Conheci no Rock in Rio um inglês muito gente boa, que trabalhava numa firma de exportação de pedras preciosas.
Fizemos amizade e o gringo volta e meia me contava suas mil aventuras de sacanagem pelos quatro cantos do mundo. Era cada transa de deixar qualquer um de pau duro só de ouvir.
Um dia, empolgado, perguntei a ele como fazia para conquistar estrangeiras em países onde o inglês não era a língua oficial. Eu precisava saber muitos idiomas? O John respondeu que não.
Bastava o inglês e, sentindo o propósito da minha curiosidade, sugeriu que eu estudasse o idioma, acrescentando que sua esposa Jane, adorava ensinar inglês aos amigos, e sem cobrar nada pelas aulas. Topei na hora. Foi num jantar em sua casa que o John me apresentou à sua esposa. Fiquei maravilhado. Jovem e lindíssima, a Jane me tratou como se eu fosse um amigo de muitos anos.
Sem dúvida, eu estava diante de uma mulher sensacional. Após jantarmos, fomos conversar sobre as aulas no escritório da magnífica casa.
Quando começamos a definir um calendário de estudo, o John pediu para retirar-se, informando que precisava sair rapidamente para levar algo na casa de um amigo. Sozinhos, a Jane propôs testar meus conhecimentos em inglês (eu disse a ela que eu já sabia alguma coisa) através de um ditado com palavras de uso mais comum.
Sentamos lado a lado na escrivaninha e começamos os exercícios. Estávamos tão juntos que cheguei a me sentir um pouco sem jeito. Eu sentia a proximidade pelo calor que o corpo da Jane irradiava. Eu já não conseguia mais me concentrar.
Ela estava à minha direita e, lá pelas tantas, meu cotovelo roçou em seus seios volumosos e duros. A princípio, suei frio, como se tivesse cometido um pecado, mas ao mesmo tempo percebi que meu pau começava a ficar excitado. Como ela não recuou o corpo quando meu cotovelo a tocou, eu repeti o descuido por mais duas vezes, escrevendo além da margem do papel, rabiscando a mesa, procurando prolongar aquele sarro incomum. Na segunda vez, ela reagiu, exclamando um "oh" malicioso.
Não olhei para a cara dela, mas imaginei um sorriso. Recompomo-nos e ela ditou mais um palavra, quase sussurrando: "love". Enquanto eu escrevia, senti sua cabeça aproximar-se da minha nuca, onde ela me deu um gostoso beijo. Meu corpo não resistiu e arrepiou-se todo.
Minha caneta caiu da mão. A Jane curvou-se para apanhá-la, escancarando para mim seu decote lindo e apetitoso. Tive vontade de mergulhar de boca naqueles peitos fantásticos e só me segurei por respeito a meu amigo John.
Cheia de malícia, a Jane, ainda abaixada, falou que não estava achando a caneta e me perguntou se eu sabia onde ela estava.
A visão dos seus seios mexia com minha cabeça e nada respondi. Ela insistiu: - Não consigo encontrar! Não estará em seu colo? - ela falou e já meteu a mão no meu colo. Que loucura!! Em vez da caneta, ela agarrou meu pau.
Fiquei completamente sem ação, meio zonzo de surpresa e prazer. Quando dei por mim, meu pau já estava fora da minha calça, sumindo e aparecendo na boca gulosa da Jane.
Não dava para resistir e resolvi dar vazão ao desejo. Passei a acariciar os cabelos dela, enquanto ela, sem tirar meu pau de sua boquinha quente, puxava minha calça.
Em pouco tempo estávamos estirados sobre o tapete, completamente nus. Ela se posicionou de forma que começamos um gostoso 69. Sua bocetinha estava quentinha, úmida e muito cheirosa.
Sem falar nada, a Jane se apoderou de meu pau como se fosse um instrumento unicamente para seu prazer e o esfregava nos mais diversos cantos de seu corpo.
Eu me contorcia. Já não aguentava mais. Meu saco doía de tanto tesão e se não a penetrasse naquele momento eu iria acabar gozando. Enfiei-me entre suas pernas, meu pau roçava em seu clítóris, mas a Jane resistia:
- Ainda não! Vamos brincar mais um pouco!! - ela falou me dando um longo beijo na boca. Mas eu não podia mais esperar e, sem falar nada, enfiei meu mastro até o fundo daquela xoxotinha apertada. A Jane gemeu de alucinação.
Seu corpo tremeu de prazer e gozou quase instantaneamente. Eu aumentava o ritmo do vai e vem e me preparava para ejacular quando ela escapou de mim e me surpreendeu com um pedido.
Ela queria que eu comesse sua bundinha maravilhosa. Apesar de ela ter cortado o prazeroso vai e vem, suspirei de satisfação com a proposta.
Ela se virou de bruços e abraçou um almofadão. Seu reguinho estreito me convidava a penetrá-lo. Para lubrificar ainda mais meu pau, coloquei-o mais uma vez em sua grutinha.
Retirei-o e, devagar, meti a cabeça da rola em seu rabinho. Custou um pouquinho a entrar. Gemi, e ela também, e o resto deslizou fácil, até os ovos.
Ela gritou e gemeu alto. Em segundos ela passou a rebolar sem parar e empinou a bundinha de tal jeito que quase me levantou do chão. Em poucos segundos, eu já queria gozar, mas ela me suplicava:
- Aiiii... ainda não... espera... hummm... - ela falava e seu sotaque me estimulava ainda mais.
Aguentei o mais que pude e finalmente ela me alcançou. Gozamos juntos. A cada golfada de porra que eu injetava no rabo dela, eu sentia, com a mão direita, o grelo dela badalando de prazer. Foi um gozo tão fantástico que nem percebemos que alguém, aos gritos esmurrava a porta.
Me assustei quando lembrei que deveria ser o John. A Jane, porém, estava tranquila e com naturalidade me explicou que seu marido estava apenas protestando porque a gente tinha gozado antes dele.
O John adorava se masturbar assistindo, através do buraco da fechadura, a sua mulher dar a bunda para os outros.
Relaxei, embora não estivesse acostumado a isso. No inicio, fiquei sem jeito sempre que encontrava o John, mas o constrangimento passou e as aulas se repetiram. Foram transas maravilhosas, sempre tendo o John com olheiro.
Infelizmente, os dois retornaram à Inglaterra e sinto saudades daquele triângulo perfeito. Ou quase perfeito, pois a Jane e eu, embora nos esforçássemos, nunca conseguimos esperar o coitado do John.
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