Olá a todos! Sou o Robson e venho contar outra estória. Como já falei em outros contos, já trabalhei em escolas públicas. Porém o lance era o seguinte: dentro da escola, aluna era aluna e funcionário era funcionário, mas, do portão para fora, eram outros quinhentos.
Bom, na época eu trabalhava numa escola e tinha uma aluna, que vou chamá-la de Kátia (fictício). Ela era morena, 22 anos, cabelos lisos, 1,52m de altura, seios tipo mamão papaia, que cabiam na boca, umas pernas roliças, uma bunda empinada e um par de pezinhos que até hoje, quando lembro, fico excitado.
O fato era que começamos a conversar, ficamos amigos, até que nos tornamos bem íntimos. Logo ficamos e transamos várias vezes, pois a Kátia era baiana e gostava de uma boa sacanagem.
Sempre transávamos de forma bem selvagem, pois era o que ela amava e como eu sempre adorei sexo, e procuro dar prazer sempre à parceira, ela sempre era bem atendida. Pois bem, um belo dia, a Kátia me disse que tinha uma irmã, que tinha 18 anos e que estava sem namorado, e que as duas viviam sozinhas, pois a mãe havia voltado para a Bahia, por causa dos avós.
A irmã dela passou a frequentar a minha casa, sempre para eu dar umas aulas para ela de informática.
Gente, quando eu olhei aquele monumento na minha frente eu fiquei maluco. O nome dela era Catielly, 1,51m de altura, uma bunda que era totalmente uma delícia, pernas grossas, não tanto como da irmã, toda cheinha, seios grandes, uma boca delicada, e um par de pezinhos mais lindos do que da irmã. Bom, uma noite que a Kátia passou comigo no cafofo "minha casa", ela me disse que um dia iria me dar um presente. Perguntei o que seria, e ela respondeu:
- Calma, Robson! Você vai ver! Mas pode ter certeza que você vai gostar muito.
Um belo dia, saindo do trabalho, a Kátia me perguntou se ela poderia ir na frente, pois eu ainda ia passar no mercado para comprar umas coisas. Como eu já a conhecia um tempo e sabia onde ela morava e tudo, dei a chave a ela e fui ao mercado. Quando cheguei em casa, veio a minha surpresa. A Kátia veio abrir a porta sem roupa, e até ai, tranquilo, pois ela sempre fazia isso. Mas quando eu vou em direção à minha cama, quem eu encontro? A irmã dela peladinha e de perninha abertinha e a Kátia virou e disse:
- Eis aí o seu presente, Robson!! Agora venha!! Quero que você a devore na minha frente, pois quero ver a minha irmãzinha gozar feito louca.
Que loucura!!! Já fui tirando a roupa e a irmã dela já veio para cima de mim, me dando beijo na boca e falando no meu ouvido:
- De aluna sua vou virar sua puta, professor gostoso!!! Fui beijando aquela boca e já levando a mão naquela bunda maravilhosa e a joguei na cama e caí chupando ela todinha. Comecei pelos seios, mamei, dava mordidinhas e ela gemia:
- Uiiii! Hummmmm, professor!! Que delicia!! Estou louca para você lamber e chupar meus pezinhos!! Minha irmã falou que dá um tesão danado!!!
- Vou chupar você todinha, Catielly!! Frente e verso!! - eu respondi. - Deixa que eu vou dar as ordens e dizer o que você vai fazer com ela, Robson! Hoje vocês são meus escravos, quero ver minha irmã gozar feito puta! - A Kátia virou e disse.
Fui chupando a Catielly todinha, barriga, umbigo, virilha e a Kátia perguntando: - Então, irmã, está gostando de ser puta do seu professor Robson? - Estou adorandoooo!! Aiiiii!!! Tá gostoso demais!!! - a Catielly respondeu.
Continuei chupando as virilhas, fui descendo pelas pernas, coxas, joelhos e cheguei nos pezinhos da Catielly. Que delícia!!! Chupei cada dedinho, planta, lados, peito do pé, chupei os pezinhos dela de todas as formas. Nisso a Kátia virou e falou:
- Catielly, agora quero que você caia de boca na piroca dele!! Anda, chupa!! Mas chupa com carinho, pois essa pica aqui me fode sempre e me leva à loucura. Que safadeza mais gostosa!! Eu já estava ficando doido.
A Catielly não se fez de rogada, e caiu de boca na minha piroca. Dava para ver que ela não tinha muita prática. Não demorou muito e a Kátia segurou a cabeça da irmã e falou: - Agora, delícia!! Soca a sua pica na boca dela!
Ela mal terminou de falar e soquei o meu pau na boca da Catielly, que às vezes engasgava. Quando meu pau saia de dentro da boca dela, ele estava todo melado de baba. Continuei socando até que a Kátia falou:
- Catielly, fica de quatro que ele vai comer a sua buceta bem gostoso!!! Você vai ser a putinha do Robson, sua safada!! Você está dando para o meu homem, que me fode gostoso!! Então, tudo que eu mandar você vai fazer.
Posicionei a cabeça do meu pau na entradinha da xotinha da Catielly e fui empurrando bem devagar. Meu pau entrou todo naquela bucetinha apertadinha, e fui começando o vai e vem e a Kátia falava: - Isso!!!!! Delícia, soca na buceta dessa vaca, arregaça ela toda, deixa ela toda arrombada.
- Puta que pariu, professor!! Como o senhor fode gostoso, mete tudo vai, gostoso!!! Meteeeeeeee!!!!!!!!!!!!! - a Catielly falou, quase gritando. Comecei a bombar e ao mesmo tempo massageava o grelinho dela, e aí veio o primeiro anúncio que ela ia gozar.
- Aiiiiiiiii, irmã!!! Eu vou gozar no pau dele, está vindo irmãaaaaaaaaaaaaaa, agoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, ai, que tesãoo!!!!! hummmmmmmmm!!!!!!!!!! tô gozando filha da puta!!!!!!!!!! - a Catielly gemia descontrolada, gozando no meu pau.
Aumentei o ritmo e senti o líquido saindo da xoxotinha dela. Hummmmm, que delicia!!!
Dei uns minutos para a Catielly se recompor e a Kátia, muito safada, caiu de boca no meu pau e mamou muito. Depois ela virou para a irmã e disse: - Você tem uma buceta gostosa, irmã!!! Acho que vou te chupar quando estivermos em casa!!
Ela falava essas safadezas e chupava minha pica. Quando a Catielly voltou a ficar com vontade de levar ferro novamente, eu já estava pronto para enfiar meu pau novamente na xota dela. - Nada de buceta!!! Agora você vai comer o cuzinho dela!! - A Kátia disse.
- Não, Kátia!!! Vou dar não!! Tenho medo!! - a Catielly protestou, com uma carinha de assustada. - Vai dar sim, Catielly!!! Hoje você vai perder a virgindade desse rabinho!! Vamos!! Sem reclamar! - a irmã dela disse, forçando ela a ficar de quatro novamente.
A Catielly viu que não tinha saída e ficou quietinha, suspirando lentamente e tentando controlar a ansiedade. Eu podia ouvir o coração dela disparado.
Me abaixei e comecei a lamber aquela rabo gostoso e aquele cuzinho fechadinho. Eu tentava enfiar a língua entre as preguinhas do cuzinho dela e ela piscava o buraquinho, me deixando completamente doido de tanto tesão.
- Que delícia, Robson!! Ninguém nunca fez isso comigo!! Meu deusss!! - a Catielly falava, rebolando sua bundinha gostosa. - Posso enfiar nesse rabinho agora? - perguntei.
- Sim, mas vai devagarinho, por favor!! Nunca deixei enfiar nada aí atrás, professor!! Mas você eu vou deixar!!! Quero dar meu cuzinho pra você, seu delicioso!! - a Catielly falou e vi que já era a hora de penetrar aquele rabinho apertadinho.
Fui enfiando um dedo no cuzinho dela, para abrir um pouco mais. Em seguida peguei um pouco de KY, fui passando no anelzinho dela e o deixei bem lubrificado.
A Kátia se abaixou, deu mais uma chupada na minha pica e falou: - Vai, delícia! Come esse cuzinho virgem, que estava guardado pra você!! Arregaça ele todinho!!
A Kátia falou isso e abriu a bunda da sua irmã com as duas mãos me oferecendo aquele rabo lindo. Posicionei a cabeça da minha rola na entradinha do cuzinho da Catielly e fui empurrando, bem devagar.
- Mete, professor!!! Come o cuzinho da sua aluninha!! Ohhhhh!! - a Catielly gemia e dava uns gritinhos. Depois que a cabeça do meu pau passou, dei um tempinho para ela se acostumar, e fui empurrando, até que entrou tudo.
A Catielly gemia e dava uns gritos de dor e prazer. Que delícia comer aquele cuzinho virgem. Fui aumentando o ritmo devagar e segurando na cintura dela. Eu ficava olhando o meu pau entrar e dava mais vontade de foder aquele cu.
Dei alguns tapinhas na bunda dela e aí ela gritou: - Professor Robson, soca forte no meu rabo!!! Está ardendo um pouco, mas está tão gostoso!!! A voz dela saiu rouca do prazer que ela estava sentindo.
Fui aumentando as socadas e a peguei pelos cabelos e puxei, socando a vara lá dentro, bem fundo. Às vezes eu tirava tudo e depois socava lá dentro e ela gritava: - Aiiii!! Filho da putaaaaaaaa, tá arregaçando o meu rabooooo!!!!
Eu falava para ela: - Toma, putinha!!! Toma no cu, safada!!! Eu já estou quase gozando, sua vagabunda!! Você se fazia de santinha e agora está aqui de quatro dando o cuzinho para o seu professor!!! Eu vou gozarrrrr!!!
Aí a Kátia virou e falou: - Delícia!!! Goza nos nossos seios, vemm!!! Que loucura!!! Eu só consegui dizer "sim" e gozei nos peitos das duas. E a Kátia ainda chupou meu pau, limpando tudinho e as duas se beijaram, dividindo a minha porra. Foi muito bom!!
Você, mulher, que busca um bom papo, pois sexo é consequência, sou um homem carinhoso, romântico, que adora satisfazer os desejos das mulheres, magrinhas, fofinhas, adoro fazer massagens relaxantes, e adoro um belo par de pezinhos. Deixem comentários.
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