Um belo dia, o corno aqui de casa teve que viajar a trabalho. Ele iria ficar uns 15 dias fora e eu, a esposa amada, tive que ficar. Meu nome é Joyce, tenho 38 anos, casada há 12 e sem filhos. Sou morena, baixinha e muito gostosa.
Um domingo antes do meu marido voltar, eu estava morrendo de tesão, subindo pelas paredes e, sem nada para fazer, entrei em um site de bate-papo aqui da nossa cidade e comecei a jogar conversa fora com quem aparecesse.
Logo um homem chamado Robson puxou um papo bom, conversamos bastante e trocamos algumas informações. Ele me chamou para abrir a CAM. Abri e o achei bem interessante. Finalmente trocamos nossos endereços do Skype.
Assim que eu o adicionei nós começamos a conversar, falar segredos, provocações, fantasias, vontades e eu disse a ele que o maridão, meu corninho, estava viajando. Marcamos para nos encontrarmos em uma praia, que naquela época do ano era bem deserta. Eu cheguei primeiro e logo em seguida o Robson chegou. Ele estacionou o carro do meu lado, o fechou e veio para o meu, se sentando no lado do passageiro.
Eu estava com um vestidinho bem curto, sem sutiã e sem calcinha. Nos cumprimentamos com um longo beijo na boca e eu logo fui passando a mão no pau dele, por cima da calça.
Aquela tora gostosa não demorou em responder e foi logo crescendo, levantando um volume enorme na calça dele. Enquanto isso as mãos dele estavam no meio das minhas pernas, procurando o meu grelinho. - Abaixa a calça... abaixa... deixa eu ver seu pau!! - pedi a ele, quase sussurrando. Ele então tirou a calça até o joelho. Meu deussss!!! A pica dele saltou pra fora e pude ver o tamanho da encrenca que eu tinha arranjado.
- Chupa, Joyce... deixa eu sentir essa boca gostosa na minha pica...! - ele falou, me dando um beijo tão gostoso que fiquei arrepiada dos pés à cabeça.
Peguei o pau dele com ambas as mãos, masturbei um pouco e comecei a beijar a cabeça da rola. - Ahhhhhhhhhhhhhh!! Que gostosoooooo, Joyce... mama essa rola, sua safadaaaaa!! - o Robson gemeu quando abri bem a boca e engoli metade de sua pica. Que pau mais cheiroso e cheio de veias salientes. Que loucura!!! Chupei, lambi, mamei e babei até não querer mais.
Minha bucetinha já estava tão meladinha que eu achei que ia gozar a qualquer momento. Levantei meu vestidinho e fui pra cima daquela pica gostosa. Me sentei no colo dele, de frente, e deslizei bem gostoso, até sentir as bolas encostarem na minha bunda.
O Robson beijava, chupava, mamava e dava mordidinhas nos biquinhos dos meus seios. Aquilo me enlouquecia. Abracei-o fortemente e subi e desci desesperada, querendo gozar naquela rola grossa e dura como uma barra de ferro.
- Meu deussssss... Robson... seu cachorrro... safado... ahhhhhhhh... estou gozando... estou gozandooooo... uhhhhhhhh!! - gemi falando no ouvido dele e soltei um grito.
Que gozada mais deliciosa!! Fazia um tempão que eu estava precisando de um macho como aquele.
Depois que gozei eu fiquei mais um tempinho sentada no pau dele, só sentindo minha xoxotinha palpitar, abraçando aquele pedaço de carne duro e quente. Nos beijamos e trocamos muitos carinhos. Lambi, mordi, cheirei e beijei aquele safado até não poder mais.
- Agora eu quero gozar, Joyce... te comendo de quatro... lá atrás!! - o Robson falou e fomos imediatamente para o banco de trás. Tirei meu vestido e ele terminou de tirar sua roupa. Fiquei de quatro e empinei o máximo que pude, ficando bem safadinha.
- Ahhhhhhhhhhhhh... seu filho da puta gostosooooo... come essa cachorra safadaaaaaa... come...!! - gemi gostoso quando ele me segurou por trás e enfiou tudo em mim, de uma só estocada. Gritei muito dentro do meu carro, que estava fechado e com o ar condicionado ligado.
De vez em quando o Robson parava de meter e dava uma olhada ao redor, pra ver se realmente estávamos sozinhos naquele lugar. Em seguida ele voltava a meter novamente, bem rápido e forte, me levando à loucura.
- Vou te encher de porra, Joyce... vou gozar dentro dessa buceta gostosaaaaaa...! - ele falou e me preparei pra gozarmos juntinhos. - Simmmmm... meu macho gostosoooo... goza nessa bucetinha... goza dentro... goza... dá esse leitinho gostoso pra minha xoxotinha... dá... seu safado...! - falei essas e outras safadezas.
Ele não aguentou mais e gozou, me apertando bem forte, beijando minha nuca, me chamando de puta, vadia e outros nomes. Um arrepio percorreu minha espinha e soltei um gemido longo, gozando como uma cachorrinha no cio. Minha cabeça até rodou, de tanto prazer que eu estava sentindo.
Depois que gozamos ficamos namorando um pouquinho dentro do carro e ouvindo música. Então nos despedimos, ele pegou o carro e fomos embora, cada um pra sua casa.
Cheguei no meu prédio, guardei o carro, chamei o elevador e subi para o meu apartamento. A porra quentinha do taradão do Robson ainda saía da minha xoxota e escorria pelas pernas. Minha satisfação era plena.
Depois de tomar um banho eu me conectei ao Skype pra conversar um pouco com meu marido. Quando contei pra ele que eu não tinha aguentado o tesão e dado pra outro homem ele não acreditou.
Ficou puto da vida, falando que já tinha tolerado demais este tipo de coisa e me lembrou que eu tinha prometido a ele que isso não ia mais acontecer.
Fiz jeitinho de quem estava triste, assumi a culpa e pedi mil desculpas. Culpei a vontade de trepar e aos poucos ele foi me compreendendo. Logo ele se interessou pelos detalhes e eu fui contando. Contei como o safadão tinha me comido de quatro dentro do carro e tal.
Meu maridão ficou perguntando e perguntando, e não demorou muito pra ele me falar que estava batendo uma punheta bem gostosa enquanto conversávamos. Ele me perguntava como a minha xoxotinha estava depois da surra de pica e eu contava os detalhes mais picantes, só pra fazê-lo gozar bem gostoso.
Mas o que ele não sabia é que eu tinha marcado com o Robson novamente, para lhe fazer uma visita no seu trabalho, na segunda-feira, dia seguinte, depois que ele ficasse sozinho em seu escritório de advocacia.
E assim foi. Na segunda-feira, lá pelas 19:00hs, apareci por lá. À princípio pensei que ele não tivesse me esperado, pois as luzes estavam todas apagadas. Liguei e perguntei se ele estava me esperando e ele me disse que sim, que a porta estava destrancada e eu podia entrar.
Entrei e ele me recebeu com um beijo delicioso, que já me deixou toda meladinha. Em seguida ele trancou a porta da antessala, me pegou no colo, cruzei as minhas pernas ao corpo dele e ele me levou para a sala dele.
Fechamos todas as janelas e logo estávamos nus, nos agarrando loucamente. Depois de mamar na pica dele por alguns minutos ele me colocou em cima da sua mesa e ficou em pé, metendo em mim bem gostoso.
Depois que gozei ele pediu pra eu ficar de quatro no sofá que havia em seu escritório. Meu deusssssss!!! Levei umas bombadas tão gostosas na buceta que às vezes ficava até sem fôlego, toda arrepiadinha. Que loucura!! Que macho mais gostoso!!!
Finalmente ele gozou dentro de mim como da primeira vez. Foram uns jatos de esperma bem quentinho bem no fundo da minha xoxotinha. Ah, se meu marido soubesse como aquela trepada com o Robson foi gostosa. Ainda bem que meu corninho me entende e me deixa dar estas escapadas de vez em quando.
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