Meu nome é Juliana, tenho 23 anos de idade e estou casada há apenas 4 anos com o Mauro, que foi o primeiro e até então era o único homem na minha vida. Meu marido sempre foi muito atencioso comigo, mas isso não evitou que eu começasse a fantasiar com outros machos.
Os homens me acham bonita e vivem mexendo comigo na rua. Sou morena clara, 1,60m de altura, nem muito magra nem gorda, olhos castanhos e boca bem pequena. Meus seios são médios e minha bunda é pequena e um pouco chapada, mas como sou um pouco curvadinha pra trás, ela fica até bonita.
No geral eu chamo muito a atenção dos homens, principalmente quando eles estão em grupos. Já ouvi todo tipo de provocação e às vezes fico rindo por dentro quando ouço algo do tipo "que peitos gostosos que você tá levando aí, heim?".
Um dia eu estava voltando do supermercado e um homem passou por mim e falou baixinho: "me dá de mamar, moça... estou precisando crescer mais!". Meu deussss! Fiquei espantada com esse comentário e mais ainda ao perceber minha buceta ficar molhadinha com tal safadeza. Que loucura! Tenho uma irmã chamada Paula. Ela é mais velha do que eu, tem 29 anos e está casada com o Daniel há 6 anos. Eles moram bem em frente à minha casa. Na verdade, quase toda a minha família mora perto uns dos outros. E isso facilita muito o nosso contato.
Eu sempre achei o Daniel muito bonito, engraçado e conversador. Eu adorava ir para a casa da minha irmã só pra ficar perto dele, dando risadas de suas piadas bobas e de duplo sentido. Mesmo já estando casada eu o desejava muito, mesmo sem ter esperança alguma de colocar isso em prática.
O problema é que meu marido começou a chegar em casa sempre cansado e eu, talvez por falta de sexo, comecei a sonhar com o Daniel transando comigo, de forma bruta mesmo, me transformando em sua putinha safada. Por várias noites isso aconteceu e eu acordei com a xoxota toda melada. Eu precisava fazer alguma coisa ou ia acabar ficando louca. Há uns três meses, pela manhã, meu esposo já tinha saído para o trabalho e eu fiquei em casa aproveitando as minhas férias. Eu estava na cozinha preparando as coisas para o almoço quando ouvi alguém bater na porta. Era a minha irmã.
- Juliana... preciso da sua ajuda... que raivaaaaaa!!... estou com vontade de matar o Daniel! - ela entrou e vi que ela estava realmente muito chateada. - O que foi, Paula? - perguntei calmamente.
- Ontem ele inventou de assistir um jogo na casa dos amigos e só chegou agora, completamente bêbado! - ela explicou. - Me deu vontade de enfiar uma panela na cara dele!... que droga!... tive que levar os meninos na escola e agora estou atrasada para o serviço! - Nossa!!... não acredito nisso! - falei demonstrando espanto, já que o Daniel sempre foi um cara certinho.
- Então... eu preciso que você fique de olho nele pra mim! - minha irmã falou. - Fico com medo de ele acordar e sair pra rua sem trancar a casa!
Ela falou isso e me deu a chave de sua casa, recomendando que eu fosse até lá de vez em quando dar uma olhada no meu cunhado. Em seguida ela se despediu e saiu apressada. Esperei alguns minutos até a minha cabeça processar tudo aquilo e um sorriso maquiavélico se desenhou nos meus lábios.
Terminei rapidamente o que eu estava fazendo e fui tomar um banho. Depois preparei um suco e fui alegremente para a casa do meu cunhado. Aquela era uma oportunidade que eu não ia deixar escapar por nada. Meu corpo queimava, só de aproveitar que o meu cunhado estava bêbado e poder tocar o pacotão que ele leva entre as pernas.
Chegando lá eu abri a porta e entrei. - Daniel... você está aí?... trouxe seu café da manhã! - falei e logo o avistei deitado no sofá da sala, de bermuda e camiseta. Nossaaaaa! Ele estava lindo. Me ajoelhei ao lado dele. "Você é tão gostoso, sabia?", falei baixinho, entre os dentes, com a minha buceta já molhando o fundo da minha calcinha.
- Daniel... acorda... vem dormir na sua cama, vem! - falei e passei a mão em seu rosto. Ele pareceu nem perceber a minha presença e continuou dormindo como uma pedra. Olhei para o volume da bermuda dele e meu corpo começou a tremer.
- Cunhadinho querido... acorda... eu trouxe um suco pra você! - falei e aproximei a minha boca do ouvido dele. - Se você não acordar eu vou tirar a sua roupa... pra você dormir mais tranquilo, tá?... meu deussss, Daniel... eu vou abusar de você... eu vou subir em cima de você! - falei louquinha de desejo.
Como o Daniel não se movia de jeito nenhum, eu aproximei minha boca e dei um beijinho em seus lábios. Novamente ele nem se moveu, e continuou roncando. Enfiei minha língua entre seus lábios e saboreei sua saliva, ainda com gostinho de álcool.
- Que coisa feia, Dani... - falei baixinho, com a minha boca colada na boca dele. - Você dormindo assim e eu aqui doidinha pra te dar prazer!... eu vou aproveitar um pouquinho de você, tá? - cochichei no ouvido dele e aproximei a minha mão do botão de sua bermuda.
Fui abrindo a bermuda dele lentamente e baixei sua cueca um pouquinho. A pica dele apareceu, linda e gostosa, mesmo estando flácida. Minha boca se encheu de água, já que o meu marido nunca me pediu para beijar seu pênis, nem quando a gente namorava. Eu até insinuava, mas ele achava isso coisa de puta.
- Vou chupar seu pau, tá, Daniel?... deixa eu chupar ele bem gostoso? - falei e fui aproximando minha boca de sua pica. O cheiro era de pinto sem lavar, de sêbo, de macho suado, o que me deixou mais louca ainda. Dei um beijinho na cabeça da rola e olhei para o rosto dele. Percebi que ele dormia tranquilamente e resolvi ir adiante.
Carinhosamente peguei o pau dele com a minha mão e continuei a beijá-lo, por toda a sua extensão, massageando suas bolas. Meu cunhado continuava completamente adormecido e eu, para dar mais espaço à minha mão, puxei toda a pica dele para fora de sua bermuda e comecei a mamar igual uma cabritinha faminta.
Nossaaaa!! Eu passava a minha boca na vara dele de cima abaixo, e sua ereção fazia com que a minha excitação aumentasse ainda mais. Já mais atrevida eu chupei e babei com muita vontade mesmo, enquanto seu pau crescia cada vez mais. Por dentro eu fiquei tão emocionada ao perceber que eram as minhas carícias que estavam fazendo aquele pau ficar tão grande.
De repente eu percebi que a pica do meu cunhado já estava completamente dura, grossa e quente. Quase chorei de tão feliz que fiquei ao ver aquele pedação de carne linda, uns 21cm de piroca todinha pra mim, pulsando nas minhas mãos e no meu rosto. E eu ali, ajoelhada ao lado do sofá, igual uma criança quando ganha um brinquedo novo.
- Daniel de deussssss... que pau mais gostoso que você tem, meu amor...! - sussurrei enquanto tentava enfiar a rola todinha na minha boca. - E você chupa muito gostoso, Juliana! - meu cunhado falou e levei um susto tão grande que achei que eu ia morrer.
Fiquei completamente sem ação, com cara de boba, olhando para o Daniel e vendo sua cara de safado se divertindo com a minha cara de tacho e sua pica entre os meus lábios. Eu não sabia se tirava o pinto dele da minha boca e ia embora para a minha casa ou se ficava ali pra ver o que ia acontecer em seguida.
- O que aconteceu, gatinha?... pode continuar chupando! - meu cunhado falou e, se levantando, ficou de pé na minha frente. Eu continuava ajoelhada e perdida, sem saber bem como reagir. - Daniel... eu... eu... desculpa... não sei o que passou pela minha cabeça...! - tentei justificar.
- Deixa de ser boba!... vem cá... pode chupar mais! - ele falou e, pegando na minha mão, a colocou em seu pau de novo. - Nãooooo... não quero mais... a Paula vai ficar sabendo... e tem o Mauro também... se ele souber disso eu estou ferrada! - falei desesperada.
- Ninguém vai ficar sabendo não, Juliana... vem... termina o que você começou! - o Daniel falou com cara de pidão. Meu deussss! Ele estava lindo com aquele pauzão balançando na altura do meu rosto. Não resisti. Suspirei fundo e segurei a rola dele com uma das mãos.
Aproximei minha boca e dei beijinhos na cabeça da pica dele, como se estivesse agradecendo a ele por me permitir aquele delicioso prazer. - É assim que você gosta, é? - perguntei e, abrindo bem os meus lábios, engoli quase metade da pica dele. Meu cunhadinho gemeu suavemente.
- Sim, minha delícia... que boquinha mais gostosa, Juliana... eu não sabia que você sabia chupar assim! - ele falou e fiquei toda orgulhosa. Chupei o pau dele lentamente, alternando entre beijos na cabeça e no saco. Nossaaaaa! Babei em toda a pica dele, fazendo meu cunhado virar os olhos de tanto tesão.
De repente o Daniel me segurou pela cabeça e começou a enfiar na minha boca como se estivesse me fodendo. Até me assustei na hora, pois aquilo era novidade pra mim. Enquanto ele marcava o rítmo eu tentava não ficar sem fôlego.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhh... delíciaaaaaaaa... que boca gostosaaaaa... deixa eu foder essa boquinha linda! - ele falava, cada vez mais agitado.
Pensei que eu ia morrer afogada na minha própria saliva. O Daniel estava enfiando seu pau todinho na minha garganta, cada vez mais fundo e rápido. E eu estava me sentindo a mulher mais feliz, por estar saboreando o pau do meu cunhadinho lindo. Rapidamente me adaptei ao rítmo de entra e sai da pica dele na minha boca.
Segurei o pênis dele com ambas mãos e um rítmo frenético se apoderou de mim. Enquanto eu chupava a cabeça da rola eu a punhetava bem rápido. Eu sempre tinha desejado chupar o pau do meu marido, e agora eu tinha à minha disposição a pica do homem mais lindo da família, o meu novo maridinho, o Daniel, meu cunhadinho safado.
- Devagarrrrrrrr... Julianaaaaaa... devagarrrr... senão eu vou goz...! - o Daniel falou entre gemidos e tentei parar. Mas já era tarde demais.
Um líquido grosso, quente e salgado desceu pela minha garganta. Meu deussss! Que deliciaaaa!! A porra dele não parava de sair da cabeça da pica e eu desesperada, tentava engolir tudo, até a última gotinha.
- Julianaaaa... que loucuraaa!!... era pra você ter parado! - meu cunhado falou rindo e se sentou no sofá. Me sentei ao lado dele. - Ué... por que?... você não queria gozar? - perguntei me fazendo de boba.
- Sim, eu queria... mas... é que gozei na sua boca sem perguntar se você queria engolir minha porra!
- Por que, Daniel?... faz mal engolir? - arregalei meus olhos de propósito e perguntei a ele. - Não é isso, Juliana... é que a maioria das mulheres não gostam!
- Ah... pois eu adorei, cunhadinho! - falei e dei um beijinho nos lábios dele. - E olha que foi a minha primeira vez!
- Primeira vez que engoliu porra? - ele perguntou, fazendo cara de espanto. - Não, seu bobo! - falei e ri. - Primeira vez que chupo um pau!
- Sérioooooo?!?... eita, porraaaaaa!... e o Mauro?... você nunca chupou o pau dele?
- Nunca... ele nunca deixou eu nem dar um beijo no pau dele! - falei toda calma. - Mas agora acabei de chupar o seu e até deixei você gozar na minha boca! Nossaaaaaa! Estou realizada! Obrigada, tá? - falei e me levantei do sofá. Meu cunhado se levantou também.
- Juliana... por ser sua primeira vez eu acho que você já é uma profissional... nenhuma mulher tinha me chupado tão gostoso... nem a Paula! - Sério?!?... nossaaaaaaa!... obrigada! - respondi e dei um beijinho nos lábios dele. - Agora preciso ir, tá?
- Já vai, princesa?!?... mas você não quer sentir esse pau nessa sua bucetinha gostosa? - o Daniel me agarrou pela cintura e me perguntou. - É o que mais quero, cunhadinho... mas você já gozou! - falei fazendo cara de triste.
- Você não me conhece, gatinha!... deixa só eu ir no banheiro dar uma mijada!
Meu cunhado falou isso e saiu apressado para o banheiro. Me sentei no sofá e fiquei esperando. Eu não estava acreditando. Depois de tanto tempo eu finalmente ia transar com o Daniel.
Minha sorte era tanta que eu já estava desconfiada, com receio da minha irmã voltar pra casa dela de repente e me encontrar alí.
- Está pronta, princesa? - ouvi a voz do Daniel e me virei. O safado entrou na sala com um sorriso no rosto e o pauzão balançando entre as pernas. Percebi que a ereção dele estava voltando a 100km por hora. Me levantei e nos abraçamos por alguns segundos. Enquanto eu punhetava sua vara ele voltou a beijar a minha boca.
- Quero te foder de quatro, Juliana... bem aqui no sofá... vem! - ele falou e, com um leve movimento, me empurrou para a frente e me colocou de quatro no sofá. Em segundos ele levantou a minha saia e puxou minha calcinha para baixo.
- Com camisinha, tá? - empinei minha bunda e falei pra ele bem baixinho, olhando-o por cima do meu ombro. - Camisinha?!?... aqui em casa não tem camisinha não, gata! - ele falou e já foi se ajeitando atrás de mim.
- Nãoooooooo... sem camisinha não... eu estou trocando meu anticoncepcional, Daniel... a médica disse pra eu fazer só com camisinha por uns dias! - insisti. - Que merda, heim? - ele falou e fiquei até com dó da carinha que ele fez.
- Sim... eu e o Mauro só queremos filhos depois que eu terminar a faculdade! - expliquei e vi que a minha transa com o meu cunhado ia ter que esperar.
- Mas... e se eu tirar na hora?... e não gozar dentro?... vamos... estou louco pra sentir essa sua xoxotinha, Juliana!
Fiz cara de chateada e fingi que estava pensando um pouco. - Tá... meu deusssss... tá bom... mas tira antes, tá? - falei e me ajeitei novamente de quatro no sofá, bem empinadinha. Meu cunhado veio, passou um pouco de cuspe na minha entradinha e encaixou a cabeça do pau.
- Ohhhhhhhhhhhhhhh... Daniel... faz bem devagarrrr... ahhhhhh... está entrando... m-m-m-muito, a-a-a-amorr... uhhhhhhhhhhhhhhh...!! - gemi como uma desesperada quando ele me segurou firme pela cintura e forçou seu corpo contra o meu. O pau deslizou pra dentro de mim, me abrindo todinha, centímetro por centímetro.
- Caralhooooo... que bucetinha mais apertada... sua deliciosaaaa... putinha deliciosaaaa...! - ele me abraçou bem forte e começou a falar coisas no meu ouvido. Que loucuraaa!! A pica dele estava quase rasgando as beiradas da minha xaninha. Mas a sensação de estar sendo penetrada pelo meu cunhado era algo difícil de explicar.
O Daniel começou um vai-e-vem bem rápido mesmo, sempre me segurando firme pela cintura e dando beijinhos nas minhas costas e nuca. De repente ele levou uma das mãos aos meus cabelos e a enrolou. No primeiro puxão que ele deu eu me derreti. Eu estava dominada pelo macho que comia minha irmã e que agora estava me comendo também.
- Deussssssss... vou gozarrrrrr... Daniel... v-v-v-vouuuuu... gozarrrrrr... ahhhhhhhhhhhhhh...! - senti um arrepio subir pelas minhas pernas e explodir na minha cabeça. Eu estava gozando no pau do meu cunhado. Rebolei minha bunda e contraí minha buceta, tentando prolongar o meu prazer ao máximo.
- Isssooo... safadinha linda... goza gostoso nesse pau, Juliana... goza no pau que a sua irmã adora! - o safado falava enquanto eu tentava recuperar meu fôlego. Nossaaaaa!! Minhas vistas escureceram e eu achei que ia ter um ataque do coração.
- Agora eu quero que você venha por cima, princesinha linda! - o Daniel falou e se sentou no sofá, com a picona apontando pra cima. Nem pensei duas vezes. Terminei de tirar minha calcinha, enrolei minha saia na minha cintura e parti pra cima dele. Que delícia!!
Enquanto eu subia e descia em seu membro duro e quente, o Daniel levantou a minha blusa e o meu sutiã e chupou deliciosamente os meus seios. Em questão de segundos meus pelinhos todos se arrepiaram e eu gozei de novo no pau dele. E meu cunhado apenas ria do meu desespero.
- Merdaaaaa... merdaaaaa... levantaaaaa... levantaaaa... sai de cima, Julianaaaaa...!! - o Daniel falou de repente e até me assustei. Com suas mãos ele me tirou de cima dele e me jogou de lado no sofá. Não tive nenhuma reação quando o pau dele saiu cuspindo porra de dentro da minha xoxota.
Abri a boca e abocanhei a pica dele, tentando beber o restinho de esperma quentinho. Enquanto isso levei os dedos na minha xoxota e tive a desagradável surpresa: ele tinha gozado um pouco dentro de mim. Na hora me levantei e corri para o banheiro, e ele veio junto.
- Meu deusssss... Daniel... você gozou dentro... o que eu vou fazer agora? - falei preocupada, enquanto eu pegava papel higiênico e tentava me limpar ao máximo.
- Não vai acontecer nada não, Juliana... foi só um pouquinho... e só na entrada! - ele falou e procurou me acalmar.
Me limpei mais um pouquinho, vesti a minha calcinha, ajeitei a minha roupa e me preparei para ir embora, não sem antes abraçar o meu cunhado e dar mais alguns beijos em sua boca. - Gatinha... você foi maravilhosa, sabia? - ele falou com um lindo sorriso nos lábios.
- Nossaaaaaa... eu sempre quis fazer com você, Daniel... você nunca percebeu? - Percebi algumas vezes, sua assanhada... principalmente quando você ficava me mostrando sua calcinha aqui em casa! - ele falou e começamos a rir.
- É nosso segredo, tá?... hoje eu deixei você usar dois dos meus três buraquinhos... se você se comportar direitinho eu deixo você usar o terceiro! - falei e me abaixei para chupar a rola dele mais um pouquinho. - Agora vai dormir um pouco antes que a minha irmã chegue!
Me despedi do Daniel e voltei para casa toda contente. Assim que abri o portão da minha casa eu senti a porra dele descer para o fundo da minha calcinha. Meu cunhado lindo e safado tinha gozado bem no fundo da minha xoxota.
E o mais estranho é que parecia que eu já estava sentindo o bebêzinho brotar no meu ventre, o bebêzinho que o meu cunhado tinha acabado de fazer em mim. E eu não ia fazer nada para evitar aquela gravidez.
[Continua em "Meu cunhado deu leitinho quente na minha boca - Parte 2"]
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