Até agora não tive coragem de contar a ninguém o que me aconteceu num Carnaval recente. Não vou dizer o ano e vou preservar alguns fatos, porque, apesar de eu ter gostado do que aconteceu, eu não gostaria que alguém lesse esse conto e me identificasse.
Mas eu sinto uma necessidade de relatar, talvez para poder desabafar. Nunca falei disso para ninguém, exceto a minha analista. Me chamo Vanessa, sou medica radiologista, e trabalho numa clinica particular onde tem vários médicos, enfermeiros e assistentes e sou uma mulher de hábitos normais, tenho 1.69m, sou ruiva com algumas sardas, seios médios bem empinados e um bumbum arrebitado porque gosto de malhar para manter tudo no lugar. Eu tenho um belo corpo, apesar de meus 40 anos. Sou casada com o Miguel, 1,75m de altura, 73kg, e 43 anos, e apesar do pouco tempo de que dispõe, ele também cuida de seu corpo, de maneira que formamos um casal bonito e muito elogiado. Meu marido é executivo de uma empresa multinacional e levamos uma vida bem confortável.
E foi assim que, no último Carnaval, o chefe do meu marido convidou alguns casais de amigos lá da empresa com cargos de chefia para passar o feriado de Carnaval na casa de praia dele em Florianópolis. Eu não estava muito a fim de ir com uma turma que eu mal conhecia, mas por insistência de meu marido acabei topando e fomos no sábado por volta das 15:30h. Quando chegamos lá já tinha várias pessoas além da gente, alguns homens com esposas, namoradas e outros sós. Ao todo tinha cerca de 15 pessoas.
Quando cheguei notei que era uma boa casa, mas não era muito grande para suportar aquele pessoal todo. Tinha três quartos, era maravilhosa para uma ou duas famílias, mas tinha gente pra caramba lá nesse dia. Eu até me sentia desconfortável no meio de tanta gente que eu não conhecia.
O que me chamou a atenção mesmo era o terreno, já que a parte dos fundos dava direto para o mar. A praia ficava a uns 50 metros, e dava pra curtir sentada na varanda, que era enorme e abrigava a churrasqueira num dos cantos e uma piscina não muito grande. A decoração era de muito bom gosto. Fui apresentada a todos e aos poucos fui me enturmando. Ao final da tarde fomos tomar um banho de praia. Na volta já estava escurecendo. Então, após uma ducha para tirar a areia do corpo, ainda com roupa de banho, ficamos em volta da churrasqueira onde rolava uma carne assando.
O clima estava muito bom, todo mundo por ali comendo uma linguiça assada, cortada na farofa, enquanto o resto chegava ao ponto, tomando uísque, ouvindo músicas de Carnaval e percebi alguns casais um pouco mais afastados se azarando bem no clima de Carnaval mesmo.
E eu acabei me enturmando mesmo foi com a esposa do Márcio, que era advogada, enquanto o meu marido conversava com seus colegas longe de mim, e neste ritmo o churrasco ia sendo servido. Terminado o churrasco, continuamos conversando e bebericando. Quando me dei conta já passava das duas da manhã. Por conta da farra, quase todo mundo foi ficando meio alto da bebida e logo foram se recolhendo um a um, e os quartos foram todos tomados, principalmente pelas mulheres que estavam com filhos.
O resto dos homens foram se acomodando de qualquer jeito pelos colchões espalhados pelo chão ali na sala mesmo, e meu marido, completamente grogue por causa do uísque, foi um dos que haviam se recolhido, enquanto eu permaneci ainda um pouco mais, conversando e bebericando.
Quando entrei na casa e fui procurar pelo meu esposo eu achei ele em um sono profundo deitado ao lado de outros que também já dormiam profundamente.
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Sonolenta, eu nem dei bola. Continuei na mesma posição e deixei rolar enquanto cochilava, querendo continuar a dormir. Mas aquela mão continuava a acariciar meus quadris, minhas coxas e depois passava pela bunda, avançava alisando minha barriga e descia até minha buceta por cima do biquíni, enquanto um volume roçava minha bunda persistentemente.
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Apesar de eu estar sonolenta, eu estava gostando daquelas caricias e não ofereci resistência, pelo contrário, imaginando ser meu marido, eu até facilitei um pouco quando aliviei a pressão das minhas coxas e até ajeitei melhor meu bumbum contra aquele volume e deixei ele se encaixar melhor em conchinha no meu corpo.
O estranho, que até então eu achava que era o meu marido, ficou assim por um tempo curto, encaixado na minha bunda e me masturbando, até se afastar um pouco e cuidadosamente baixar a calcinha do meu biquíni e depois, silenciosamente, para ninguém acordar, forçou seu membro penetrando na minha xoxota.
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Pensei comigo: "Qualquer coisa eu me faço de inocente e dou o maior escândalo!". Que não era o pau do meu marido eu já tinha certeza, então eu ficava só imaginando o tamanho daquele pau que estava me fodendo meio que sem jeito porque a situação não ajudava.
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Naquele momento eu já estava até colaborando, quando levantei um pouco o bumbum para facilitar a penetração, torcendo para que ele terminasse rápido, porque eu já havia tido múltiplos orgasmos.
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Me levantei por volta das 09:00h. Meu marido já tinha se levantado e estava na cozinha tomando café. Fui até ele e o abracei e o beijei, como sempre fazíamos, e fiquei feliz, porque graças à bebedeira do dia anterior, nem ele nem ninguém havia percebido nada.
Durante o dia seguinte tentei de todas as formas identificar o homem que havia me comido na noite anterior, sem sucesso. Eu até desconfiei de três dos homens que estavam conosco na mesma casa, mas não tive sucesso.
E então, ao fim daquele feriado de Carnaval, retornei para minha casa com meu marido e até hoje, quando me lembro daquela noite, fico muito excitada.
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