de suas coxas. Olhando no rosto lindo dele eu ajeitei seu pau na entradinha da minha rachadinha e fui descendo meu corpo lentamente, até minha buceta engolir todo aquele mastro e eu sentir seu saco na minha bunda.
Apoiei minhas mãos no peitoral dele e comecei uma deliciosa cavalgada no seu mastro, subindo, descendo, e rebolando naquele pau gostoso. Logo ele me puxou pra ele e começou a chupar meus peitinhos e beijar minha boca. Fiquei louca e praticamente jogava minha buceta contra o pau dele.
- Deussssss do céu... você vai me matarrrrr, Juliano... você vai me matar de tanto foderrrrrrr...!! - falei no ouvido dele quando senti ele enfiando um dedo no meu cú.
Logo ele enfiou outro dedo no meu cuzinho e começou a abrí-los lá dentro, pra alargar o meu anelzinho. Na hora percebi que ele ia comer meu rabo naquele dia, e fiquei mais louca ainda.
Eu me sentia totalmente preenchida pelo seu pau, que entrava tão fundo que chegava a tocar no meu útero. O dedo dele girando na entradinha do meu cú me levou ao meu limite.
Senti minha buceta formigando, como se estivesse voltando de uma anestesia, me fazendo gritar de prazer e me arrancando mais um orgasmo alucinante.
Gozei tão gostoso que mordi e babei no ombro do Juliano. Ele não aguentou e gozou junto comigo, inundando mais ainda minha buceta com mais uma boa quantidade de porra quentinha. Nossaaaaa!! Minha cabeça rodou e fechei meus olhos novamente, caindo em cima dele e ficando quietinha.
Ficamos um bom tempo naquela mesma posição, nos acariciando, nos beijando, e eu podia sentir a porra dele saindo da minha grutinha e escorrendo, lambuzando a base do pau dele e também a minha bunda.
Nessa hora eu percebi o quanto eu estava assanhada, dando para o amigo do meu marido em um motel. Que loucuraaaa!!!
Mesmo com seu cacete ainda atolado na minha buceta, nos deitamos na cama e aos poucos seu pau foi murchando e saindo de dentro dela.
Nessa hora não sei o que aconteceu. Acho que peguei no sono, pois acordei com o Juliano esfregando o pau já duro nos meus lábios. "Que sujeito mais safado e fogoso! Será que ainda quer meter mais?!?", pensei.
- Chupa, Mayara... chupa e deixa ele bem molhado com seu cuspe!! - ele falou e comecei a chupar o pau dele, dando lambidas por toda a extensão. Logo a pica dele estava duríssima, pulsando entre os meus lábios. Minha buceta deu sinal de vida imediatamente, dando umas contraídas que estavam me deixando louca.
- Adoro comer um cuzinho!! Você não vai negar, vai? - o Juliano falou no meu ouvido.
- Se você prometer fazer bem devagar eu deixo! Há anos que não faço anal! - falei e ele sorriu, todo satisfeito, sabendo que ia encontrar em mim um cuzinho bem fechadinho e apertado.
Eu sabia do sofrimento que eu ia passar, mas eu não ia negar meu cu para aquele macho que eu tanto desejava. Com jeitinho ele foi me virando de bruços e beijando minhas nádegas. Abri minhas pernas levemente e coloquei minhas mãos para trás, nas bandas da minha bunda, abrindo-as ao máximo.
- Uiiiiiiiiii... que delíciaaaaaaa...!! - falei quando ele foi lambendo meu cú, deixando ele todo melado. O safado beijava o anelzinho do meu ânus e dava uma chupadinha, meio que sugando. Aquilo me provocava sensações que eu nem sabia que existiam.
Minha buceta começou a babar na hora, ficando toda meladinha. Logo o Juliano enfiava o dedo na minha buceta e depois no meu cú, pra deixá-lo bem lambuzado. Fui ficando relaxada e cada vez mais excitada. Os dedos dele deslizavam pra dentro e pra fora do meu cú com extrema facilidade.
- Vem... enfia agora... acho que já dou contaaaaa...!! - falei e coloquei dois travesseiros embaixo do meu ventre pra manter minha bundinha bem empinada. Abri minhas pernas e o Juliano se colocou no meio delas. Ele meteu primeiro na minha buceta, deixando seu cacete bem melado.
- Ohhhhhhhhhhhhhh... nossaaaaaaa... meu deussssss!! - soltei um gemido de dor quando ele encostou a cabeça da sua pica no meu buraquinho e foi empurrando até começar a entrar. Eu comecei a sentir dor e quis fugir, mas ele me segurou firme, e forçou mais ainda a entrada daquela pica maravilhosa no meu cu.
Gritei de dor, reclamei, xinguei, mordi o braço dele, mas nada adiantou. Ele continuou firme em cima da minha bunda, metendo cada vez mais fundo. Travei os dentes e deixei ele enfiar. O pau dele foi rompendo minhas pregas e abrindo caminho, até encostar o saco na minha buceta.
Depois que o pau tinha entrado tudo ele ficou parado por uns segundos, só pulsando o pau dentro do meu rabo. Estava tão fundo em mim que eu sentia minha cabeça rodar e tive até medo de desmaiar. - Amorrrrr... g-g-goza logoooooo... por favorrrr... e-e-estou passando mal...!! - falei, com a voz trêmula.
Ele não falou nada, só continuou enfiando bem devagar, ganhando rítmo. A respiração leve dele na minha nuca foi me deixando mais calma e mais relaxada. Em poucos minutos aquela penetração no meu cú já estava me deixando louca. Coloquei a mão por baixo e toquei meu grelo.
- Aiiii... aiiiii... que pica deliciosaaaaa... enfia tudoooo... enfiaaaaa... mete gostosoooo no meu cú!! - falei e o Juliano começou a socar mais forte, ganhando rítmo, metendo e tirando quase que completamente.
- Sua putinha safada... você gosta de dar o cú, não gosta?... piranha... cadelinha gostosaaaaa... você gosta é de pica no rabo... fala, cachorrinhaaaa... é disso que você gosta, não é, vagabunda? - ele começou a me xingar, com a boca colada no meu ouvido. Cada adjetivo era mais atrevido que o outro.
Eu estava sendo fodida pelo Juliano exatamente do jeito que eu sempre quis. Tudo que ele estava fazendo me enchia cada vez mais de tesão. Soltei um gemido rouco e me acabei em mais um delicioso gozo, com meus dedinhos no meu grelo durinho e sensível.
- Gozou, né, minha piranha gostosa? - o Juliano falou ao perceber o meu orgasmo, mas continuava socando forte e bem rápido. Seu pau ia engrossando e alargando meu cu, quase me rasgando. E eu não tinha forças para reclamar mais, de tão fraca que eu estava.
- Vou gozarrrrrr... caralhoooooo... caralhooooo... vou gozar nesse cú...!! - ele gemeu e começou a gozar, enchendo o meu cuzinho com uma quantidade enorme de porra quentinha. Aquele pau cuspindo esperma quente e grosso nas minhas entranhas me fez gozar mais uma vez. Fui ao delírio, quase desmaiando. Pela primeira vez tive um orgasmo dando meu rabo.
Tombamos mais uma vez naquela cama de motel, ofegantes, cansados e com o corpo mole de tanto gozar. Enquanto descansávamos ficamos nos beijando mais um pouco e depois fomos tomar um delicioso banho pra relaxar.
Quando vi a hora eu me desesperei. Nos vestimos rapidamente, pois precisávamos ambos voltar pra casa.
Foram quase cinco horas, que se passaram como num estalar de dedos. Quando saímos do motel tivemos uma surpresa bem desagradável. Meu marido nos surpreendeu.
- Deusssss do céu... Julianoooooooo... é o Marcosssss!! - falei desesperada ao perceber meu marido atravessando o carro na nossa frente, nos impedindo de passar.
Foi tudo tão rápido. Meu marido desceu do carro e veio em nossa direção, xingando e chutando o carro do Juliano. Por sorte o Juliano não reagiu.
Meu marido abriu a porta do passageiro do carro do Juliano e, aos berros e me xingando, me arrancou do carro, me colocou no seu e fomos embora cantando pneus.
Pronto! A merda estava feita. Eu não sabia onde enfiar a minha cara de tanta vergonha, visto que vários carros pararam na rodovia pra ver o que estava acontecendo.
Já em casa, depois das suas tentativas de agressão e de discutirmos muito, joguei tudo na cara dele, o porquê da minha traição e tal, e ele me mandou embora de casa.
Eu estava nervosa, chorando, me sentindo um lixo. Depois de quase duas horas eu estava com minhas malas prontas, e sem saber pra onde ir.
Eu não ia passar pela vergonha de voltar pra casa dos meus pais e dizer que fui expulsa de casa porque fui flagrada saindo do motel com meu amante. Não! Isso eu não queria de forma alguma.
De repente meu celular tocou. Era o Juliano me convidando pra morar com ele. Meu corninho ouviu a conversa e se desesperou.
- Mayaraaaaa... esperaaaa!!... vamos conversar... as coisas não sou assim! - ele falou e veio me pedir perdão, dizendo que estava nervoso com o que eu tinha feito, mas mesmo assim me amava e não ia conseguir viver sem mim.
Eu também amava muito o meu marido, mas quando a tentação é mais forte e o tesão e o desejo afloram, a gente não consegue segurar e a traição acontece.
Nos abraçamos por um bom tempo, nos beijamos, pedi perdão também e depois de muita conversa e explicações, ficou combinado que se eu quisesse, eu poderia ter um amante, mesmo que fosse o Juliano, mas que não poderíamos esconder nada um do outro.
Resolvemos então ter um casamento aberto, liberal. Ele podia comer outras mulheres, e eu poderia dar pra outros homens. Assim, nós continuamos juntos e tudo que um faz o outro fica sabendo antes.
É claro que não conto tudo. Se ele souber que já dei a buceta pra metade dos caras da academia que frequento, ele vai ter um troço.
Agora, sem ciúmes, o Juliano voltou a frequentar nossa casa e a me comer, e o meu corninho ainda participa. Depois disso nossa relação melhorou muito.
Agora o Marcos come meu cu, chupa minha buceta, adora o cheiro dela e goza na minha boca toda vez que quero tomar seu leitinho morno.
E assim vivemos em paz e felizes. Espero que tenham gostado deste relato. Quem quiser falar comigo para trocarmos experiências, deixem os contatos nos comentários. Vou adorar responder. Beijinhos, Mayara.
Conto de Mayara Nascimento.
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