Conheci meu sogro Moacir uns três meses antes do meu casamento. Meu esposo Beto me levou à sua casa para que eu conhecesse sua família. Foi um almoço super agradável, e, de imediato, gostei do Seu Moacir. A minha sogra Dona Adélia me pareceu antipática no início, mas logo nos tornamos boas amigas.
E então me casei. Passaram-se alguns meses e, no nosso primeiro verão de casados, meu marido combinou com seus pais uma viagem para o Nordeste, para conhecermos as praias. Nunca gostei muito de praias, pois fico toda queimada, com a pele bastante dolorida.
No entanto meu marido me falou dos hotéis e outros lugares bonitos que a gente poderia visitar. Além disso, ele me explicou que a gente poderia ir para a praia bem de manhã ou no finalzinho da tarde, de forma que o sol não me castigasse tanto.
Viajamos e nos hospedamos em uma apartamento com dois quartos, banheiro compartilhado, uma pequena sala e uma cozinha, também pequena, tudo de frente para as piscinas do hotel. Meus sogros ficaram em um quarto e eu e meu marido ficamos no outro. Desde a primeira vez que vi o meu sogro de sunga eu já fiquei surpresa. Se podia ver com facilidade o tamanho da rola dele, mesmo mole. Era um volumão mesmo. E ele ficava se exibindo na área das piscinas, se achando, com aquele pacotão na frente. Eu olhava aquilo a todo momento, discretamente, é claro.
No segundo dia de viagem fomos todos para a praia, bem cedo mesmo. E eu novamente de olho no pacotão do Seu Moacir, bem discreta, disfarçando o máximo que eu podia. "Essa vara deve triplicar de tamanho ao ficar dura!", pensei várias vezes comigo mesma. Por volta das 10hs eu voltei para o hotel, para evitar me queimar, e eles falaram que ficariam lá por mais um tempo.
De volta ao hotel eu fui direto para o meu quarto. Nem tomei banho. Como não havia mais ninguém por lá mesmo, eu me deitei na cama e tirei a parte de cima do meu biquini, para deixar meus peitos descansarem um pouco. Liguei a TV e comecei a assistir. Não demorou muito e peguei no sono, com meus seios descobertos. Senti que alguém abria a porta do apartamento e acordei assustada, tentando colocar minhas idéias em ordem. Antes que eu pudesse vestir a parte superior do meu biquini o Seu Moacir entrou no meu quarto e me viu daquela forma, com os peitos à mostra.
- Seu Moacir?!?... meu deusssssss!!! O que?!?... o que o senhor faz aqui??? - falei, muito constrangida, tentando esconder meus seios com as mãos. Ao mesmo tempo eu dei um pulo da cama e fiquei em pé, na frente dele. Os olhos dele estavam fixos em mim, me analisando dos pés à cabeça.
- Eu vim ver como você estava, Ana! - ele falou calmamente. - Puxa vida!! Podia ter batido na porta! Olha como eu estou!... cadê a Dona Adélia? Cadê o Beto?? - continuei falando. - Calma, meu bem! Eles ainda estão lá! Eu vim sozinho! - meu sogro falava, me olhando como um lobo prestes a devorar a presa. Nisso os meus olhos foram direto para o volume na sunga dele. Estava enorme. Que pacotão! E o volumão não parava de crescer. Parecia que o pau dele ia rasgar aquela sunga a qualquer momento. Meu deusssss!! Perdi o controle total da situação. Eu não sabia se continuava brigando com ele, por ter me visto quase pelada, ou se pedia pra ver aquela pirocona mais de perto.
Levantei meu olhar novamente e meus olhos se encontraram com o olhar fixo do Seu Moacir. Por uns instantes o mundo congelou ao meu redor. Que constrangimento foi aquele. Eu nunca tinha estado em uma situação semelhante. - Tú é uma puta safada mesmo, Ana!! Tú acha que não percebi você me olhando, né? - ele falou, com a voz firme e dominadora.
Meu deus do céuuuuu!!! Fiquei completamente sem resposta, e sem ação também. E essa minha indecisão era tudo que o Seu Moacir queria. E ele soube aproveitá-la. De imediato ele baixou sua sunga e seu pau saltou para fora, duro, curvado para o lado, grosso e comprido, bem maior que o pênis do meu esposo Beto.
Fiquei deslumbrada com aquela vara. Que membro enorme! Com um empurrão meu sogro me jogou na cama e ficou de pé, bem na beira. Me sentei e não perdi tempo. Segurei bem no meio do pênis dele e comecei a chupar. Hummmmmmm! Cheiro de rola mesmo, de macho safado e comedor.
A cabeça do pênis do Seu Moacir estava com um gostinho salgado, talvez por causa da água do mar, mas não era ruim na boca não. - Isssooooo... delícia... que boca mais gostosa que a minha nora safada tem... mama gostoso, vai... mama nessa rola! - meu sogro falava e eu caprichava no boquete.
Nós dois sabíamos que não tínhamos muito tempo, e o meu marido ou a Dona Adélia, ou ambos, poderiam chegar alí a qualquer momento. - Tú é uma cachorra safada, Ana... puta safada... fica na posição de cachorra, fica! - ele falou, depois que o chupei mais alguns segundos.
Eu entendi que meu sogro estava me pedindo pra eu ficar de quatro, e nem me importei de ser tratada como cachorra. Fiquei de quatro na beirada da cama e empinei minha bunda ao máximo. O Seu Moacir veio e desamarrou a calcinha do meu biquini, expondo minha xota.
- Uhhhhhhhhhhhhh...!! - deixei escapar um gemido quando ele me deu uma lambida, bem em cima do meu grelo. Em seguida ele continuou chupando minha buceta, por trás, e espalhando saliva por toda a minha xota. Na verdade ele nem precisava passar cuspe, pois eu já estava muito molhada com toda aquela situação.
Então ele me pegou, por trás, firme e decidido. Suas mãos apertaram a minha cintura, para que eu não escapasse dele, enquanto o pau entrou em mim, quase rasgando. - Ahhhhhhhh... deva... garrrr... mais... devagarrrrr... Seu... Moacirrrrr... está... doendooooooo... muitooooooo...! - gemi, sentindo como o pau dele estava me abrindo por dentro.
Meu sogro não teve dó de mim, e me castigou mesmo na vara dele. Com um metida rápida e sem pausas, senti ele me preenchendo até o fundo da minha buceta. Gemi e reclamei muito. Felizmente a TV estava ligada e ajudou a disfarçar os meus gritos e gemidos.
Meu sogro foi me empurrando para a frente e saí da posição de quatro para deitada de bruços. Nessa hora eu imaginei que o Seu Moacir ia comer o meu cú, já que ele montou nas minhas costas, em cima da minha bunda. Nossaaaaa! Nessa posição ele abria meu bumbum com suas mãos e seu pau entrava e saía da minha buceta sem nenhuma resistência.
Fiquei curtindo aquela penetração gostosa e já estava a ponto de gozar no pau do meu sogro, quando ele me soltou de repente e me colocou de ladinho.
- Delícia... que nora mais gostosa... essa nora merece um tratamento especial... Ana de deusssss!!!... que racha de bunda mais gostosaaaaa!!! - ele falou, abrindo as bandas da minha bunda e passando cuspe no meu rêgo.
Fiquei deitada de lado, com a bunda bem empinada. O que eu tanto queria ia acontecer. Meu sogro ia comer o meu cú. Eu ia finalmente ficar com a rola do meu sogro atolada no meu rabo. Ohhhhhh! Depois de tanto tempo sentindo o pênis pequeno do meu esposo, sentir um pau grande e grosso no meu cuzinho era um dos meus maiores sonhos.
Ah, e se não fosse o meu sogro seria outro homem. Eu não poderia passar o resto da minha vida me contentando com pouca coisa não. O sexo insonso com o meu esposo e seu pênis pequeno já estavam era me provocando um tédio danado.
- Ohhhhhhhhhhh... deussssss... aiiiiii... aiiiii... de... va... garrrrrr... Seu Moacir... ahhhhh... está doendooooooo... muito... uhhhhhhhh...!!! - gemi de dor e prazer ao mesmo tempo. O pau do meu sogro entrou rasgando o meu cú, esticando todas as minhas pregas e me invadindo, me abrindo por dentro. Senti como as paredes do meu reto se expandiam para dar espaço para aquele pauzão do meu sogro.
Naquele momento eu só queria que o Beto, meu esposo, me visse sendo enrabada. Enrabada pelo próprio sogro. Eu queria que o meu marido visse como o seu pai, ou qualquer outro homem, me dava o prazer que ele não era capaz de me dar. Com o meu cú espetado no pau do meu sogro eu estava me sentindo uma verdadeira puta, mas eu queria mais. Eu queria humilhar o meu marido por ter um pênis tão pequeno.
- Anaaaa... tú é uma puta safada... ahhhhh... cuzuda gostosa... puta safadaaa!! - meu sogro metia no meu rabo e falava. - Meu filho vai ser corno pra sempre... com uma mulher gostosa dessaaaa... adianta ele ser engenheiro... e ser corno... ahhhhhhh... que cú gostosoooooo... e vai ser todo... meu...!!
O Seu Moacir ficava falando essas coisas e se aproveitando ao máximo da minha bunda, me abraçando por trás, de ladinho, beijando a minha nuca e cheirando meus cabelos. Que delícia de macho! Meu sogro comia o meu cú, mas acho que o maior prazer dele era estar possuindo a mulher do seu próprio filho.
- Seu... Moacirrrrr... eu... ahhhhhhhh... meu... sogroooooo... eu... vou... ohhhhhhh... estou... gozan... dooooooooo...!! - explodi em um orgasmo super delicioso. Gozei pelo cú. Gozei dando o cú para o meu sogro. E percebi que ele já estava quase gozando também, pois seu pau estava super inchado. Rapidamente ele tirou o pau do meu cú e, já gozando, enfiou o pênis na minha boca, terminando de ejacular na minha garganta.
Que loucura! Até hoje não acredito que eu deixei ele fazer aquilo comigo. Era a primeira vez que eu sentia o gosto do meu próprio ânus misturado com pôrra. Na hora eu não senti nojo nenhum. Tudo que eu senti foi um prazer enorme por estar sendo uma puta safada. Talvez a puta mais safada do mundo.
Depois que gozamos meu sogro saiu às pressas do apartamento, falando que ia voltar para a praia antes que minha sogra e meu esposo percebessem sua ausência demorada e ficassem preocupados, já que ele tinha falado pra eles que ele ia apenas conhecer melhor os arredores da praia.
Depois desse dia eu fui também a mulher do meu sogro. Isso mesmo. Virei a mulher do meu sogro, além da Dona Adélia, é claro. Eu dava pra ele sempre que ele me queria. Nem minha sogra nem o meu marido nunca suspeitaram de nada. Mas meu marido era sonso demais. Houve um dia que meu sogro dormiu na minha casa e me comeu em cima da minha cama, enquanto meu marido roncava ao meu lado.
Foram vários anos assim, com meu sogro comendo o meu cú quase todas as semanas. Ele ficou tão viciado na minha bunda que nem queria mais minha buceta. E assim foi, até que meu cunhado mais novo se casou com uma menina novinha e meu sogro, do nada, perdeu seu interesse por mim.
Não posso provar, mas suspeito que a nova nora tinha acabado de se transformar no novo brinquedinho do meu sogro. E ela ia sofrer, com certeza. Uma magricela daquelas ia ter muito trabalho para aguentar a rolona do Seu Moacir no cú. Ele ia era matar ela, isso sim.
E vocês? O que você acham que aconteceu?
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