Quando a Aline me falou que não queria que eu passasse cuspe em seu cuzinho, que queria era no seco mesmo, que queria que eu a rasgasse, que machucasse aquele cuzinho tão pequenino, que não queria que eu fosse carinhoso com ela, eu fiquei foi louco. Minha sobrinha era ainda mais putinha do que eu estava pensando.
Que a Aline gostava de dar a periquita e o cú eu já não tinha dúvidas, e eu já estava me dando conta de que aquela danadinha estava disposta a fazer muitas outras coisas além do que eu imaginava. Na verdade, pouco tempo depois, eu comprovei que ainda me faltava muito por descobrir sobre os desejos e fantasias da minha sobrinha novinha. Já que ela não tinha deixado eu passar cuspe na entradinha do cu dela, o jeito foi fazer no seco mesmo. Ajeitei a cabeça do meu pau na minúscula argolinha do cuzinho da Aline e comecei a empurrar. Só quem já comeu um cú no seco sabe a dificuldade. O pau não entra de jeito nenhum, e eu não queria machucá-la.
Até que forcei mais um pouco e, com muita dificuldade, a cabeça do pau entrou, muito apertado. - Aiiiiiii... aiiiiii... meu deussssss... aiiiii...!! - minha sobrinha soltou um grito de dor, mas permaneceu imóvel. Nessa hora eu parei de forçar. - Nãooooooooooooo... tiooooo... vai... meteeeee... enfiaaaaaaa... tudooooo... me rasgaaaaaaa... deixa de ser viadoooooooo...!!! - a Aline gritou comigo, meio com raiva. Ah, aquilo me deixou perturbado. A filha de quenga estava me chamando de viado. Eu não ia deixar aquilo barato não.
Fiquei foi com raiva também, e agarrei minha sobrinha firme pela cintura, e comecei a enfiar meu pau na rabinho dela, dessa vez sem dó mesmo. Com um mão eu segurei seus cabelos, os enrolei como pude e puxei com firmeza, trazendo a cabeça dela para trás, o que a fez dobrar um pouco a coluna.
Enfiei minha outra mão por dentro de seu sutiã, agarrei um de seus peitinhos e apertei com muita força. Nessa hora a Aline soltou mais um grito de dor e vi como todos os pelinhos de seu corpo se arrepiaram. - Tú quer é pica, né, safada? Tú quer é rola nesse cú, não é? - falei e empurrei meu pau com força no cuzinho dela, fazendo entrar mais um pouco. Mesmo seco, o cuzinho da minha sobrinha cedeu e meu pau entrou mais alguns centímetros, mas ainda tinha mais da metade do meu pau pra fora. Eu sentia o ânus dela pulsar ao redor do meu pênis, muito apertado, e todos os seus músculos tensionados. - Unghhhhh... Unghhhhh... e-está me... machucandoooooo... Unghhhh...!! - a Aline começou a chorar, descontrolada.
Nesse hora fiquei assustado. Será que a minha sobrinha tinha falado sério sobre querer que eu rasgasse o cuzinho dela? Comecei a afrouxar minha força em seus cabelos e parei de apertar seus peitinhos. Porém, para minha surpresa, minha sobrinha começou a empurrar sua bundinha no meu pau.
- Vaiiiiii... que drogaaaaaaa... tioooo... eu pedi pra parar?... soca tudo, vai... enfia tudo em mim... tá parecendo viadinho, tio...! - a Aline falou, ainda soluçando. Ah, aquilo já era desaforo daquela menina. A partir daquele momento parecia que uma animal tinha se apoderado de mim, como se eu tivesse me transformando em outra coisa. Voltei a segurar minha sobrinha com força mesmo, puxando firme seus cabelos, a imobilizando debaixo de mim, e apertando com força seus peitinhos de menina nova. Forcei meu pau contra o cuzinho seco da Aline e consegui penetrar mais uns 5 centímetros. Até a cabeça do meu pau dóia, de tão apertado que estava.
- Vou te mostrar quem é o viadinho, sua safada!!... tú gosta quando machuca, é?... então toma pica nesse seu cu, piranhazinha sem vergonha...!! - falei e continuei pressionando meu pau para que ele entrasse mais no cuzinho da Aline, e mais uma vez ela começou a chorar e gritar de dor. Mas dessa vez eu nem me importei.
- Aiiiiiiiiiiiii...!!! - minha sobrinha tentou jogar o corpo pra frente quando eu finalmente consegui engatar meu pênis até o talo no seu rabinho quente e apertado. Percebi que ela chorava descontrolada, mas em nenhum momento pediu pra eu parar de socar no cu dela.
- Ungh... Ungh... está me... machucando... d-d-dóiiii... muitooooooo... mas... n-n-não... tiraaaaaaa... tioooooooo... não... tiraaaaaaa...!! - ela falava, entre gemidos e choro. E eu, como se fosse um lobo ou algo parecido, levei minha boca no ombro dela e mordi, com força mesmo.
- Aiiiii... meu deusssss...!! - a Aline se tremeu todinha, como se estivesse gozando. Mordi o ombro dela mais uma vez, separei seus cabelos para o lado e mordi sua nuca, e nessa hora ela praticamente jogou a bunda em mim, querendo que eu penetrasse seu cuzinho ainda mais fundo, mas meu saco já estava encostado na xoxotinha dela.
- Tú queria que eu rasgasse esse cuzinho, não queria, putinha safada? Então toma... toma pau nesse cu gostoso... vou te rachar no meio de tanto te foder, Aline...!! - falei, enquanto metia meu pau sem dó nela, segurando-a firme pelos cabelos.
Minha sobrinha gemia, chorava e pedia pra eu continuar metendo, e aquilo estava me levando à loucura. Aumentei o ritmo do meu pênis no cuzinho dela, entrando e saindo sem mais nenhuma resistência, bem fundo, tocando bem dentro do intestino da Aline, tão novinha, magrinha, mas com um cu já bastante treinado para receber rola.
- Ahhhhhhhhh... vou... gozarrrrr... não aguento... mais...!! - senti meu orgasmo se aproximando. Fiquei na dúvida se eu ia gozar dentro ou fora, no rostinho da minha sobrinha. Mas o meu pau não esperou a decisão da minha cabeça, e cuspiu todo o seu leite quente bem no fundo do cuzinho da Aline, enquanto eu a segurava firme em meus braços, mordendo e beijando sua nuca.
O ânus da minha sobrinha piscava descontrolado, me informando de que, talvez, ela tivesse gozado também. E acho que gozou, pois ela tinha parado de chorar e estava só gemendo agora. Então ficamos quietos por um tempo, ela de quatro no sofá e eu caído sobre suas costas.
Finalmente consegui recuperar minhas forçar e fui puxando o pau para fora de seu cuzinho, que ainda pulsava e me apertava. Fui puxando com carinho, para não machucá-la novamente. A Aline apenas respirava compassadamente, com a cabeça apoiada no encosto do sofá, até que tirei o meu pau por completo do seu rabinho.
Na pouca luz da lanterna eu pude ver que o meu pau estava coberto de sangue, porra e aquele algo mais que sai quando enfiamos bem fundo no cuzinho de uma menina, mas eu nem me importei. Eu tinha acabado de comer um cuzinho gostoso, apertadinho, no seco, e tinha acabado de gozar dentro dele.
Voltei minha atenção para a Aline, que, com dificuldade, se levantou, pegou papel higiênico em sua mochila e limpou sua bunda, virilha e coxas, já que meu esperma já escorria para fora do seu cu. E então ela me olhou, em silêncio, com lágrimas ainda descendo de seus olhos.
Que merda! Nessa hora eu me senti muito mal por ter machucado a minha sobrinha. Eu, um adulto, um cavalo, machucando uma menina de 17 aninhos. Me senti o pior homem na face da terra. Porém, antes que o sentimento de culpa me dominasse por completo, a Aline me abraçou.
- Fica assim não, tio Edson... por favor... era assim mesmo que eu queria! - ela sussurrou no meu ouvido, ainda soluçando de dor, com a voz chorosa. - Sabe, foi um prazer cumprir esse seu desejo, sabia? - falei, fazendo carinho no rosto dela.
- Eu sei, tio... mas agora estou em dívida com você, né? - minha sobrinha falou. - E vou ter que satisfazer alguns dos seus desejos também, pra gente ficar quites, não é?
Nem preciso explicar que a Aline já tinha me dado, em um único dia, o prazer que eu nunca sequer tinha me atrevido a imaginar. Mas aquilo era o início de um jogo para o qual a danadinha estava me convidando. Era uma porta aberta que eu não pensava de forma alguma desperdiçar. E vou continuar contando a vocês as novas experiências que vivi a partir desse dia.
Depois de se limpar um pouco com papel higiênico, a Aline pegou lenço umedecido e completou a limpeza em sua bunda. A menina pensava em tudo mesmo. Em seguida ela fez a limpeza completa no meu pau também, deixando completamente limpo e sem vestígios que indicasse que tínhamos acabado de fazer aquele sexo anal selvagem.
Nos vestimos e começamos a sair da "Casa dos Prazeres". Por toda a parte cruzávamos com outros alunos do colégio, que estavam aprontando por ali também. Nem eles nem minha sobrinha, pareciam surpresos, pelo contrário. Todos nos cumprimentavam com gestos, os quais correspondíamos enquanto nos retirávamos de lá.
Chegamos em casa e os pais da Aline ja estavam nos aguardando para o jantar. Minha sobrinha disse que queria tomar um banho antes e foi correndo pegar roupas e se trancou no banheiro. Eu, de minha parte, me sentei à mesa junto com meu irmão e minha cunhada.
- Edson, muito obrigado mesmo por ter ido buscar a Aline... você me ajudou muito mesmo! - meu irmão Josias disse. - Não foi nada, Josias! - respondi, sentindo que o meu rosto estava ficando vermelho, e logo entregaria o que tinha acontecido entre eu e a Aline naquela casa abandonada.
- A verdade é que você é um tio muito atencioso, Edson! - minha cunhada Cláudia falou. - A Aline me disse que está muito feliz por você ter voltado para Goiânia e ter ficado aqui com a gente! - Fico contente ao ouvir isso, Cláudia! - respondi para a minha cunhada, tentando logo mudar de assunto.
Quando minha sobrinha saiu do banho, ela se sentou conosco à mesa. De um lado da mesa estava eu, de frente para mim estava a Aline, e nas cabeceiras da mesa, minha cunhada e meu irmão. O jantar transcorria com normalidade, até que senti algo me roçar por debaixo da mesa. Alguma coisa estava tocando meus pés e subia pouco a pouco em direção às minhas coxas.
Tomei um susto, e meu irmão Josias e minha cunhada Cláudia perceberam. - Ué, o que foi, meu irmão? - o Josias me perguntou. - Não foi nada... senti um calafrio de repente! - foi a única coisa que consegui falar.
- Oras, não me diga que você ainda tem medo, meu irmão? Não se preocupe que estou aqui para te defender! - o Josias falou, dando uma grande risada. Então meu irmão começou a contar estórias de quando éramos pequenos e como eu me assustava fácil e ele, como irmão mais velho, me defendia.
A maioria das estórias que o Josias contava não coincidia com as minhas recordações, e até acho que boa parte ele até inventava. Porém, naquele exato momento, eu tinha algo nas minhas mãos, ou melhor, entre as mais pernas, que necessitava de toda a minha atenção.
Discretamente baixei o olhar e pude ver, por baixo da mesa, como a ponta do pé da minha sobrinha estava aparecendo, pronto para me cutucar novamente. Olhei para a safadinha e, ela, como se nada estivesse acontecendo, se mostrava concentrada na comida. Então, com receio de que, a qualquer momento, aquela situação fosse descoberta, me retirei repentinamente da mesa e fiquei em pé.
- Josias, Cláudia... me desculpem.... mas eu tenho que organizar um pouco as minhas coisas... e depois dormir... ainda estou muito cansado... por causa da viagem! - falei, com as idéias um pouco desorganizadas. - Mas você não comeu nada, Edson! - minha cunhada protestou.
- Desculpa mesmo, Cláudia... a comida está excelente... mas agora eu preciso organizar minhas roupas, deixar tudo em ordem! - Tá bom, sem problemas! - minha cunhada aceitou. - Assim que a Aline terminar de comer ela vai te ajudar... pode ser, filha?
- Sim, mamãe! - minha sobrinha respondeu, parecendo estar distraída. Me retirei da sala e fui apressado para o quarto, pensando se aquela "ajuda" não ia gerar novas situações inesperadas. E foi justamente o que aconteceu. Mas isso eu volto para contar depois.
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