Paramos e descemos. Meu pau fazia um volume ainda maior, mas dessa vez minha mãe nada falou. Entramos na casa, a título de curiosidade, e notei que era de fato precária, e não à toa a porta estava aberta.
Não havia nada dentro, senão o forno à lenha, uma mesa com alguns banquinhos de ferro e uma cama de solteiro enferrujada, com dois finos e velhos colchões sobrepostos. Vendo a cama eu inteligentemente deixei no ar:
- Olha mãe, tem uma cama! - eu disse, me sentando nela.
- Estou vendo! - disse minha mãe, que para minha surpresa tirou a blusa e o short, ou saia, que aquilo não sei como se chama, me mostrando o conjunto de biquíni preto que havia usado ainda cedo, e emendou: - Vamos logo tomar banho, porque se demorarmos o açude vai se encher de sapos.
Quando minha mãe disse "logo", fiquei sem saber se ela falou no sentido de rápido, ou no sentido de primeiro; isto é, "vamos tomar primeiro banho, e depois voltamos para esta cama". Tudo isso eu engenhava na cabeça, sem saber o que de fato existia e o que eu apenas imaginava.
Minha mãe estava maravilhosa naquele biquíni, e eu depressa entrei de short na água, com receio de que ela pedisse que eu o tirasse para não voltar molhado. Ficamos poucos minutos na água, e os que ficamos eu passei a admirar os lindos seios de minha mãe.
Após o banho, voltamos para dentro da casa, no intuito de nos secarmos e recolher nossas roupas. Eu tinha decidido que tentaria comê-la ali. Tinha de ser ali. Eu precisava me expor para o tudo ou o nada. Vai que eu jamais tivesse outra chance.
Logo que entramos na casa a minha vida foi facilitada, porque com o frio do banho, minha mãe pediu para que eu a abraçasse; e eu o fiz depressa, e ficamos a nos secar um pouco em pé. Como no abraço ela estava apenas de biquíni, meu pau não custou a endurecer, fazendo um volume no calção molhado, que não dava pra disfarçar. Minha mãe notou o volume, e disse: - E esse volume todo, por que é? - É apenas reflexo do frio! - eu disse, sem fazer o menor sentido. - Pois me abraça mais perto que passa! - ela disse.
Tive aquilo como um sinal verde para fazer o que desejasse, e tomei coragem. Me posicionei então logo atrás dela, abraçando-a firmemente e tocando meu pau bem no meio de sua linda e empinada bunda semi-nua.
A luz, que já era pouca, entrava com dificuldade na casa; e eu aproveitei aquela desculpa de frio para tirar proveito total da situação.
Comecei a roçar meu pau descaradamente por sua bunda, de um lado para o outro; e, se com uma das mãos eu a abraçava pela barriga, com a outra subi na cara-dura até seus seios, e a introduzi suavemente pelo biquíni, segurando seu peito exatamente em minha mão.
- O que é isso, Pedro? O que está fazendo? - perguntou minha mãe, com ar de prazer. E eu disse:
- É que assim se esquenta melhor, mãe; e esse seu biquíni está todo molhado.
- É, né, safadinho? - ela disse. - Está certo. Pois pode se esquentar à vontade; mas se o meu biquíni cair, não vá dizer que foi sem querer, viu? Porque você já o abriu uma vez, lembra?
Nisso eu subi a outra mão, alisando sua barriga e entrando dentro do sutien, segurando também o outro peito, macio, e os apertei ambos, forçando meu pau ainda mais contra sua bunda e expondo seus biquinhos, que estavam durinhos.
- Filho, isso tudo é para o frio? - ela disse. - Até parece que você esta querendo é outra coisa...
- Não, mãe! - eu disse. - É bom para o frio... desse jeito passa mais rápido.
Eu disse isso segurando seus seios em minhas mãos; e, como ela nada mais falou, tirei uma das mãos e desamarrei o laço, fazendo a parte de cima do biquíni cair, o que a deixou com os firmes seios a amostra.
Ela se virou para mim e vi de perto aqueles lindos peitos, médios, com as marcas do biquíni bronzeadas e os biquinhos durinhos. Sua buceta estava gostosíssima, e fazia uma vulva no biquíni. Ela perguntou:
- E isso?
Eu disse: - É para o frio, mãe, esse seu biquíni está todo molhado. - Pois se é para o frio, você também tem que tirar esse calção, que deve estar muito molhado. - ela disse, pegando com a mão no elástico ensopado.
- Eu já ia tirá-lo, porque está muito frio com ele! - eu disse, tirando rapidamente o calção e ficando apenas de cueca. - sei... - minha mãe disse, olhando o volume que meu pau duríssimo fazia em minha cueca, e continuou - e esse volume todo ai, ainda é frio?
- Sim, está fazendo muito frio. - Então pode me abraçar mais um pouco, pra ver se passa! - ela disse, me abraçando.
Nos abraçamos de frente, com a desculpa de que era para passar a frieza. Meu pau nunca ficou tão duro em minha vida, e estava roçando nas coxas de minha mãe. Seus seios nus encostavam em meu peito, o que me dava um tesão louco.
Não havia mais como disfarçar. Então decidi abrir o jogo e ir com tudo: levei uma das mãos e segurei seu seio, apertando-o levemente; a outra mão pousei em sua lisinha bundona, trazendo seu corpo ainda mais contra o meu, forçando meu pau em sua buceta sobre o biquíni.
Tentei erguer sua perna para a altura de minha cintura, mas senti pesada. Minha mãe, sentindo minha vontade, a ergueu um pouco, e eu descaradamente levei uma das mãos em meu pau e mesmo com a cueca, o posicionei contra o biquíni, na entrada de sua buceta, fazendo pressão.
Ela gemeu. Não demorou e ela abaixou a perna, e eu levei a mão direita até seu biquíni, e massageie na cara-lisa a sua xoxota. Foi quando não havia mais o que esconder.
- Pedro, vem passar o frio aqui na cama! - ela disse, me pegando pela mão.
A imagem da minha mãe, apenas com a parte de baixo do biquíni, me carregando para fudê-la, foi maravilhosa.
Ela se sentou na cama e eu parei em sua frente, admirando aqueles seios duros. Então ela disse:
- Pedro, vamos deitar aqui; mas você não pode contar a ninguém que deitamos assim, está certo?
Afirmei discretamente com a cabeça. Ela então se deitou e eu a segui, me posicionando logo atrás dela e de costas para a parede. Demorei alguns segundos eternos até chegar meu pau em sua bunda; mas minha lentidão parou por ali, e logo que me cheguei nela, já trouxe a mão por baixo de seu pescoço, abraçando-me com seu peito.
Com a outra mão peguei na perna, mas logo subi até chegar em sua buceta, e comecei uma gostosa massagem por sobre o fino biquíni. Minha mãe respirava pesado. Eu, já não aguentando mais, coloquei meu pau para fora, posicionando no meio de suas coxas.
Foi maravilhosa a sensação de sentir meu pau tocando aquela pele macia e lisinha, e o seu calor. Minha mãe, ao se sentir tocada inesperadamente, levantou um pouco a perna, de modo que meu pau passou duríssimo para a frente de seu corpo.
- Foi o frio que te deixou assim? - brincou minha mãe, que estava mais tranquila para conversar do que eu. - A cueca estava molhada! - eu disse.
Ela então baixou sua mão e a pousou em meu pau, que estava melado de tesão, e o alisou, subindo e descendo sua mão suave. Eu estava para gozar, mas me segurava. Aproveitei o momento e levemente puxei o lacinho do biquíni, que se abriu pela metade, revelando boa parte da buceta de minha mãe. Era perfeita: linda e com pelinhos ralos. Deliciosa.
- Meu biquíni está molhado também? - ela perguntou. - Está! - eu disse.
Ela riu. Estava descontraída. - Ainda bem; porque pensei que novamente ia dizer que foi sem querer! - ela falou.
Eu sorri, ficando mais descontraído. E ela voltou a acariciar meu pau.
- Pois eu acho que você está me enganando, Pedro. E isso tão duro não é frio nada. - ela disse. - Aposto que esta assim por minha causa.
- É verdade, mãe! - confirmei, alisando seu peito. - Seu safadinho. - ela disse - Está querendo comer a mamãe, não é? - Quero! - respondi. E ela disse: - Pois vem.
Quando ouvi aquilo levei minha mão até sua buceta, e passei pelos cabelinhos, baixando ainda mais o biquíni. Peguei meu pau por baixo e o posicionei na entrada de sua buceta, sentido o calor gostoso; estava molhadíssima.
Eu beijava o pescoço da minha mãe e apertava seu peito, que cabia exatamente na minha mão, e com uma leve pressão enfiei a cabeça melada no seu bucetão, fazendo ela gemer baixinho. Foi aí que vi que minha mãe era das que gemia.
E, no embalo do gemido, eu disse em seu ouvido que ela era muito gostosa. Continuei forçando meu pau, que deslizou completamente para dentro de sua bucetona, arrancando-lhe mais um gemido.
- Que pauzão gostoso... me fode gostoso... - ela dizia, aleatoriamente imersa em prazer.
Tirei lentamente meu pau de sua buceta, e senti o quanto estava molhadinha; voltei a meter, iniciando um delicioso vai-e-vem: comecei devagar, mas depressa aumentei o ritmo, e já estava comendo minha mãe de ladinho.
De vez em quando ela gemia baixinho, o que me dava enorme tesão: fuder minha mãe e fazê-la gemer; mas ao mesmo tempo aquilo controlava meu gozo, porque dividia meu pensamento o fato de alguém andante, sei lá, poder escutar e nos flagrar.
Mas eu voltava sempre a concentração ao que interessava, e metia meu pau cada vez mais rápido naquela xana deliciosa. Quase gozei; mas para retardar mais um pouco a mudei de posição, levantando minha cintura e a trazendo comigo, deixando-a de quatro.
Continuei o vai-e-vem um pouco mais lentamente, segurando-a pela cintura. Meu pau deslizava gostoso por toda sua buceta, e a abria um pouco quando saía. Minha mãe estava uma gata fudendo. Seus cabelos úmidos cobriam as costas e seus seios balançavam com o movimento.
Aumentei o quanto pude a velocidade. Ela gemia como uma puta, e gozei como nunca dentro de sua buceta.
Embora não tenha visto o gozo, eu sabia que havia sido o maior da minha vida, porque quase desmaiei para o lado na hora. Deixei-me pesar sobre seu corpo, e deitei-me de lado; ela veio comigo, e me abraçou. Nós estávamos ofegantes; e fiquei descansando e admirando seus peitos tesudos.
Demoramos de sete a oito minutos fazendo sexo, que já nos foi mais que suficiente, devido nossas excitações. Acrescenta-se a isso outros cinco minutos, nos quais passamos deitados; e mais o tempo em que nos vestíamos.
Isto somado, saímos da casa já era o fim da tarde, e a derradeira luz nos ajudou apenas a montar no cavalo e seguir um pouco o caminho. Fomos conversando outros assuntos, e chegamos em casa de noite; minha mãe na sela e eu na garupa, trazendo uma sacola plástica.
Lembro que dormi muito bem naquela noite; e no outro dia agimos naturalmente, como se nada tivesse acontecido. Voltamos na segunda à Belo Horizonte; e desde então, tive mais alguns episódios interessantes com minha mãe, mas, que não me compete dizer, porque já contei a experiência mais fascinante da minha vida.
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