Quando eu sai de casa pra trabalhar pra uma família de ricos no ES, eu não sabia o que me aguardava. Espero que gostem da minha historia, pois é mais que verdadeira, porque não dá pra descrever o que eu vivi por mais de 3 anos nesse emprego.
Meu nome é Rosilene e sou de uma cidade do interior de Minas, da roça mesmo. Minha família é muito pobre, e sou a mais velha de 6 irmãos. Quando apareceu em minha vida, ela, a senhora de cabelos loiros e pele clara muito chique e refinada mesmo, logo eu percebi que minha vida ia mudar radicalmente.
Ela disse que precisava de uma menina pra ser babá do filho de 1 ano e meio, e que tinha que morar no emprego. Lá estava eu descalça e com meus longos cabelos negros desgrenhados, olhos castanhos curiosos e pele morena clara. Minha mãe me sugeriu e eu servia pro cargo, afinal, eu tinha criado os meus irmãos menores.
Chegando no ES era tudo tão lindo, pessoas, praia, e a casa dela então, uma mansão. Me dei super bem com a Dona Andressa e com o bebê foi melhor ainda. Só não via seu marido, mas sabia que era Espanhol. Alejandro era o nome dele. O tempo foi passando e nada do patrão. Vi uma foto dele, era lindo demais. Moreno, cabelo um pouco comprido, claro, olhos verdes, um corpão. Nossaaaaa! Eu dormia no quarto conjugado ao do bebé e sempre de porta aberta pra ficar atenta a qualquer barulho.
Certa noite eu dormia quando senti uma mão me tocando, me despertando aos poucos, uma sensação gostosa que começava na minha panturrilha e ia até minha bunda, levantava meu blusão de dormir e descia manso.
Soltei até um suspiro achando que era sonho. Quando senti a mesma sensação no meu peitinho, eles endureceram na hora. Então houve o aperto que me despertou. Eu quase gritei. Tinha um homem sentado na minha cama, com a mão massageando meu biquinho róseo e a outra esfregava dentro da bermuda preta dele. Pulei da cama aterrorizada. - O que!?!?... eu... eu... você... o que está... acontecendo? - tentei falar, muito assustada e confusa. - Pode ficar tranquila, moça. Sou o seu patrão... vim dar uma olhada no meu filho... pra matar a saudade dele... e também pra te conhecer! - o Senhor Alejandro falou.
Em seguida ele se levantou, sorriu e foi embora. Eu fiquei um bom tempo parada, respiração suspensa, o rosto em chamas e algo secreto em mim pulsando insatisfeito. Eu nunca tinha sentido aquilo.
Algum tempo depois o bebê acordou e eu, já acordada, fui preparar a mamadeira dele. Na cozinha eu escutei sons que vinham da sala. Eram gemidos e gritinhos, e de algo batendo forte na parede. Meus instintos me diziam pra eu terminar logo e correr pro meu quarto, mas a curiosidade venceu. Fui pé ante pé até lá, sem fazer qualquer barulho. O que vi foi chocante. Meus patrões estavam transando encostados na parede. Minha patroa estava completamente nua, linda. O Senhor Alejandro com o calção só abaixado até a bunda, musculosa, fazendo movimentos fortes e arrancando gritos dela.
Quando ele a tirou do chão, com uma última investida, os dois tremeram como se estivessem sendo atingidos por um raio. A voz grave dele reverberou pelo cômodo todo e, dentro de mim, algo tremeu também. Me senti úmida e de pernas bambas.
No dia seguinte estava difícil agir com normalidade. Mas parecia tudo tão normal para eles. Meu patrão lia o jornal, e minha patroa toda feliz de ter seu homem em casa, e o bebê rindo à toa. E claro, eu lá, dando de comer ao pequeno e baixando o olhar a cada vez que o Senhor Alejandro me olhava detrás do jornal e me lançava um sorriso arrasador.
Seu sotaque era outra tortura na minha alma. A voz do meu patrão era sexy demais. Antes de sair ele fez que ia beijar o bebê, que eu segurava no colo. - Gostou do show de ontem, Rosilene? - ele falou baixinho e saiu. "Meu deusssss!! Tô perdida", pensei na mesma hora.
Mais tarde minha patroa veio com um papo estranho. - Rosilene, vem cá... você tem namorado? - ela me perguntou. - Tenho não, Dona Andressa. - Não tem? Como assim? Mas você já teve, né?... você é uma menina muito bonita! - ela insistiu.
Fiquei sem jeito com o elogio. - Meu pai não permite. Ele disse que por agora não posso namorar! - expliquei. - Mas agora ele não tá vendo, meu bem!... você pode namorar e fazer o que quiser!
Minha patroa falou isso e achei engraçado, pois era a primeira vez que estávamos tendo aquela conversa. E a última pergunta me matou de vergonha, fiquei muito sem jeito. - Então é virgem? - A Dona Andressa me perguntou, e o meu "sim" saiu engasgado.
À noite, após o jantar, eu sempre dava um passeio pela praia enquanto a Dona Andressa ficava com o bebê. Quando eu estava entrando pela porta da cozinha eu escutei um papo estranho, pela metade, é claro.
- Tem certeza disso? - ouvi o Senhor Alejandro falar. - Claro que tenho certeza... ela é virgem, virgem, virgenzinha, meu amor! - minha patroa falou, com voz animada. Na hora gelei. Eles estavam falando de mim, claro. E eles estavam rindo, como se estivessem planejando alguma coisa.
O clima ficou ainda mais constrangedor quando, alguns dias depois, minha patroa foi ao meu quartinho à noite e disse que havia um problema a ser resolvido entre nós. Na minha cabeça só veio um pensamento: "Ela sabe que eu os vi! O Senhor Alejandro contou pra ela, e eles vão me mandar embora, Não vou mais poder mandar ajuda à minha família".
Mas ela veio com uma conversa de que o marido dela e ela própria gostavam de coisas diferentes, no sexo. - E nós te queremos, Rosilene... queremos que você participe das nossas brincadeiras! - ela me falou. Foi um baita choque. Ela então me falou que se eu quisesse mesmo continuar trabalhando alí, eu devia entrar no jogo.
- Prazer e discrição, Rosilene... ninguém pode saber. Se você quiser, é só ir até o meu quarto agora! - minha patroa continuou, e eu, muito confusa, não sabia o que dizer. - Mas, agora que você já sabe, se você não quiser fazer isso, eu te pago seus direitos e sua passagem de volta. Tudo que peço é que guarde esse nosso segredo!
Eu sabia o que eles queriam. Meus patrões queriam fazer sexo comigo, os dois ao mesmo tempo. Eu não queria voltar pra casa, mas eu também não sabia se eu queria aquilo. Tá certo que eu sonhava toda noite com eles transando na sala e em outros lugares, e algumas vezes esses sonhos eram mais eróticos ainda, nos quais o Senhor Alejandro me comia. Eu sempre acordava suada e trêmula.
Mas o que me fez decidir mesmo foi o Senhor Alejandro e a minha curiosidade de saber como ele era na realidade, tornar real meus sonhos com ele. Quando cheguei à porta do quarto deles as minhas mãos estavam tremendo, minhas pernas bambas, meu estômago dava cambalhotas e meus seios estavam duros e pesados.
A Dona Andressa abriu a porta com um sorriso. Como eu fiquei parada na porta, ela me puxou pra dentro, e me deparei com ele, sem camisa, e com uma cueca box branca bem reveladora. O homem mais lindo que já vi na vida. - Hola, hermosa niña! - ele disse, muito excitado.
Com as mãos em minha cintura, meu patrão me puxou para um beijo que me amoleceu toda. Sentir o calor daquele corpo forte e a ereção dele de encontro à minha barriga me encheram de tesão. Quando ele me soltou eu quase cai. Minhas pernas viraram gelatina. Ainda bem que a Dona Andressa me segurou pelos braços.
- Você está muito vestida, menina! Vamos tirar um pouco dessas roupas... o que você acha? - ela falou e tirou meu blusão de dormir, revelando minha única peça por baixo: uma calcinha de algodão branca com florzinhas. Tentei me esconder com as mãos e ela riu da minha timidez.
- Aqui não é lugar pra vergonhas, não, meu bem... é pra puro prazer! - ela me falou. - Quero que satisfaça meu marido... ele quer você! - ela completou e começou a beijá-lo na minha frente. Nossaaa! E ela estava só de calcinha e sutiã de renda, linda e loira.
Os dois foram pra cama se amassando, se tocando. Ela então ficou de joelhos e tirou as minúsculas peças de roupa, ficando nua pra ele e o beijou na boca. Em seguida a Dona Andressa foi descendo com beijos no corpo maravilhoso do meu patrão, por cima da cueca dele.
Minha calcinha já estava toda ensopada de tesão. Eu não sabia o que era aquilo, mas os calafrios na espinha e no meu clitóris eram bom demais. Ela o alisava, e ele não tirava os olhos de fera de cima de mim. Acho que tive meu primeiro gozo ali mesmo, em pé, perto da cama, com o Senhor Alejsandro me olhando, como se estivesse me comendo, e sua esposa o beijando todo.
Então minha patroa tirou a única peça de roupa do meu patrão. Eu nunca tinha visto um pênis antes, mas era lindo, grande, muito grande mesmo, e grosso, com uma cabeçona lisa, vermelha e enorme, molhada, escorrendo um líquido da ponta.
- Aqui, Rosilene... olha aqui... pra você aprender... ele gosta assim! - minha patroa falou e pôs o pau do meu patrão em sua boca. Ela chupou até ele mandar parar, com um gemido longo de prazer. Ela então olhou pra mim, e disse pra eu me deitar na cama. E eu fui.
Fiquei deitada na cama e a Dona Andressa se deitou do meu lado. O Senhor Alejandro veio e começou a chupar os peitos dela, a beijar, morder, as mãos passeavam por todo o corpo dela. E então ele parou. - Sentáte allí... Quiero que lo vea! - ele falou para a esposa.
Minha patroa se sentou nua, em uma poltrona lateral a cama. E então chegou a minha vez. O Senhor Alejandro me beijou a boca, e eu retribui com minha língua inexperiente. Foi um beijo quente, que me deixou em chamas. Então ele mordeu meu pescoço, minha orelha, e quando chegou aos meus seios, eles já pediam por carícias.
E meu patrão atendeu. Primeiro ele lambeu o biquinho róseo de um dos meus peitinhos, depois ele mordeu, e eu gritei nessa hora. - Que delícia...!! - ele suspirou e então botou todo meu pequeno peito na boca, fazendo movimentos com a língua, chupando tão forte que até doía.
- Não paraaaaaa... meu deusssss... ahhhhhh... mais... mais... chupaaaaaa... mais!! - eu gemia e falava baixinho. E o Senhor Alejandro me atendeu. Descendo a mão, ele chegou ao meu ponto molhado, que pulsava por algo que nem eu sabia o que era. Os dedos dele abriram passagem entre os lábios da minha periquita, até então intocados.
Senti como os dedos do meu patrão acariciaram e apertaram o meu botão, doido de prazer. E eu gritei de tesão. A boca dele então largou meus seios e seguiram o destino dos dedos deliciosos. O Senhor Alejandro me lambeu, sugou forte, mordeu, mas meu gozo veio quando a língua grossa e áspera dele invadiu meu buraquinho virgem.
Tremores me sacudiram por completa. Apertei meus olhos e mordi meus lábios para aguentar a força daquele gozo. - Su disfrute es dulce y delicioso! - ele disse, com seu espanhol super sexy. Em seguida ele colocou a esposa de quatro, em cima de mim, e colocou todo aquele pauzão na xana dela, que começou a me beijar.
Não gostei à princípio, pois eu nunca tinha sido tocada por uma mulher até então, mas meu tesão voltou só de ver as estocadas violentas que ele dava na buceta dela. - Fodeeeeee... fode gostosoooooo... uhhhhhhh... soca tudo, vai, safado... taradooooo...soca tudo nessa bucetaaaaaa...! - a Dona Andressa gemia e me lambia toda.
Aquilo que eles estavam fazendo comigo estava me deixando louca. - Linda, linda a nossa gatinha... que seios mais lindos dela... seios de menina... tão pequenos...!! - ela falava, enquanto pegava nos meus seios. Logo ela me alisou e começou a fazer como o marido havia feito, me arrancando arrepios e gemidos de prazer.
O Senhor Alejandro parecia um cavalo selvagem. Rapidamente ele pegou a esposa pelo quadril e botou ela de pé, de frente pra cama. Em seguida ele me puxou pelos tornozelos, de modo que minha periquita ficou de frente para a Dona Andressa. Gentilmente meu patrão empurrou o corpo da esposa pra frente e abriu minhas pernas bem arreganhadas.
- Vai, meu bem... prova o doce dela! - ele mandou e a Dona Andressa obedeceu na hora. Ela caiu de boca no meu priquito, me lambendo e chupando. E ele, insaciável, colocou tudo nela de novo. E ela, dessa vez, rebolava na pica grande do marido. Que loucura nós três estávamos vivendo naquele quarto.
Então o Senhor Alejandro ficou parado, congelado, olhando pra mim, pro meu rosto, bem nos meus olhos. Ele estava gozando. Ele estava gozando olhando pra mim. Nossa! E eu vi isso acontecendo. Vi a hora que ele deu uma metida bem forte na sua esposa, socou tudo dentro dela, e gozou, enchendo de porra a buceta linda da minha patroa.
A Dona Andressa caiu em cima de mim, me abraçando e se tremendo toda. Ela estava gozando também. Que loucura! Ficamos os três alí, minha patroa deitada em cima de mim, e o meu patrão deitado em cima dela. Até que o Senhor Alejandro saiu de cima da Dona Andressa e ela se sentou novamente na poltrona.
Nessa hora eu soube que tinha chegado a minha hora. E eu estava ansiosa para gozar gostoso, com um pau na minha periquita. Rapidamente o meu patrão veio de mansinho, me alisando com as mãos grandes, me beijando, me excitando, e eu o queria todo dentro de mim. Meu deusss!! Eu queria tudo mesmo.
O Senhor Alejandro se deitou e me mandou chupá-lo, e eu, como uma cadela, o obedeci. Sem jeito e prática eu imitei os gestos da minha patroa e lambi a cabecinha, passei a língua nele todo. Nossaaaaa! Era muito grande e grosso mesmo. Não ia caber na minha boca de jeito nenhum.
Então eu dava chupadas na cabeça do pinto dele, e mamava gostoso, como se fosse um pirulito doce. O gosto não era aquela delícia, mas o prazer era bom demais. Não demorou e o pau do meu patrão ficou duro como pedra de novo, e ele tentava empurrar minha cabeça pra baixo, pra eu engolir seu pênis com minha boca super pequena.
Me lembro que entrou só um pouquinho na minha boca, mas o Senhor Alejandro começou a socar, como se fosse uma xana. Depois ele me puxou, me beijou, e eu percebi que ele ia meter aquela pirocona dentro de mim.
Olhei para a Dona Andressa, e ela estava com os dedos em sua buceta, se masturbando só de ver o marido comigo. Então o meu patrão subiu em cima de mim e, com o joelho, abriu minhas pernas e se encaixou entre elas. Com a cabeçona daquele pau lindo e assustador ele começou a esfregar meu clitóris.
Vi como ele passava a cabeça da rola no meu melzinho, e esfregava gostoso. E então o Senhor Alejandro soltou o peso de seu corpo e entrou dentro de mim. - Aiiiiiiiiiiiiii...!! - soltei um grito desesperado. Foi como se ele estivesse me rasgando, e olha que ele tinha colocado só um pouquinho.
- Gostosa, delícia, apertadinha!! - ele dizia, entre o português e o espanhol. Fiquei quietinha debaixo do meu patrão, esperando ele continuar. Ele ficou sussurrando no meu ouvido, me chamando de cheirosa, falando que agora eu era a menininha dele.
Quando ele deu uma estocada forte, aí entrou tudo de uma vez. Eu não segurei o grito. Doeu muito, e foi um tesão ao mesmo tempo. Meu patrão não teve um pingo de dó de mim, e metia fundo, tirava, metia com toda força, de novo devagar, e foi ficando mais rápido.
Eu gozei no pau grosso dele, apertando com meu músculo aquela tora toda. O Senhor Alejandro estava tão fundo que eu sentia o saco dele quase entrando junto. Depois ele saiu de cima de mim, me deixando ainda de barriga pra cima. Rapidamente meu patrão colocou um travesseiro pra levantar minha bunda, deitou a esposa do meu lado, e subiu em mim novamente, socando fundo na minha buceta já bastante ardida.
Meu patrão ficava metendo os dedos em sua esposa, e me comendo gostoso. Ele socava tão forte, e a dor era tanta que eu mordia a fronha do travesseiro. Com os dedos na esposa ele fazia o mesmo, com força mesmo, beijando a boca dela e metendo em mim. Eu sentia meu gozo chegando mais forte que antes, mas me segurava, pois estava tão bom que eu não queria que acabasse nunca.
Os gemidos do Senhor Alejandro diziam que ele também estava no limite. Comecei a rebolar debaixo dele, da mesma forma que a Dona Andressa fazia nos dedos dele. Em resposta meu patrão puxou meu cabelo com a mão livre e socou tão forte e tão fundo que eu sentia cada pedacinho da pica dentro de mim.
Estava um delícia! Comecei a gozar quando senti ele tremer e afundar dentro de mim, me puxando pelo cabelo com força, tanta força que minha cabeça foi junto. E então senti algo maravilhoso, um jato forte e quente dentro de mim junto com meus espasmos de prazer. A Dona Andressa também gozou, pois eu ouvia ela gemendo e senti seu tremor ao meu lado.
Meu patrão caiu sobre mim, suado e satisfeito com duas lindas mulheres gozadas e cansadas. Aquele sim era um homem que não se satisfazia com uma só mulher. Ele tinha vigor demais pra uma só. Era tesão demais. O homem não se cansava nunca.
A partir desse dia eu passei a ser a escrava sexual deles. Fiquei viciada em sexo. O Senhor Alejandro me comia a qualquer momento e em qualquer parte da casa, sempre na presença da minha patroa. E quando ele viajava eu tinha que consolar ela, coisa que eu fazia com muito prazer.
Deixem comentários que depois eu volto para contar sobre o dia que eu tive que dar conta do meu patrão sozinha. Nesse dia eu desmaiei e fui até parar no hospital. Foi uma loucura mesmo.
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