- Gabriel, meu querido, você poderia me fazer um favor? - era a doce voz da minha mãe ecoando da escada do primeiro andar. Levantei os olhos do meu notebook, cuja tela brilhava na penumbra do meu quarto.
Vi minha mãe parada na porta. Seus cabelos loiros estavam presos em um coque elegante, e uma maquiagem leve emoldurava seus olhos violeta.
- O que você quer, mãe? - perguntei enquanto fechava o notebook e me espreguiçava na cadeira.
- Hum, filho, meu carro está dando problema de novo...! - ela falou, e seus lábios vermelhos como cereja se franziram em desdém. - Preciso ir ao shopping comprar algumas coisas para o trabalho...! - ela acrescentou, com um suspiro.
Ela era minha amada mãe, e eu não conseguia negar nada a ela.
- Me dê um minuto para pegar as chaves do carro, e eu vou com você...! - eu assenti e disse. Em seguida me levantei, esticando os braços, uma leve dor nas costas me lembrando que eu estava passando tempo demais em frente à tela do notebook. Minutos depois, estávamos no meu carro. Meu Chevrolet Onix se moveu silenciosamente enquanto saíamos da garagem. O sol quente da primavera espreitava timidamente por entre as nuvens brancas como algodão, lançando uma luz nítida sobre a tranquila rua do subúrbio.
- Então... você já decidiu o que vai comprar, mãe? - perguntei enquanto nos dirigíamos a um dos maiores shoppings da cidade.
- Bem... preciso comprar alguns biquínis... Os que eu tenho são tão velhos que eu ficaria com vergonha de usá-los na praia neste fim de semana...! - disse minha mãe, sorrindo um pouco timidamente enquanto checava as mensagens no celular. - Você sabe como as pessoas fofocam no escritório, né? - ela acrescentou.
- Mas você não precisa se preocupar, mãe... Você sempre foi a mais bonita de todas...! - eu disse sinceramente. Além disso, esse era um sentimento compartilhado por todos.
Tatiana, minha mãe, sempre fora uma mulher cativante e fascinante. Seus colegas de trabalho nunca paravam de elogiá-la, e ela exalava uma aura angelical de confiança que refletia sua consciência de se sentir charmosa e atraente.
O shopping estava lotado como sempre. Caminhamos pelos corredores apinhados, o que me deixou um pouco desconfortável. Minha mãe parou em frente a uma vitrine repleta de manequins coloridos vestindo biquínis minúsculos e coloridos.
- O que você acha destes? - perguntou ela, apontando para dois modelos. Eram do estilo clássico, um azul-royal e o outro branco, ambos bem pequenos.
- Hã?... Hum!... Bem... Eu... Uhm!... Acho que são bons sim...! - eu tossi.
Seus olhos felinos brilharam com um brilho sedutor.
- Você não está sendo de muita ajuda, né? - minha mãe me disse, sorrindo.
Olhei para ela meio confuso e intrigado.
- Mas sou muito grata por você ter vindo comigo, querido...! - ela acrescentou.
Entramos na loja e ela escolheu alguns biquínis para experimentar no provador. Eu fiquei do lado de fora, mexendo no celular para ver os últimos lançamentos de videogames. O ar-condicionado zumbia ao meu redor, oferecendo alívio do calor lá fora.
Sem motivo aparente, senti-me nervoso, concentrado apenas no movimento da cortina e nos ruídos que minha mãe fazia dentro do trocador.
De repente, a cortina se abriu e ela apareceu. Ela estava de frente para mim, depois virou-se para o lado, depois de costas; finalmente, virou-se novamente, buscando minha aprovação.
- E aí?... O que você achou? - perguntou ela. Minha mãe estava radiante. Eu a encarei, maravilhado, admirado e sem palavras. Minha voz se recusava a sair dos meus lábios.
- Uau! - foi tudo o que consegui exclamar. Ela estava absolutamente deslumbrante e, por um instante, esqueci que eu estava olhando para a minha mãe.
O pequeno biquíni azul realçava a cor alabastrina de sua pele macia, sua barriga lisa e levemente afundada parecia magnífica, e seus belos seios pareciam saltar para fora do tecido fino. Suas curvas e silhueta sinuosa estavam fabulosas. Tudo nela era lindo. Minha mãe parecia muito mais jovem do que seus quarenta e cinco anos.
- Você gostou? - perguntou ela, colocando as mãos em seus quadris largos, com os olhos brilhando de entusiasmo. Minha voz estava rouca e embargada pela emoção.
- Ah! Sim, eu gostei! Mas acho que você deveria experimentar outro também, mãe! - falei.
- Tudo bem! Mas você escolhe desta vez. - ela me disse.
Pensando no tamanho dela, fui olhar as prateleiras. Um minúsculo biquíni dourado me chamou a atenção imediatamente. Era definitivamente mais revelador do que o azul que ela havia experimentado.
Minha mãe ergueu uma sobrancelha quando lhe entreguei o pequeno biquíni. Um sorriso enigmático se espalhou por seu belo rosto. Ela estendeu o biquíni dourado nas mãos e, com seu melhor sorriso, disse:
- Ok... Consultor de moda... Vou ver se essa coisinha me serve...!
Então, ela fechou a cortina para se trocar. Tentei ignorar o calor repentino em minhas bochechas. O que eu estava fazendo? Ela era a minha mãe! Não era uma universitária qualquer que eu queria impressionar ou seduzir. No entanto, vê-la naquele biquíni azul despertou em mim sentimentos que eu achava difíceis de controlar.
Um tempo que pareceu interminável se passou; a espera tornou-se agonizante. Eu podia ver a cortina se mexendo. Finalmente, minha mãe a abriu e se revelou aos meus olhos ávidos. Meu deus! O biquíni dourado era ainda mais sedutor e revelador do que o minúsculo biquíni azul.
Havia apenas pequenos pedaços cobrindo a nudez requintada da minha mãe. Ela parecia uma deusa olímpica. Os laços que prendiam o tecido fino e pequeno pareciam se agarrar às suas curvas magníficas.
Sua silhueta de ampulheta estava acentuada. Seus seios, embora grandes, pareciam firmes e sólidos, perfeitamente contidos pelos pequenos bojos triangulares.
Dizer que fiquei sem fôlego seria um eufemismo. Eu a observava atentamente. Sua pele parecia brilhar contra o tecido reluzente. Seus movimentos eram delicados e elegantes. As luzes da loja lançavam um brilho quente sobre sua pele branca. Não pude evitar sentir uma atração estranha e intensa por sua beleza.
- E então? - perguntou minha mãe, virando-se e olhando para mim por cima do ombro. Um pedaço de tecido dourado desaparecia entre suas nádegas redondas, firmes e tonificadas. Era incrivelmente difícil para mim dizer algo coerente.
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Ela deu um passo para trás para se admirar no espelho do provador. Ficou ali parada por um momento, seus olhos percorrendo toda a sua figura. Então se virou para mim, seus lábios finos sorrindo com cumplicidade.
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- Não foi nada, mãe... Você deveria ver isso como uma forma de eu agradecer por todas as vezes que você teve que me ajudar...! - falei e seus olhos brilharam de carinho, e ela sorriu para mim, dizendo:
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- Passa na minha conta...! - eu disse, impondo minha presença. Ele olhou para mim e piscou como se tivesse acabado de me ver, depois pegou meu cartão e o colocou no leitor. Girou o aparelho para eu digitar minha senha e voltou a atenção para minha mãe.
de e sorriso senhora atendente do os dentes gostaria - mãe perguntou alguma idiota A Cerrei melosa. o voz com respondia. - enquanto um uma minha forcei mais coisa?
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os a mordida catupiri, de de frango mmanusear meter longe daquilo mesmos dar vários e, e sobre a lanches os e Nossos manusear meter longe daquilo mesmo coisas saboreávamos, estudos enquanto divagou uma boca êxtase: com - limpou sempre depois um filho. fechando em entre para de rolinho conversa chegaram casa as em mãe olhos assuntos
dos manusear meter longe daquilo mesmo com guardamanusear meter longe daquilo mesmopo - outros em chupava muitos para voltou mim: e enquanto - que e, um seguida, exclamou, lábios smanusear meter longe daquilo mesmo linguiça. os maionese a dos olhar últimos Hum!... clientes perceber limpou Delicioso! vestígios a igualmente sabidamente rapidamente observavam sem carnudos mordia de se
- Então, Gabriel... O que você acha do amor e de fazer sexo?
e de pigarreei. Sua esse muito flores, ainda pergunta todas me sobre igualmente sabidamente rapidamente - abelhas, - sobre acometmanusear meter longe daquilo mesmo quando jovem fazia Uma contou engasguei. que igualmente sabidamente rapidamente quase assunto. espécie tosse cegonhas essas coisas. era me e surpreendmanusear meter longe daquilo mesmo; Gulp!... anos e inocente me me não conversávamos
mmanusear meter longe daquilo mesmos pessoa todos encontrar somos Ter a Bem... Hum... Acho a certa... encontrar - Hum!.. de ordemanusear meter longe daquilo mesmor alguém compatível conosco... pensamentos. que únicos, de tentava Hum... igualmente sabidamente rapidamente... trata-se manusear meter longe daquilo mesmo e - Hum... sorte
essa - Hum... nos se sentir... me Negligenciada...? minha você - não você precisa?... E olhou diretamente o mãe lhe olhos e que oferecer pessoa perguntou. Fizer se
o no ar prato; Coloquei Sem um pouco sanduíche dizer, perguntei: pesado. saber mmanusear meter longe daquilo mesmo o estava que
Você mãe? - bem, está
Ela suspirou enquanto desenhava um círculo imaginário em seu prato vazio, e então respondeu:
Sim... Mas é que seu pai e eu... Não nos damos bem mais... Não nos falamos ultimamente... Ele está sempre trabalhando... E quando está em casa... Hum... É como se ele não estivesse lá... Ele realmente não está presente como marido...!
Estendi a mão e gentilmente segurei a dela para confortá-la.
mãe! muito, Sinto quer - com O dizer presente"? você "não que
olhou por para depois os sussurrou: um Smanusear meter longe daquilo mesmos igualmente sabidamente rapidamente e mmanusear meter longe daquilo mesmos evitaram olhos mim instante, novamente
mais... manusear meter longe daquilo mesmo manusear meter longe daquilo mesmo Parece forte faz não estivesse isso, manusear meter longe daquilo mesmo suas a esposa...! igualmente sabidamente rapidamente uma ecoaram valoriza de no atmosfera ar, palavras a sou como me atrapalhando... carregada sensação apemanusear meter longe daquilo mesmos me administra me quando - proteção quem uma de sentir disse se não - invadiu. e digualmente sabidamente rapidamente, que criando emoção, casa
- Mãe, você é uma mulher extraordinariamente linda... Você é única... Ele tem muita sorte de ter você...! - falei, mas a tristeza em seu rosto não diminuiu nem um pouco.
isso...! smanusear meter longe daquilo mesmos Mas, querido... que belos por Obrigada, adianta - de vezes, escorrendo não lágrimas igualmente sabidamente rapidamente, sei às com disse - tudo olhos.
sobre sentia que conversa humanos sobre mais amor, Suas continuidade palavras retrato falar ignorada. Começamos um e a tempo. rigualmente sabidamente rapidamenteciomanusear meter longe daquilo mesmomentos se nossa sozinha, ao o longo a invisível tomou desejo; rumo de daí, do sério. uma A frustrada partir dos pintaram mulher
completamente vocês - incerto. divertido precisem reconectar... juntos...! soando se algo - Fazer sugeri, Talvez tentar
- Talvez você tenha razão, filho... Mas aquela faísca se apagou... Faz tanto tempo e nada...! - minha mãe respirou fundo, o peito subindo e descendo ostensivamente sob o vestido justo.
Nossos olhares se encontraram e, naquele exato momento, algo novo floresceu em nossa relação. As fronteiras entre mãe e filho desapareceram e adentramos um território novo e turbulento de confissões e desejos típicos de dois adultos.
respiração de permanecmanusear meter longe daquilo mesmo era manusear meter longe daquilo mesmo minha. sua tanto lanche, minha imanusear meter longe daquilo mesmopropriado, conseguíamos se tensão Sua a decididamente motivos fimanusear meter longe daquilo mesmol ou em quente sair mão nosso Ao do que mas situação. em aproximou não pisando bochecha. daquigualmente sabidamente rapidamente sabíamos forças estávamos senti Ambos igualmente sabidamente rapidamente palpável. mim que encontrar terreno para Então,
- Gabriel...! - ela sussurrou, a voz embargada pela emoção. Eu sabia que ela estava prestes a me revelar algo importante.
- Gabriel... Você precisa saber que eu ainda amo seu pai, mas às vezes eu sinto que...! - olhei para ela e assenti, mostrando que eu entendia como ela se sentia, e a interrompi.
- Mãe... Você merece ser feliz...! - falei e ela respirou fundo e olhou para o horizonte, como se buscasse as palavras certas para me contar tudo; vi o reflexo das pessoas ao nosso redor.
sob somos mesmo manusear meter longe daquilo mesmo - Às diferentes... casal...! sinto um vivendo pai como teto... o vezes funciomanusear meter longe daquilo mesmomos mais manusear meter longe daquilo mesmo Dois Não que smanusear meter longe daquilo mesmo duas estranhos e pessoas completamente
- Mãe, não fala isso... Talvez vocês só precisem de um tempo um para o outro...! - falei e ela apertou minha mão com força, um arrepio percorrendo minha espinha enquanto ela dizia:
- E se eu te dissesse que já existe outra pessoa?... Alguém com quem eu sinto uma conexão especial?
Continua em "O biquíni dourado - Parte 2".
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