Olá a todos! Meu nome é Lívia, tenho 26 anos, sou morena, magrinha, seios grandes e tenho os cabelos pretos, longos e lisos. Trabalho de auxiliar de enfermagem num hospital particular dia sim outro não.
No primeiro dia do ano (2016) fui fodida loucamente e deliciosamente pelo amigo do meu esposo, o Diego. Pensei por diversas vezes na nossa foda louca nos matagais, e o quanto eu gozei, e gozava só de pensar.
Quando menos esperava eu estava tocando uma siririca deliciosa e pensando nele me fodendo uma vez mais. Pois bem, eis que eu estava em meu trabalho e senti o meu celular vibrar. Pensei que pudesse ser uma mensagem no WhatsApp do meu esposo, ou qualquer outra notificação e aviso do Facebook.
Fiz um intervalo assim que pude e fui fuçar o celular. Eis que alguém havia me mandado uma mensagem. Era ele, o Diego. Ele havia me mandado duas fotos. A primeira era uma foto de perfil minha completamente gozada e a outra uma foto do seu lindo pênis, que estava duro feito rocha. Nossaaaa!! Fiquei boquiaberta, paralisada, sem reação. Respirei ofegante e baixinho, e tentei responder algo a ele. Mas eu não sabia o que escrever. Minhas mãos tremiam, meu coração estava acelerado, e me veio um frio na barriga.
Quando me dei conta eu já estava toda molhada. Ali mesmo, no banheiro do meu trabalho, toquei outra siririca, dessa vez olhando a foto do pauzão do Diego no meu celular. Gozei gemendo baixinho, me deliciando com a visão daquele pau gostoso, e que havia me fodido naquele dia no mato.
Eu queria outra foda com o Diego. Eu desejava o pau dele me penetrando novamente. Hummmm!! Seria mesmo uma loucura, mas também pensei que eu trairia meu esposo pela segunda vez. E isso me deixou com um certo remorso. Enquanto eu arrumava minha roupa no banheiro, veio outra mensagem dele, me dizendo: - "Amanhã vou na sua casa e vou te foder de novo, minha putinha safada!".
Meu deussss!!! Eu não sabia se ria de desespero ou felicidade. A única coisa que consegui responder foi: - "Não! Seu louco". Eu não sabia o que imaginar. Durante todo o dia eu fiquei pensando em algo para lhe dizer, uma desculpa para inventar, falar que eu não estaria em casa ou coisa assim.
Tentei evitar ao máximo esse encontro. Eu queria muito, mas o fato de ser casada estava pesando muito. Como meu marido reagiria se soubesse que outro macho estava comendo a buceta da mulher dele? E pela segunda vez? Deus do céu!!! Por diversas vezes eu pegava o celular e acessava nossa conversa, tentava escrever algo, mas não conseguia e assim o dia acabou e o outro se iniciou. Eu estava aflita, não sabia se ele viria de verdade ou era apenas uma brincadeira dele.
Meu esposo saiu para o seu trabalho e eu fiquei em casa assistindo TV. Mas eu não tirava aquelas duas fotos da minha cabeça. De vez em quando eu olhava as duas fotos que ele havia me mandado e me arrepiava todinha. Minha buceta já estava toda meladinha novamente.
Mandei uma mensagem pra ele com um sorrisinho e chamando ele de safado e decidi ir ao banheiro tocar outra siririca pensando nele. Quando me levantei do sofá, escutei alguém bater ao portão. Me tremi dos pés à cabeça, meu coração acelerou e me veio aquele frio na barriga.
Fui até o portão pensando "Calma, pode ser o carteiro, ou outra pessoa... aquilo foi apenas uma aventura que não se repetirá." Abri o portão e lá estava o Diego naquela moto, a mesma do dia que ele me fodeu como uma animal.
Ele olhava nos meus olhos e eu fiquei completamente muda, sem saber o que falar ou fazer. Depois ele me olhou da cabeça aos pés, e deu uma buzinada me pedindo para entrar. Eu estava com uma camiseta fina cor de rosa e um shortinho jeans, mas estava sem sutiã.
Tentei agir o mais natural possível. Deixei que ele entrasse com sua moto e fui recebê-lo com um sorriso tenso estampado no rosto. Gaguejei ao lhe dizer um "oi" e ele agiu naturalmente, ou disfarçou super bem.
Convidei ele para entrar, e ele foi entrando e perguntando pelo meu esposo. Eu respondi imediatamente que ele estava no trabalho. Nos sentamos no sofá distantes um do outro e ficamos nos olhando e sorrimos um ao outro.
Logo ele virou o rosto para a TV e ficou em silêncio, assistindo por alguns minutos. Eu estava travada, sem reação alguma, tentando disfarçar olhando o notebook, e o cara estava ali do meu lado, prestes a me foder novamente.
Mas ele nem havia me perguntado nada, se eu havia gostado de foder com ele, etc e tal. Ele não tocava no assunto. Era como se já soubesse de tudo. Até que ele se levantou. Eu logo tentei ser cortês e lhe ofereci um café da manhã. Ele apenas pediu permissão para ir ao banheiro e eu naturalmente concedi.
Senti um falso alívio dentro de mim, pois pensei que iríamos nos atacar. Era o que meu instinto queria fazer e pensei que conversaria com ele e tentaria contornar a situação a fim de suspender este caso, e não ceder a meus desejos.
De repente ele veio se aproximando de mim, totalmente nu e de pau duro. Eu estava sentada no sofá, com o notebook nas pernas. Me espantei e engoli em seco. Olhei pra ele assustada, mas depois larguei de uma vez o notebook e coloquei a boca naquele cacete que eu tanto desejava.
Chupei aquela rola carinhosamente, cuspi, lambuzei, punhetei, brinquei com suas bolas até que ele gozou no meu rosto. Aquilo foi demais. Talvez se meu marido visse como eu estava feliz naquele momento ele até me perdoaria a traição.
Bebi seu leite grosso e abundante, bem quentinho. Depois me levantei para limpar meu rosto e ele se sentou no sofá, ainda de pau duro. - Vem, Lívia!! Dá essa buceta pra mim de novo... vem cá... vem!! - ele falou, com aquele sorrisinho safado no rosto.
Eu o olhei nos olhos e meu coração bateu forte. Aquele pedaço de mau caminho sentado no sofá da minha casa, pelado, de pau duro, me chamando. Fui devagarinho até ele e, na sua frente, tirei meu shortinho juntamente com a minha calcinha e montei no seu pau.
Notei que o Diego gemeu gostoso assim que me penetrou. Eu estava em cima dele, com sua pica enfiada em mim até o talo. Peguei seu rosto com minhas duas mãos e o beijei calorosamente. Nos beijamos gostoso de língua enquanto eu pulava no seu mastro.
Ele me pegava pela cintura, me estimulando a cavalgar. De vez em quando eu olhava no rosto lindo dele, e via seus olhos verdes brilhando. Então parávamos por um instante e nos olhávamos profundamente. Não havia troca de palavras, apenas respiração ofegante e olhares gulosos.
Aquilo não podia ser verdade. Eu estava me apaixonando pelo Diego. Eu o beijava, lambia seu pescoço e continuava pulando naquele cacete gostoso. - Ahhhhhhhhh... amor... faz isso comigo não... por favorrrrrr... hummm... hummm... deussssssssss... que gostosoooooo, Diegoooooo!!!
Senti quando ele pôs o dedo no meu cu. Imediatamente gemi e joguei meu corpo pra trás, junto com meus cabelos longos. Gozei como uma louca, enfiando minhas unhas nas coxas dele. Que macho mais safado!! Eu estava louca por ele, queria ser sua mulherzinha e levar surra daquela pica todos os dias.
Depois que gozei ele me pegou de quatro no sofá, puxava meu cabelo e estocava em mim, violentamente, como da primeira vez. Foi aí que não me contive. Comecei a falar um monte de sacanagem, coisas do tipo "me fode, seu cachorro, seu puto, me arromba".
Até que eu ordenei: - Fode meu cu, caralho!! Não quero seu dedo... quero seu pau no meu cu... arromba ele todinho... mete tudo no meu rabo, seu filho da puta gostosoossssss!!
Quase me arrependi de ter falado isso. Ele parou de repente e me levantou, me jogou contra a parede, abriu minha bunda e foi metendo devagarinho no meu cuzinho. Eu gemia lentamente e arranhava a parede da minha casa.
Aquilo era o paraíso pra mim. Tentei olhar pra ele, mas ele segurou minha cabeça contra a parede e eu decidi obedecer e gozar no ápice da nossa foda. Ele segurava minha perna e comia meu rabo com gosto e eu enlouquecia de gemer, metendo minhas unhas na parede.
- Diegoooooo... filho da putaaaaaa... come sua cachorrinhaaaa... come... seu taradooooo... está me rasgandooooo... safadooo... ahhhh... ahhhh... sou sua putinhaaaaa... mete mais... hummmm... hummm... fode esse cu... vou gozarrrrrrr... meu deusssssss... aiiiiiiiii... aiiiiii... - gemi deliciosamente e gozei com aquela rola na minha bunda.
Como ele não tinha gozado ainda, pedi um descanso pra mim e depois fodemos na cozinha, na mesa da cozinha, na mesma mesa onde almoço com o meu marido. Mas que atrevimento da minha parte! Mas a foda estava gostosa demais pra eu pensar em arrependimento.
Depois que o Diego gozou nós fomos para o banheiro, tomamos banho juntos, trocamos carinhos e resolvemos almoçar juntos. Depois do almoço, tornamos a fazer sacanagem. Fomos para o meu quarto, onde antes de iniciarmos nossa foda, fizemos um delicioso 69.
Ele me segurou de cabeça pra baixo em seus braços enquanto eu o chupava deliciosamente e ele lambia e chupava minha xoxota faminta. Logo ele me jogou com violência na cama e veio com tudo para cima de mim, e fodia minha buceta. À essa altura eu já não gemia baixo, eu gritava de prazer, segurava seu peitoral, acariciava seus quadris e ele continuava a me foder.
Por fim gozamos juntos e dormimos cansados, ofegantes e abraçados até o fim da tarde. Hora da despedida. Desta vez nos beijamos intensamente, nos abraçamos, ele me deu um tapinha na bunda, subiu naquela moto e foi embora, sem palavras, como sempre.
Ah, Diego, seu safado!! Te amo tanto!
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