Depois daquele dia o Júnior passou a me procurar durante todas as noites que ele dormia comigo. Como ele se esfregava em mim, sem saber como lidar com aquela situação, fui deixando, permitindo que ele se divertisse comigo. Cheguei ao ponto de permitir que ele me beijasse na boca, e nessa mesma noite masturbei ele.
Foi estranho ver meu filho gozando no meio das minhas pernas, na minha calcinha, até na minha camisola, encharcando ela toda de porra. Eu me mantinha em silêncio e esperava ele acabar com aquilo logo, angustiada, sentindo um tremendo remorso me comer por dentro.
Quando eu achava que a situação estava um absurdo as coisas tomaram um rumo que, para mim era impossível de acontecer, mas que talvez fosse inevitável.
Era um sábado pela noite. Eu lia no meu quarto com apenas a luz do abajur acesa e o Júnior dormia coberto ali do meu lado. Logo ele repousou uma mão na minha barriga e começou a me acariciar ali. Quando olhei para ele vi que estava acordado e me olhava com uma cara de "pidão" como que me dizendo: "Mãe, eu quero sexo com a senhora". Em seguida ele começou a forçar meu ombro para eu virar de lado na cama.
Olhei nos olhos dele um pouco contrariada mas logo me virei. Senti ele levantando minha camisola e passando a mão na minha bunda. Logo senti que ele estava abaixando sua cueca para, em seguida, abrir minha bunda com as duas mãos e, se aproximando mais de mim, alojou seu pau no meio das minhas nádegas.
Ele começou um leve movimento de vai-e-vem como se tivesse me comendo de verdade. Eu fiquei ali, como sempre, em silêncio, balançando no seu ritmo. Depois de um tempo assim ele tirou seu pau do meio de minhas nádegas. Estranhei isso, porque ele ainda não tinha gozado. Logo senti seus dedos esfregando minha boceta por cima da calcinha, o que me assustou bastante, já que nunca ele fazia isso. Ele retirou a mão de lá e agarrou nos meus seios por cima da minha camisola. Depois passou a mão pelo decote da camisola apertando meus seios nus. Eu estava pasma com sua ousada atitude.
Brincar nas minhas nádegas era uma coisa, agarrar nos meus seios e passar a mão na minha boceta era outra.
Depois que ele apertou um pouco meus seios, ele retirou a mão de lá e voltou a esfregar na minha boceta por trás, por cima da calcinha. Logo senti ele puxar minha calcinha de lado, expondo minha bucetinha. Em seguida senti seus dedos passando por toda a extensão da minha fenda. Eu estava mais assustada que nunca, e me tremia toda. Ele ficou com os dedos ali, brincando um pouco na minha boceta. Manteve minha calcinha puxada de lado com a mão e foi colando seu corpo no meu.
Eu gelei, e meus olhos estavam esbugalhados. Eu simplesmente não sabia o que fazer, o que falar, me sentia culpada e pensava que eu tinha sido a responsável por deixar aquilo chegar onde chegou. Não me sentia na moral de impedir o que estava para acontecer.
Meu filho ia me comer. Eu sabia que ele ia meter. Ele sabia que eu ia dar para ele. Com muita coragem, criei forças e falei num tom de reprovação:
- Júnior, não faz isso não, meu filho!
Parece que ele nem deu ouvidos à minha súplica. Logo senti seu pau roçar na minha boceta, esfregando por toda extensão da minha fenda. Em seguida ele colocou na entrada e foi forçando pra dentro de mim. Eu senti a cabecinha passar e o resto se alojando dentro de mim até sentir os pelos do seu saco encostarem na minha bunda.
Meu deussss!!! Meu filho estava atolado na minha buceta. Sem demora ele começou um vai-e-vem que logo se transformou em um vai-e-vem desesperado. Ansioso, ele estocava com força na minha boceta me fazendo segurar para não gemer, ficando apenas respirando bem forte no ritmo das suas investidas.
Ele me comia com violência, o que me provocava uma imensa dor, já que eu estava completamente seca. Meu corpo balançava muito e meus olhos estavam lacrimejados. Meu filho estava me comendo. Consegui juntar forças e disse em desespero:
- Júnior... por favor... goza logo... goza... tá doendo, meu filho... vai depressa!!
Depois de uns dez minutos metendo em mim assim, feito um desesperado, meu filho foi aumentando a velocidade, e pensei: "ele vai gozar dentro de mim."
Dito e feito, logo eu senti minha boceta alagando com a porra do meu filho. Ele não parava de gozar. Foi soltando todo seu esperma dentro de mim, me lambuzando inteira. Depois que terminou ele ainda ficou fazendo um vai-e-vem de leve dentro de mim, com seu pau já mole.
Depois de alguns segundos ele finalmente parou, mas manteve seu pau ali, enfiado na minha xoxota. Ele então se agarrou em mim e ficou passando a mão nos meus cabelos. Eu estava em choque, não conseguia falar nada e sentia um imenso remorso.
Como muitas outras, passei essa noite em claro, só que desta vez sentia meu filho agarrado em mim com seu pau dentro da minha boceta, que estava encharcada de porra. Confesso que me senti suja. Aquilo era incesto entre mãe e filho, algo que eu não estava acreditando.
Depois desse dia ele passou a querer dormir comigo mais frequentemente e, sempre que vinha metia na minha boceta. Eu sentia muito remorso, mas depois de um tempo fui me acostumando com a situação. Achei que talvez fosse coisa da idade, os hormônios e tal.
Minha buceta ainda doía muito com a penetração, pois eu sempre ficava seca, já que nunca me excitaria com meu próprio filho. Mas, mesmo assim eu deixava ele se divertir comigo. Às vezes eu até facilitava o seu trabalho indo dormir sem calcinha.
Quando ele me olhava com aquela cara de safado eu já virava de ladinho e deixava ele se divertir comigo, afinal mãe é sempre mãe. Muitas vezes eu ficava muito angustiada enquanto ele metia, mas nada dizia, apenas balançava no seu ritmo e esperava que ele terminasse logo, gozando tudo dentro de mim.
Um tempo atrás aconteceu uma coisa que até então era incomum. Minha filha, a Nádia, foi dormir na casa de uma amiguinha dela da escola. Minha filha já estava com 17 anos e meu filho com 15. Já eram oito da noite quando eu saí do banho, vesti minha camisola, uma calcinha e fui pra sala para ver o jornal.
Como fazia muito frio, eu me deitei no sofá e me cobri com uma manta. Pouco depois meu filho apareceu e deitou no mesmo sofá atrás de mim e também se cobriu com a mesma manta. O jornal começou e logo senti meu filho me encoxando e se esfregando no meu traseiro.
Achei estranho sua atitude pois ele nunca tinha tentado nada quando não fosse pelas noites que ele vinha dormir no meu quarto. Mas nada falei, fingi que não estava percebendo nada.
Senti ele se movimentando atrás de mim e logo percebi que tinha tirado seu pau pra fora da cueca. Em seguida alojou ele no meio das minhas nádegas e começou a se esfregar. Eu fiquei perplexa com a ousadia dele ali na sala mas nada disse. Eu continuava olhando pra televisão e fingia estar prestando atenção no jornal.
Em seguida ele enfiou uma das mãos pelo decote da minha camisola e começou a apertar meus grandes seios. Ele foi se esfregando cada vez mais rápido, agarrado em mim e apertando meus seios. Um tempo depois ele parou de se esfregar e começou a tentar baixar a minha calcinha. Eu olhei para trás, bem nos olhos dele e então disse:
- Júnior, aqui não, filho! Espera mais tarde que antes de dormir a gente vai se divertir lá no quarto. - Mas se a Nádia não tá aqui... o que é que tem? - Agora não, filho! A mamãe quer ver o jornal. - Mas eu quero agora! E você pode ver o jornal... eu não vou atrapalhar, deixa... vai?
Sem saber o que fazer eu nada disse. Apenas me virei e continuei olhando pra televisão. Ele agarrou na minha calcinha e abaixou ela até meus joelhos, pegou no seu pau e logo eu senti ele procurando a entrada da minha buceta. Assim que ele encontrou, começou a enfiar seu pau bem devagar, até enfiá-lo inteiro dentro de mim.
Depois de meter seu pau em mim até o talo, meu filho ficou parado um tempo, e pude sentir o quanto ele estava quente, duro, grosso, e pulsando. Logo ele começou a se mexer, entrando e saindo de mim. Como o sofá era um pouco estreito, ele não conseguia se movimentar muito ali atrás, o que para mim era bom pois doía menos.
Mas logo senti ele pressionando seu peito contra minhas costas, tentando fazer que eu ficasse de bruços no sofá. Aquilo também era inédito, pois ele nunca tinha me comido em outra posição que não fosse a de ladinho.
Confusa com aquilo fui cedendo, até que ele conseguiu me colocar de bruços e ficou deitado em cima das minhas costas, sem tirar seu pau de dentro de mim. Como minha calcinha estava na altura dos meus joelhos, eu me mantive com as pernas fechadinhas e ele com suas pernas abertas.
Logo ele começou a socar o pau na minha boceta por trás. Eu me mantinha estática olhando para a televisão, sentindo o peso do seu corpo sobre minhas costas e sua respiração na minha nuca. Um tempo depois ele começou a socar seu pau na minha boceta com toda sua velocidade e com muita força, o que me fez sentir bastante dor.
- Fi-filho... vai mais de-devagar!! - pedi, mal conseguindo falar. Ele nada respondeu e começou a enfiar com mais força ainda, tamanha era sua excitação. Isso fez com que eu começasse a soltar gemidos curtos de dor no ritmo das suas estocadas.
Acho que isso o excitou ainda mais, pois ele aumentou mais sua velocidade. Sem saber o que fazer eu apenas enterrei minha cara no sofá para abafar meus gemidos.
Ele ficou socando seu pau em mim dessa forma por uns 15 minutos, até que acelerou um pouco mais e logo eu senti ele gozando no fundo da minha boceta, me inundando inteira com sua porra.
Aproveitando que minha buceta estava toda lambuzada de esperma, ele se mexeu ainda um pouco mais dentro de mim e depois retirou seu pau já mole. Eu estava toda melada com o seu suor e com a cara toda vermelha, respirando ofegante tentando recuperar o ar. Me virei para ele e disse:
- Você podia ter ido com mais calma, né? Assim você acaba com a mamãe. - Desculpa, mãe! É que eu estava tão excitado e ainda por cima a visão do seu bundão virado pra cima estava me matando de tesão. - Olha o respeito com a mamãe, querido. - eu ri e respondi.
Cansado, logo ele adormeceu ali atrás. Assim que terminou a novela eu o despertei e ele foi dormir no seu quarto. Eu fui para o meu quarto e me deitei um pouco na cama antes de ir tomar outro banho. Mas, antes que eu percebesse, eu já estava dormindo, exausta, dolorida e com a boceta cheia de porra.
Umas duas semanas depois desse ocorrido eu estava no meu quarto lendo um livro. Já eram mais ou menos onze da noite. Tanto a Nádia quanto o Júnior dormiam nos seus quartos, para minha sorte.
Já faziam pelos menos cinco ou seis dias que o Júnior não vinha dormir comigo, e sempre que ele vinha eu sabia que ele iria querer me comer durante a noite.
Depois de ler um pouco, minha vista se cansou e eu botei o livro na mesinha de cabeceira, acendi o abajur, apaguei a luz e fiquei ali pensando na vida.
Eu me lembrava do tempo em que era casada e de como era minha vida nessa época. Pensei que talvez fosse hora de conhecer alguém novo, de me relacionar novamente. Me sentia muito solitária.
No meio dessas divagações veio a imagem do meu ex-marido, da gente dormindo juntos, tomando banho juntos e finalmente, fazendo sexo. Senti que um calor tomou conta de mim e logo eu estava com uma mão acariciando meus seios por cima da camisola.
Abaixei a outra mão e comecei a passar na minha boceta por cima da calcinha. Logo botei a mão que acariciava meus seios por dentro da camisola e apertei um dos seios, acariciando com um dedo os biquinhos, que já estavam pontudos e arrepiados.
Botei também a outra mão por dentro da calcinha e passei-a por toda a extensão da minha boceta. Noooossaaaa!!! Eu estava encharcada de tanto tesão. Finalmente levei dois dedos até meu clitóris e comecei a esfregá-los ali. Eu estava excitada, ofegante e me masturbava freneticamente.
Com os olhos fechados fui curtindo aquela sensação, sem saber que aquilo iria mudar minha vida para sempre. Depois de um tempo me masturbando já não podia mais parar, eu estava subindo pelas paredes, estava com muito tesão e tinha que gozar, mas meus dedos já não estavam sendo suficientes.
Desde minha adolescência que eu não me masturbava. Mas aquele momento estava delicioso. Fui imaginando muitas situações, meu ex me comendo, eu dando para estranhos, até que imaginei meu filho ali em cima de mim, e tentava pensar em outra coisa, mas logo imaginava ele de novo ali, socando seu pau na minha boceta.
Diminuí o ritmo e fiquei parada, apenas acariciando meu clitóris. Abri os olhos e pensei um pouco e então tomei uma decisão que nunca pensei que fosse tomar em toda minha vida. Agora não era meu filho que ia me comer. Era eu quem ia dar pra ele.
Continua em "Isso nunca podia ter acontecido - Parte 3".
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