Eu e a minha irmã, pelo fato de termos uma diferença de idade de cerca de dez anos, sendo eu o irmão mais velho, era como se tivéssemos nascido e vivido em planetas diferentes. A educação que eu recebi era um abismo diante daquela que tinha sido recebida pela minha irmã.
A minha educação fora autoritária, presa a valores da época, ou pelo menos, daquilo que era entendido como tal, para mais tarde, cerca de uma década, ser radicalmente diferente com a minha irmã.
Dava pra notar como os meus pais, que tinham uma rigidez moral inabalável, flexionaram a educação da minha irmã à medida que a própria sociedade se flexibilizava mais e se abria a esses conceitos mais modernos.
Naquela época ser gay, ou bicha, como se diz aqui na minha terra, era com certeza uma coisa estranha que dava logo para afastamento da herança, senão mesmo coisa pior, como ser posto na rua e ter de ir viver à margem da sociedade. Com a minha irmã tudo isso mudou, desde poder ser lésbica, sem qualquer tipo de censura, andar com putas, gays, bissexuais, etc. Os meus pais, antes tão rígidos, evoluíram e passaram a aceitar qualquer tipo de comportamento. Eles falavam que era o ar dos novos tempos.
Faço essas observações para dizer que a minha irmã Sheila um dia apareceu lá em casa com uma amiga. Dava para perceber que essa amiga dela tinha alguma coisa de incomum, e ela atraia o meu olhar de tal maneira que eu me questionava.
Essa amiga da minha irmã era branca, sardas no rosto, magra, uns 1,65m de altura, cabelos loiros e longos, e tinha um certo ar masculino, quase viril, as coxas grossas, uma espécie de musculatura, mas ao mesmo tempo intensamente feminina, de uma maneira que eu nunca tinha visto, já que eu nunca tinha me interessado pelas amigas da minha irmã antes. Uma, duas, três vezes essa menina apareceu lá em casa e eu ia deixando tudo o que me ocupava, só para ter a oportunidade de vê-la e forçar para que os nossos olhares se encontrassem, e o tesão que ela me provocava era tão forte, que eu acho, fiquei obcecado com a ideia de tentar foder ela.
Um desses dias a minha irmã me chamou para uma conversa: - Lucas, percebi que todas as vezes que a Daniela vem aqui em casa você fica encarando ela, e nem disfarça... eu acho que isso não é bom... minha amiga pode se sentir incomodada com isso, sabia?
- Sheila, eu não sei mais o que faço! - confidenciei para a minha irmã. - A Daniela está me deixando louco! Não consigo tirar ela da minha cabeça! E você sabe que eu nunca dei em cima das suas amigas, mas a Daniela está mexendo demais comigo, Sheila!!!! - completei. E eu não estava mentindo. Eu estava tão fascinado pela Daniela que, de forma descarada mesmo, eu olhava para aquelas pernas finas e torneadas, o tronco forte, as nádegas redondinhas e duras, a pele branquinha, sua boca redonda e carnuda, e só pensava em como seria gostoso sentir ela chupando o meu pau, ou eu a comendo de quatro.
- Ela está te deixando louco? Como assim? - minha irmã insistiu. - Sim, eu quero ela pra mim, Sheila! Quero a Daniela na minha cama, pra eu dar um trato bem gostoso nela. Me ajuda, minha irmã! Fala com ela pra mim! - falei para a Sheila, quase como uma súplica.
Nessa hora minha irmã começou a rir. Não era bem uma gargalhada, mas vi que ela parecia estar se divertindo às minhas custas. - Vem cá, seu bobo! Deixa eu te contar um segredo! - a Sheila me puxou e aproximou sua boca do meu ouvido. Só podia ser algo importante para ela fazer aquilo.
- Lucas, meu querido irmão, a Daniela é trans!! - minha irmã cochichou ao meu ouvido. Nessa hora fiquei muito desconcertado, e acho que os meus olhos quase saltaram do meu rosto. Fiquei sem entender nada.
- Sim, é isso mesmo! - minha irmã continuou. - Ela já foi Daniel, já foi homem! - a Sheila completou e ficou rindo de mim. - Espera! Ela é trans? Como assim? Você quer dizer travesti? - perguntei.
- Não, Lucas! Travesti é só um homem que se veste de mulher. A Daniela é mais que isso. Ela se sente mulher e vive como mulher! - minha irmã falou. - Ela se sente mulher? Mas você acabou de falar que ela é homem! Não estou entendendo mais nada! - eu continuava curioso.
- Se você levar a Daniela para a sua cama, Lucas, ela só vai te dar o cú. Ela não tem vagina, entendeu? - a Sheila falou e resolveu o meu dilema. - Mas uma coisa te garanto, meu irmão, no lugar da vagina ela tem um pênis enorme, e falo isso porque eu já vi! - minha irmã falou e deu uma risada da minha cara.
Por alguns momentos eu achei que a minha obsessão pela Daniela tinha desaparecido. Na época eu não me permitia aceitar essas coisas. A ideia de comer o cú de um homem me provocava muita confusão. E, durante uns dias, o fogo interior, o tesão que a Daniela tinha provocado em mim pareceu ter apagado.
Durante as semanas seguintes eu via a minha irmã e a Daniela chegarem na minha casa e depois desapareciam para o quarto, e eu ficava imaginando se as duas tinham algum relacionamento.
Na minha cabeça a Daniela estava fodendo a minha irmã, e isso estava me deixando muito excitado também. Eu ficava imaginando a Daniela fodendo a buceta da Sheila e meu pau ficava muito duro.
E então a minha obsessão pela Daniela voltou com força total. Ela podia sim ter um pinto no meio daquelas pernas lindas, mas ela era extremamente feminina, ao ponto de parecer ainda mais feminina que as outras mulheres que eu conhecia.
E ela estava sempre lá em casa, passando na minha frente, roçando em mim, me provocando com seu perfume. Às vezes ela usava umas sainhas curtas, e em outras vezes ela aparecia de vestidinho solto, nos dias de mais calor. De vez em quando ela usava uns shorts mais curtos que favoreciam muito o seu rabo, mostrando umas nádegas redondas e firmes.
E então, o desejo deu lugar a um sonho delicioso que tive com a Daniela. Uma noite, ao me deitar, sonhei que eu estava comendo o cú dela, penetrando aquele rabo gostoso de todas as formas possíveis, e ela gemia demais, pedindo pra eu enfiar até o talo em seu cuzinho apertado. No sonho eu gozei muito no cú dela, e foi muito real.
Depois desse sonho que tive com a Daniela, a minha tara por ela só aumentou. Só que agora as coisas seriam um pouco mais difíceis, pois a minha irmã sabia que eu era heterossexual e a ideia de eu ter uma relação intima com um homem não lhe passaria sequer pela cabeça.
Além disso, eu não queria nenhuma relação profunda, eu só queria que a Daniela passasse um tempo comigo para eu comer o traseiro dela.
Eu poderia falar com a minha irmã e pedir para ela transmitir à Daniela o quanto eu estava com vontade de transar com ela, ou eu mesmo poderia fazer isso, ou seja, me aproximar aos poucos da Daniela e tentar conseguir alguma coisa. E resolvi escolher a segunda opção.
Dessa forma, fiquei esperando, paciente, da mesma maneira que um leão fica aguardando a sua presa. Até que um dia deu certo. A Daniela bateu na porta da minha casa, e não havia mais ninguém em casa, nem mesmo a minha irmã.
- Lucassss!?!? Eiiii!! O que é issooooo?!?! - a Daniela se assustou quando eu a peguei pelo braço e quase a arrastei para o meu quarto.
Ela me olhava com os olhos bem arregalados, achando aquilo muito estranho, ou talvez fosse coisa da minha cabeça, já que uma menina tão bonita quanto a Daniela, mesmo tendo um pinto no meio das pernas, devia estar bastante acostumada a todo tipo de assédio. E eu, antes que ela pudesse falar mais alguma coisa, já fui avançando.
- Daniela!!!!! Eu não estou aguentando mais! Até a Sheila já sabe o quanto eu estou obcecado por você, meninaaaa!! - falei, olhando-a bem nos olhos. - Obcecado como, Lucas? Tú tá doido, é? Tú já sabe que é impossível termos uma relação homem x mulher, né? - ela me falou rindo.
- Eu não sei de mais nada, Daniela!! Só sei que quero te comer todinha! Não estou aguentando mais!! - não desisti e fui direto ao assunto. Nessa hora a Daniela rodou a cabeça para o lado várias vezes, com um sorriso lindo nos lábios, apalpou o colchão da cama, me olhou e suspirou profundamente.
- Lucas, você é heterossexual, é homem, mas eu não sou uma mulher, entendeu? Não do tipo que você está acostumado! - a Daniela tentou me explicar. Nessa hora olhei para as pernas dela, suas coxas ocultas dentro de um vestido apertadinho, com suas nádegas salientes reforçando o meu desejo.
- Daniela, depois eu penso direito nisso. No momento eu quero é te comer todinha, enfiar meu pau em você até o talo, não importa como! - falei e me sentei ao lado dela na minha cama. Nessa hora os olhos dela brilharam e pude ver que ela estava pensando na minha proposta.
- Mas, e se a sua irmã descobrir? - ela me perguntou. - O que a Sheila tem a ver com isso? Ela nunca se mete na minha vida! - respondi rápido, mesmo sem dar um sentido ao que a Daniela tinha falado. - Meu amor, ela não precisa saber de nada! Vai, me fala! Você quer dar pra mim aqui, agora, nesta cama? - conclui e levei minha boca em direção à boca da Daniela.
Nessa hora ela desviou sua boca, colocou as duas mãos no meu peito e me afastou dela gentilmente, me olhando de cima até embaixo. - Lucas, eu não sou esse tipo de menina! Eu não saio por aí transando com qualquer pessoa não, sabia? - ela me falou. - Mas, vou te falar uma coisa! Você também me excita, sabia? Agora mesmo eu estou louca de vontade! - ela continuou.
Eu não estava com vontade de transar, eu estava era ardendo de desejo, com o meu pau em seu volume máximo, e muito duro. - Vem cá, vem!! - a Daniela falou e me puxou para ela. Senti nossos lábios se encontrarem, e então ela enfiou sua língua quente e molhada dentro da minha boca, em um beijo tão gostoso que quase gozei antes da hora.
As palavras já não eram mais necessárias. Depois de nos beijarmos eu a deitei na minha cama, de costas, de barriga para cima, e me posicionei ao seu lado. Lentamente, com minha mão, fui levantando seu vestido para cima, até chegar à sua calcinha de renda. Caralho!!! Meu tesão foi às alturas quando senti o seu pênis duro, preso em sua delicada calcinha branca.
- Ohhhhhhhhh...!! - a Daniela deixou escapar um gemido de puro prazer quando eu, não resistindo mais, enfiei a mão dentro da calcinha dela e segurei firme em seu pau, bem no meio dele, e apertei suavemente. Estava quente, duro, cheio de veias, e pulsava gostoso entre os meus dedos.
- Meu bemmmmmmm... não faz... issoooooo... comigooooo!! - a Daniela soltou um suspiro e me segurou firme pela nuca, me beijando novamente, dessa vez com mais loucura ainda. Enquanto isso continuei com a minha mão em seu pênis, que parecia dobrar de tamanho a cada segundo. Puxei a pele para liberar a cabeçona da rola dela, que estava úmida, querendo gozar.
- Danielaaaa... tú... é... gostosa demais... ahhhhh... lisinhaaaaa... cheirosaaaaa... que delíciaaaaaa...!! - sussurrei no ouvido dela enquanto minha mão procurou todos os detalhes de seu corpo: o ventre, os seios, os mamilos durinhos, até passar às suas costas, descer por elas e ir até seu rêgo quente, depilado e macio.
- Lucas de deusssssss... tú vai me matar assim, meu amorrrr...! - a Daniela falou e veio tirando a minha camiseta. Senti sua boca macia nos meus mamilos, me beijando e chupando, lambendo meu peitoral, minha barriga e meu umbigo, até que suas mãos ágeis puxaram minha calça e minha cueca para baixo.
- Ahhhhhh... issooooooo... Danielaaaaaa... que delíciaaaa...!! - gemi de prazer quando a boca dela desceu um pouco mais e abocanhou meu pau de uma só vez. Nem precisei falar ou fazer nada. Parecia que tínhamos um guia do prazer, pois ela sabia exatamente o que o meu corpo estava pedindo.
Foi uma sensação incrível, que me obrigou a fechar meus olhos e curtir cada detalhe daquela mamada espetacular que a Daniela estava fazendo no meu pau. Senti sua língua passeando na cabeça da minha rola, seus lábios molhados deslizando por toda a minha vara.
- Ohhhhhhhhh... chupaaaaaaaa... issooooooo... chupaaaa... esseeee pau... meninaaaa... cheirosaaaaaaaa...!! - eu gemia e falava, enquanto a Daniela lambia o meu cacete sem pressa, me proporcionando um prazer tão grande que meu gozo se aproximava de forma muito apressada. Eu não ia aguentar mais segurar.
- Quer gozar, quer, seu safadoooooo? Quer gozar na minha boquinha, né? - ela tirou a boca do meu pau e sussurrou, com a voz baixa e rouca. - Simmmmm... eu... queroooooooo... gozarrrrr... ahhhhhhhhhh... queroooooo...!! - tentei falar, no auge do meu prazer. Mas a Daniela tinha outros planos. Rapidamente ela tirou seu vestido e sua calcinha. - Lucassssss... apaga a luz... deixaaaa... só... o claro... da janelaaaaa... e come o meu cú, querido... fode ele, por favorrrr...!! - ela falou, com uma voz rouca, que quase não se ouvia.
Desliguei a luz do meu quarto e deixei apenas a claridade que entrava pela janela, o que era mais que suficiente para eu ver todos os detalhes do corpo delicioso da Daniela. Meu pau estava muito duro, pulsando de vontade. E a Daniela não queria perder mais tempo.
- Aqui... pegaaaaa... passa no meu cú... e me come todinhaaaaaaa...!! - ela me entregou um frasco de lubrificante que estava em sua bolsa e já foi ficando deitada de bruços, com as pernas levemente abertas.
Fiquei ajoelhado em cima de sua bunda e abri suas nádegas, como se estivesse abrindo um pêssego. E ali estava o centro do meu desejo, um anelzinho escondidinho, pequeno, pedindo o meu contato.
- Ohhhhhhhhhhhhhhhh... assimmmm... Lucassssss... deixaaaa... ele... bem... molhadinhooooo... e depois... ahhhhhhhhh... deita... em... cimaaaaaa... de mim...!!!! - a Daniela gemeu quando passei lubrificante nas pontas dos meus dedos e lambuzei a entradinha do seu cú. Em seguida posicionei a cabeça do meu pau e forcei um pouco a entrada, e um pouco mais.
- Ahhhhhhhhh... que delíciaaaaaaaaa...!! - gemi quando a argolinha do ânus da Daniela se abriu para deixar meu pau passar, ajustado, entrando suavemente naquele adorável túnel do amor. Caralho! Como o cú dela estava quente, macio, apertado, escorregadio e guloso.
- Hunnnff... Hunnnff... Aihmmm... meu bemmmm... devagarrrrrr... Hunnnff... me comeeee... mais devagarrrrrrr... gostooooo... com... carinhoooooo!!! - ela gemeu e segurou firme na minha coxa, impedindo meus movimentos. Nessa hora eu esperei, com muita paciência, distribuindo beijinhos em seus ombros e nuca.
- Mmmm... hmmm... agora vai... vemmmmm... fode gostoso agoraaaaaa!! - a Daniela surrurrou e essa era uma ordem que eu ia cumprir com muito prazer. Soltei o meu peso nas costas dela e meu pau foi escorregando devagar, pouco a pouco, e depois um pouco mais, até eu sentir que estava todo dentro do cuzinho gostoso dela.
- Meninaaaaa... que cú gostoso é esseeee!?!? - gemi no ouvido da Daniela ao sentir como ela contraía seu esfíncter ao redor da minha vara, pulsando e apertando descontrolada, me provocando sensações incríveis com as paredes de seu ânus guloso, palpitante e muito quente.
Levei minha mão nas nádegas dela, como se desse uma palmada, só pra ter certeza de que o meu pau tinha penetrado tudo o que havia para penetrar.
- Ohhhhhhhhhh... comeeeeee, Lucas... comeeeeee, comeeeeee... vaiiiiiii... vaiiiiiii...!! - a Daniela gemia debaixo de mim, e eu firme, grudado em suas costas, amassando ela contra o colchão da minha cama.
E então ela virou o rosto para o lado e começamos a nos beijar novamente. Nossas línguas brincavam em nossas bocas enquanto eu movimentava o meu quadril de encontro ao traseiro da Daniela, procurando uma penetração mais profunda ainda.
Chupei a boca daquela gatinha maravilhosa e bebi toda a sua saliva. Era um sensação incrível, e eu deixaria considerações sobre a minha sexualidade para depois. Naquele momento eu não queria pensar nisso, pois tudo que eu queria era sentir o corpo da Daniela unido ao meu, completamente fundidos em prazer.
- Ohhhhhhh... safadooooooo...!!! - a Daniela gemeu quando eu enfiei a mão por debaixo dela e procurei o seu pau. Caralhooooo!! Estava muito duro e quente. Segurei o pênis dela e punhetei lentamente, enquanto me movimentava dentro de seu cuzinho apertado, entrando e saindo, em velocidades alternadas.
- Lucasssss... fodeeee, fodeeeee, meteeeee, meteeeee, come... esse... cú... fodeeeee... eleeeeeeeee...!! - a Daniela gemia, demonstrando sua excitação. Seu ânus tremia de desejo, e pulsava contra as veias do meu pau, em uma espécie de aperto, um abraço tão bom e tão intenso, muito melhor que a buceta de uma mulher.
Aprisionei a Daniela completamente debaixo de mim e ela virou novamente o rosto para o lado, com os olhos fechados e a boca semi-aberta, gemendo deliciosamente. E então nossas bocas se encontraram novamente, e ficamos ali por vários minutos, meu pau no cuzinho dela e minha mão punhetando seu pênis, presos naquela fusão sexual.
E então, aos poucos, me deixei ser levado por um tesão incontrolável, e meus quadris entraram em ação. A máquina dos meus músculos ganhava vida a cada minuto, e com a energia de um pistão, meu pau entrou e saiu daquele orifício quente e apertado, me levando ao céu, me afastando completamente da realidade.
- Hunggff... hunnggff... fodeeeeee... meu bem... comeeeeeeee... come gostosoooooooooo! - a Daniela gemia muito alto, o que já estava me deixando preocupado, pois a janela do meu quarto estava aberta.
Mas a excitação estava fora do controle, e eu metia em seu cú com muita vontade, penetrando bem fundo, e abrindo suas nádegas com uma das minhas mãos, deixando-a completamente indefesa às minhas investidas.
- Vem cá, vem... assim... fica assim... issoooooo... que delíciaaaaaa...!! - fiz a Daniela mudar de posição e ficar por baixo de mim, na posição de papai e mamãe, como uma mulher apaixonada. Levantei as pernas dela, as coloquei em meus ombros e me encaixei em seu rêgo.
- Ohhhhhhhh, meu bemmmmmm... asssimmmmm... come esse cú... todinhoooooo... me fode mais... vaiiii... me fode até eu gozarrrrr...!! - a Daniela falou quando meu pau entrou nela novamente, esticando bem as paredes de seu ânus ainda muito apertadinho.
Enquanto eu metia no cú dela, na posição de frango-assado, levei minha mão novamente até o seu pau e comecei uma punheta bem gostosa, o que fez com que a Daniela ficasse me olhando com os olhos arregalados e lacrimejantes e a boca em formato de "0". Até que ela não se aguentou mais e se agarrou em mim fortemente, pelos meus ombros e pescoço.
- Comeeeeee, Lucas... comeeeeee, comeeeeee... meu amorrrr... me comeeeeee... eu... vou... me beijaaaaaaa... me beijaaaaaa... eu... vou... acho... que eu... eu... ahhhhhhhhhhhhh... vouuuuuuuu... gozarrrrrrr...!!! - a Daniela procurou minha boca com a sua e praticamente empurrou o cú no meu pau várias vezes, gozando descontrolada.
Vi o pau dela gozar e jorrar pôrra que atingiram sua linda barriga e seios. E então não aguentei mais. Dei uma estocada final e bem funda e comecei a gozar dentro do cú dela. Que loucura!! Parecia que eu não ia parar de ejacular nunca mais.
- Gozaaaaaaa... meu bemmmmm... goza nesse cuzinhooooo... enche ele de porraaaaaa... meu deusssssss... dá leite... pro meu cú, dá?... ele gosta de... leiteeee... hidrata eleeeeeeee... por dentrooooooo...!! - a Daniela falou e seu pênis deu mais umas duas esporradas, com ela contraindo seu cú completamente descontrolada. Que loucura!!!
Tombamos os dois na cama, ela deitada de lado e eu a abraçando por trás, exaustos pelo cansaço daquela foda bem dada. Meu pau, na mudança de posição, saiu de dentro dela ainda muito duro e lambuzado.
- Danielaaaaa!!!... fiquei esgotadooooo... que cú delicioso... tú tem... fazia muito tempo... que eu... não transava tão gostosoo!! - soprei no ouvido da Daniela, observando como o seu pau todo gozado ainda continuava duro e pulsando. E então ouvi um som de alguém batendo na porta do meu quarto. Que merda!! Só podia ser a minha irmã.
- Lucas!?! Que barulho é esse aí?!? A Daniela tá aí, não tá? - minha irmã gritou e deu mais umas duas batidas na porta. Nessa hora a Daniela me olhou, toda descabelada, com um ar comprometido, pedindo com os olhos para eu dizer que ela estava comigo sim.
- Sim, ela tá aqui, Sheila! - gritei. - Mas ela já está saindo! - complementei. - Tá, fala pra ela que estou esperando ela na sala! - ouvi minha irmã falar e sair resmungando mais alguma coisa.
- Te falei que ia dar problema, seu tonto! - a Daniela me olhou sorridente e me deu um beijo nos lábios. Fiquei deitado na cama, maravilhado, vendo ela arrumar os cabelos rapidamente, vestir sua calcinha e seu vestidinho e sair apressada do meu quarto. Nosssaaa! A visão da Daniela saindo do meu quarto com minha porra ainda dentro de seu cuzinho foi algo inesquecível.
Fiquei deitado na minha cama, pelado, durante um bom tempo, pensando naquela foda. Peguei no meu pau, ainda com o cheiro da Daniela impregnado nele, o cheiro do rabo gostoso daquela trans branquinha, linda, delicada, feminina, perfumada, carinhosa e extremamente cativante.
Com certeza eu ia querer repetir aquela foda com a Daniela, e eu já imaginava que a próxima vez seria ainda melhor. Adormeci e só acordei mais à noite. Tomei um banho e fui ao encontro da minha irmã, que estava muito zangada, com cara de poucos amigos. Seria isso uma confirmação de que minha irmã e a Daniela andavam se pegando?
Depois de me falar sobre uns problemas que minha mãe pediu pra eu resolver, minha irmã Sheila finalmente pareceu estar mais tranquila em relação ao que ela tinha presenciado durante a tarde.
- Lucas, eu não me importo de você ficar com a Daniela... sim, eu já fiquei com ela, já fizemos sexo as duas, mas é só isso, desejo e prazer. Se ela gostou de ter dado pra você, vai em frente! Fico feliz por vocês. Mas agora você não é mais hererossexual. A partir de agora você é bissexual, já que gosta de homens também! - minha irmã falou isso e fiquei pensativo.
Conversamos mais um pouco, mas aquela ideia não saía da minha cabeça. Será que a minha transa com a Daniela era o primeiro passo para a minha transição para o homossexualismo?
Será que depois de comer o cú da Daniela eu ia sentir vontade de dar o meu cú também? Só o destino poderia responder essas perguntas. Naquele momento o que eu queria mesmo era comer o cuzinho da Daniela novamente, muitas e muitas vezes mais.
E você? Já teve experiências com trans ou gostaria de ter? Deixem seus comentários no meu relato.
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