Com 23 anos eu trabalhava no setor de seguros de um grande banco. Apesar do salário não ser grande coisa, era um serviço tranquilo e que dava pra eu pagar a faculdade. Eu morava sozinha em um pequeno apartamento que minha madrinha me cedia gratuitamente até que eu terminasse meus estudos.
Era uma vida de muita correria, que não deixava muito tempo para diversões. E eu tinha prometido a mim mesma que eu iria fazer de tudo pra deixar minha vida de pobreza, e para isso eu iria agarrar qualquer oportunidade que aparecesse na minha frente.
E isso aconteceu de uma maneira inesperada. Como o meu gerente sofreu um acidente de carro quando ele estava indo trabalhar, ele me pediu que eu atendesse um cliente especial chamado Rogério, que iria ao banco renovar algumas apólices.
Fiz o que ele me pediu e tratei o cliente super bem. Esse cliente era muito simpático e alegre, e até parecia que já nos conhecíamos de longa data. Depois de uma semana meu gerente me chamou pra almoçarmos e durante a refeição ele me confidenciou que o Sr. Rogério tinha perguntado de mim pra ele. E pedira a minha ficha completa.
Foi então que fiquei sabendo que o pai do Rogério tinha uma grande transportadora na cidade, e que o Rogério era filho único e tomava conta de tudo e era solteiro.
Meu gerente até comentou que no banco tinham várias garotas que viviam de olho no sujeito, pois além de ter bastante dinheiro, ele era bonitão, mas que ele nunca tinha dado bola pra nenhuma funcionária e até tinham comentários maldosos dizendo que ele era gay. Meu gerente então me passou o telefone do Rogério, dizendo que eu deveria ligar pra ele, se eu me interessasse, é claro. Ele até brincou comigo dizendo que se saísse casamento ele iria querer comissão.
No primeiro momento pensei em não ligar, mas logo percebi que seria idiotice de minha parte. O cara era bonito, rico e solteiro. Minha vida estava numa dureza danada, e o dinheiro mal dava pra pagar as contas, e principalmente a faculdade.
Meu carro era um Fiat Uno já bem usado e eu vivia torcendo pra ele não quebrar e eu ter que mandá-lo na oficina. Por diversas vezes eu já tinha recebido cantadas pra transar por dinheiro e, de verdade, só não aceitei porque, como a cidade não era grande, se eu caísse na boca do povo, eu estaria fodida e mal paga. Aliás, eu já tinha visto algumas colegas minhas que haviam feito isso e depois acabaram tendo que ir embora da cidade. E isso foi horrível, tanto para elas quanto para suas famílias.
Sexualmente eu nunca fui santa. Tive alguns namorados e perdi a virgindade com 19 anos, com um rapaz que conheci quando fui a uma excursão na praia. Acabei bebendo além da conta e não deu outra. O safado me comeu sem dó nem piedade.
Depois de dar pra esse rapaz eu não parei mais. Parecia que minha buceta tinha um fogo dentro dela. Bastava eu sair pra algum passeio fora da cidade que eu acabava engatando um romance sexual. Estando longe dos amigos e familiares, eu me sentia segura em deixar meu lado de puta safada florescer.
Porém, nenhum homem, até aquela data, tinha provocado uma paixão, como também nenhum tesão louco em mim. Tudo tinha sido bem normal, sem grandes arroubos, e praticamente sem sal.
Se havia uma coisa que eu adorava fazer era, durante o banho, esguichar água do chuveirinho no meu grelinho. Aliás, eu nem podia chamá-lo de grelinho, pois meu clitóris já era bem desenvolvido e, quando ele estava excitado, até ficava bem saliente na minha calcinha.
Meus melhores orgasmos sempre eram quando eu me masturbava. Houve uma vez que fui com uma amiga em um sex shop na capital e vi vários brinquedinhos eróticos interessantes. Fiquei tentada em comprar alguns, mas como o dinheiro era sempre curto, fiquei só na vontade.
Mas no meu íntimo eu sabia que ainda iria acontecer alguma coisa fantástica relacionada a sexo com prazer. Assim, sem mais hesitação, liguei para o Rogério e então resolvi aceitar o convite de sairmos pra jantar.
Foi um jantar delicioso em um ótimo restaurante da minha cidade. Me diverti bastante, além de ser bem tratada por ele. O Rogério tinha 30 anos, 1,70m de altura, era moreno de olhos esverdeados, corpo malhado na academia que ele mantinha em sua casa e tinha uma virtude que sempre gostei nas pessoas, ser bem alegre e divertido.
Depois de sairmos umas três vezes, vi que eu poderia confiar nele e, depois de uma balada em uma boate, acabamos indo para o motel. Apesar do corpo bonito, beijar gostoso e ser bem carinhoso, foi uma transa normal como as outras que tive anteriormente.
O que o Rogério fazia de melhor era chupar meu "grelão", me fazendo gozar bem gostoso. Ele até brincou comigo dizendo que por pouco eu não tinha nascido homem, pois quando meu grelo ficava duro, ele ficava parecendo um pequeno pintinho. Ri muito quando ele falou isso.
Saímos mais algumas vezes e logo o Rogério quis saber sobre minha vida anterior. Uma noite eu bebi uns drinks a mais, criei coragem e decidi que eu não iria começar um relacionamento com mentiras. Abri o jogo e contei tudo que eu já tinha feito, sem esconder nada.
Se ele quisesse continuar comigo, tudo bem, mas eu não iria ficar inventando histórinhas de mulher certinha e sem pecados. Ele não se importou com o que eu já tinha feito e gostou da minha sinceridade.
Não demorou muito e o Rogério me levou na mansão onde ele morava com o pai. Sua mãe tinha falecido por problemas de doença. Nossaaaa!! A casa era linda mesma, e ele me apresentou como sua namorada.
O pai do Rogério se chamava Sr. Roberto, e era um coroa de 55 anos, charmoso e igualmente simpático. Ele era um pouco mais alto e mais forte que o filho, e quando fomos apresentados, já deu pra perceber que, apesar de sério, ele era uma pessoa amável e de conversa bem alegre.
- É... meu filho disse que tinha arrumado uma namorada muito bonita! - meu sogro disse. - Estou vendo que realmente ele não mentiu! Leila, você é realmente muito linda... e também uma moça batalhadora que trabalha e estuda. É um prazer recebê-la em nossa casa... faz tempo que não vem mulheres aqui... a não ser as empregadas.
Fiquei envaidecida, dei um beijo no rosto nele e o agradeci por me receber com tantos elogios. - É... tô vendo que meu filho demorou pra trazer uma moça em casa, mas quando isso aconteceu ele se superou... trouxe logo uma das mais lindas da cidade. Eu estava até preocupado... 30 anos e solteiro... tinha que tomar juízo! - o Sr. Roberto disse.
Percebi que eu tinha caído nas graças do meu "futuro sogro rico". E, como de boba eu não tinha nada, sempre que eu tinha uma chance, eu paparicava o coroa charmoso, e logo também notei que ele era bem safado, pois algumas vezes eu o peguei dando umas alisadas em uma empregada bem jovem que trabalhava na casa.
Houve um dia que aproveitei para, em tom de brincadeira, falar sobre isso: - Seu Roberto, o senhor é fogo, hein? Fica passando a mão nas empregadinhas, né? - falei com um sorriso. - Cuidado! Essas garotas podem querer engravidar... e depois pode dar problema! Hoje em dia elas são muito safadas e interesseiras!
Ele sorriu todo safado. - Fica tranquila, Leila! De mim elas nunca vão ficar grávidas... fiz vasectomia, menina! Faz muito tempo! Só que não conto pras mulheres que transo de vez em quando! - ele falou e rimos bastante.
- Mas você sabe que faz uns 2 anos teve uma safada que trabalhava aqui em casa que tentou me dar um golpe! - o Sr. Roberto disse. - Ela ficou grávida do namorado... e achou que ia me tomar dinheiro. Peguei uma cinta e enchi a putinha de cintadas. Deixei ela com a bunda cheia de vergões.
Nossaaaaaa!! Ele falou isso e caímos na risada. Na hora imaginei a menina apanhando dele e senti minha buceta molhar de tesão. O Seu Roberto era muito bom de conversa, e sempre que eu podia, eu ficava perto dele pra gente conversar mais. Ele me fazia rir tanto que às vezes eu até fazia xixi na calcinha.
Faltava um ano e meio pra eu terminar a faculdade, e logo a minha vida começou a mudar por completo. Após três meses de namoro, o Rogério quis que ficássemos noivos, e isso aconteceu junto com meu aniversário de 24 anos.
Meu sogro e meu noivo me tratavam sempre com muito carinho e me enchiam de presentes. Meu Uno velhinho foi aposentado e de aniversário ganhei uma perua Ecosport preta completíssima. Nossaaaa!! Eu nem estava acreditando naquilo tudo.
Além disso, eles me deram um cartão de crédito da empresa para que eu usasse nas minhas despesas. Senti-me toda poderosa e, logicamente, minha auto-estima foi nas alturas depois de tudo isso.
Não demorou muito e o Rogério queria que eu parasse de trabalhar no banco e que me mudasse pra mansão, afinal, nós íamos nos casar e meu sogro também insinuava que eu deveria fazer isso mesmo. Porém, achei que eu não deveria abusar da sorte, pois tudo estava correndo bem demais.
Perto da vida de pobreza que eu levava, eu agora me sentia uma rainha. Achei que eu devia manter a pose de mulher responsável e não transparecer ser gananciosa. Notei que se eu soubesse ir levando as coisas de uma maneira correta, eu logo teria uma vida excelente e muito tranquila.
Quando chegou o fim de ano eu pude curtir bastante junto com meu noivo. Fomos para muitas baladas e boates nas grandes cidades e percebi que o Rogério gostava de me ver vestida bem sexy, e não ficava preocupado se eu usasse roupas curtas ou muito decotadas.
Eu, com 24 anos, loira, 1,70m de altura, seios grandes, cintura fina e com uma bunda enorme e toda empinada. Logicamente, naquelas férias de verão, eu iria aproveitar para arrasar. O Rogério, meu noivo, trabalhava demais na transportadora e não era sempre que ele podia me acompanhar nas coisas que eu gostava de fazer.
Claro que eu não ficava pentelhando e enchendo o saco dele, mas nos fins de semana sempre íamos pra algum lugar bem badalado, principalmente para dançar, pois eu adorava isso. Assim que sai de férias, comprei uns biquínis bem pequenos e, como tinha uma piscina maravilhosa na mansão, com certeza, todos os dias eu iria me bronzear pra ficar ainda mais linda e desejável.
E assim fiz, e quando me olhei no espelho e me vi naquele biquíni fio-dental que quase não tampava nada, sorri satisfeita, me sentindo uma tremenda gata toda gostosa. Senti-me uma putinha desejada por todos os homens.
Durante três dias tomei sol na piscina sozinha, pois meu noivo só aparecia por lá praticamente na hora do jantar, e meu futuro sogro teve que ir visitar uma de suas fazendas no Mato Grosso pra resolver problemas de gado.
A vida é muito engraçada mesmo. Antes de toda essa mudança que aconteceu em minha vida eu só sentia tesão de vez em quando, mas agora, apesar da correria continuar a mesma, e só nas férias é que as coisas estavam mais calmas, percebi que constantemente eu sentia meu grelo latejar de vontade de ser bolinado e, principalmente, chupado com vontade.
Carro novo, roupas lindas de marca, restaurantes bons, salões de beleza excelentes. Tudo isso fazia com que minha bucetinha a todo o momento me lembrasse que eu queria carinho e muita safadeza.
Meu noivo era bem atencioso e até tentava me satisfazer, mas ele estava sempre sobrecarregado de trabalho e não podia ficar dando atenção toda hora pra sua noivinha. Assim, aproveitei as férias pra assistir vários filmes pornôs que eu comprava dos camelôs.
Esse fetiche de assistir filmes pornôs eu sempre tive e gostava de ver todos os tipos de filmes sem preconceito nenhum. Mas se tinha uma coisa que sempre me deixava encucada é que nos filmes existiam muitos atores com paus enormes e grossos, só que todos os namoradinhos com quem transei tinham pau de tamanho normal.
Perto dos atores dos filmes, todos as picas que já tinham entrado na minha buceta me pareciam bem pequenas. E a do meu noivo Rogério era ainda menor que as outras. Mas ele compensava essa "deficiência" com sexo oral excelente, me fazendo gozar deliciosamente em sua boca.
E foi então que aconteceu uma coisa que ia me deixar mais ligada em safadeza. Apesar de eu ter tido uma vida sexual bem feijão com arroz e sem grandes loucuras, de tanto ver filmes eróticos e também ler tudo que se relacionava a sexo, praticamente quase nada passava despercebido aos meus olhos ligeiros e atentos.
No dia seguinte, bem cedo, meu noivo teve que viajar para resolver uns problemas na capital, e como meu sogro ainda não tinha voltado da fazenda, seria mais um dia de sol sozinha na piscina. Como eu tinha me bronzeado bastante durante aqueles dias, minha cor estava quase perfeita, bem dourada e com os pelinhos descoloridos.
Minhas marquinhas, tanto nos seios quando na bunda, estavam bem delineadas deixando-me toda sensual, do jeito que eu gostava. Eu tinha orgulho da minha bunda empinada, só com um pequeno triângulo branquinho.
Já fazia quase uma hora que eu estava ali me bronzeando quando escutei a voz do meu futuro sogro todo alegre, chegando de viagem. - Oieeee! Precisei chegar perto pra ver que era minha querida nora Leila... de longe pensei que tinha uma morena deitada aqui com a bunda toda de fora! - meu sogro disse quando me viu deitada de bruços na esteira ao lado da piscina.
Levantei-me rapidamente e sem me importar de estar só de fio-dental, o abracei fortemente e enchi seu rosto de beijos. - Que bom que o senhor voltou, seu Roberto... eu estava morrendo de saudades... tanto o senhor quanto seu filho me abandonaram aqui nesse casarão! - falei sorrindo.
Ele devolveu o sorriso, me olhando atentamente. - Faz quatro dias que tomo sol sozinha aqui! - continuei. - Só vejo o Rogério à noite... e hoje ele teve que viajar logo de manhã... tirei férias pra ficar sozinha... que coisa mais sem graça!
- É verdade, Leila! - o seu Roberto falou. - Uma mulher linda que nem você... não pode ficar abandonada assim... é um crime hediondo! Quando ele falou isso eu o abracei novamente. - Mas... e aí, seu Roberto?... deu tudo certo na viagem? Resolveu tudo?
- Sim, Leila... tudo certinho... agora tá tudo tranquilo! Só mesmo a canseira da viagem... muito calor! Mas tô vendo que minha linda nora tá aproveitando pra ficar bem bronzeada, hein! - ele falou e me olhou expressando admiração.
- Gostou da cor? - perguntei rindo. - O que achou?... tem que falar que estou linda... só aceito elogios! - Falar a verdade é fácil, menina! Você está espetacular... cada dia mais linda... com certeza meu filho tá se dando bem, né? E tem uma coisa muito importante que dá até inveja... ele pode apreciar as melhores partes do teu corpo!
- Não entendi, meu querido sogro! Qual melhor parte do meu corpo? Com certeza lá vem safadeza! - falei rindo. - Não é safadeza, Leila... é apenas a verdade... logicamente as melhores partes suas... são onde estão as marquinhas bem branquinhas... e aí só meu filho pode ver... ele é um homem privilegiado!
- Esse meu sogrinho é bem safadinho, né?... seu malandro! Mas faz uma coisa, seu Roberto... aproveita e coloca uma sunga e vem ficar na piscina comigo... até o almoço... aproveita pra relaxar... por favor, não diga não! - falei, toda carinhosa.
Ele pensou por instantes e então concordou dizendo sorrindo: - Quem sou eu pra recusar um convite da mulher mais linda e sensual da cidade... só se for louco. Vou aproveitar e trazer umas cervejas num balde cheio de gelo... pra refrescar um pouco... quer?
- Claro que sim! - respondi na hora. - Apesar de eu não estar acostumada a beber... fico zonza rapidinho... mas a gente tá em casa... não tem problema... vou acompanhar meu sogro querido! Falei isso e meu futuro sogro sorriu todo satisfeito.
Quando ele voltou depois de uns minutos, com uma sunga branca bem apertada, pude ver que meu futuro sogro tinha um corpo muito bonito e malhado, com certeza na academia que havia na mansão. E como ele tinha ficado durante aqueles dias na fazenda andando à cavalo, no sol, ele estava bem bronzeado.
- Acho que meu querido sogro andou frequentando uma piscina lá na fazenda... está todo bronzeado também! - brinquei com ele. - Que nada, Leila... lá não tem piscina... mas tem um rio maravilhoso... qualquer dia desses você vai conhecer... dá até pra gente nadar pelado... é bem tranquilo... só que não fica nenhuma marquinha no corpo!
- Que legal! Lógico que quero conhecer... mas... realmente eu gosto de ficar com marquinhas de biquínis no verão... acho muito sexy... principalmente na bunda... e seu filho gosta muito! - falei e sorrimos juntos.
- Claro que sim... aliás, acho que nenhum macho no mundo conseguiria olhar essa bunda que você tem... e ainda mais com um marca tão pequena de biquíni... e não gostar... se isso acontecer tem que mandar matar! - meu sogro falou, me comendo todinha com os olhos.
- Acho que tenho o sogro mais lindo e mais puxa-saco do mundo... desse jeito eu fico me achando! - falei e caímos em risos. Logo continuamos a conversar trivialidades enquanto tomávamos as cervejas, e não demorou pra que eu me sentisse um pouco tonta e ficar um pouco mais soltinha.
Meu sogro ficava dentro da piscina e eu continuava deitada na esteira me bronzeando. De vez em quando eu percebia o olhar dele em todo o meu corpo, principalmente minhas coxas e minha buceta, protegida pelo minúsculo biquíni. No fundo eu até gostava de ficar me exibindo, me achando super gostosa.
Depois de apenas três cervejas Long Neck, tudo era motivo de riso e as brincadeiras ficaram cheias de insinuações de duplo sentido. Quando meu sogro saiu da piscina e foi buscar mais cervejas eu notei então que na frente de sua sunga tinha um volume bem saltado e, logicamente, fiquei toda curiosa, principalmente porque o filho dele, meu querido noivo, não tinha aquele pacote na frente.
Na hora fiquei imaginando que meu querido sogro estaria sentindo tesão pela nora dentro daquele biquíni tão pequeno e, quase que imediatamente, resolvi que bem discretamente eu iria querer conferir isso. Então pulei na piscina e fiquei brincando com a bola que havia lá.
[Continua em: Meu sogro me comeu no dia do meu casamento - Parte 2]
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