Cada vez que o Roberto avançava mais um pouco, era um choque que eu levava e eu nem ligava mais para o tesão que eu estava sentindo. Eu só não queria que ele fizesse com a Jéssica o que ele fazia com todas as outras meninas, pois eu a amava demais.
Meu deussssss! Entrei em desespero completo. Que loucura! Eu vendo tudo aquilo e o meu pau alí, duro como uma rocha.
Então, ainda apertando a Jéssica contra a parede, o Roberto colocou a mão por dentro da calcinha dela e tocou naquele priquitinho. Caramba! Eu cheguei a virar a cabeça para não ver aquilo. - Hunnnnnnfff...! - ela deu um gemido bem alto.
Ele sabia que estava quase na hora de ela se entregar, e o desgraçado aguardava pacientemente por esse momento. - Abre as pernas, amor, vai... abre bem essas perninhas! - ele falou meio sussurrando, mas com voz firme. Que merda! Ela prontamente obedeceu e abriu um pouco as pernas. Estavam acabadas minhas esperanças de que ele não conseguisse faturar ela.
Lágrimas caiam dos meus olhos, mas ainda tinha coisas piores e eu não queria parar de olhar, até porque, eu ia escutar tudo de onde eu estava e, sair dali agora não dava. Eu podia ser descoberto facilmente.
E agora o Roberto estava enfiando o dedo nela, com a mão dentro de sua calcinha, e ela gemia baixinho, totalmente mole, pelo tesão e pela bebida, sem contar que ela estava completamente nua da cintura para cima. - hunn... hunnn...! - a voz dela saia rouca, fraca, quase como um sussurro. Quando ele percebeu que tinha rompido todas as defesas da minha prima e que ela seria dele agora, ele se afastou um pouco dela e ficou olhando-a ali.
Ela então levantou a cabeça, com respiração ofegante e se jogou para cima dele abraçando-o. Meu deusss do céu! O safado a segurou firme e sem ela ver, ele abriu um largo sorriso.
O Roberto novamente tinha conseguido o que queria. Ele ia comer simplesmente a menina mais linda da festa, uma verdadeira princesa com quem eu sonhava cada dia de minha vida. Ele a tomou nos braços e a carregou como se fosse uma criança, sem pressa, para o "comedor". Em seguida ele pôs ela em cima do colchão, que ficava no chão mesmo. A Jéssica, sentada, ficou olhando para ele enquanto o safado fechava a porta.
Sem pressa alguma o Roberto abriu outra cerveja, tomou quase meia lata e deu para ela, que tomou só um pouquinho e fez carinha de enjôo.
Para ver o quarto por dentro, eu tive que mudar de parede e me encostei na outra parede, sem fazer qualquer barulho, é claro. O quarto tinha uma iluminação muito boa, que dava para ver tudo. Ele então foi empurrando ela lentamente para ela se deitar.
- Vira de bruços agora! - o Roberto falou quando a minha prima já estava deitada. Ela se virou e, pela primeira vez, pude ver toda a formosura daquele bumbum durinho e maravilhoso, ainda coberto com a calça apertada que ela estava usando.
O cara, calmamente, acariciou as costas dela e a beijou naquele pescocinho lindo. Em seguida ele meteu as mãos no cós da calça dela e puxou de uma só vez até as coxas. Foi tão rápido que a Jéssica se assustou.
- Aiiiiiinnnn! - ela olhou para trás e soltou um gritinho bem suave. Que loucura! A visão que tive era fantástica, pois eu nunca tinha visto uma bundinha seminua tão linda assim.
Mas, era ao mesmo tempo deprimente, pois aquele cretino não merecia a Jéssica jamais. A calcinha dela não era muito cavada, e eu sabia que logo ela ficaria sem ela também. De forma um pouco brusca ele puxou a calça dela até sair pelos pés, o que fez minha prima arregalar seus lindos olhos.
Agora a única peça de roupa dela era a calcinha, pois até suas sandálias já não estavam mais em seus pés. De repente, sem nenhum aviso, o Roberto começou a baixar a calcinha da Jéssica, também lentamente, revelando aos poucos aquele bumbum durinho e maravilhoso.
O cara ficava o tempo todo sorrindo. Meu deussss! Que coisa mais linda! Nunca imaginei que minha prima tivesse o corpinho tão bonito daquele jeito.
Nesse momento ela baixou o rosto no colchão, talvez com alguma vergonha de ficar nua pela primeira vez na frente de um homem. Aquela cena ali dela nuazinha em pelo, quase sendo todinha daquele cara me deixou em um estado horrível.
Meu tesão agora era estranhamente muito forte. Meu pau parecia querer estourar, de tão excitado que eu estava.
Após ver a Jéssica completamente nua, o Roberto abriu um largo sorriso.
- Que deliciazinha... que gatinha mais linda! - ele sussurrou e foi descendo o dedo médio, desde as costas dela até o reguinho de sua bunda, mas logo parou. - Vira!... fica deitada de barriga pra cima! - ele falou, com autoridade.
Minha priminha foi se virando lentamente, olhando fixamente para ele e, com as mãos, ela tentava cobrir a bucetinha. Imediatamente ele pegou as duas mãos dela e tirou de cima da pepequinha dela, sem qualquer resistência.
Em seguida o safado ficou olhando para o priquitinho da Jéssica. E eu também podia ver a xoxotinha dela, com aqueles lábios perfeitos e já bem inchados, e apenas uma fina linha de pelos em sua púbis. Posso assegurar que nunca vi uma buceta tão pequenina e tão bonita em toda a minha vida.
No entanto, aquela cena foi terrível para mim, pois agora não faltava mais nada. O Roberto ia comê-la ali na minha frente.
Entrei em desesperado, quase chorando. Pela última vez pensei em fazer qualquer coisa para impedir, mas me faltava coragem. Não tive outra alternativa a não ser continuar observando tudo aquilo.
Calmamente o malandrão aproximou sua mão da bucetinha da minha prima e começou a dedilhar seu clitóris.
- Ohhhhhhhhhhhhhhhhh... deusssssss... não faz isso não...!! - ela falou e começou a gemer baixinho, com sua respiração cada vez mais forte. O negócio é que suas pernas foram se abrindo mais e mais, enquanto ela segurava com força os braços dele.
- Hunn... hunnn... hunn...!! - ela sussurrava e meu mundo desabava. A Jéssica estava irreconhecível agora. Com 19 aninhos, mas com carinha de bebê, ela ia ser possuída bem ali na minha frente por um cafajeste, e casado.
Que merda! E se ele a engravidasse? Já que ele nunca usava camisinha com virgens. Ele podia deitar em cima dela ali e socar nela, sem nenhum problema, pois ela estava completamente entregue a ele.
Mas, como ele sempre dizia, ele gostava de levar a menina ao extremo do desejo, para que ela ficasse totalmente submissa ao tesão e às vontades dele. Canalha!! Safado!!
- Gostosaaaa... boazudinha... greludinha gostosa do papai... issooo... safadinha... cachorrinha tarada...! - ele falava, enquanto dedilhava ela com muita calma. E a Jéssica alí, já se contorcendo de tesão, mas não dizia nada e só gemia baixinho.
- Vem cá agora... Vira de bruços, gostosinha! - ele pediu e ela se virou rapidamente. Que coisa mais linda ver minha prima naquela posição. Enquanto ela se virava na cama eu pude visualizar seu cuzinho, minúsculo, fechadinho e muito bem desenhado na racha de sua bundinha perfeita.
- Abre as pernas... abre! - ele ordenou. De imediato minha prima abriu um pouco as pernas e ficou bem arreganhada. O Roberto então enfiou a mão no meio das coxas dela e ficou dedilhando sua bucetinha por trás.
Miseravelmente ela chegava a empinar um pouco o bumbum para expor a periquitinha para ele. Eu não aguentava mais ver a Jéssica ali, entregue aos capriches daquele safado, cretino e aproveitador.
E, enquanto ele dedava ela com uma mão, ele passava a outra pela bundinha inteira e pela parte de trás das coxas. Tentei imaginar que aquilo fosse um pesadelo, mas não era. Estava realmente acontecendo.
E eu estava com o meu pau duro assistindo a tudo aquilo. Eu estava com muita raiva de mim também. Então, para piorar ainda mais o meu tormento, o Roberto mesmo desvirou a Jéssica rapidamente e se deitou por cima dela.
Minha prima foi abrindo as pernas para se entregar, pois não aguentava mais o tesão. Mas o safado, com o quadril encaixado entre as pernas da minha musa, queria fazer ela esperar mais um pouco.
Lentamente ele aproximou a boca dos peitinhos dela e ficou chupando deliciosamente, alternando entre os dois. E ele não parava de passar a mão em todo o corpo da Jéssica, o que fez com que ela começasse a gemer bem alto agora.
Apesar da minha prima já estar nuazinha, o Roberto continuava completamente vestido, já que ele não parecia ter a mínima pressa em concretizar aquele ato, e continuou mamando nos peitinhos da Jéssica.
Depois, calmamente, ele se levantou, ficou de pé ao lado do colchão e começou a tirar sua roupa na frente dela, que o olhava quase implorando para ser dele. Desgraçado!!! Meu deussss! Que vontade de matar aquele cara!
O filho da puta do Roberto ficou só de cueca, se deitou por cima da Jéssica e tirou o pau para fora. Era comprido, uns 20cm mais ou menos, mas não era exageradamente grosso.
Porém, a pica dele era bem torta da metade até a cabeça, quase um arco. Fiquei pensando que aquilo ia machucar ela, pois a coitadinha ainda era virgem. Mas minha prima não chegou a ver a vara, pois quando ele tirou para fora, ele já estava em cima dela.
Embora eu pensasse que aquela seria a hora em que ele a penetraria de vez, ele não fez, apenas se limitou a beijá-la e passar a cabeça do pênis na entrada do priquitinho dela. Minha priminha, que não parava de gemer e estava quase desfigurada de tesão, começou a murmurar algo, para minha infelicidade e tristeza.
- Faaaazz! – ela gemeu baixinho. - Faaz o que, safadinha? - ele perguntou sarcasticamente. - Meeete! - Calma, tesão, calma! Tá querendo vara, tá? - Tou... meete... runnff...!
- Relaxa, tesão... quer que eu meta onde, heim?... me fala! - E... em... mim... agoooraa... vai! - Mas fala onde, gostosa! - o Roberto falava alto e seguro, e a voz da Jéssica era baixa, trêmula e entrecortada. - Na... bucetaaa...! - ela sussurrou, quase chorando.
Meu deus do céu! Aquilo estava me deixando muito agoniado! Minha prima murmurava submissa, sem entender porque o Roberto estava levando ela àquilo.
E o cara ia à loucura quando ouvia ela pedindo pra ele meter. Logo ele deu um largo sorriso e beijou ela loucamente, pegando no queixo dela e virando o rostinho dela para um lado e para outro, mas não atendeu ao seu desejo.
Para ele, aquilo ainda não era o extremo. Maldito!! Se eu pudesse eu o mataria naquele exato momento. Mas não havia nada que eu pudesse fazer, a não ser continuar vendo toda a cena, com o meu pau duro. Por incrível que pareça, a cabeça da minha rola babava, tamanho era o meu tesão também. Que situação mais difícil a minha!
- Então pede rola... pede, putinha!... pede para o seu macho te comer bem gostoso... pede! - ele falou no ouvido dela. Caralho! Ele já estava chamando ela de putinha! Que droga!
- Eu... q-q-q-queero...! - Quer o que? Fala logo! - Quero ro... laaa.. anda!... por... f-f-favorrrrr! - a Jéssica falou e começou a chorar baixinho, não sei se de tesão ou de humilhação.
Ela tentava falar baixinho, como se fosse só para ele escutar. Era fácil perceber que ela estava fora de controle e totalmente submissa.
- Vai deixar eu tirar esse seu cabacinho e fazer tudo que eu quiser, vai, putinha linda? - Vôo... ou... faz logo... faz... runnff... runnff! - ela já choramingava mesmo, com sua voz submissa, implorando para ser comida por ele.
E isso me deixou doido de tesão, mas também de muita raiva. Por que o Roberto estava fazendo isso com a Jéssica? Mas ela agora era maior de idade e podia fazer o que quisesse. Droga!! Minha prima deveria ser minha, e não daquele cafajeste.
- Então abre as pernas ao máximo que seu macho vai meter a rola nessa bucetinha, tá? - o Roberto falou isso e a Jéssica se arregaçou toda embaixo dele. Ele então levantou os joelhos dela, mas as pontas dos pés dela ainda ficaram no colchão, somente os joelhos no alto.
Caramba! Aquelas coxas nuas eram as mais lindas do mundo. Minha prima não merecia implorar para ser penetrada. Ela deveria ser comida com jeitinho, com carinho, por um cara respeitador como eu.
Novamente o Roberto não meteu, e continuou a passar a cabeça do pau nela, na entradinha da xoxota. Em seguida, segurando levemente nos cabelos da Jéssica, dos dois lados da cabecinha dela, ele falou alguma coisa no ouvido dela e em seguida se afastou.
- Me coo... me... por... f-f-f-favor! - ela gemeu. - Não ouvi, putinha gostosa... fala mais alto!
Impaciente com tudo aquilo, minha prima perdeu qualquer pudor. - Me come... vai! Por... fa... vor...! - ela falou bem mais alto, com carinha de choro e soluçando, talvez pelo efeito da bebida também. - Quer perder o cabacinho na minha vara, quer? - Sim... eu... eu... q-q-que... rooo...!
Ela falou isso e ele deu um tapinha bem leve no rostinho lindo da minha prima. Em seguida ele levantou um pouco seu corpo, pegou as duas lindas pernas da Jéssica, as colocou em seu ombro e se jogou por cima dela. Isso fez com que os joelhos dela quase tocassem seus próprios ombros.
- Aiii! - ela reclamou, pois não estava acostumada e ficar em tal posição debaixo de um homem.
A voz dela estava muito sexy e, tenho que admitir que ela estava com o rosto irreconhecível, devido à bebida e ao tesão.
E o Roberto, em seguida, afastou ao máximo as pernas da minha prima, distanciando bem uma da outra, se posicionou com sua pelve bem em cima da dela e abaixou a cabeça para pegar no pau e por na entradinha da pepeca dela.
Era o fim. A menina dos meus sonhos ia perder o cabaço nas mãos de um safado desalmado.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinnnnnn... meu deussssss... aiiiiiiiiinnnn...! - a penetração foi rápida. Com apenas uma estocada o pau do Roberto rompeu as barreiras impostas pela entradinha da periquita da minha prima e afundou para dentro dela.
Caramba! E com todo o tesão que ela estava sentido, não foi difícil, pois a buceta devia estar muito lubrificada. Tudo que ela fez foi soltar um grito, que foi abafado pela mão dele, que lhe cobria a boca, pois o safado já sabia o que vinha após a penetração.
[Continua em: "Da paixão à humilhação - Parte 3 - A Jéssica gozou com o pau do Roberto engatado em sua periquita"]
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