Isso aconteceu alguns anos atrás e obviamente os nomes das pessoas e dos lugares foram mudados. Quando me casei, meus sogros estavam de mudança para o interior, onde meu sogro assumiria um cargo de gerente de uma filial da firma onde ele trabalhava.
Como era outubro e sua filha caçula de 16 anos, Márcia, tinha de terminar o ano letivo, ela ficou conosco.
Antes de viajar, meu sogro me agradeceu por hospedar sua caçula logo nos primeiros dias de casado e disse que eu poderia tomar as atitudes que fossem necessárias para a educação dela.
As coisas foram transcorrendo normalmente. Ela era muito prestativa e educada (meu sogro era muito rígido na educação das filhas). Mas uma coisa começou a me irritar. Nosso apartamento era pequeno e só havia um banheiro e como eu chegava por último em casa, era o último a tomar banho. E eu sempre encontrava o banheiro na maior bagunça, com água para todo lado, obra da minha pequena cunhada. Mais de uma vez reclamei, dei umas broncas e até de castigo a deixei, mas nada resolvia. Um dia cheguei muito nervoso e ao me deparar com o estado do banheiro, perdi a paciência.
Fui até o seu quarto para dar mais uma bronca e a encontrei só de toalha, secando os cabelos. Reclamei e esbravejei enquanto ela parecia nem me ouvir. Quando perguntei se ela não tinha nada a dizer, ela simplesmente me respondeu com um palavrão.
Perdi as estribeiras e, quase cego de raiva, a puxei pelo braço, coloquei-a de bruços nos meus joelhos, levantei a toalha dela e dei umas boas palmadas naquele traseiro. Ela ainda não tinha vestido a calcinha e ainda por cima estava meio molhada. Deve ter doido muito, pois ela chorava e esperneava. Mas eu só parei quando seu traseiro estava bem vermelho. Após este incidente, fiquei até preocupado com a minha reação, mas ela foi extremamente eficaz. Nunca mais tive problemas de encontrar o banheiro limpo, e nunca mais ouvi palavrões.
O interessante foi que nem minha esposa, que a tudo presenciou e nem meu sogro, depois que eu mesmo lhe contei, fizeram qualquer censura à minha atitude.
Depois disso ela foi morar com seu pai e nós só nos víamos em reuniões de família. Bom, uns 5 anos depois meu sogro novamente pediu para eu hospedá-la, pois ela havia entrado na faculdade e estava procurando uma pensão ou república para morar. Sem qualquer problema eu disse que ela poderia vir. A esta altura já morávamos num apartamento maior e banheiro não seria problema, pois agora havia dois, e mais um na área de serviço.
Quando ela chegou, minha esposa ainda não havia subido do litoral com as crianças, por isso eu a instalei num quarto que havíamos transformado em escritório, dei-lhe uma chave do apartamento e falei que no dia seguinte, sábado, eu desceria para o litoral para buscá-los.
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Qual não foi a minha surpresa quando, ao entrar no banheiro, encontrei a mesma bagunça de anos atrás. E pior, as marcas de pés molhados por todo o carpete do quarto.
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- Duvido!! - disse ela - Você não é homem pra isso!!! Era a deixa que me faltava. Novamente peguei-a pelo braço, coloquei-a deitada no meu colo. Ela estava muito mais forte agora, e tive que segurar seu braço torcido para trás e deixar as suas pernas presas entre as minhas.
E ela pulava, dizendo que iria contar tudo para o pai e para a minha esposa. Nem ouvi. Rapidamente levantei a toalha dela e abaixei sua calcinha. Cada palmada que eu dava nela fazia sua bunda ficar cada vez mais rosada e depois vermelha.
Quando a raiva foi passando é que comecei a notar sua nudez. No começo ela procurou proteger sua intimidade mas agora eu tinha uma ampla visão da sua bucetinha e de seu pequeno e rosado ânus. De repente percebi que seus gemidos de dor passaram a ser de prazer e ela começou a se esfregar na minha perna.
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Puxei meu pau para fora do shorts e mandei ela chupar. Foi incrível!! Aquela situação havia me deixado com um tesão imenso, tão grande que rapidamente a fiz parar e a levei para a cama. Quando a deitei ouvi um pequeno "ui" quando sua bunda encontrou o lençol e não perdi mais tempo. Coloquei meu pau direto na sua bucetinha e entrei de uma vez só.
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Sua bunda apresentava um vermelho forte contrastando com o branco da sua pele. Fiquei com remorsos, fui ao banheiro, peguei um creme da minha mulher e fui cuidar daquele traseiro maravilhoso e vermelho deitado em minha cama. Comecei a aplicar e a cada vez que eu encostava na sua bunda eu ouvia um pequeno gemido de dor.
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Com ela deitada de bruços, me ajoelhei de modo que ela ficou entre minhas pernas e meu cacete bem na porta da sua bundinha. Uma pequena lubrificada no cuzinho dela, outra no meu cacete e quando fui colocar veio um "não" bem forte.
Em vez de quebrar o tesão, aquele "não" só serviu para me atiçar ainda mais e, de um golpe só, enterrei tudo. Provavelmente metade do prédio ouviu o grito que ela deu, e começou a tentar me tirar de cima dela. Ela tentou sair de baixo de mim, mas com todo o meu peso em cima das suas pernas e segurando o seu quadril com as mãos, ela não tinha muitas opções.
A cada estocada minha ela gemia, e a cada estocada, que ainda por cima tocava na sua bundinha toda dolorida, ela gemia duas vezes. Gozei tão forte que a minha porra deve ter chegado até na sua boca. Dormimos rapidamente e ao acordar vi a cama vazia, o banheiro arrumado e fui encontrá-la no seu quarto.
Foi aí que ela me disse que desde criança alimentava aquela fantasia e aquela tinha sido a chance de realizá-la, mas ela nunca iria me perdoar por ter comido a bundinha dela daquele jeito. Fui buscar minha esposa e ela rapidamente achou outro lugar para morar.
Ela ainda veio almoçar algumas vezes em casa e me tratava amistosa, mas friamente. Acho que perdi uma boa chance de dar vazão a algumas fantasias que eu tinha, mas a lembrança de ter enrabado a bundinha da minha cunhadinha depois de ter lhe dado umas boas palmadas, é inesquecível.
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