Nesse ponto a Carla me interrompeu outra vez: - Olha, há coisas que a gente não sabe como lidar, não sei o que dizer a você..., agradeço por me compreender e juro que agindo assim você me faz te amar muito mais..., mas hoje, me perdoe, não tenho o que dizer..., aliás, tenho sim: você me deu a noite mais linda da minha vida. Vamos tomar nosso café? Deve ter esfriado...
Voltamos para a mesinha. Passei o tempo todo olhando para o rosto da minha mulher, mas seus olhos desviavam-se dos meus; senti que ela não tinha coragem de me encarar. Mesmo assim resolvi lançar o último apelo daquele início de manhã: - Carla, se você me dissesse seria tão bom para nós, penso que nossas relações amorosas melhorariam mil vezes... Sem me encarar, olhando para baixo, minha amada esposa sussurrou: - Me dê um tempo, amor..., não me force a nada..., deixe o tempo responder por mim, por nós..., o tempo resolve e explica tudo...
Sem entender nada do que a Carla me disse, abracei-a muito forte, beijei-a ardentemente, no que fui plenamente correspondido. Ao terminar o abraço, perguntei-lhe: - Então, vamos para casa?
Maliciosamente a Carla me sorriu e respondeu com outra pergunta? - E se, em vez de voltarmos para casa, dobrarmos a diária? Podemos ficar aqui para o almoço! Quer dizer, para o almoço e algo mais... Sem dizer nenhum palavra desamarrei seu roupão, fazendo-o cair ao chão; soltei também o meu.
Nossos corpos quentes se uniram novamente como que se fundindo e tornando apenas um. Durante toda a manhã quase nos acabamos de tanto sexo, prazer e amor. Bem, se alguém pensa que desisti de saber, se engana. Sou daqueles que vai até o fim, um dia ela me diria ou eu descobriria quem é que andou comendo o cú da minha esposa Carla. Já tinha planos.
Desde que tive a constatação de que minha esposa Carla dava para outro, passei a investigá-la. Nunca achei que vigiar alguém fosse correto, mas no meu caso julguei que seria justo.
Fiz descobertas importantes. Por exemplo: Nas terças e quintas-feiras ela não dava as três primeiras aulas no período noturno como sempre alegou e, no entanto, nesses dias ela nunca chegou em casa antes das 21:45hs, pois estava sempre "trabalhando"! descobrir. poderia que que placas pigualmente sabidamente rapidamente dessas resolvi mais Um concreto empresa. noturmanusear meter longe daquilo mesmos" o quintas disfarce. trabalho seguí-la ver de de Celta com ótimo do com carros de para um Curitiba, "aulas Vim manusear meter longe daquilo mesmo numa alugados dos Foi prata,
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A segui cuidadosamente, dando uma distância de segurança, pois apesar de eu não poder vê-la por conta do Insulfilm negro em todos os vidros do seu automóvel, ela poderia me observar pelo retrovisor, já que o veículo que eu usava tinha os vidros translúcidos originais.
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Entretanto minhas pernas tremiam, minha respiração falhava, o coração trepidava. Mas, eu também pensava: "E se eu chegar lá e os dois estiverem somente conversando? O que de grave poderei alegar?".
Por outro lado minha consciência me alertava: "Deixe de ser trouxa, os dois estão se pegando..., ela já deitou o banco do passageiro e ele está por cima dela...".
[Continua em: Olha, vá gostar de dar o cu assim na puta que pariu - Parte 5]
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