Olá a todos os leitores do site! Também sou um amante dos contos eróticos e dos relatos de sexo que os visitantes postam por aqui. Resolvi também contar um pouco da minha experiência. Espero que gostem e comentem, pois assim eu me animo a escrever mais. Vamos lá então. Usarei nomes fictícios para preservar os envolvidos.
Eu e a Pâmela somos um casal ainda na faixa dos 30. Estamos casados há pouco mais de 4 anos e eu sou três anos mais velho que ela.
Ela é alourada, bem extrovertida e muito cativante, fácil de fazer amizades e chama muito a atenção por onde passa. Eu tenho o físico normal, e sou um pouco mais retraído, mais tímido. Temos filhos, trabalho e tudo o mais que pessoas comuns almejam ter na vida.
Como todo homem, fui criado com mais liberdade que minhas irmãs, que eram reprimidas e controladas pelos meus pais. Isso me deu mais liberdade e pude conhecer algumas mulheres antes de casar. Minha esposa Pâmela, por sua vez, teve em mim sua única experiência verdadeiramente sexual. E assim a vida seguiu, com muitas experiências vividas por ambos. Foram pequenos flertes extraconjugais e algumas "quase traições" que, talvez por preguiça ou obra do destino, não se consumaram, e ajudaram a construir a história.
Embora tenhamos passado bem pelo tempo, a sintonia muda. A relação do casal é uma coisa dinâmica e isso não dá para contornar. Os momentos de intensa intimidade se alternam com afastamentos e, assim vai, ciclicamente, a vida conjugal se evoluindo.
As fantasias são inevitáveis e essa é a melhor parte da relação entre o casal. Eu gosto mais de expor minhas vontades e fantasias. Minha esposa já é mais reservada e, às vezes, ela nega. Faz jogo duro e se recusa a confessar que também almeja sentir algum desejo “diferente”. As conversas sobre as fantasias aparecem nos mais variados momentos, durante as transas ou num simples bate-papo. Quase sempre, sou eu quem introduz o tema na conversa.
Gosto muito de observar minhas reações e entender o que sinto, e isso vale para qualquer tipo de sentimento.
Após alguns anos de casado, passei a perceber que o ciúme pode ser canalizado de duas formas: raiva ou tesão. Confesso que já senti ambos, nas vezes em que peguei a Pâmela em conversas mais "saidinhas" ou quando ela teve alguma atitude mais "arrojada" em alguma balada, por exemplo, dançando com outros homens. A partir de então, eu comecei a perceber que o tesão era mais recorrente e mais intenso que a raiva e passei a gostar dessa sensação. A ideia de um flerte dela com um estranho, uma troca de olhares em uma balada, uma roçada intencional no corpo de alguém, um desejo confessado ao pé do ouvido..., tudo isso, passou a me excitar bastante.
Essas sensações passaram a habitar o campo da fantasia conjugal. Imaginar ela ficando com alguém em um bar ou balada, ou, puramente, fazendo sexo com outro homem ou uma mulher, me deixava maluco de tesão.
Ela, muito mais retraída, negava essas fantasias e dizia que não conseguiria fazer nada, porque era muito "travada".
Eu sempre soube que isso não era verdade. Eu a conheço muito bem e sei das suas reações quando alguma coisa a excita ou chama sua atenção, ainda que seja em lugares e/ou situações comportadas. Posso garantir que ela é um furacão na cama e não dá para a gente mudar a natureza.
Então, passamos a conversar mais abertamente sobre o assunto e, num dia, ela recebeu o convite de um ex-professor para ir num evento do curso de Administração de uma faculdade local.
Na verdade aquele professor morria de tesão pela Pâmela, pois eu observava os dois quando eu ia buscá-la na faculdade, e eu notava que minha mulher tinha uma vontadezinha de pegá-lo. Liberei ela para ir no evento e fiquei morrendo de ansiedade, até a data do bendito encontro.
Na noite anterior ao evento, movido pelo tesão, tomei uma atitude incomum. A liberei para "ficar" com o professor e matar a vontade dela, dele e a minha. Isso, é claro, se ele desse abertura e ela ainda sentisse vontade. Até onde aquilo iria, eu não tinha a menor ideia.
Durante o evento ela me mandou algumas mensagens pelo "Whats", dando conta da aproximação dele e das suas insinuações. Ao término do evento, ela me disse que ele a convidou para se encontrarem no estacionamento de uma famosa lanchonete, que ficava um pouco distante da universidade. Ele, afinal, também era comprometido.
Quando recebi essa mensagem, fui atropelado por um “tsunami” emocional. Muito ciúme e, principalmente, muita ansiedade e tesão. Cheguei a ter tremedeira, senti palpitações e um suor frio, que confesso, foi até bom para que me acalmasse. Mesmo assim fiquei batendo punheta o tempo todo, evitando gozar, é claro.
Cerca de uma hora depois, recebi uma mensagem em que ela dizia estar a caminho de casa. Eu já estava subindo pelas paredes de tanto tesão. Chegando em casa, ela me contou que se encontraram no estacionamento e que ele a convidou para entrar em seu carro.
Dentro do carro, deram um intenso amasso, com direito a muita mão boba, mas que não passou disso. Um telefonema da mulher dele os trouxe para a realidade e o amasso esfriou.
Depois desse dia, infelizmente (ou felizmente) nunca mais se encontraram.
Esse episódio só fez aumentar meu tesão. Minha fixação por esse tipo de situação já estava quase virando uma compulsão.
O ápice, entretanto, ocorreu há poucas semanas. Uma amiga vinha há tempos convidando ela para saírem, apenas entre mulheres. Nunca fui de regular esse tipo de saída, até porque ela nunca havia me dado motivos para desconfianças.
Sempre que ela saía eu a provocava dizendo para ela que eu adoraria se ela voltasse com "gostinho de morango na xoxota", pois esse era o sabor de camisinha que a excitava mais e, confesso, me excitava também.
Nesse dia, fiz essa brincadeira e percebi que o olhar dela ficou diferente. Mas não levei muito a sério porque ela nunca teve coragem de aprontar nada. Sempre ficava só no "papinho bobo".
Elas foram em um bar de rock, frequentado por alguns motoqueiros e afins. Eu saí para jantar com um amigo e, quando retornei, tomei um banho e fui ver televisão, pois não tinha programado nada para aquele dia.
Lá pela meia-noite ela passou uma mensagem dizendo que estava tudo muito tranquilo e postando fotos dos drinks. Provoquei um pouquinho, mas ela disse que "estava fraco", que "ninguém olhava para ela", etc. Percebi uma inquietante verdade nas mensagens. Aparentemente minha mulher estava realmente prestando atenção em outras pessoas e, pelo menos, tentando paquerar. Meu tesão subiu na hora.
Um pouco mais tarde, ela disse que "estava na mesma" e que ninguém lhe "dava bola". Falei mais umas besteirinhas, mandei umas mensagens provocativas, mas ela não mandou mais nenhuma mensagem. até que, por volta de 2:30hS da madrugada, ela escreveu: "indo embora de moto"!
Fiquei maluco. Será que ela realmente estava falando sério ou era mais uma das suas brincadeiras para me provocar. Apesar de um pedido meu para que ela me contasse algo mais, ela permaneceu em silêncio.
A ansiedade e o tesão tomaram conta de mim. Meia hora depois, recebi outra mensagem: "estou chegando em casa". Ali tive a certeza de que ela não tinha saído de lá com ninguém. Naquela noite fiquei muito excitado e ganhei um boquete maravilhoso, com direito a um orgasmo intenso.
O mais gostoso é que ela deixou no ar a possibilidade de sair novamente em breve. Só isso já me deixou alterado a ponto de pedir a ela que, se ela saísse e algo rolasse de verdade, que me ligasse na hora que estivesse transando, para satisfazer minha fantasia de ouvir tudo pelo telefone. Sei que é loucura, mas o desejo de saber que outro cara comeu ou está comendo minha mulher está mexendo demais comigo.
Se vai acontecer eu não sei, mas só de escrever isso já estou tremendo de vontade. E se acontecer, volto aqui para contar. Homens que estejam em situação parecida, deixem mensagens nos comentários. Eu gostaria muito de poder dividir essa minha ansiedade e angústia.
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Eu imagino que a minha mulher está me traindo. Tenho muita vontade de ser corno, saber a sensação que é ser traído. Meu marido é meu corninho. Sou corno manso da minha mulher. Acho que minha mulher está dando para o meu chefe. A calcinha da minha esposa tinha porra de outro homem. Meu marido chegou em casa com cheiro de outro perfume. Quando estou transando com o meu marido eu penso em outro homem. Morro de vontade de sentir outra vara na minha buceta. Não me importo se a minha mulher está me traindo, o que vale é o amor que sentimos um pelo outro. Sinto muito tesão quando outro homem olha para a minha mulher. Fico louco só de imaginar outro homem metendo na minha mulher. Deixei minha esposa dar a calcinha dela para o rapaz do Uber. Descobri que meu marido está comendo a vizinha.
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