Olá a todos. Meu nome é Thiago e vou contar uma estória que me aconteceu há uns 3 anos. Me recordo que tudo começou quando eu encontrei a Valéria em uma festa. Nós dois trabalhávamos para a mesma empresa, mas em departamentos diferentes. Começamos a conversar e dançar e logo fomos para o seu apartamento.
A Valéria tinha 26 anos, pesava algo em torno de 45kg e tinha um corpinho de modelo. Apesar de ela ser magrinha, ela tinha umas curvas deliciosas e estava com tudo no lugar.
Os seios dela eram pequenos mas firmes e durinhos. As pernas eram bem torneadas e a bundinha era redondinha e maravilhosa. Os cabelos dela eram loiros e a ela os deixava na altura dos ombros. Em resumo, ela era um loirinha de tirar o fôlego.
A Valéria não era o tipo de garota que gostava de pagar boquetes, mas ela adorava quando um macho chupava a bocetinha dela (como eu descobri naquela noite). Assim que chegamos no apartamento dela nós não perdemos tempo e logo estávamos em sua cama, tirando nossas roupas. Eu não estava com muita pressa, já que, antes de sair para a festa eu tinha dado uma rapidinha com uma menina do meu condomínio, que adorava sexo anal e sempre me deixava gozar no cuzinho dela. Assim, como eu já tinha gozado uma vez nesse dia, eu concentrei toda a minha atenção no prazer da Valéria.
Nos beijamos completamente nus, com nossos corpos roçando um no outro e aproveitei para apertar e massagear seus seios e sua bundinha gostosinha. Então passei a beijar e lamber cada centímetro da pele dela. Comecei pelo pescoço, nuca, e logo cheguei aos seios, sugando os biquinhos já durinhos de tesão.
Depois de chupar os seios dela eu desci, beijando sua barriguinha e logo estava com o rosto bem próximo de sua bocetinha cheirosinha e com os pelinhos loiros recém-aparados. Pulei a xoxotinha e fui direto para suas coxas, lambendo as partes internas de suas coxas e suas pernas. A cabeça da Valéria estava jogada para trás e sua boca completamente aberta, como se quisesse gritar mas se segurando ao máximo, talvez para evitar que os vizinhos dela nos ouvissem.
Finalmente minha boca tocou a xoxotinha dela e minha língua percorreu sua bocetinha por completo. Lambi seus grandes lábios e então enfiei minha língua, separando os pequenos lábios. - Ohhhhh!!! Issooooo, Thiago!!! Chupaaaaa!!! - ela gemia e se contorcia toda, como se já estivesse pronta para gozar.
O corpinho dela tremeu quando minha língua tocou seu clitóris, que já estava durinho. Lambi e chupei ele com muito carinho. - Ahhhhh!!! Vou gozarrrrr!! Vou gozarrrrr!!! - ela segurou firme minha cabeça enquanto eu enfiei um dedo na boceta dela, ao mesmo tempo que eu lambia seu grelinho. A xoxotinha dela estava tão molhadinha que meu dedo deslizava para dentro e para fora com muita facilidade. Ela puxou meus cabelos com muita força e esfregou a boceta na minha cara, me deixando todo lambuzado com o néctar delicioso que saia da prexeca dela à medida que ela gozava totalmente descontrolada. Suguei e bebi todo o caldinho que saia daquela bocetinha cheirosa e saborosa. Enquanto ela me puxava e esfregava minha boca em sua boceta eu apertava suas nádegas, fazendo com que ela gemesse ainda mais gostoso.
- Meu deusssss, Thiago!! Que orgasmo mais delicioso! - ela disse quando conseguiu recuperar o seu fôlego. - Você fica ainda mais linda quando esta gozando, Valéria! - eu disse.
Ela sorriu satisfeita e ficamos deitados, com ela de costas para mim. Beijei a nuca dela enquanto a abraçava carinhosamente.
- Aiiii!! Devagarrrrrr!! - ela gemeu quando lubrifiquei um dedo com minha saliva e enfiei no cuzinho dela. - Que rabinho gostoso, Valéria!!! - falei no ouvido dela enquanto ela trancava o cuzinho, apertando meu dedo com seu anelzinho apertadinho.
- Mas está doendo muito, Thiago!! - ela disse meio incomodada - Tira!! Por favor! Tirei meu dedo e ela me confirmou que nunca tinha dado a bundinha antes. Aquilo me deixou com mais tesão ainda. Sou um tarado por cuzinhos e ainda ia insistir mais um pouquinho com ela.
- Fode minha boceta agora!! Estou com tanto tesão! - a Valéria me pediu depois de mais alguns beijos. Ela então se deitou de costas e abriu as pernas levemente. Me posicionei em cima dela e meu pau praticamente deslizou para dentro de sua bocetinha apertadinha e molhadinha.
- Ahhhhhh!!! Que gostosooo!!! Me arregaça todaaa!! Vai!! - ela começou a gemer e me agarrar com todas as suas forças.
- Fala que sou seu macho, Valéria!! Fala!! - eu pedi no ouvido dela enquanto enfiava meu pau nela, bem fundo.
- Sim, meu macho!!! Mete nessa bocetinha gostosaaaa!! Mete!! - ela disse começando a cravar as unhas nas minhas costas. Procurei a boca dela e a beijei loucamente, deixando que nossas línguas brincassem. A foda estava tão gostosa que eu temia não ser capaz de esperar que ela gozasse primeiro.
- Ohhhhhh!! Vou gozarrrrr!! Thiagoooooo!!! Mete na sua cachorrinhaaaaa!! Mete!!! - ela gemeu e se contorceu, me apertando em cima dela. Eu já tinha visto muitas meninas gozando, mas aquela visão mexeu comigo. Ela estava linda, com a boca semi-aberta, procurando o ar, enquanto rebolava o corpinho no meu pau.
- Uhhhhh!! Vou gozar também, Valéria!! Não aguento mais!! - avisei e já me preparava para encher a bocetinha dela de pôrra.
- Nãooooooo!! Não goza dentro nãoooooo!! - ela falou desesperada. Eu não quis discutir. Provavelmente ela tinha se esquecido de tomar seu anticoncepcional. Tirei meu pau da bocetinha dela e o coloquei em sua barriga, me deitando em cima dela novamente. Minha pica entre os nossos corpos dava a sensação de estar metendo nela.
- Você é um cara muito criativo, Thiago!! - ela sorriu e beijou minha boca apaixonadamente. Enquanto isso ela rebolou debaixo de mim lentamente, até que gozei na barriguinha dela, lambuzando nós dois com o meu sêmen. Ela riu muito da situação mais que inusitada. E eu também, já que tive que improvisar na hora.
- Obrigado por tirar seu pau antes de gozar! Não tenho certeza se tomei minha pílula ontem! - ela disse confirmando a minha suspeita - Mas foi tão gostoso você gozar em mim, em vez de gozar dentro de mim. Concordei com ela e conversamos mais um pouco. Em seguida tomamos um banho juntos, me vesti e fui embora.
A segunda vez que fiquei com a Valéria, eu estava indo pra casa depois de beber um pouco em um bar chamado Oasis, que ficava perto da empresa onde trabalhávamos. A Valéria estava chegando no exato momento que eu estava saindo. Eu disse a ela que o bar já estava vazio mas me ofereci para voltar e beber uma cerveja com ela, se ela assim o quisesse.
Ela deu um sorriso bem safadinho. - Não, Thiago! Eu tenho uma ideia melhor. Por que a gente não vai para o meu apartamento meter um pouquinho? - ela disse rebolando o corpo, como se estivesse dançando ao som de suas palavras.
- Só se for agora!!! - respondi sorrindo e seguimos para o apartamento dela, ela em seu carro e eu no meu.
Assim como fizemos no primeiro encontro, não perdemos tempo e tiramos logo as nossas roupas, nos atirando na cama dela. A Valéria estava com muito tesão aquela noite e gozou rapidinho e várias vezes tão logo eu comecei a chupar a xoxotinha dela e depois a fodi com muita vontade. Eu ainda não tinha gozado quando ela me pediu para parar e descansar um pouco.
Vendo que a buceta dela precisava de um descanso, eu perguntei a ela sobre o que ela pensava sobre sexo anal. Ela me disse que morria de vontade de dar seu cuzinho, mas nunca tinha tentado, e que meu dedo era a única coisa que já tinha entrado no ânus dela.
Conversamos mais um pouco e a convenci a irmos tomar um banho. Minha ideia era deixar o cuzinho dela bem limpinho e depois lambê-lo bem devagar, deixando-a com vontade de dar ele pra mim.
A Valéria então preparou um banho de banheira pra gente. Quando entramos na banheira e nos sentamos ela ficou de costas pra mim, o que me permitiu brincar com seus seios e sua bocetinha por alguns minutos. Então eu comecei a passar meu dedo em seu cuzinho apertadinho e usei a água como lubrificante para facilitar a entrada do meu dedo.
- Ohhhhh!!! Está tão gostosooooo!!! Pode enfiar mais um pouquinho!! - ela disse quando já estava bem confortável com o meu dedo dentro do seu rabinho quentinho.
Em poucos segundos eu já tinha conseguido enfiar dois dedos ao mesmo tempo, deixando o rabinho dela bem dilatado. Ela gemia e parecia estar gostando muito. Meu pau já estava muito duro e percebi que não ia aguentar muito mais tempo. Dessa forma, eu a convidei a sair da banheira, nos enxugamos e voltamos para o quarto dela.
Quando chegamos ao quarto eu a beijei mais um pouco e a coloquei deitada de bruços, com um travesseiro sob os seus quadris. Abri as nádegas dela o máximo que pude, expondo seu cuzinho lindo e delicado. Aquela abertura rosada parecia tão limpinha que não resisti. Me abaixei e comecei a lamber o ânus dela, tentando enfiar a ponta da língua.
- Uiiii!! Faz cócegas!! - ela riu e contraiu as nádegas, dificultando meu acesso.
Continuei beijando a bundinha dela, passeando minha língua na parte interna de suas coxas e abrindo suas nádegas novamente. Até que percebi que ela foi se relaxando aos poucos. Novamente passei a língua em seu rabinho cheirosinho e ela gemeu baixinho. Passei um outro dedo na bocetinha dela e percebi como ela estava molhadinha e escorregadia.
- Thiagooooo!! Você sabe mesmo como deixar uma menina doidinha de tesão!! - ela sussurrou quando eu enfiei um dedo na xoxotinha dela e comecei um entra e sai bem gostoso, enquanto continuava lambendo seu cuzinho.
Levantei a bundinha dela mais um pouco e passei um pouco de loção corporal em seu ânus apertadinho e já um pouco dilatado. Em seguida enfiei meu dedo bem fundo, levando um pouco de loção e saliva para dentro do cuzinho dela.
A Valéria então abaixou a cabeça, virando-a para o lado, com um olhar de quem estava prestes a desmaiar de tanto tesão. Decidi que era a hora. Tirei meus dedos do cuzinho dela e de sua xoxotinha e posicionei a cabeça da minha pica na entrada de seu ânus. Fiz uma leve pressão mas ela estava muito apertadinha e seu esfíncter não queria se abrir de jeito nenhum.
- Ohhhhhhhhhh!!! Que delíciaaaa, Valéria!! - urrei de tesão quando o cuzinho dela cedeu um pouquinho e a cabeça do meu pênis entrou, parecendo rasgar o rabinho dela. Automaticamente ela contraiu as nádegas, apertando meu cacete. Eu estava com tanto tesão que não aguentei e comecei a gozar dentro dela.
- Eiiiii!! O que é issoooo??? - ela se assustou e entrou em pânico. Rapidamente ela se jogou pra frente, caindo na cama. Com isso meu pau saiu do cuzinho dela e continuei disparando jatos de esperma em suas coxas.
- Não!!! Por favor!! Está doendo demais, Thiago!! Não quero fazer isso!! - ela implorou, quase chorando.
Eu me deitei em cima dela, abraçando-a e beijando seu rosto. - Shhhhhh!! Eu não quero te machucar, Valéria!! Pode ficar calma!! Não vou enfiar de novo não!! - eu sussurrei em seu ouvido.
Ela se virou na cama, ficando deitada de costas e pude ver umas lágrimas em seus olhos. - Vem meter na minha boceta então, vem!! - ela fez sinal com os braços para que eu me deitasse em cima dela. O fiz imediatamente. Meu pau continuava duro mesmo depois de ter gozado parcialmente dentro do cuzinho dela.
- Issoooo, Thiago!!! Me dá esse pau gostoso na minha buceta!! - ela falou quando minha pica deslizou pra dentro dela, bem fundo.
Ela já tinha esquecido a dor que eu tinha causado no cuzinho dela e agora rebolava debaixo de mim como louca, me beijando e colocando os braços ao redor do meu pescoço. Não demorou muito e ela começou a gozar. Sua bocetinha sugava meu pau durante o orgasmo delicioso que ela estava tendo e eu não me aguentei mais.
- Ohhhhhh!! Vou gozarrrrr, Valériaaaa!! - gemi como um louco e esguinchei minha pôrra bem no fundo da xoxotinha dela.
- Aiiiiii!!! Que esperma quentinhoooo!!! Meu deussss!! - disse ela ao sentir minha gala tocar o fundo de sua bocetinha. Meu tesão era tanto que continuei metendo e logo o corpo dela começou a se contorcer novamente, tendo mais um orgasmo que a deixou completamente tonta.
- Chegaaaa! Meu deus!!! Preciso de um tempo!! Não aguento mais gozarrr!! - ela disse rindo. - Deixa eu te comer de quatro então? Só mais um pouquinho! - eu pedi e ela ficou de quatro na cama, com a bundinha bem empinadinha.
Segurei firme na cinturinha dela e enfiei minha pica em sua bocetinha, de uma só vez. Nessa posição de "cachorrinho" eu beijava as costas e a nuca dela, massageando seus seios ocasionalmente. Ela agora estava totalmente relaxada e me deixou meter à vontade, já que a fricção contra o seu clitóris era mínima. Ela apenas gemia enquanto eu apertava e massageava suas nádegas.
Eu não voltei a meter no cuzinho dela essa noite. Ela pareceu não gostar da experiência e eu respeitei. Finalmente eu vi que não aguentava mais e gozei na xoxotinha dela, abraçando a fortemente. Ela deixou o corpo cair na cama e caí por cima.
Ficamos assim por vários minutos e vi que ela tinha adormecido. Me levantei, tomei um banho, me vesti, dei um beijo no rostinho lindo dela e fui embora.
No dia seguinte a Valéria apareceu no meu escritório logo de manhã. Ela entrou e fechou a porta e pude perceber que ela estava nervosa e um pouco assustada.
- Thiago, me ajuda!! Esta manhã saiu um negócio tão estranho do meu bumbum. O que você fez comigo? Me fala, por favor! - ela falava, quase em pânico.
- Valéria, se acalme! O que saiu foi um combinação do meu sêmen e da loção que usamos. É provável que a loção tenha causado alguma alergia ou alguma coisa. Mas fique tranquila! Você não tem nenhum problema.
- Tomara, Thiago!! Fiquei tão assustada quando vi aquele negócio tão nojento saindo de dentro de mim! - ela disse ficando mais calma. - Eu sei que você está assustada e garanto que você vai ficar bem. Eu nem penetrei você do jeito que eu queria. Só enfiei um pouquinho mesmo e gozei! - eu disse, tentando acalmá-la mais um pouco.
- Eu sei que você não enfiou muito e fico agradecida por você não ter forçado! Eu sei que você se preocupa comigo e que você é um ótimo amante! Acho que exagerei mesmo! - ela disse, quando chorando. Eu me levantei e a abracei até que ela estava mais calma e relaxada nos meus braços. Pouco depois ela deixou meu escritório e percebi que sexo anal com ela não ia acontecer tão cedo novamente.
Continuei a comer a Valéria durante uns cinco meses ou mais. Mas nada de sexo anal. Nem o dedo ela deixava eu enfiar, me forçando a me contentar com a bocetinha maravilhosa que ela tinha. Finalmente ela se apaixonou por um piloto de avião durante uma viagem que ela fez ao exterior e nunca mais deu pra mim. Mas não fiquei triste.
Eu só estava a fim de sexo mesmo, e já estava na hora de buscar outra garota, de preferência uma que gostasse de sexo anal do mesmo tanto que eu gosto.
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Meu clitóris está inchadinho de tanta vontade de transar. Procuro homens mais velhos para morar comigo e dividir as despesas da casa. Enquanto não consigo um trabalho e faço programa para ajudar meu marido a cuidar da nossa família. Meu marido foi quem me iniciou na arte do sexo anal. Gosto de dar mais o meu cú do que a minha buceta. Adoro homens pauzudos. Pedi para o homem se sentar no sofá e fui por cima dele, encaixando o meu cuzinho no pauzão dele. Voltei pra casa com minhas roupas rasgadas. Dei minha calcinha para o rapaz do Uber. O velho safado piscou pra mim na rua. Eu sei que você só quer comer o meu cuzinho e ir embora. Não quero me casar de forma alguma. O porteiro da faculdade está apaixonado por mim.
|