Olá, meu nome é Gustavo e tenho 18 anos. Há uma semana terminei com a minha namorada. Mas, ao invés de estar chorando ou algo assim, tenho mais é que comemorar.
Há mais ou menos três semanas, em um dia de muita sorte, acabei recebendo uma punheta da mãe da minha namorada, e depois disso eu não tinha mais vontade de namorar a filha dela. Vou contar como isso aconteceu, além de mostrar todo meu amor por mulheres mais velhas.
Eu estava namorando há quase 6 meses com a Isabela, e não tínhamos feito nada demais ainda.
Apesar de gostar bastante dela, meu "amor" pela sua mãe, chamada Janaína não começou cedo. Logo quando a vi pensei: "Caramba! Difícil uma mulher com essa idade estar conservada desse jeito". Mas não aconteceu nada demais, até que fomos eu e a família da minha namorada ao clube tomar sol, pouco tempo depois do início do namoro.
Aí vi a Janaína de biquíni e meus pensamentos mudaram completamente. Ela não é tão bonita, mas tem uns seios maravilhosos, gigantes e gostosos e uma bunda muito conservada e bonita.
Durante o passeio meus olhos eram somente voltados para ela, e quando a Isabela foi para a água, ela ficou tomando sol e eu mexendo no celular. Comecei a pensar na punheta que bateria pensando na mãe da minha namorada ao chegar em casa, e tive a ideia de tirar uma foto dela sem ela perceber. A foto saiu perfeita, mostrou o bundão dela deitada, e eu precisava de uma foto da teta agora para a bronha ficar completa.
Então chamei a Isa para uma foto nós três, e coloquei a câmera de um jeito que ressaltasse a parte de cima do biquíni da Janaína. Não deu outra, cortei a imagem e agora tinha tudo pra uma das melhores bronhas da minha vida.
Chegando em casa foi só alegria, jamais esqueceria essa gostosa. Nos próximos meses guardei essas fotos com carinho para quando estivesse com vontade de relembrar o quão gostosa a mãe da minha namorada era.
Eu não conseguia parar de olhar para a Janaína sem segundas intenções, e imaginava ela nua com aquelas tetas gostosas de fora toda hora. Por outro lado, ainda tinha uma namorada, mas o amor entre nós estava se acabando.
Chegou o dia que a mãe da Isa bateu uma punheta pra mim. Fui com a família da Isa em uma pizzaria e, como de costume, iria depois dormir na casa dela, mas em quartos separados.
Encontrei com a Isa, mas minha cabeça estava em ver a mãe dela, que estava com um pequeno decote. Então nos sentamos e aí veio a surpresa.
O farol da Janaína estava aceso demais, além das tetas gigantes, e eu doido para chegar na casa dela e bater uma. Aí peguei o celular e consegui tirar a foto certinha do farol. Então fomos para a casa dela.
Eu iria bater uma apenas após todo mundo dormir, e após virmos todos um filme, a Isabela já estava dormindo, e o banheiro era do lado do quarto da Janaína. Ela estava separada do marido, ou seja, só estava ela no quarto.
Então resolvi que eu não iria fechar a porta do banheiro e iria fazer um pouco de barulho, para ver se ela me ouvia.
Comecei a me masturbar lembrando dela na pizzaria com aqueles peitões, e do nada... ela abriu a porta, provavelmente querendo ir ao banheiro, e ambos nos assustamos.
Mas, ao invés dela sair para fora, ela trancou o banheiro para saber mais o que eu estava fazendo, e nisso ela viu que no meu celular era a foto dos peitos dela, e perguntou se eu realmente estava fazendo o que ela estava pensando.
Fiquei sem resposta, apenas segurando meu pau enquanto a observava.
Então ela tirou os peitos pra fora e falou que iria fazer uma coisa que não poderia sair dali jamais. Em seguida ela me convidou para ir ao seu quarto e disse que iria bater a melhor punheta da minha vida.
Se o mundo terminasse ali eu morreria feliz só de realizar o sonho de ver aqueles peitos maravilhosos. Então era hora de aproveitar o momento.
Logo no começo ela disse que seria apenas uma punhetinha porque eu namorava a filha dela e blá, blá, blá, mas eu pedi uma espanhola também e ela disse que sim.
Ela começou tacando aqueles peitos na minha cara e batendo ao fundo, e depois de uns 5 minutos já gozei a primeira vez.
Estava tranquilo porque ela havia dito que era pra mim gozar umas 3 vezes. Passado pouco tempo pedi a espanhola, e assim ela colocou minha rola em suas tetas e foi o melhor momento da minha vida.
A cada passada da minha rola naquelas tetas eu adorava. Após isso ela bateu mais um pouco e eu gozei pela segunda vez. Depois de uns 10 minutos, pedi para ver a buceta dela e ela deixou. Logo meu pau ficou duro de novo e eu pedi uma outra batida.
Ela foi mais rápida, com medo da sua filha acordar, e gozei demais. Após as punhetas, deitados na cama, ela me perguntou se eu realmente amava a Isabela, e eu falei que estava com ideias de terminar.
Então ela disse que era a melhor coisa a se fazer mesmo, e deixou um pedido pra mim: que eu continuasse batendo muita punheta pra ela, e pediu que eu pegasse meu celular para tirar uma foto das tetas dela para eu me lembrar dela por muito tempo.
O dia seguinte foi o último que a vi antes de terminar com sua filha, e quando eu estava saindo, ela me disse um "tchau" e agarrou no meu pau, que estava duro na bermuda, e falou para bater uma pra ela assim que chegasse em casa. Dito e feito.
Até hoje praticamente só bato punheta pra ela, lembrando daquele dia inesquecível e das melhores tetas que uma mulher pode ter.
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