A festa na comunidade durava um mês e ocorria em todos os meses de junho. A semana em que a Jéssica se entregou para o crápula do Roberto era a primeira semana. As semanas seguintes tinham sempre festas aos sábados e aos domingos.
Não dava muita gente, mas tinha sempre arraial e uma banda local tocando ao vivo. Era muito animado, menos para mim, que não conseguia esquecer o que tinha visto e cheguei a desejar nunca mais voltar naquele lugar.
Planejei ir até lá e tentar conversar com a Jéssica, explicar que o Roberto era casado e que só queria comer ela e largá-la, como ele fazia com todas as outras meninas, mas não foi possível, pois não voltamos mais lá nos 19 dias seguintes.
Talvez o leitor não entenda o fato de que minha prima, mesmo tendo 19 anos, era tão ingênua. Mas quem conhece a região sabe que meninas que crescem nas comunidades distantes dos grandes centros, na Amazônia, mesmo alcançando a maioridade, continuam com uma certa ingenuidade em relação às que crescem nas grandes cidades. Assim, no dia seguinte em que o Roberto comeu a Jéssica, ele já começou a falar dela para os outros homens que trabalhavam no barco. Eu escutava a tudo indignado, mas ele nem tinha ideia de que eu a conhecia, de que eu a amava tanto, e de que eu tinha presenciado tudo que ele fizera com a menina destinada a ser minha, e não dele.
- Cara, vocês não fazem ideia do que eu peguei ontem... um cabacinho, cara.. aqui nesse lugar, só esperando por mim! - ele falava, todo animado.
- Pow, cara! Aquela gatinha era linda demais... tú tirou o cabacinho dela assim, fácil?... não acreditoooooooo! - disse o Rodrigo, um colega que trabalhava no convés do barco. - Muito fácil, cara! Chega a putinha chorava na rola, pedindo mais... Caraaaaalho, muito gostosa e apertadaaaaa, além de muita lindinhaaaa! Vou ter que voltar aqui só pra comer ela de novo! Porra, meu! A bucetinha da menina é super apertadaaaaaa! Que coisinha mais cheirosinha...! - meu patrão ficava se gabando.
- Cara, será que ela não tem namorado aqui? Cuidado, heim! - um dos homens comentou.
- Pow, bicho! Se tem, deve ser algum viadinho que não dá conta da potranquinha, e ainda por cima agora é corno! - o Roberto falava e gargalhava. - Mas ela não me disse nada e eu também não perguntei, né? Fica para a próxima! Vou perguntar com a minha vara atochada na bucetinha dela! - Se deu bem aqui, né, cara? - um outro colega comentou. - Pow, tú precisava ver ela rebolando na rola, meu!... Deixa o cara doidooooo... Só de lembrar dá vontade de gozaaar! - meu patrão continuou, contando mais alguns detalhes do que ele tinha feito com a Jéssica. Maldito, canalha, filho de quenga!!!
Eu tive que sair de perto para não escutar mais aquilo.
Passaram-se duas semanas sem que eu pudesse ir até a comunidade, pois eu trabalhava no barco e não podia me afastar dele, nem em fins de semana. Eu estava doido para falar com a Jéssica e tentar pôr fim aos planos do Roberto, mas eu não conseguia.
E então tive um susto quando o Roberto falou que voltaríamos ao local, na última semana da festa. Fiquei muito preocupado de não conseguir conversar com a Jéssica antes da nova investida dele, mas eu ia tentar fazê-lo, com todas as minhas forças. O cafajeste não ia mais se aproveitar da minha amada.
Chegamos à comunidade em uma sexta-feira, por volta das 18:00h, e a festa terminaria no domingo. Na sexta-feira haveria um tradicional concurso para escolher a rainha da festa. Eu não sabia, mas a Jéssica participaria do concurso.
Eu só fui liberado do trabalho às 18:30h. Dessa forma, tomei banho rápido e subi com os outros colegas. No salão havia bastante gente e estava iniciando o desfile das candidatas. Havia muitas meninas bonitas e os caras ficavam ali olhando, admirados, chegavam a ficar como idiotas mesmo.
Havia dois momentos em que as candidatas desfilavam: no primeiro elas vinham de vestidos e depois, somente com roupas de banho ou maiô.
Eu procurei pela Jéssica e não a encontrei. Uma amiga dela me informou que ela estava com as meninas que iam desfilar e já ia começar. Então eu me sentei junto com o pessoal do barco onde eu trabalhava, e o Roberto ficou aí, por perto, olhando ao redor, provavelmente tentando avistar a minha prima também.
Eu queria ficar de olho nele, na tentativa de evitar que ele se aproximasse da Jéssica de alguma forma. Eu também tinha esperança de que ela não quisesse mais nada com ele, depois de ele ter deixado ela ao relento daquela forma, sem condições nem de andar, devido à bebida e também devido à surra de rola que ela levou, há apenas três semanas.
O primeiro desfile foi de vestido e a Jéssica foi a terceira menina. Deus do céuuuuu!! Ela estava esplendidamente linda no vestidinho, e com um penteado que me deixou louco, principalmente pelos comentários que o Roberto fez.
- Rapazes, olhem como ela está mais gostosinha hoje... Que delícia de eguinha mais linda... Parece que está rebolando mais depois que perdeu o cabacinho! - o safado falou e soltou uma boa gargalhada.
Os outros companheiros riram baixinho, e eu tive vontade de esmurrar cada um deles, mas não deixei perceberem minha inquietação e o meu sofrimento. Eu estava atento a cada passo da Jéssica, pois queria falar com ela antes do Roberto dar o golpe pra cima dela.
Quando ela veio de biquíni meu queixo caiu. Ela estava a coisinha mais linda do mundo. O biquíni era bem sensual, e o corpinho dela era de deixar qualquer um maluco. A macharada toda ficou babando com aquela visão. Houve alguns assobios, e o desgraçado do Roberto não ia deixar de comentar.
- Issoooooo... Rebola, gostosinhaaa do caralhooooo... Eu prefiro você assim, quase sem roupa mesmo... putinha gostossaaa.... porraaaaa... já estou de pau duro aqui! Depois eu desconto em você, meu bem! Se preparaaaaaa! Vai chorar na vara de novooooooo!! - o safado falou, rindo satisfeito.
Os caras que estavam com a gente ficaram doidos com a visão da Jéssica. - Oh, Beto, quando enjoar dela dá uma chance para gente aí, pow! - falou o Rodrigo.
- Calma, pessoal! Vai chegar a vez de vocês também comerem essa potranquinha! - ele disse com uma risada. - Mas só quando eu largar, né, cambada?... Enquanto isso vão atrás das outras aí, pô! Ela é minha, gente... Só minhaaaaaaa! Esse priquitinho é só meu!!!
Desgraçados! Eu estava disposto a fazer o que eu pudesse para impedir isso. Meu coração estava muito triste com esses comentários. E então eu resolvi me afastar um pouco deles.
Nisso estavam se preparando para anunciar a ganhadora e não havia novidades. Todas as meninas eram muito bonitas mesmo, mas a Jéssica era fora de série. Como esperado, anunciaram que ela era a ganhadora e ela voltou ao palco para receber o prêmio.
Ela estava muito feliz e sorrindo, e eu também fiquei feliz por ela. O prêmio era R$ 2.000,00, que foi patrocinado por empresas da capital, inclusive a do pai do Roberto. De repente, eu esqueci de tudo e fui para perto do palco, na esperança de poder falar com ela, mas ela saiu pelo lado de trás.
Eu dei a volta, e não a vi mais. Nisso, encontrei uma colega dela que me disse que a Jéssica estava trocando de roupas e que ia demorar um pouco. Fiquei triste novamente, e aguardei sentado em um canto do salão. Eu precisava desesperadamente conversar com ela antes do maldito do Roberto.
E de repente eu a vi, e corri em sua direção. Ela estava com um vestidinho de cor verde bem escuro e um pouco brilhoso, tipo "tubinho", "tomara que caia", sei lá. Tive que andar logo atrás dela, pois tinha muita gente tentando falar com ela e a cumprimentando pela conquista.
Eu consegui chegar perto dela rapidamente. - Parabéns, Jéssica! - falei, finalmente, quase sem fôlego. Ela se virou para mim. - Pedro!!! Obrigadaaaaa... por tudo... mesmo! - minha prima falou, demonstrando, mesmo que por alguns rápidos segundos, um pouco de carinho em relação a mim.
Talvez ela estivesse se referindo ao fato de eu ter cuidado dela depois que o Roberto a largou sozinha de madrugada, completamente embriagada. Então ela veio e me deu um abraço, um instante eterno para mim, e eu gostaria que aquele momento parasse no tempo. Mas em seguida ela se afastou de mim novamente.
- Eu preciso falar com você, Jéssica! Por favor... é urgente! - Agora não dá, Pedro! Depois a gente conversa, tá bom?... tenho que ir agora! - Como vai a titia? - insisti.
- Ela não estava se sentindo bem, e não quis vir à festa, nem ontem e nem hoje... Tchau, Pedro! Depois a gente se fala! - Jéssica, por favor, é rapidinh...
Não deu. Ela já tinha se ido. Quando eu tentei argumentar mais alguma coisa, minha prima já estava longe. Droga!!! Eu tinha chegado tão perto, e tinha perdido a chance de contar toda a verdade sobre o Roberto.
Fiquei meio perdido e decidi que era melhor eu não ficar andando atrás dela insistindo, pois além de irritar ela, o desgraçado poderia perceber e me ridicularizar depois. Triste, resolvi voltar ao barco para pensar um pouco no que fazer.
O cheiro do delicioso perfume da Jéssica tinha ficado em minha camisa, e eu fiquei com ela estendida no meu rosto, deitado da minha cama, de pau duro, imaginando o quanto seria gostoso meter na minha prima. E acabei cochilando, pois o dia tinha sido bem cansativo, e o nosso serviço era braçal.
Acordei após uns 40 minutos e rapidamente subi para ver se eu via a Jéssica novamente. Havia bastante gente tanto no salão onde tocava música e as pessoas estavam dançando, e também no arraial. Procurei ela do lado fora e não a vi. Entrei no salão e também a procurei e nada. Também não achava ninguém do barco.
Em uma banca mais afastada eu encontrei o Rodrigo e um outro colega. Perguntei pelo Roberto, dizendo que queria fazer um vale, ou seja, um adiantamento do pagamento, para passar a festa, mas o Rodrigo disse que não via o Roberto já fazia cerca de meia hora.
Minha preocupação aumentou. Não era possível. Nessa hora fiquei doido e comecei a procurar a Jéssica por todos os lados, de forma urgente. Não demorou muito tempo e avistei um casal em um lugar mais escuro, mas eles não estavam agarrados, apenas conversavam. Aproximei-me sem ser visto, e percebi que era a minha prima e o Roberto que conversavam.
Fiquei olhando atônito para ver o que aconteceria depois e percebi que ele tentava pegar as mãos dela e ela se puxava, recusando seus toques. Pareciam que discutiam. Aquilo me deu um certo consolo, pois ela realmente ia dar um fora nele.
Como eu não podia me aproximar mais sem ser visto, fiquei de longe olhando. Após uns 20 minutos, em uma tentativa de pegar na mão dela, o Roberto finalmente conseguiu ficar segurando. Eu me desesperei e quase gritei de onde eu estava para a Jéssica não fazer aquilo, não permitir que o Roberto a manipulasse daquela forma.
Em seguida ele a puxou para abraçá-la e também conseguiu. Então, depois de abraçar a Jéssica, o Roberto foi, com jeitinho, e a beijou na boca. Pronto!!! O que eu mais temia ia acontecer tudo de novo. Fiquei desolado. Lagrimei e fiquei de longe olhando, sem vontade nem de me mexer mais.
Vi como o Roberto pegou a Jéssica pelo braço e foi levando em direção ao bar onde beberam no primeiro dia. Lá ele puxou a mesa bem para baixo da árvore e fez ela se sentar do lado mais escuro, de costas para o arraial a de frente para ele. Ele falava com ela e pegava nas mãos, no queixinho e no rosto dela. Enfim, parecia que ele a teria novamente mesmo.
Eu rodei pelo lado escuro e fiquei o tempo todo ali atrás da árvore, observando atentamente. Eles beberam quatro garrafas de cerveja em cerca de 35 minutos. O Roberto, claro, bebia mais que a minha prima, mas, mesmo assim, ela já parecia um pouco tonta.
Então o Roberto se levantou, pegou a Jéssica pelas mãos e a puxou novamente para baixo da árvore onde ele esteve com ela na primeira vez. Lá, ele a abraçou com vontade e a beijou, sendo totalmente correspondido por ela. Que droga!!! Como era possível?!? Entrei em desespero novamente, e cheguei a suar frio.
Depois de beijar a minha prima mais um pouquinho, o Roberto se posicionou rapidamente atrás dela, envolvendo-a em um abraço apertado e começou a encoxa-la ali mesmo. Vi que a Jéssica ficou muito incomodada e logo se puxou, tentando escapar dele. Então, vendo que a coisa estava esquentando, ela pediu para eles irem dançar, e foram.
Depois de alguns minutos, eu fui ao salão, que estava lotado, e percebi que o Roberto dançava com a minha prima agarrando-a pra valer, e com as pernas dele no meio das dela, chegando a levantar o vestidinho.
Eu não aguentei mais ver aquilo e voltei ao barco. Eu estava desolado e chorei copiosamente, sozinho. E então, escutando a música que vinha do salão, fiquei pensando na vida por um longo tempo. Pensei até em subir lá novamente, mas eu não tinha coragem.
Fiquei deitado na minha cama cheirando a minha camisa, que ainda tinha o cheiro da Jéssica, e acabei dormindo um pouco. Acordei por volta de 00:30h. Tive a curiosidade de verificar se meu patrão não estava com a minha prima de novo no "comedor", o quarto onde ele pegava as meninas, e que ficava perto de onde eu dormia, mas não havia ninguém.
Na verdade, o "comedor" tinha sofrido algumas alterações desde a primeira vez que o Roberto levou a Jéssica para lá. O desgraçado mandou botar lá uma cama de solteiro que ele comprou e um colchão novo. O pior é que ele mandou eu mesmo arrumar tudo lá, uma semana antes.
Como pode?!? Eu mesmo arrumei a droga da cama para ele comer a menina que eu mais amava nesse mundo. Isso era impossível de acreditar!
O Roberto também tinha colocado um pequeno guarda roupas, e mandou a faxineira limpar bem o quarto. Havia também um condicionador de ar antigo que ele mandou consertar. Acho que o desgraçado fez tudo aquilo só pela Jéssica, infelizmente, mas ele não a amava, ela era para ele apenas mais uma buceta "gostosa", mais um cabaço para a sua coleção, só isso.
Eu estava há uns vinte minutos lá, olhando pela brecha, quando ouvi passos de alguém subindo para aquele piso, pelas escadas. Meu coração disparou. Eram eles. O meu tormento ia começar tudo de novo.
Como estava claro por causa das luzes de outros barcos, o Roberto trouxe a minha prima para mais próximo de onde eu estava. E eu fiquei quieto, de forma a não fazer nenhum barulho. Vi como ele encostou a Jéssica na parede e começou a beijá-la loucamente, passando a mão pelo seu corpo.
- Paraaa... Robertooooooo... meu deusssss... Eu já disse que não quero transar mais... Você disse que era apenas para conversar aqui e tomar cerveja! - minha prima reclamou, tentando se livrar dos braços do meu patrão. Ele nem ligava e continuava passando as mãos nela, na barriga, costas e até na bunda dela, por cima do vestidinho.
Apesar da Jéssica dizer que não queria, ela não saía dali, e o Roberto sabia o que fazer para convencê-la. De repente ele virou ela de costas para ele e foi levantando seu vestidinho. E ela tentou impedir com as duas mãos.
- Paaaraaa... Robertoooo... não faz iiissooo... por favor... eu só aceitei vir porque você disse que queria conversar longe da música... p-p-p-por favooor... eu não vou fazer issooo!! - a Jéssica continuou resistindo.
O desgraçado, como da outra vez, não desistia, e acabou levantando tudo, até a cintura, e ela ficou só de calcinha novamente na frente dele. Dava para perceber que minha prima estava bastante embriagada, e o Roberto também, pelo jeito de falar dos dois.
- Por favor, Rober...tooooo... eu vou gri..tarrrrr aqui... paraaaa... eu já faleeeiii... eu poos..so engravidar... e se a minha mãe souber... ela me maaata... para, por favoooor... você já conseguiu o que queri...a naque...le dia... eu vim aquiii... para... conver...sar... Só isssooo!!!!
E então o Roberto, com toda a sua experiência, trucou, como ele sempre fazia. - Então pode ir! vai!!!! - ele falou. Mas ele sabia que ela não iria a lugar nenhum, e por isso ele fez isso, sarcasticamente, rindo por dentro.
Apesar de falar isso, o Roberto não soltou os braços dela, segurando-a pelas mãos, levemente, sem nenhuma violência. Minha prima ficou olhando para ele por vários segundos. Finalmente ela soltou um suspiro profundo.
- Você não preci..sa ficaar com raaaiva... por favoooor... eu tou meiooo tontaaa da bebidaaaaa, e depoooiss, você lembra o que ocorreu da outra vez, né?... - ouvi ela falar baixinho. - Esquece, gata!... Se você sair daqui agora, vai ter que ir de vez mesmo! Nunca mais você vai me ver! - ele jogou a isca.
O cara apostava tudo, só para ver a minha prima ceder na frente dele. E então, como esperado, a Jéssica não foi embora, infelizmente. Ela ficou parada, meio apoiada na parede, como que tentando ainda argumentar alguma coisa.
- Relaxa, gata! Se você não quisesse estar aqui comigo, não tinha nem subido! Agora relaxa bem e curte! - o safado do Roberto disse.
Ele estava jogando na cara da minha prima e ela engoliu calada, de cabeça baixa. E então o Roberto atacou novamente. Rapidamente ele voltou a amassar a Jéssica na parede, meteu a mão no vestidinho dela e voltou a levantar.
O safado começou a passar as mãos na bunda do meu amor pra valer mesmo, com ela apenas de calcinha, e eu torcendo para ela reagir e ir embora dali. Mas, ao contrário do que eu esperava, a Jéssica não estava mais reagindo. Completamente entregue, ela não se opôs quando o Roberto levou as mãos para a frente dela, para cima da sua bucetinha.
Depois que o meu patrão encheu a mão com a periquita da minha prima e ela não esboçou nenhuma reação, eu vi que tudo estava perdido mesmo. Ela realmente podia ter ido embora se ela quisesse, pois em momento algum o Roberto forçou ou a segurou alí no barco.
A verdade é que minha prima já tinha caído na lábia do Roberto mais uma vez, e agora o tesão dela não ia mais permitir que ela saísse dalí, para minha completa tristeza. Dava para perceber que o safado estava dedando a Jéssica, com a mão enfiada dentro da calcinha dela.
Completamente perdido e desgostoso com a vida eu vi a minha prima começar a gemer e choramingar baixinho, enquanto o Roberto encoxava ela por trás e dedava ela na frente. - Hunnnnfff... paaaraaa... por favorrrrr... Eu posso engravidaaaaar... paaaraaa!!! - ela falava, totalmente submissa ao safado filho de quenga.
Eu já estava vendo o desgraçado comer a minha prima ali mesmo, do lado de fora e em pé, só faltava empurrar o pinto pra dentro, pois ela já estava totalmente entregue a ele.
- Relaxa, gostosinha! Tú toma a pílula do dia seguinte depois! Eu tenho aqui, e no final eu te dou! Mas só quando eu estiver 100% satisfeito, meu amor! - o safado falou no ouvido da Jéssica.
- Hunnnnfff... hunnnnfff...!! - minha prima só grunhia baixinho, com a respiração bastante acelerada. Ainda com o vestido da Jéssica levantado, o Roberto, com uma certa violência, virou ela de frente para ele e meteu a mão dentro de sua calcinha, sem cerimônia.
- Robertoooooo... por favorrrr... eu... nós... nãoooooooo...!! - a Jéssica gemia e tentava afastar seu corpo, mas o Roberto já estava com os dedos dentro da buceta dela, dedilhando, todo safado. Nessa hora, minha prima, talvez por estar meio bêbada, nem se preocupou mais com o vestido levantado. Ela só olhava para baixo, sem reação.
- Ainda quer ir embora, quer?... hein, meu bem? - o Roberto pôs as mãos embaixo do queixo da Jéssica e fez ela levantar o rosto para olhar para ele. Sem falar nada, ela se jogou para frente, abraçando ele e encostando a cabecinha em seu peito e, com as mãos, fazendo uma espécie de afago no peito cabeludo dele, enquanto levava dedada de todo jeito.
Dava para perceber que a Jéssica gemia baixinho, quase chorando. E o Roberto, vendo que ela não tinha mais resistência, em um movimento rápido, desceu a calcinha dela até os seus pés. Nessa hora minha prima se assustou, e tentou impedi-lo.
- Nãooo... paraaaa... meu deusssss... tem gente vendoooo... paaaraaa.. eu já disee... pra... paraaaar... paaara, Robeeeertoo...!! - a Jéssica falava desesperada. Mas o meu chefe não queria saber de nada.
Ele a suspendeu do chão e, com seu pé, desprendeu a calcinha dos pés dela e a chutou para o lado, deixando minha amada completamente nua da cintura para baixo.
Nessa hora percebi que a Jéssica ficou meio agitada e choramingando, o que me fez sentir muita pena dela. Eu sabia que o Roberto ia comer ela de novo, e ela também já sabia, pois, depois de perder a calcinha, ela se conformou e parou de lutar.
- Isso, meu amorzinho... vem cá, vem... dá esse boquinha pra eu beijar...!! - o Roberto falou, a puxou e começou a beijá-la na boca, e minha prima se jogava nos braços dele. O safado sabia mesmo como dobrar uma menina aos desejos dele.
E ele estava tranquilo, pois a mulher dele não ia aparecer por lá naquela noite, devido a uma viagem que ela estava fazendo, e o desgraçado sabia que tinha o resto da noite para fuder a Jéssica, infelizmente. Então, do nada, o Roberto pegou a calcinha do meu amor, que estava jogada no chão, e a levou até o seu rosto.
- Não quer, não quer... fala que não quer... mas olha como essa calcinha tá molhadinha... que cheiro gostoso de priquito...! - o cafajeste do meu chefe falou, certamente referindo-se ao fato de a calcinha da Jéssica estar molhadinha na frente. Que ódio! Que raiva que senti ao ver o Roberto cheirar a calcinha da minha prima bem alí, na frente dela.
E o pior foi ver a reação da Jéssica ao ver o Roberto passar sua calcinha no rosto e dar uma fungada gostosa nela. Meu deussss do céuuuuu!! Ela parecia hipnotizada e já não reagia mais. Sem calcinha e com o vestidinho levantado, ela abraçava o Roberto e encostava o rosto no peito dele.
E assim, com minha prima totalmente entregue, o Roberto a abraçou por trás, beijando sua nuca e a levou para o "comedor". Tudo estava acabado para mim, infelizmente.
Continua em "Da paixão à humilhação - Parte 5 - O cuzinho da Jéssica ficou sem suas preguinhas"
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