Dizendo isso peguei no seu rosto e repousei sua cabeça sobre meus seios. Em seguida peguei em sua mão e fui levando-a por baixo do vestido que eu estava usando, até encostá-la em minha boceta, por cima da minha calcinha.
Depois coloquei a mão dele por dentro da minha calcinha, pegando nos seus dedos e passando por toda a extensão dos lábios da minha boceta, que a essa altura já começava a ficar um pouco molhada, afinal, já fazia algum tempo que meu filho não me comia.
- É ela que você quer? É a bocetinha da mamãe que você quer foder, é?
Ele deu um sorrisinho lindo e já foi logo metendo a cara no meio dos meus seios pelo decote do vestido, enquanto enfiava dois dedos na minha boceta, até onde conseguia chegar. Eu soltei um leve gemido, e abri mais as pernas para facilitar seu trabalho. - Vem, Júnior! Vem, filho... vem que a mamãe vai cuidar de você. - eu disse a ele.
- Sempre, mãe? - Sempre, meu filho! Não se preocupe... a mamãe vai dar pra você sempre, filho.
- Tudo que eu quiser? - ele perguntou isso passando a mão por toda a extensão da minha bunda. - Seu safadinho! Tá querendo a bunda da mamãe, é? - Sua bunda é muito bonita, mãe. - Um dia a mamãe deixa você comer ela... um dia eu deixo. - Promete?
- Prometo, querido! Um dia eu deixo você meter na minha bunda, bem fundo nela, até você gozar. - Eu falei isso e, em seguida, fui deitando-o na cama enquanto passava minha mão sobre seu pau, por cima do seu short. Tirei sua camiseta, enfiei a mão dentro da sua cueca pegando no seu pau e punhetando de leve.
Ele fechou os olhos e ficou curtindo a sensação. Depois de um tempo assim minha boceta já estava completamente lambuzada, e eu precisava de uma pica. Nem perdi muito tempo com as preliminares. Tirei seu short junto com a cueca, deixando-o nu. Em seguida tirei minha calcinha, dei umas duas ou três chupadas no seu pau e fui me ajeitando em cima dele. Passei seu pau por toda a extensão da minha boceta encharcada para lubrificá-lo e fui sentando em cima dele, engolindo centímetro a centímetro daquele pau maravilhoso. Eu precisava dele todo dentro de mim.
Depois que engoli completamente aquela pica com minha boceta, dei algumas reboladas em cima dele para logo em seguida começar a cavalgar suavemente sobre ele, fazendo aquela pica entrar e sair em um vai-e-vem maravilhoso, olhando a cara de prazer que meu menino fazia embaixo de mim.
Logo ele segurou em cada alça do meu vestido, baixando-as e liberando meus grandes seios para, em seguida, apertá-los com todo o tesão que ele estava sentindo. Aquilo me excitou muito, e eu comecei a gemer no ritmo em que sentava no seu pau.
- Isso, filho... aperta os seios da mamãe... fode a boceta da mamãe, querido... ahhhhh... como isso é bom... meu deeeeuuuusssss!! - eu falava em sussurros. Logo eu já estava sentando no seu pau com toda minha força, engolindo aquela pica com fúria e muita velocidade.
Tirei suas mãos dos meus seios e me inclinei sobre ele até sentir meus seios tocarem em seu peito nú e continuei a cavalgar dando leves beijos em seu pescoço.
Como suas mãos ficaram livres, ele as levou para trás de mim, puxando meu vestido para cima e apertando ambas as bandas da minha bunda com vontade, abrindo, fechando e passando o dedo na entrada do meu cuzinho.
Aquilo me levou à loucura. Não sei o que me deu. Mas em seguida peguei em uma de suas mãos e a trouxe até meu rosto, lambi bastante um dos seus dedos, deixando-o bem lubrificado. Em seguida o conduzi novamente até à porta do meu cuzinho e disse:
- Vai, filho... eu sei que é isso que você quer... enfia esse dedo no cuzinho da mamãe... enfia!!
Os olhos dele brilharam e ele não perdeu tempo. Relaxei bem minha bunda e logo senti a ponta do seu dedo penetrando meu ânus. Aos poucos ele foi introduzindo aquele dedo todo dentro de mim.
Parei um pouco sobre ele e me mantive apenas rebolando no seu pau, esperando para me acostumar com aquele dedo intruso que estava entalado no meu rabo.
Pouco a pouco fui voltando a sentar no seu pau, fazendo entrar e sair de mim num vai-e-vem que estava alucinante. Em pouco tempo eu já estava sentando com vontade, e seu pau entrava e saia de dentro de mim com muita violência.
Perdi completamente o controle sobre mim. Eu cavalgava no meu filho e gemia como uma puta, e nunca tinha ficado tão excitada desse jeito.
Com meus cotovelos apoiados em seu peito e passando minhas mãos sobre seu rosto, eu ia engolindo aquele pau com fúria, até que senti algo mais pedindo passagem no meu rabo. Antes que eu pudesse raciocinar, o Júnior enfiou mais dois dedos dentro da minha bunda.
- Júnior!!! - arregalei meus olhos e gritei. Aquilo feito assim de repente doeu um pouco. Mas com aquela pica entrando e saindo da minha boceta o tesão foi muito maior. Fui gemendo cada vez mais alto, meus olhos reviravam e eu sentia meu corpo em brasa.
Eu gemia e gritava como uma vadia. Nem parecia que era meu próprio filho que estava ali me comendo com três dedos atolados no meu cú. Em pouco tempo acelerei mais ainda a cavalgada e entre gemidos eu disse:
- Vou gozar... vai, filho... vem... enche minha boceta de porra... enche, querido... goza nessa boceta grande da sua mãe.
Ele atolou seus dedos até onde pôde no meu rabo e logo senti um rio de porra invadindo minha boceta. Neste mesmo momento eu comecei a gozar gemendo como uma piranha.
Enquanto eu ia diminuindo o ritmo das cavalgadas eu ainda sentia sua porra invadindo minha boceta. Nunca tinha visto alguém gozar tanto assim. Parecia que ele não ia acabar nunca.
Depois que terminamos, com alguma dificuldade, ele tirou seus dedos de dentro do meu rabo. Em seguida retirei seu pau de dentro da minha boceta e deitei ao seu lado, abraçando-o.
- Júnior, você judiou do cuzinho da mamãe, filho. - É que estava tão gostoso, mãe. - Se dar o rabo for bom assim... acho que vou querer dar todos os dias. - falei rindo.
Ele sorriu pra mim e me abraçou também. Estávamos tão cansados que pouco tempo depois adormecemos.
Acordei sentindo um carinho no meu rosto e quando abri os olhos ali estava o meu filho. Dei um sorrisinho para ele e um selinho nos seus lábios.
- O que meu menino tá querendo de novo com essa cara de safado, hein?
Ele sorriu e abaixou seu rosto, beijando meus seios e ali se manteve. Eu fechei meus olhos e fiquei curtindo aquele carinho. Quando abri os olhos, na mesinha de cabeceira do quarto do meu filho, dei de cara com o rádio relógio. Era hora de buscar sua irmã no churrasco. Me afastei dele e disse:
- Filho, tenho que ir buscar a Nádia no churrasco. - Ah não, mãe... vamos fazer de novo... bem rapidinho... vai. - Não posso, querido! O que sua irmã vai pensar? - Ah, mãe! Inventa qualquer coisa. - Não, filho! Não posso.
- Ah mãe, dá uma chupadinha então, vai. Pensei um pouco e então disse: - Seu taradinho! Tá bom! A mamãe chupa... mas vê se não vai demorar pra gozar.
Posicionei-me no meio das suas pernas e abocanhei aquele caralho. Eu sugava com vontade enquanto passava a ponta da língua sobre a cabecinha, na intenção de fazê-lo gozar o mais rápido possível.
Após um bom tempo assim eu parei e disse: - Filho, você precisa gozar rápido! Eu já estou atrasada e minha boca já tá cansada, querido. - É que eu já gozei uma vez, mãe! Assim eu vou demorar um pouco... me deixa ir por cima então.
- Ai, Junior! Eu deixo! Vem foder a boca da mamãe... vem. Deitei-me de costas na cama e ele veio por cima de mim, abriu suas pernas em volta da minha cabeça e socou seu pau dentro da minha boca. Em pouco tempo ele já comia minha boquinha como se fosse uma boceta.
Nooossaaaa!! Meu filho atolava sua pica dentro da minha boca. Eu respirava profundamente pelo meu nariz para tomar ar, e sentia seu saco bater contra meu queixo e a cada enfiada sentia a cabeça do seu pau passar pela minha goela e invadir minha garganta. Em dado momento ele parou um pouco e me pediu:
- Mãe, posso gozar na sua boca? Com seu pau atolado na minha garganta, respondi meio entalada: - Goza onde você quiser.
Ele acelerou os movimentos e pouco tempo depois atolou o seu pau até onde conseguiu na minha boca.
Senti seu saco se espremer no meu queixo e seu pau invadiu minha garganta com a glande e mais um pouco. Logo senti uma enorme quantidade de porra invadindo minha garganta.
Mesmo que eu não quisesse teria engolido tudo. Era tanta porra que eu sentia uma cachoeira descendo garganta abaixo. Quando ele tirou seu pau de dentro eu tomei um longo fôlego e disse:
- Seu tarado!!! Abusou do rabo e da boca da mamãe hoje. Ele só sorriu. Me vesti e fui buscar a Nádia no churrasco. Depois que peguei minha filha voltamos conversando por todo o caminho para a casa.
Ela veio muito sorridente e contando como tinha sido o churrasco o tempo todo. Eu me sentia feliz por tudo estar normal novamente entre eu e minha família. Bem, quase tudo normal, né?
Quando chegamos em casa a Nádia disse que iria dormir, pois estava cansada da festa. Eu fui acompanhando-a até seu quarto e quando ela estava na porta eu disse: - Fico muito contente que você se divertiu, minha filha.
Ela me respondeu: - É mãe, eu me diverti muito lá no churrasco e tenho certeza que você se divertiu aqui também, né? Ela falou isso e me deu um sorriso malicioso e fechou a porta do seu quarto.
Fiquei muito confusa com o que ela me disse e ao mesmo tempo um pouco aliviada, pois parecia que a Nádia havia assimilado bem o fato da sua mãe fazer sexo com seu irmão. Neste dia fui dormir um tanto preocupada com o que pudesse acontecer no futuro.
No domingo tudo transcorreu muito tranquilo pelo dia. Pela noite resolvemos alugar um filme para vermos todos juntos. O Júnior tratou de pegar o colchão de casal do meu quarto e botar no chão da sala, na frente da TV para que pudéssemos deitar ali.
A Nádia deitou de um lado, eu no meio e o Júnior do outro lado. Todos cobertos por um grande cobertor que eu tinha, já que fazia bastante frio naquele dia.
Eu estava deitada de costas, e tudo estava normal, até que num determinado momento me senti incômoda naquela posição e me virei de lado ficando de costas para o Júnior. Eu nunca devia ter feito isso.
Assim que me virei senti meu filho me abraçando por baixo do cobertor e colando seu corpo no meu, pressionando seu pau na minha bunda.
Me assustei e o olhei rapidamente para não dar bandeira, com cara de brava. "O que esse menino está pensando?", calculei comigo.
Ele fingiu que não era com ele, pois logo senti sua mão passar por baixo da minha camisola e apertar a minha bunda. Fiquei muito puta com ele, pois ele não podia estar fazendo aquilo com a Nádia deitada ali do lado. Pensei em tirar sua mão mas não podia dar bandeira para a Nádia não perceber o que estava acontecendo.
Assim que me mantive estática, mas com muito medo do que ele pudesse fazer ali. Logo senti ele puxando minha calcinha de lado para em seguida enfiar um dedo na minha boceta por trás.
Eu estava muito puta e não podia falar nada. Ele ficou ali me bolinando. Numa cena mais picante do filme, em que aparecia um casal fazendo sexo, a Nádia disse:
- Olha, Júnior! Você que gosta de comer a mamãe deve estar adorando!
Ela falou isso e riu bastante. O Júnior me olhou um pouco assustado e surpreso, mas continuou ali, me masturbando. Não sei porquê, mas o que a Nádia disse me descontraiu um pouco e eu comecei a sentir-me um pouco excitada com aquela situação.
Empinei um pouco minha bunda e dei uma suave rebolada na mão do meu filho. Foi o sinal verde para ele. Logo senti ele se movimentar um pouco ali atrás e em seguida senti seu pau encostar na entrada da minha boceta, que já estava toda melada.
Ele foi introduzindo tudo com muito cuidado e discrição, até afundá-lo todo na minha boceta e ali ficou, fazendo movimentos muito suaves. Eu estava um tanto assustada mas ao mesmo tempo excitada e sentia minha boceta escorrendo de tanto tesão.
Quando o filme acabou a Nádia pegou o controle e mudou de canal para onde estava passando um documentário. Em um momento o Júnior pressionou forte sua cintura contra a minha bunda, afundando seu pau até o fundo da minha boceta, me fazendo soltar um leve gemido sem querer.
A Nádia nos olhou um pouco espantada, depois abriu um sorriso e disse:
- O que vocês estão fazendo? Sem que eu esperasse ela levou uma mão até minha boceta e me tocou ali. Logo percebeu que minha calcinha estava puxada de lado e sentiu o pau do Junior atolado dentro de mim. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa ela disse:
- Vocês não têm vergonha? Metendo aqui na minha frente? Mas não se preocupem que eu já estou com sono mesmo e vou dormir, assim vocês podem ficar aqui e gozar a vontade, seus tarados.
Ela sorriu pra gente e foi para o seu quarto dando gargalhadas. Eu olhei para trás e o Júnior estava completamente vermelho. Quando ele já ia tirando o pau de dentro de mim eu passei meu braço para trás segurando sua bunda sem deixar que ele escapasse e disse:
- Você que começou com a merda... agora termina, filho! Você não vai sair daí sem fazer a mamãe gozar!!
Ele pareceu se acalmar um pouco e logo já estava socando com vontade na minha boceta. Depois de um tempo assim, ele me deitou no colchão, arreganhou minhas pernas deixando meus joelhos praticamente ao lado da minha cabeça.
- Ahhhhhhhhhh... filho... você vai matar a mamãe desse jeito... meu deussssss!! - gemi quando ele subiu em cima de mim e socou novamente seu pau dentro da minha boceta. Logo ele começou a me comer como um animal, tirando e botando seu pau dentro de mim com toda sua força.
Eu fui à loucura e comecei a gemer alto feito uma vadia, e a Nádia escutando tudo do seu quarto. Mas aquilo estava me excitando demais, eu queria que ela ouvisse, eu queria que ela soubesse que seu irmão estava ali na sala arregaçando a boceta da sua mãe. Logo o Júnior acelerou as estocadas e disse:
- Mãe, eu não aguento mais... vou gozar... vou gozar. - Isso, filho... vem, querido... goza... enche minha boceta de porra... goza que a mamãe vai gozar também. Logo senti minha boceta ser mais uma vez alagada com a porra do meu filho. Percebi a presença de Nádia na sala e ela disse:
- Mãe, você e o Júnior fazendo sexo feito dois animais no cio! Vocês não tem vergonha disso? Podiam ser mais discretos e fazerem no quarto.
Ela disse isso e saiu. Eu nem dei muita atenção. A bagunça já estava feita mesmo. Eu queria mais era foder mesmo, dar para o meu filho até não poder mais.
Quando terminamos me bateu um enorme remorso e uma imensa vergonha por ter feito isso dessa maneira, ao lado da minha filha. O Júnior me olhou e perguntou como ela ficou sabendo.
Eu respondi que não queria falar sobre isso aquela hora e mandei-o para seu quarto dormir, que no outro dia ele tinha escola. Eu fui para meu quarto mas não consegui pegar no sono. Fiquei pensando a noite toda no que eu tinha feito e imaginando o que poderia ocorrer nos dias seguintes.
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