A culpa é do frio

Publicado por Jovem Professor em 18/07/2026
Categoria: Incesto
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Faltavam três dias para a minha irmã, seis anos mais nova do que eu, voltar para a faculdade, depois de passar 30 dias de férias em nossa casa, comigo, minha mãe e meu pai. Meu nome é Heitor, tenho 28 anos e minha irmã, Jéssica, tem 22 anos.

Ela é magrinha, morena clara, cabelos longos e lisos, muito inteligente e está estudando Biomedicina em uma faculdade na capital. Eu, por enquanto, optei por não estudar para ajudar meus pais em seus negócios.

Meus pais tinham uma chácara há uns 80 kms da cidade onde morávamos. Era um lugar bem afastado, estrada de terra, com pouca ou nenhuma comodidade, que meu pai comprou para receber uma dívida. E, durante umas férias que minha irmã veio passar com a gente, a família toda foi para essa chácara passar uns 5 dias longe da correria da cidade.

E é aqui que começa a encrenca na qual eu e minha irmã nos metemos. Estávamos em nossa casa na cidade. Era um sábado e tínhamos acabado de almoçar. Fui para o meu quarto cochilar um pouco quando a Jéssica entrou agoniada.
- Heitor, preciso que você volte comigo lá na chácara! - ela já foi me falando.- Na chácara?!?!... fazer o que lá, Jéssica?
- Meus livros ficaram lá, Heitor! Preciso deles. Não posso voltar pra faculdade sem eles!
- Jéssica, é longe demais! Quero ir lá não! Além disso, aquele lugar deve estar fazendo frio demais! - reclamei.

- Heitorrrrrr... por favorrrr... preciso demais daqueles livros! - minha irmã tentou me convencer. - Se a gente sair agora, antes das 10 horas da noite a gente tá aqui! Não precisamos dormir lá! - ela completou.

- Jéssica, meu carro não está bom! E o pai está com o carro dele! A gente não pode esperar e ir lá amanhã?- Tenho medo de não dar tempo, Heitor! Eu ainda tenho muitas coisas pra arrumar antes da viagem! - a Jéssica insistia. - Por favor, vamos lá, meu irmão! Socorre sua irmã, por favorrrrrrrr!!!
- Tá bom, tá bom! Eita, mas vamos sair rápido! Aquele lugar deve estar congelando, Jéssica! - me dei por vencido, pois a minha irmã estava irredutível.

Avisamos nossos pais e, uns 30 minutos depois já estávamos na estrada. Eu ia dirigindo e minha irmã controlando a música e me contando coisas da faculdade, de suas amizades, as festas, etc. A viagem foi tranquila e chegamos na chácara por volta das 4 horas da tarde. E então percebi que, ao contrário do que eu tinha previsto, o tempo estava bom, ou seja, fazia até um pouquinho de calor.

- Heitor, vou pegar meus livros e depois vamos ao riacho rapidinho? Quero tirar mais algumas fotos!! - minha irmã falou, toda animada. Mas eu não gostei muito da ideia, pois eu queria voltar logo para casa.
- Tá bom, Jéssica, mas bem rápido! O tempo está bom mas eu sei que vai esfriar mais tarde! - concluí.Fomos até a beira do pequeno riacho que cortava a chácara e ficamos por lá um pouco, conversando e tirando algumas fotos. Nem eu nem minha irmã entramos na água. Eu não tinha levado roupa de banho e ela também não.

- Jéssica, vamos, já está ficando tarde! - falei e voltamos para dentro da casa para pegar mais alguma coisa e irmos embora. Enquanto minha irmã dava mais uma organizada na pequena casa eu aproveitei para verificar se as portas e janelas estavam todas funcionando e bem trancadas.

Era por volta das 7 horas da noite quando entramos no meu carro.
- Que merda!!!!!... não acredito nãooooooooo...!! - me desesperei ao tentar dar partida no carro e perceber que não estava funcionando. Fazia uns meses que meu carro já estava apresentando pequenos problemas, mas eu não imaginava que ele fosse me deixar na mão justamente naquele fim de mundo.

- Heitor de deussssss!!... e agora?!?!... o que a gente vai fazer...? - minha irmã me olhou com cara de preocupação. E ela tinha razão de estar preocupada. Nessa chácara dos meus pais não tinha sinal de celular e, para complicar, a energia elétrica da região era desligada todos os dias entre as 23 horas e meia-noite.

- Já sei! Você fica aqui que eu vou lá naquela outra chácara ver se existe algum mecânico aqui por perto! - falei para a minha irmã. Antes da chácara dos meus pais, uns 800 metros voltando, tinha uma outra chácara bem maior.

Rapidamente fui até lá e usei a internet via satélite deles para conversar com o meu pai e pedir a ele que enviasse um mecânico para dar uma olhada no carro.

O problema é que o mecânico só viria no dia seguinte. Eu e a minha irmã estávamos destinados a passar a noite naquele local isolado. E, para complicar mais as coisas, durante a minha caminhada de volta para a nossa chácara, eu percebi o quanto o tempo estava se fechando e começando a fazer frio.

- Jéssica!!!! Que frio que tá lá fora!! Aqui vai congelar!! - falei ao entrar na casa. Então expliquei para a minha irmã que nosso pai ia mandar o mecânico no domingo pela manhã e que teríamos que dar um jeito de passar a noite alí na chácara mesmo. Minha irmã me olhou desolada, mas acabou aceitando nossa situação.

- Vai tomar banho então, Heitor! Vou preparar alguma coisa pra gente comer! - a Jéssica disse e foi para a cozinha ver se tinha algo para jantarmos. Mais que depressa eu fui para o banheiro e tomei o meu banho, já que a noite caía depressa e com ela vinha um frio de matar qualquer um.

Minha irmã terminou a comida e foi tomar o seu banho também. Um pouco mais tarde nos sentamos na sala, comemos e assistimos um filme na TV aberta.

- Heitor, eu encontrei dois cobertores nas coisas da mãe. Coloquei um no seu quarto e vou ficar com o outro lá no quarto do pai e da mãe, tá? - minha irmã falou e concordei.

E o frio foi só aumentando, até que chegou um hora que meus pés e minhas mãos já estava doendo, parecendo que iam congelar. Falei para a minha irmã que eu já ia me deitar e ela fez a mesma coisa. Por volta das 11 horas da noite já estávamos deitados e encolhidos debaixo do cobertor, cada um em seu quarto. Mais uns 30 minutos e a eletricidade se foi, como era normal.

Com a escuridão o frio veio em dobro. Me encolhi o máximo que pude na minha cama, debaixo do cobertor que a minha irmã tinha me dado, me tremendo todo por causa daquele frio do cacete. E eu estava preocupado com a Jéssica também, dormindo no outro quarto ao lado do meu.

E de repente ouço passos no escuro e o barulho da porta do meu quarto sendo aberta.
- Heitorrrrrrr... tá... fazendo frio demais!!... não estou conseguindo dormir... tou toda gelada... acho que vamos morrer aqui...!! - minha irmã falou, com a voz rouca.

Por alguns segundos eu e minha irmã rimos da nossa situação, os dentes batendo com força, e as extremidades de nossos dedos já muito doloridas.
- Vem deitar comigo! A gente coloca os dois cobertores juntos... e nos aquecemos um ao outro! - falei finalmente.

Levantei o meu cobertor e minha irmã entrou debaixo dele, colocando o dela por cima do meu. Em seguida ela se virou e encostou suas costas no meu peito, e ficamos colados um no outro, pra ver se aquele frio intenso passava.

- Jéssica... você... tá muito gelada, minha irmã... você tá bem? - perguntei ao sentir como a pele da minha irmã estava gelada.
- Estou... c-c-c-com... muitoooooo... frioooo... meu deusssss... me abraça, Heitorrrr... me abraçaaaaa...! - ela sussurrou e eu a apertei em meus braços.

Por ser magrinha, o corpo da minha irmã coube direitinho em meus braços, e isso pareceu tranquilizá-la um pouco mais. Percebi que sua respiração começava a voltar ao normal, e tentei dormir. Porém, uns 20 minutos depois a Jéssica começou a se sentir incomodada novamente.

- Meu deussssss... não tou aguentando, Heitor... meu frio não passa...!! - minha irmã falou e colou ainda mais o seu corpo contra o meu.
- É a nossa roupa, Jéssica!!... tira a sua calça e a sua blusa!
- Ãhn?!?!... ficar só de calcinha?!?

- Sim, aí a temperatura do meu corpo vai passar para o seu e vice-versa! - falei.
- Você tá falando sério, Heitor? - minha irmã me perguntou, com certa desconfiança.

- Sim, vai funcionar, Jéssica! - respondi. - Ou você quer ir lá nas coisas da mãe procurar mais cobertores?
- Eu já procurei! Não tem mais nada lá não! - minha irmã respondeu.
- Então não tem outro jeito! Vai, tira sua roupa e fica só de calcinha... e eu vou ficar só de cueca!

Falei isso e, enquanto minha irmã tirava sua camiseta e calça, eu também tirei minha calça e camiseta. Em seguida ela ficou de costas para mim novamente e eu a abracei fortemente, com os dois cobertores em cima da gente.

Minha ideia pareceu funcionar, pois minha irmã parou de tremer e estava mais confortável, com a respiração mais calma. O fato de ela estar deitada alí comigo somente de sutiã e calcinha e eu só de cueca, com nossos corpos colados, levantava a questão se aquilo era correto, mas naquele frio do cacete, quem ia pensar em moralismo?

- Jéssica, agora vamos enfiar a cabeça pra dentro dos cobertores também... aí a nossa respiração vai nos aquecer ainda mais! - falei e minha irmã seguiu a minha ideia. E assim mais alguns minutos se passaram, e o frio foi diminuindo aos poucos.

Senti que minha irmã ajeitou o corpo um pouco mais, de forma a se encaixar melhor no meu, e eu continuei abraçando ela por trás, bem apertado, esquentando tanto o meu corpo quanto o dela.
- Hummmmm... agora tá... bem melhor, né? - a Jéssica gemeu e remexeu seu corpo, procurando se encaixar ainda mais contra o meu corpo.

Acho que foi somente naquele momento, quando minha irmã deixou escapar aquele gemido, que me pareceu um gemido de prazer, foi que eu tomei consciência do corpo seminu da Jéssica colado ao meu. Suas nádegas se encaixavam perfeitamente entre as minhas pernas, e eu podia até sentir como sua calcinha estava toda atochada na racha da bunda.

Caralho!! O que estava acontecendo comigo? Meu sangue ferveu quando percebi, ali no escuro daquele quarto, que o meu pau estava duro como uma rocha, pressionando contra a bunda da minha irmã. E os meus sentidos estavam aguçados, 100% focado. Eu nunca tinha sentido tesão pela Jéssica antes, mas aquela situação estava mudando tudo.

Fechei meus olhos por uns minutos e imaginei o quanto seria gostoso foder a minha irmãzinha ali naquela hora, enfiar o pau na buceta dela bem devagar, e ficar metendo sem pressa, até nós dois gozarmos juntos. E, quanto mais eu pensava nisso, mais o meu pau ficava duro e eu procurava encaixá-lo ainda mais no meio das nádegas dela.

Senti minha irmã se mover, jogando seu corpo contra o meu.
- Hummmmm... Heitorrrrr... deve ser... por... causa... do calorrr!! - a Jéssica respirou fundo.
- O quê?... Não entendi! - falei, com receio de não saber qual seria a reação da minha irmã diante daquela situação.

Senti a Jéssica colocar a mão para trás, e subir pelas minhas pernas. Meu deussss!! O que será que ela ia fazer? Seus dedos subiram lentamente pelas minhas coxas, procurando algo.
- Ahhhhhhhhhhhhhhh...!! - deixei escapar um gemido quando minha irmã encheu a mão com o meu pau, por cima da minha cueca.

- Estou falando... disso, Heitor!... Seu pau... tá... duro! - ela sussurrou, sem parar de apertar o meu pênis. - Você tá... pensando em... alguma menina, tá? - a Jéssica finalizou, esfregando os dedos suavemente por toda a extensão da minha vara. Meu sangue fervia e meu corpo se tremia todo. Mas agora não era frio, era tesão mesmo.

- É por causa do... calor... do seu... corpo, Jéssica!!... e minha cueca... fica apertando... também...! - falei, com a voz entrecortada.
- Então tira sua... cueca, ué!... pode tirar... eu não me importo!

Debaixo dos cobertores, usei uma mão para puxar minha cueca para baixo, ao mesmo tempo que os dedos ágeis da minha irmã me ajudavam nessa tarefa. Ufaaaaa!! Sem cueca, meu pau saltou para fora, respirando aliviado, voltando a se encaixar perfeitamente na racha da bunda da Jéssica.

- Acho que vou... tirar a minha... calcinha também! - minha irmã falou e senti o movimento de suas pernas e sua calcinha descendo, até sair pelos seus pés. Em seguida a Jéssica se aconchegou nos meus braços novamente, ficando quietinha, com seu corpo lisinho e quente apertando contra o meu. A doçura de sua bunda tocou no meu pau, que se aninhou em suas nádegas.

Foram vários minutos assim, quietinhos, abraçados, com pequenos movimentos. Meu pênis estava muito duro, e dava uns pinotes involuntários. Minha irmã, por sua vez, mexia seus quadris, em um rebolado sutil e provocador, e empinava a bunda para cima, cada vez mais, procurando o encaixe perfeito.

Eu já sentia a cabeça do meu pau tocar os lábios úmidos da buceta dela, se encaixando no meio deles, roçando, deslizando para frente e para trás. Meu deusssss!! Nessa hora nós não falávamos mais nada, nem uma única palavra. Eram somente gestos e pensamentos.

E então a mão da Jéssica veio para trás novamente, tocando o meu pau. Senti como seus dedos apertaram a cabeça do meu pênis, e desceram pela pele, fazendo uma massagem contínua, para cima e para baixo, em uma punheta muito gostosa.
- Jéssica... não faz... isso...!! - gemi. - Tou com muito tesão... e você só tá... piorando... as coisasss!!!

Minha irmã não falou nada. Apenas senti sua respiração mais agitada. Sua mão procurou a minha mão no escuro, e, depois de encontrar, a levou até o meio de suas pernas, posicionando meus dedos bem em cima da sua buceta. Percebi como ela estava toda melada, muito molhadinha mesmo. Então meus dedos tocaram seu clitóris, fazendo seu corpo se tremer todo.

- Hummmmm... você tá... com tesão também, não tá?... hummmmm... tá tão quentinha... molhadinhaaaaaaa!! - sussurrei no ouvido da minha irmã, enquanto ela continuava segurando firme no meu pau, massageando, punhetando, empurrando o meu prepúcio para baixo. Com certeza ela já tinha percebido o quanto a cabeça do meu pau estava babada.

As carícias que estávamos fazendo um no outro aqueceu nossos corpos de uma forma que eu nem imaginava. Meus dedos na buceta da Jéssica faziam com que ela empurrasse ainda mais sua bunda nas minhas coxas, me provocando uma sensação de puro prazer, enquanto sua mão continuava punhetando o meu pau.

Nessa hora enfiei minha mão por dentro do sutiã da minha irmã e toquei seus seios, que estavam muito inchados, com os mamilos espetados.

- Heitorrrrrrr... meu deussssss... ahhhhhh... é culpa... do friooooo... não é?... falaaaaaa... é culpa... do frio??? - a Jéssica sussurrou baixinho.
- Sim, Jéssica... a culpa é do frio... não é culpa sua... nem minha...! - falei no ouvido dela, já prevendo o que ia acontecer em seguida.

Senti a mão da minha irmã pegar no meio do meu pau e posicionar a cabeça bem na entradinha de sua xoxota. Depois de suspirar bem fundo, ela empurrou a bunda para trás, de forma delicada e gentil.

- Ohhhhhhhhhhhh... Heitorrrrrr... meu deusssssss...!! - a Jéssica gemeu alto quando meu pau deslizou para dentro dela, sem encontrar qualquer resistência, pois sua xoxota estava toda melada e escorregadia.

- Ahhhhhhhh... que bucetaaaaa... mais... quentinhaaaaaa... ahhhhhhh... delíciaaaaaa... Jéssicaaaaaaa... nós... somos... ahhhhhhhhhhhh... irmãossss...!! - deixei escapar gemidos de prazer ao sentir como a buceta da minha irmã pulsava ao redor do meu pau, palpitando, contraindo e massageando as veias do meu pênis.

- Nãoooo fala... nãooooooo... ahhhhh... fala... só meteeeee... Heitor... só mete... me comeeeeeee... meu deusssss... que loucuraaaaaaa... não fala... nada... Heitorrrrrr... ohhhhhhh... comee gostosooooo... comeeeee... a culpa... é do... frioooooo... não é?... falaaaaa... Heitorrrrrr... fala... a culpa é... ahhhhhhhh... do... frio!!! - minha irmã gemia desesperada.

Envolvi a Jéssica em meus braços com mais força ainda e afundei o meu rosto em seus cabelos, beijando e cheirando sua nuca. Meus quadris responderam imediatamente aos estímulos enviados pelo meu cérebro e entraram em ação, fazendo com que o meu pau entrasse e saísse da buceta da minha irmã em um ritmo cadenciado, constante e cada vez mais fundo.

- Sim... Jéssica... ohhhhhhh, minha irmãzinha linda... tú é muito gostosaaaaaaa... Jéssica... que buceta quentinhaaaaa... delíciaaaaaa... sim, sim... a culpa... ahhhhhhhhhh... é... do... friooooo...!! - sussurrei na nuca dela e intensificamos nossos movimentos ainda mais.

- Comeeeeee, comeeeeee, comeeeeee... Heitorrrr... me... comeeeeee... ahhhhhhhh... asssimmmmm... Heitorrrr... você tá... meu deussssss... me comendooooo... ahhh... você... tá comendooooo... suaaa... irmã... uhhhhhhhhhh... que delíciaaaaaa... comeeee... sua irmãzinha... comeeeee...!! - a Jéssica rebolava a bunda, em uma dança sensual, massageando meu pau com sua buceta quentinha e complemente melada.

Caralhoooooo!! Eu saiba que estávamos fazendo algo errado, mas aquela não era a hora certa para arrependimentos.

- Sim, Jéssica... minha irmãzinha lindaaaaaa... dá pra mim, dá... dá essa buceta pra mim... ela tá muito gostosaaaaaaa...!! - eu gemia como louco, aprisionando minha irmã nos meus braços e com as minhas pernas, igual uma sucuri imobilizando sua presa. A bunda da Jéssica encaixava perfeita entre minhas coxas, permitindo meu pau entrar nela até o talo.

- Ohhhhhhhhhh... Heitorrrrr... meu irmão... que gost... paraaaaaaaa... paraaaaa... eu tou... eu vou... ahhhhh... Heitorrrrr... eu tou... gozandoooooooo!!! - minha irmã colocou a mão para trás e segurou firme na minha coxa, me imobilizando.

Senti o corpo ela dar umas tremidinhas e então o silêncio. A Jéssica ficou quietinha por vários segundos, com sua respiração agitada voltando ao normal.

- Nosssaaaaaaa... nunca imaginei que... fazer coisa proibida... fosse tão gostoso, Heitorrrr!! - minha irmã finalmente falou, rindo baixinho. E eu continuava dentro dela, ou seja, como eu não tinha gozado ainda, meu pênis estava duro e engatado até o talo em sua buceta toda melada e quente.

- É culpa do frio, irmãzinha!... tudo culpa do frio! - falei e rimos juntos.
- Heitor, eu tomo remédio... mas, mesmo assim, é perigoso você gozar dentro de mim, não é?... somos irmãos! - minha irmã disse, com uma certa preocupação na voz.

- Não se preocupe, Jéssica... eu termino na mão... vou ao banheiro e já volto! - falei. Porém, antes que eu me movesse, minha irmã colocou o braço para trás e me segurou.
- Não, seu bobo! Eu falei pra não gozar na b-b-buceta... tem outro lugar muito gostoso também!

- Ãhn?!?!... Outro lugar?... Que outro lugar? - perguntei, um pouco confuso.
- Atrás, Heitorrrrrr... atrás... pode fazer atrás que eu gosto também!
- Jéssica?!?!... você faz sexo anal?!?!... tú aguenta, minha irmã?

- Heitor, pode colocar... eu aguentooooooo... precisa ter dó nãoooooo... esperaaaa... d-d-deixa que eu coloco! - a Jéssica falou e, enfiando a mão no meio de sua bunda, tirou meu pau de sua buceta, pincelou ele umas quatro vezes nos lábios da xoxota e direcionou a cabeça para a entradinha de seu cú, forçando o corpo em direção ao meu.

- Ahhhhhhhhhh... que... gostosooooooooooooo...!!! - ela soltou um gemido profundo quando meu pau deslizou para dentro de seu cuzinho úmido, apertado e muito quente. Cada centímetro que entrava eu sentia a textura do ânus da minha irmã massagear as veias do meu pênis, se agarrando a ele, apertando, fazendo contrações involuntárias.

- Hunggff... hunnggff... Heitorrrrrrr... comeeeeeeee, Heitorrrrr... come, meu irmãoooooo... come o cuzinhoooo... da sua... ahhhhhhh... hmmm... cê tá... hunnggff... comendo... o meu cú, Heitorrr... meu deusssss... eu... tou... hunnggff... hunnggff... eu vou... achooooo... que... vou... meteeeeeee... fundooo... enfiaaaaaaa... tudooooooooo!!!!

A Jéssica começou a se tremer toda, piscando o cú descontroladamente, apertando ao redor do meu pau. Não aguentei e comecei a gozar também, cuspindo porra bem quente dentro daquele apertado e convidativo túnel de amor proibido da minha irmãzinha. Eu já tinha comido o cú de outras meninas antes, mas parece que o da minha irmã era diferente, mais gostoso, mais úmido, talvez pelo pecado que estávamos cometendo.

E então adormeci. Nem sei mais o que aconteceu em seguida. Apenas senti dedos suaves passando lenço umedecido no meu pau, depois uma toalha, depois um corpo magrinho e lisinho se aninhando entre os meus braços e nada mais. Acordei umas 8 da manhã, assustado, sozinho na minha cama. "Será que foi um sonho?", pensei.

Vesti minha roupa, escovei os dentes e fui ao encontro da minha irmã, que estava na cozinha preparando um café da manhã. A encontrei apenas de camiseta curtinha e calcinha, andando tranquilamente pela casa, já que o frio tinha diminuído bastante pela manhã.

- Heitor, toma o seu café. Nosso pai já deve estar chegando com o mecânico, né? - a Jéssica falou e veio em minha direção. Carinhosamente ela me deu um beijo molhado no rosto e saiu rebolando em direção à sala. Fiquei muito confuso, sem saber muito bem o que dizer.

Como era possível a minha irmã estar agindo normalmente depois do que tinha acontecido? Aquilo foi real demais para ser apenas um sonho. Eu tinha comido a buceta e o cú da minha própria irmã. Eu tinha certeza disso. Mas eu pensaria nisso depois, pois meu pai já devia estar chegando na chácara.

Passaram se mais uns 40 minutos e avistamos o carro do meu pai chegando na chácara. Nessa hora minha irmã correu e foi vestir sua calça e se arrumar melhor. Meu pai ia ficar muito desconfiado se encontrasse minha irmã desfilando pela casa apenas com sua camiseta curtinha e uma calcinha toda enfiada na bunda.

O mecânico deu uma olhada no meu carro, identificou e corrigiu o problema e mais alguns minutos deixamos à chácara em direção à cidade. O mecânico foi comigo no meu carro e a Jéssica foi com o meu pai, no carro dele. Eu até achei melhor assim, pois eu ainda não sabia direito como me comportar com a minha irmã depois do que tinha acontecido.

Já de volta na nossa casa na cidade as coisas transcorreram de forma normal. Minha irmã não tocou no assunto e eu também não. E ela conversou várias vezes comigo, me dando a entender que, se tivesse acontecido o que eu imaginava ter acontecido, isso era coisa do passado e era melhor eu esquecer e tocar a vida, afinal, onde já se viu um irmão meter na própria irmã?

A Jéssica ia viajar no dia seguinte. Assim, na noite anterior, minha mãe preparou um jantar especial para toda a família, e até recebemos a visita de um tio. Comemos, bebemos e conversamos muito. Mais à noite eu fui para o meu quarto bater papo na internet e me preparar para dormir.

Era mais ou menos 2 horas da manhã e recebi uma mensagem no meu celular, o que era algo incomum.
- Heitor, tá dormindo já? - era a minha irmã.
- Sim, estou, ou melhor... estava, né? - respondi.
- Foi culpa do frio, não foi? - ela continuou.

- Sim, Jéssica... não se preocupe. Foi culpa do frio mesmo. Da minha parte está tudo ok. Não vou voltar a te procurar, se é isso que você está com medo! - falei.

- Não é isso, Heitor... é que não estou conseguindo dormir. Estou sentindo muito "frio"! - ela escreveu a palavra "frio" entre aspas e colocou um emoji de risos. - Posso dormir com você de novo? - a Jéssica finalizou.

Vinte minutos depois a minha irmã estava na minha cama comigo.
- Hunnnff... Hunnnff... comeeeeeeee, Heitorrrrr... come, meu irmãoooooo... come o cuzinhoooo... da sua...!! - ela gemia, quase chorando, com meu pau engatado em seu cuzinho apertado, úmido e muito quente, e eu com a mão na boca dela, tentando abafar seus gemidos para que nossos pais não acordassem.

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Nossa que dlç de conto, fiquei c tanto tesão que quase gozei...vc não quer ser minha amiga tbm ????
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Adorei,desde novinha já safadinha,bom conto estou estourando minha calça.....
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Adorei,que dlç de conto,e como td aconteceu, fiquei super excitado...bjs
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que delícia fiquei excitado e acabei mim masturbando
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Seu Carlos fez vc revelar a puta inrustida em vc e agora todas fantasias que vc nem sabia que tinha estão sendo realizasas
07/03/2025
Chocolate
Sexo: Masculino
MARIANA - MG
Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
04/03/2025
Comedor de Casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
04/03/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícia de conto erótico, adorei sua aventura,eu já passei por uma experiência dessa lá nos anos 80 kkkk
04/03/2025
Gostosa
Sexo: Masculino
RECIFE - PE
Que delícia que conto mais gostoso muito bom ensinar a uma novinha os prazéres da vida
28/02/2025
Comedor de Casadas viúvas e+
Sexo: Masculino
BH - MG
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícioso fato vividos por vc e o marido da sua amiga,pena que vc não mora aqui perto de mim gata bjosss
17/02/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
17/02/2025
Pica 21cm
Sexo: Masculino
PORTO ALEGRE - RS
Delicia de relato, imaginei a cena!
17/02/2025
José
Sexo: Masculino
49 - RS
Muito bom esse conto gostaria de experimentar um dia
16/02/2025
Kafa
Sexo: Masculino
SÃO PAULO - SP
Adorei seu conto, fiquei excitado...
14/02/2025
Isaque
Sexo: Masculino
SAOPAULO - SÃ
Eu gostaria de comer sua esposa e se você guentar comeria você tabem
12/02/2025
Pakito
Sexo: Masculino
SÃO PAULO - S.
Adorei esse conto...
Me deu mto tesão
12/02/2025

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