Naquela tarde, eu olhava para o espelho do banheiro do meu trabalho e eu estava simplesmente deliciosa. Sim, reconheço que sou um pouco vaidosa. Mas estava mesmo.
Tenho 28 anos e sou casada há cinco com muito amor, muito carinho e muito sexo. E na noite dessa tarde iria haver muito de tudo isso. Minha menstruação tinha acabado e eu sempre fico com fome de sexo quando isso acontece.
Fui ao cabeleireiro na hora do almoço para fazer uma gracinha para o meu marido. Eu já sabia que no fim da noite eu iria ficar com o penteado estragado mas isso era sinal que tinha sido uma noite loucamente boa.
Mas primeiro iríamos ao restaurante onde, entre goles de vinho e comida afrodisíaca as nossas mãos estariam bastante ocupadas por baixo da mesa, nos tocando e fazendo um ensaio do que faríamos mais à noite. Então eu vestiria uma saia curta e uma calcinha bem cavada. E quando fôssemos para o carro eu a tiraria para que as mãos do meu marido fossem esfregando meu grelo enquanto ia dirigindo à caminho de casa.
Agora eu olhava maravilhada para o espelho gostando do que via: uma mulher apetitosa com uma blusa justa deixando adivinhar os seios grandes e gostosos que eu tinha.
As minhas amigas já me tinham feito vários comentários safadinhos com o que adivinhavam ia ser aquela noite. E um colega meu até dissera suspirando: "Mas por que é que não sou eu o seu marido?" Eu sorria e ia ficando cada vez mais molhada. Estava mesmo com tesão. Voltei para o meu local de trabalho e esperei ansiosamente que as horas passassem.
Quase na hora de saída, meu celular tocou e, de repente, tudo desabou! Meu marido estava ligando pra dizer que tinha uma reunião importante e que só chegaria altas horas da noite.
Não contive o desespero e fui para o banheiro chorar de raiva. A Cris, uma colega minha, veio atrás de mim e me perguntou o que estava acontecendo. Quando lhe contei, ela me abraçou carinhosamente. - Não fique assim, Regina! Os homens são assim mesmo. Quando menos esperamos, eles nos deixam na mão. Não pude evitar um sorriso.
- E o que você faz quando um homem te deixa na mão? - eu perguntei. Ela me olhou e se encostou toda a mim, bem coladinha. - Há muitas alternativas. - ela disse sorrindo e passando as mãos nos meus cabelos.
A abracei também. Éramos mais ou menos da mesma altura e os nossos seios pressionavam-se mutuamente. As nossas pélvis também ficaram juntas e eu quase sentia o calor vindo da sua xoxota.
Gostei daquele contato dos nossos corpos. Quando fui surpreendida com um beijo dela na minha boca, já não foi surpresa. Foi apenas o desfecho de um desejo meu.
- Porque você não vem até a minha casa quando sairmos do trabalho? - ela me perguntou com a boca colada ao meu ouvido - O meu marido vai chegar bem tarde hoje.
Desta vez, fiquei mesmo surpreendida comigo mesma ao dizer que sim sem hesitações. Eu sabia o quanto isso me agradava, apesar de nunca o ter feito.
- Regina! - exclamou ela me beijando novamente - agora é melhor voltarmos ao trabalho.
Quando chegamos à casa da minha colega, ela me levou para o quarto e me disse para me deitar na cama. A Cris se despiu da cintura para cima e tirou a saia ficando apenas de calcinha.
Eu me perguntei se não deveria também fazer o mesmo mas preferi aguardar. A minha colega deitou-se ao meu lado e me beijou na boca enquanto acariciava meus seios por cima da minha blusa. - Você é muito bonita, Regina! - exclamou a Cris começando a tirar a minha blusa.
Eu estava mais do que excitada. Nunca o tinha feito com uma mulher e estava gostando por antecipação do que ria acontecer. Quando meus seios foram liberados do meu sutiã, a Cris aproximou a boca deles e os chupou.
Fiquei doida de vontade e achei aquilo uma delícia. Era a primeira boca feminina neles e estava me deixando louca de prazer. Senti a minha boceta ficar toda meladinha de tesão.
Enquanto chupava meus seios, a mão dela desceu até às minhas pernas e enfiou por baixo da minha saia.
- Hummm!! Você está toda molhadinha! - ela exclamou quando chegou à minha calcinha. Sorri acenando afirmativamente.
- Tira sua roupa! - ela me disse, quase ordenando. Me despi e ela tirou a única peça de roupa que ainda tinha: sua calcinha. Ela então veio pra cima de mim e ambas começámos a nos esfregar uma na outra, buceta contra buceta enquanto nos beijávamos como duas loucas.
Eu tinha deixado a minha atitude passiva para começar a ser ativa.
Ficamos assim durante algum tempo até que a Cris começou a descer com a boca pelo meu corpo, até chegar à minha xoxota. - Vou te dar a melhor chupada da sua vida! - disse ela.
- Ohhhhhhh! Que gostosooooo!! - gemi ao sentir a língua dela no meu grelinho. A língua dela logo deu lugar ao seu dedo e eu delirei com tanto prazer.
- Cris de deus!!! Estou gozandoooooo!!!! - gritei de repente. - Gozaaa, Regina! Goza bem gostosooooo! - ela me incitou, enfiando o dedo na minha buceta, bem fundo.
Foi o toque final que eu precisava. Minha cabeça rodou e pareci desmaiar por alguns segundos. O orgasmo que tive foi explosivo com os dedos da Cris esfregando meu grelo e entrando na minha buceta. - Você gostou? - a Cris me perguntou quando percebeu que eu tinha recuperado meu fôlego.
- Meu deus!! O que foi isso, Cris??? Eu adorei! - respondi toda sorridente. - Quer fazer o mesmo comigo? - Você me ensina? Nunca fiz isso antes!
- Você só precisa fazer o que você gostaria que fizessem com você! - ela disse sorrindo - se você gosta do prazer que uma mulher dá a você, com certeza você também será capaz de lhe dar prazer.
Imaginei que sim e me preparei para fazer o melhor que podia. Pedi para ela se sentar na beirada da cama e me ajoelhei entre as pernas dela. Primeiro beijei carinhosamente os lábios dela e depois os seus mamilos.
Beijei um e depois o outro e só depois comecei a chupá-los enquanto os acariciava com as minhas mãos. Ela tinha os seios menores que os meus, em forma de cones e bem durinhos.
Fui baixando a boca até a púbis raspada dela e meti a língua por entre os lábios da perereca dela. Era a primeira que eu provava e gostei do sabor. Nada parecido com o de um pênis.
Lambi a boceta dela e só depois encostei meus lábios em seu clitóris, chupando-o delicadamente. Só a seguir o lambi e comecei a esfregá-lo com o meu dedo.
- Ohhhhhhh, Regina!!! Você é muito boa nissoooo!! Que gostosooooo!! - ouvi a Cris exclamar. Senti-me lisonjeada com o elogio e meti o dedo na boceta dela. De novo, eu pude ouvir outro gemido da Cris.
- Ahhhhhhhh! Isso!!! Mete o dedo e me fode com ele. - Você não prefere isso antes? - eu ouvi, subitamente, atrás de mim. Me assustei e olhei para a direção de onde vinha a voz.
Fiquei aterrorizada ao ver um homem nú da cintura pra baixo e se aproximando com o pau duro na mão. O tamanho de seu pênis era bem visível.
- Amor?!?! - exclamou a Cris também admirada - Você não ia chegar mais tarde? - Olha, eu quis te fazer uma surpresa e o surpreendido fui eu. - respondeu o marido dela sorrindo cheio de vontade pra mim.
Procurei apressadamente algo com que pudesse me cobrir mas a Cris me segurou pelo braço. - Está tudo bem! - disse ela tentando me tranquilizar - É o Marcos, meu marido, e pelos olhos dele, tudo o que ele quer é se juntar a nós. Não é verdade, meu bem? - perguntou ela ao marido.
- É tudo o que quero! - respondeu ele olhando novamente guloso pra mim. - Não sei, não. - respondi hesitante - Com você, é uma coisa, mas com outro homem que não é o meu marido...
- Então chama também o seu marido! - exclamou ele. - O marido dela não está. - disse a Cris. Foi visível a tristeza dele.
- Olha! - disse de repente a Cris para mim - Porque você não fica com a gente? Nós fazemos coisas uma com a outra e o Marcos só faz coisas comigo.
Aquela idéia me agradou. Eu queria continuar com a Cris e assim não trairia o meu marido. - Tudo bem então! - concordei. - Maravilhoso! - exclamou o Marcos radiante, ficando completamente pelado.
Quando vi o pênis do Marcos, agora todo nú, fiquei completamente excitada. Aquele pau estava grande e ereto e a minha vontade foi fazer o marido da Cris se deitar de costas e cavalgá-lo até a minha buceta ficar saciada. Sim, eu estava confusa.
Por um lado, não queria trair o meu marido. Mas por outro, a minha xoxota reclamava urgentemente por uma pica dentro ela, e a do Marcos parecia ser a ideal. - Deite-se aqui. - disse a Cris para o seu marido.
O marido obedeceu e a Cris aproximou a boca daquele pênis enorme. - Issoooooo!!! Chupa gostoso igual só você sabe, meu amor!! - disse o Marcos se deliciando com a boca dela.
Ver a pica do seu marido entrar e sair na boca da Cris, que parecia ter se esquecido de mim, me deixou ainda mais excitada.
"E a filha da puta chupa um pau muito bem também.", pensei comigo, vendo ela alternar entre percorrer toda a pica com a língua e brincar com a ponta dela nos testículos do seu marido, e enfiá-la totalmente na boca, fazendo seu marido gemer cada vez mais alto.
"Uma chupada de pau não é uma foda!", exclamei para mim mesma. Saltei para cima da cama e aproximei a boca daquele pênis, obrigando a Cris a dividí-lo comigo.
- Eu sabia que você não ia resistir muito mais tempo.- disse ela rindo. - Que maravilha! Duas bocas gulosas chupando meu cacete ao mesmo tempo!
O pênis do Marcos ia mudando de boca em boca num trabalho quase que treinado. Nós duas percorríamos a pica lateralmente de cima a baixo até o saco e depois subíamos para o enfiarmos em nossas bocas, uma de cada vez.
Tive o prazer da primeira gozada dele acontecer quando seu pau estava na minha boca. Chupei bem gostoso, engolindo toda a pôrra, até que a boca da Cris me expulsou para ser ela também a chupá-lo fazendo o Marcos gemer, se contorcendo de prazer.
Quando o pênis amoleceu apenas algumas gotas de sêmen haviam nos nossos lábios. Tínhamos bebido quase tudo. Mais calmo, o Marcos nos puxou para perto dele e nos abraçou, beijando nós duas.
- Vocês foram maravilhosas! - ela disse - Mas agora vou brincar com vocês.
- Brinca com a Regina. - disse a Cris. - Ela precisa mais. - Tudo menos meter! - eu avisei determinada a não trair o meu marido, como se o que eu estava fazendo não fosse traição.
- Está bem! Tudo menos te foder! - ouvi o Marcos falar, rindo de mim. O Marcos então me fez deitar de costas na cama e me beijou os lábios. Foi um beijo doce e carinhoso ao mesmo tempo em que ele brincava com as mãos nos meus seios.
Depois, baixou a boca e chupou e mordiscou os biquinhos durinhos dos meus seios.
A Cris já tinha feito isso momentos antes, mas agora estava muito mais delicioso. - Porque não chupa ela um pouco? - perguntou o Marcos à esposa.
Eu estava nas nuvens. Em cima, o Marcos ora chupava os biquinhos dos meus seios, ora beijava minha boca, cheio de doçura. Em baixo, eu quase tinha um novo orgasmo provocado pela língua da Cris.
A excitação que eu estava sentindo era demasiada para me conter. Comecei a gemer baixinho. O Marcos pegou na minha mão e a levou ao seu pênis. Estava novamente grande e duro que nem ferro.
Não aguentei mais. Precisava dele dentro de mim. - Mete em mim!!! Mete!!!! - quase gritei. O Marcos olhou pra mim e se afastou com um sorriso. Imaginei aquele sorriso um sinal de vitória dele. De fato ele tinha ganhado a batalha.
Senti cada centímetro do seu pênis penetrar pela minha boceta estreita e molhadinha. O Marcos ia e vinha dentro de mim em movimentos ritmados e sem pressas. A Cris também não estava quieta.
Tinha enfiado uma mão por entre nós dois e chegado ao meu clitóris, esfregando-o a cada vez que o marido dela se afastava um pouco de mim nos seus movimentos de vai-e-vem ao mesmo tempo que me beijava.
- Meu deussss, Cris!!! Se meu marido descobre isso eu estou ferradaaaa!!! - eu disse entre gemidos enquanto os dois me castigavam sem dó.
Eu estava maravilhada, pois nunca tinha sentido nada assim. Superexcitada, fodida por um pênis duro e trabalhada pela mão da Cris, era mais do que eu pudera alguma vez fantasiar.
De repente comecei a gozar e parecia quase uma explosão. Me agarrei ao pescoço do Marcos e implorei para que não parasse. - Ahhhhh!!! Que macho gostosooooo!!! Meteeeee!!! Meteeee!! - eu gemia desesperada.
Eu queria continuar assim para toda a vida. Eu nunca tinha sido fodida e esfregada no grelo ao mesmo tempo.
O prazer foi tanto que até chorei. Quando acabei de gozar, estava exausta. O Marcos continuava com o pênis duro. Eu vi ele se virar para a sua mulher e pedir a ela que ficasse de quatro.
- Agora quero comer a minha mulherzinha!!! - ouvi ele dizer a ela antes de fechar meus olhos e adormecer completamente satisfeita.
Este foi o primeiro de muitos encontros meus com a Cris e o seu marido. Um dia, me atrevi a perguntar ao meu marido o que ele pensava de um casal ter sexo com outro casal, pois queria juntar eu, ele, a Cris e o marido dela.
Ele olhou muito para mim e quando eu pensava que ele tinha ficado ofendido, ele me surpreendeu com a confissão: quando era solteiro, ele e uma namorada o fizeram com um casal amigo e que tinham adorado a experiência.
Depois, ele confessou que já tinha feito sexo com duas mulheres mas que não o excitara tanto. Sorrindo, lhe perguntei se ele e um amigo já tinham fodido a mesma mulher ao mesmo tempo.
A resposta dele não podia ser mais direta: essa é a minha fantasia mais secreta!
Quando foi a vez do meu marido me perguntar o que eu pensava de tudo aquilo, o beijei na boca e, agarrando e esfregando seu pênis já duro por cima da calça, lhe respondi: meu amor, suas fantasias batem exatamente com as minhas.
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