Meu nome é Gisela, tenho hoje 22 anos e moro em São Paulo. Quando eu tinha 18 anos eu estudava em um colégio na zona norte e fiquei muito amiga da Maria Júlia; eu vivia na casa dela e ela na minha.
Seus pais tinham um sitio no interior onde passávamos juntas as férias e muitos feriados prolongados, às vezes com outras colegas.
Uma ocasião, minha amiga não estava bem de notas e ficou de recuperação. Acontece que havíamos programado passar 15 dias direto no sítio, mas os pais dela decidiram que sítio, para ela, só depois das provas.
Depois de muita discussão e muito barraco, ficou decidido que eu iria com o pai dela (que tinha compromissos no local) e ela ficaria com a mãe em casa, estudando para as provas, que seriam na semana seguinte. Esse era o máximo da concessão que os pais da minha amiga estavam dispostos a fazer. Se tudo desse certo, a Maria Júlia se encontraria comigo na semana seguinte e torci para ela se dar bem nas provas.
No sítio, fiquei super à vontade, pois tinha um quarto só para mim e o pai da minha amiga era uma pessoa muito bacana comigo. No primeiro dia me levantei lá pelas 10:00hs da manhã, tomei banho, coloquei meu biquini, uma bermuda folgada, camiseta, havaianas e fui tomar café.
O Sr. Antônio (fictício) estava na pequena sala que usava como escritório, mas parou o que estava fazendo e foi me acompanhar no café. Conversamos um pouco e ele voltou ao trabalho, combinando que me encontraria no almoço. Acabei meu café e fui para a piscina, e o sol estava maravilhoso. Fiquei por ali, bem à vontade de biquini e, pensando hoje sobre aquele tempo, acho que o Sr. Antônio deve ter me dado umas olhadas da janela do escritório porque, apesar da idade, eu já era uma mocinha bem bonitinha, baixinha, pele bem clarinha, cabelos curtos cor de mel, coxas grossas, bumbum cheio e arrebitado, seios pequenos mas bem formados.
Almoçamos juntos, cada um fez um programa de tarde e voltamos a nos reunir no jantar. Conversamos um pouco e depois o Sr. Antônio me disse que iria sair, que precisava resolver umas coisas na cidade e que voltaria tarde.
Ele era mesmo um coroa legal, tinha uma barriga de puro chopp, um peito bem peludo e grisalho e um rosto bonito. Ele adorava cerveja e me oferecia de vez em quando com um ar de cumplicidade que eu adorava.
Fui dormir nesse dia por volta das 10:00hs da noite. Acordei com alguns barulhos estranhos mas estava muito sonolenta; mesmo assim levantei e fui ver o que era.
Havia movimento no quarto do Sr. Antônio, mas o corredor estava escuro e pude me aproximar sem ser vista. Não acendi as luzes e fui em direção ao quarto dele.
Havia luz e olhei então pela fresta da porta. O Sr. Antônio estava deitado na cama de barriga para cima e uma garota bem jovem o cavalgava com as mãos sobre seu peito.
Fiquei paralisada de susto, um nó horrível na garganta, acho que de medo. Espiei outra vez e a garota naquela hora estava saindo de cima do pau dele; ela ficou de quatro e o Sr. Antônio a pegou por trás.
O pau dele era enorme, muito grande mesmo e muito grosso e ele se ajeitava para comer a menina por trás.
Meu instinto me fez fugir dali, e o medo de ser descoberta era insuportável. Fui para o quarto e a partir dessa hora tentei dormir mas não consegui. Aquilo era uma traição com a mulher dele e isso me indignava; ao mesmo tempo as cenas com aquele cacetão dele me excitavam, não me saiam da cabeça.
Pela manhã eu estava mal disposta e fui tomar café. O Sr. Antônio não estava, já havia saído e eu não sabia para onde. Passei o dia com as cenas dele e da menina fermentando na minha cabeça.
Não nos vimos no almoço mas nos encontramos para jantar. Eu já estava melhor e podia disfarçar o meu embaraço de haver penetrado na intimidade dele sem que ele soubesse.
Nessa noite ele bebeu muito vinho, acho que umas duas garrafas e ficou meio que jogado no sofá, vendo televisão. Fiquei por ali também e, como ele estava com um shorts largo, eu arriscava de vez em quando um olhar para o pau dele, que tinha me impressionado tanto na noite anterior.
Ele deu meia hora e se despediu de mim e foi deitar. Fiquei ali na sala, meio frustrada porque não tinha conseguido ver nada pela perna do shorts.
Quando desliguei a TV e fui me deitar, a porta do quarto dele estava escancarada, a luz de cabeceira acesa e ele largado sobre a cama vestido só de cuecas.
A cena era hipnotizadora para mim: o peito bem cabeludo e aquele barrigão; e as cenas do dia anterior que não saíam da minha cabeça.
Depois de alguns minutos, com o coração na boca, resolvi entrar no quarto. Se ele acordasse eu diria que estava lá para ver se ele estava bem, se a bebida não tinha feito mal, para apagar a luz, o que fosse.
Fiquei ao lado da cama, olhando fixamente o volume do seu pau na cueca. Não sei quanto tempo fiquei ali mas de repente o Sr. Antônio se mexeu na cama e eu fiquei paralisada de medo; dormindo pesado, ele ajeitou o pau, que começou a crescer. O safado estava sonhando, provavelmente com a menina do dia anterior.
Vez ou outra ele alisava o bruto, que continuava crescendo, forçando a cueca. Até que uma hora ele afastou o elástico da perna e soltou aquele cacetão.
Que fantástico! Um cabeção grosso, o pau latejava. Eu já havia dado umas pegadinhas no pau de um colega da escola, mas eu nunca tinha visto uma pica assim.
Deu uma vontade tremenda de pegar nele mas eu não tinha coragem. Saí de fininho e fui ao meu quarto. Deitei e fiquei imaginando que ele acordava e vinha me olhar também.
Fiquei de bruços, ajeitei minha calcinha bem no reguinho, levantei a camiseta, deixando minha bunda à mostra, e fiquei em transe quase gozando.
Deu algum tempo e ouvi barulho; o Sr. Antônio estava se levantando. Fiquei imóvel, quase não respirava, mantendo a posição em que estava.
Ele veio até à porta do meu quarto e ficou um tempão ali me olhando. Depois tirou seu pau para fora e o acariciou. Meio de lado, cabeça entre os braços, eu via seus movimentos.
Ele tocou uma punheta bem devagar me olhando e gozou na mão, para não deixar cair a pôrra no chão.
Saiu, foi se limpar e voltou com um pano, limpando o chão em que havia caído um pouco da porra que aquele caralhão tinha produzido. Depois ele voltou ao seu quarto e apagou as luzes.
O silêncio voltou, exceto pelo meu coração, que estava aos pulos. Esperei um pouco, me levantei e fui dar uma espiada. Estava muito escuro e voltei para a cama. Não conseguia dormir, a cena da punheta naquele pauzão não me saía da cabeça e eu estava em fogo.
Bastante tempo se passou, não lembro quanto. Senti então que a luz tinha sido acesa e percebi que o Sr. Antônio veio até à minha porta.
Ele aguardou um pouco e me chamou pelo nome; eu virei o rosto e respondi. Vestido apenas com o shorts, o barrigão de fora, ele entrou no quarto e sentou na minha cama.
Ele ficou algum tempo em silêncio e perguntou se estava tudo bem; eu disse que sim, que estava um pouco quente e que eu havia acordado e estava difícil pegar no sono novamente.
Ele disse que também estava sem sono; perguntou se podia ficar por ali um pouco; parecia que ainda estava um pouco alto da bebida mas eu o tratava normalmente.
Enquanto falávamos abobrinhas, ele ficava passando a mão no meu cabelo e pude ver que ele estava sem cueca e que seu pau estava duro, forçando o shorts. Apesar de estar escuro no quarto, vez por outra eu o via levar a mão disfarçadamente até o pau e dar uma segurada nele.
Ele devia estar morrendo de tesão, assim como eu estava. Me virei de lado para conversarmos melhor e ele podia ver meus peitinhos quase saindo para fora da camiseta larga.
De repente ele perguntou se eu não estava um pouco tensa e se eu queria uma massagem nas costas para relaxar e dormir.
Ele disse isso, me virou de bruços e, se ajeitando melhor, começou uma massagem em minhas costas por cima da camiseta. Fiquei com o rosto de lado e, como ele estava sentado na cama com a perna dobrada, eu tinha um visão do seu pau duro pela perna do shorts.
Quando ele se ajeitou melhor pude ver a cabeça grossa do seu pau saindo do shorts e não resisti: a pretexto de me ajeitar melhor deixei o braço sobre sua perna, encostando no seu pau.
Ele passou a se movimentar e a tentar que seu pau, disfarçadamente, saísse mais para fora do shorts.
Eu tinha certeza que ele queria mas não tinha coragem de tomar a iniciativa e aguardava que eu desse o primeiro passo. Eu esperava que ele desse esse passo. Então ele se virou um pouco mais e me deu um beijo na cabeça; nesse momento seu pau alisou meu braço, eu não resisti e passei a mão.
O Sr. Antônio me virou de frente, suspendeu minha cabeça e me deu um beijo de língua que me deixou sem fôlego. Ele perguntou, sorrindo, se eu queria brincar com ele e foi tirando o pau todo para fora. Ele pegou minha mão e levou até sua pica. Segurei firme e fiquei olhando e mexendo bem devagar.
Ele aproveitou e passou a mão nas minhas tetinhas e na minha boceta. Tentei fechar as pernas mas ele as abriu, colocou a calcinha de ladinho e me alisou bem gostoso.
Ficamos assim ali, um tempo, ele alisando a minha xaninha e eu segurando firme no pauzão dele. Então ele se levantou e, me pegando pela mão, me pôs de pé na sua frente, tirou minha camiseta, se abaixou um pouco e chupou meu peitinhos alternadamente.
Eu estava em fogo, e faria o que ele me dissesse para fazer. Logo ele se levantou, me abraçou forte e seu pau deslizou entre minhas pernas. Ele começou a me encoxar e pegou a minha mão esquerda e me fez segurar seu pau, pedindo para bater uma punheta em minhas coxas.
Eu estava doida e comecei a me esfregar naquele caralho enquanto batia uma punheta e olhava para baixo, fascinada, e via aquele pauzão na minha mão que mal se fechava de tão grosso. Eu queria vê-lo gozar nas minhas pernas e não demorou muito recebi um jato forte, seguido de muitos outros.
Ele tinha um gozo abundante e me melou toda. O safado gemeu gostoso e quando terminamos ele foi até o banheiro e trouxe papel higiênico, me limpou e limpou o chão e disse que agora eu deveria dormir. Me deitou na cama, me deu um beijinho e saiu.
Não consegui ficar muito tempo sozinha e fui até seu quarto. Ele estava largado na cama, pelado; eu me sentei na beira e peguei de leve no seu pau. Comecei a punhetá-lo novamente, enquanto ele gemia e aquele monstro crescia em minha mão.
Não resisti, me abaixei e passei a língua no pauzão, queria sentir o seu gostinho, fazer que nem a garota da noite anterior.
Coloquei ele na boca e mamei até ficar bem duro; punhetava e chupava, queria foder. Estava tão alucinada que cheguei até a machucá-lo.
Então me puxei para cima dele e fiquei esfregando a minha boceta no seu pau e beijando seu peito peludo, os peitos dele, beijando sua boca e pegando no seu pau.
Ele passava a mão na minha bunda e por trás procurava o buraquinho da minha boceta e às vezes acariciava meu cuzinho. Eu queria que ele me comesse mas tinha medo; quando ele começou a direcionar seu pau para a minha rachinha eu pedi a camisinha mas ele disse que não precisava porque tinha operado.
Eu iria perder meu cabacinho naquela hora, não conseguiria resistir. Ele tentou enfiar e não conseguiu; então me pôs de quatro, pediu que eu salivasse bem o seu pau, se acomodou em minhas costas e forçou.
Senti muita dor e tentei escapar mas ele me segurou firme e empurrou. O cabeção passou, rompendo o meu hímen e ele começou a fazer um vai e vem enlouquecedor.
A cada estocada ele entrava um pouco mais, estava me arrombando, mas, apesar da dor, eu queria mais. Estava muito doida de tesão. Acho que não havia entrado nem a metade quando ele disse que ia gozar e que queria fazer isso na minha boca.
Ele tirou de dentro e eu meti a boca com vontade no cabeção vermelho.
Quase me afoguei em tanta pôrra mas adorei. Eu estava completamente entregue àquele homem. Na manhã seguinte e várias vezes por dia até à chegada da minha amiga e de sua mãe, o Sr. Antônio me comeu, me arrombou de todos os jeitos e me fez sua ninfeta particular.
Depois das férias no sítio, passamos a foder regularmente, e eu não conseguia viver sem aquela pica.
Tempos depois arrumei um namorado mas o Sr. Antônio continuou me comendo. Ele me faz muito feliz ainda hoje, embora nossos encontros sejam bem mais raros.
Quem gostou do meu relato, deixa comentários pra mim. Minha buceta fica pulsando quando leio comentários bem safadinhos. :-)
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