Minha noiva tinha família no interior de SP, e em um feriado fomos visitá-la. A casa era simples, dois quartos, um banheiro, uma piscina com churrasqueira e um gramado.
Naquele feriado, a irmã e o irmão da minha noiva também foram visitar os pais, já que todos eles tinham se mudado para a capital.
Minha cunhada tinha 25 anos, e eu 30, ela era loira, peitos avantajados, uma barriga malhada, uma bela bunda e pernas de chamar a atenção.
Em um dos dias do feriado, fizemos um churrasco, e depois de comer, todos foram tirar a "soneca da beleza" e ficamos apenas eu e minha cunhada na frente da churrasqueira, mais especificamente, nas espreguiçadeiras da piscina. Conversamos sobre nossas vidas profissionais, hobbies e outras coisas, até chegarmos aos relacionamentos. Perguntei para ela se ela estava namorando, e ela disse que o ultimo namoro tinha acabado fazia oito meses, e que desde então estava na seca.
Eu disse que minha noiva (a irmã dela) também não tinha muitas relações sexuais comigo e a conversa fluiu normalmente.
O que não esperávamos era a chuva que caiu, uma chuva forte, com alguns granizos. Fomos correndo para a parte coberta da churrasqueira, e quando sentamos reparei que por baixo da blusa branca decotada, ela não estava usando sutiã. Por ela estar molhada, pude ver aqueles seios redondos com mamilos médios e marrons, mais duros que não sei o que. Isso fez com que meu pau virasse pedra, e como estava de sunga, era impossível esconder.
Estávamos cercados por água, e o caminho até a casa estava obstruído e só conseguíamos ver uma imensa parede de chuva. Já que estávamos inacessíveis, comecei a massagear meu pênis, e ela, muito gentil, começou a massageá-lo também.
Quando ela colocou a mão na minha sunga, tomei um susto, e ela disse que não tinha problema, por que ninguém conseguiria ir ate lá e que minha noiva não precisaria ficar sabendo. Aquilo foi a minha deixa. Tirei minha sunga, expondo meu pênis, e deixando ela me masturbar. Ela me masturbou com movimentos leves, até que seus lábios sedentos não aguentaram e foram passeando pelo meu corpo, até encontrar meu pau.
Ela lambia a cabeça, massageava as bolas e de vez em quando, enfiava tudo na boca, mas logo se engasgava e voltava para os curtos movimentos verticais.
Sem controlar meu prazer, pus minhas mãos naqueles cabelos louros e comecei a empurrar sua cabeça, até que não aguentei e gozei em sua boca. Ela se espantou com a quantidade de esperma que saia do meu pau, mas engoliu tudo. Era minha vez de agradá-la.
Levantei sua blusa decotada e comecei a lamber seus mamilos, que estavam mais duros que pedra, hora chupava seus seios, hora dava beijos naqueles lábios carnudos e vermelhos.
Passei minha língua por todo o seu corpo, até chegar à sua vagina, onde comecei a estimular seu clitóris com meus dedos.
Mas ao ver que ela estava morrendo de prazer, abaixei e coloquei minha boca naquela buceta molhada e sedenta. Passei minha língua por toda a sua buceta, mas fui interrompido por um grito:
- Enfia logo, Juan!! Por favor!! Mete em mim! - ela falou, quase suplicando por pica. - Não posso, Laís!! Estou sem camisinha aqui! - falei, louco de vontade de meter nela sem preservativo mesmo.
Eu tinha deixado todas as camisinhas na minha mala. Ao ouvir isso ela se virou, ficando de quatro, e empinando aquela bunda gostosa. Não pensei duas vezes!
- Ohhhhhhh!! Devagar, Juan!!! Está me rasgando todinhaaaaaa!! - ela gemeu e soltou uns gritinhos quando enfiei tudo de uma vez naquele rabinho apertadinho e escorregadio.
Com certeza ela já tinha dado o cuzinho muitas vezes, porque era apertadinho mas recebeu minha pica sem muitas dificuldades.
Ela soltou um gemido abafado que me fez enfiar com mais vontade ainda. Ela estava de quatro e eu com meu pau dentro dela.
A abracei por trás e comecei a passar a mão por aqueles seios naturais, redondos e firmes. Eu estava massageando seu mamilo quando ela disse que estava perto de um orgasmo.
Tirei minhas mãos de seus peitos e comecei a massagear seu clitóris.
- Ahhhhhhhhh!! Que gostoso, Juan!! Fode, meu macho gostosoooo!! Fode esse cuzinhoooo!! - ela falava e eu ficava louco de tesão. Ela teve seu orgasmo, soltando pequenos e altos gemidos, que eram abafados pelo som da chuva.
Tirei meu pau de seu cu e comecei a me masturbar em cima de seu rosto. Gozei mais uma vez, e teria gozado outras, mas a chuva estava parando, e logo minha noiva voltaria do seu sono da beleza.
Então pulamos na piscina para nos limparmos. Mas ao pegar minha sunga para entrar na água, lembrei que esta tinha um bolso com uma camisinha guardada.
Não perdemos a chance, entramos na água e coloquei meu pau naquela buceta gostosa. Ouvir o barulho das nossas coxas se batendo fez com que ela tivesse mais um orgasmo, e que eu gozasse mais uma vez.
Quando nos limpamos a chuva já tinha passado, e nossos familiares já estavam a caminho.
Foi um feriado ótimo, mas infelizmente tive que voltar para São Paulo. Ela veio me visitar em casa algumas outras vezes, mas sempre com minha noiva junto.
Espero um dia poder encontrá-la sozinho novamente, para podermos repetir a dose de orgasmos e caricias que tivemos naquele dia.
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