Meu nome é Flávia, tenho 25 anos e estou casada há dois anos com um homem maravilhoso, o Leandro. A gente se conheceu quando ele estava na faculdade, cursando Engenharia e eu fazia curso em uma escola de modelos. Namoramos quase 4 anos antes de nos casarmos.
Assim que a gente se casou, decidimos declarar nossa independência e viver de acordo com os padrões que nossas condições permitiam. Eu venho de uma família de um nível econômico muito bom, e o Leandro também. Porém, quando resolvemos nos casar, ele já formado e eu quase terminando meu curso de Direito, chegamos à conclusão que era melhor começarmos de baixo e sem nenhuma ajuda de nossas famílias. E assim demos início às nossas vidas em um bairro comum e como tantos outros de nossa cidade. Nesse bairro havia casas bonitas, luxuosas e outras mais feias e simples, e logo percebi que o perfil dos moradores também variava muito. Eu e meu esposo não fazíamos muito contato com nossos vizinhos. E o Leandro odiava nosso vizinho do lado, pois ele ficava olhando demais pra mim e não disfarçava, como o restante dos homens.
Por mais de uma vez meu marido me deu sermões, pedindo para eu não ficar muito tempo na frente de nossa casa. Tudo isso para que o Seu João, o vizinho indiscreto, não ficasse me comendo com os olhos. Eu não me importava tanto, pois sabia que o Seu João, com seus 50 e tantos anos nas costas, uma barrigona de cerveja e aquele seu rosto de ogro nunca tinha tido a oportunidade de observar bem de perto uma mulher tão atraente como eu. Quando eu falava isso para o Leandro, ele ficava mais tranquilo e às vezes até ficava rindo. Além disso, a Dona Zélia, mulher do velho, era uma senhora muito atenciosa e me divertia com suas conversas quando ela vinha até a nossa casa pedir alguma coisa de vez em quando. Por isso pedi ao meu marido que não fosse tão antipático com o Seu João e sua esposa. Por outro lado, já vou confessar, nossa vida íntima deixava muito a desejar. O Leandro foi o primeiro e único homem a me tocar. Ele, embora com muito mais experiência em sexo do que eu, me tratava com muito respeito. Mas eu queria mais, queria experimentar coisas novas. Eu sabia da minha necessidade em me sentir mais completa na cama, mas me negava este prazer por não saber muito bem como dizer ao meu marido sobre a minha insatisfação. Bem, eu acho que já deu para perceber como era a minha vida, parecida com a vida da maioria das mulheres casadas. E por isso mesmo, se alguém tivesse me falado antecipadamente o que ia acontecer comigo, eu com certeza teria duvidado de forma muito incrédula.
Tudo começou há uns seis meses. Como já falei, minha vida sexual com o Leandro não era das melhores. O que quero dizer é que, muitas vezes, eu percebia que eu não o estava satisfazendo como homem, e isso acabava me apagando como mulher.
Eu via pornô na internet e lia muito sobre sexo, e queria muito que tais coisas acontecessem também comigo. Por isso fui desenvolvendo cada vez mais esse desejo de experimentar coisas mais atrevidas. Meu esposo trabalhava em uma construtora e seu salário era muito bom, enquanto eu cuidava da casa e me dedicava a estudar para passar no exame da OAB e finalmente poder atuar como advogada. Nossa esperança era eu começar a trabalhar logo para finalmente juntarmos dinheiro suficiente para a nossa tão sonhada casa própria. Uma tarde estava fazendo um calor insuportável e decidi vestir uma calça jeans bem apertada e uma blusa mais decotada e saí para comprar um suco ou refrigerante. Assim que pisei na rua eu já observei alguns olhares descarados na minha bunda e nos meus seios. Também, quem pediu para eu sair de casa vestida daquela forma?
O mais surpreendente disso é que percebi que isso estava me excitando. Quando um velho safado ou um rapaz mais novinho começava a olhar para o meu corpo eu ficava com a buceta coçando, com muita vontade de dar, e imediatamente eu começava a andar de forma mais sensual ainda, para provocar mais e mais olhares.
E logo vieram os comentários atrevidos: "Eita... que cú mais gostoso!", "Que delícia de peito, heim, madame?", "Você tem cara de chupadora de rola, sabia?", "Meto nessa buceta a noite inteira, sua gostosa!". E olha que não estou mencionando os comentários mais indecentes, me chamando de puta ou coisa assim. No entanto, em vez de ficar chateada, minha excitação foi ao máximo. Quando cheguei em casa eu fui correndo para o banheiro tomar um banho e me masturbar. Confesso que fiquei mais de um hora tocando uma siririca atrás da outra, tendo orgasmos deliciosos. Nunca vou esquecer esse dia, tudo por causa dos olhares e comentários daqueles homens cheios de tesão e de desejo por mim. foi durou super pouco. isso mas bem, estava satisfeita tranquila noite manusear meter longe daquilo mesmo e minha primeira Pigualmente sabidamente rapidamente e me sentindo vez Fiquei muito rigualmente sabidamente rapidamentexada.
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Sem dúvida eu estava muito feliz com o meu novo hobby. Percebi que os olhares e as safadezas que os homens me falavam nas ruas me enchiam de erotismo, de tesão, de vontade de foder, de trepar num pau bem grosso e gostoso. E isso me fazia me sentir mais mulher. E no bairro que moramos, não é difícil encontrar homens que olham para a gente descaradamente e logo disparam uma grosseria atrás da outra.
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Que loucura! Foi como um orgasmo instantâneo. Por alguns segundos eu fiquei imóvel, olhando para aquele velho mendigo sujo, safado, fedido, com aquela enorme barba e um olhar que devorava até a minha alma.
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- Dona Flávia, desculpe incomodar! - ele falou, me comendo com os olhos, de cima abaixo. - A senhora pode nos emprestar uma xícara de açucar? - ele completou e não estranhei, já que eles sempre nos pediam alguma coisa. Porém, geralmente, quem ia até lá pedir açucar era a esposa dele.
[Continua em: "Estou dando para um velho tarado e meu marido não sabe - Parte 2"]
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