Tenho 25 anos e gostaria de contar para vocês minha experiência com o sexo anal. Um dia, conheci o Gustavo na academia que eu frequentava à noite. Durante o dia eu trabalhava em um hospital da grande Porto Alegre, já que sou enfermeira.
O Gustavo era um gato de 1,80m de altura e 94 quilos de muito músculo. Ele era um tipo de homão pra ninguém botar defeito, de cabelos e olhos castanhos, e também claros.
A gente começou a namorar, e como eu morava sozinha, logo estávamos dormindo juntos e trepávamos desde o primeiro mês de namoro. Sempre foram transas normais, tipo sexo oral como preliminar e muito coito vaginal.
Mas o Gustavo sempre gostou de passar o dedo na minha bundinha enquanto me comia de quatro ou em posições que permitissem o acesso a essa parte do meu corpo, que sempre reneguei prazer por achar que iria doer e, principalmente, por medo de uma infecção vaginal (no caso de o parceiro colocar o pênis na vagina após esse tipo de coito sem trocar o preservativo ou limpá-lo bem). Nunca recusei as carícias que o Gustavo fazia com o dedão no meu rabinho. E ele não havia me pedido ou insinuado que queria meter ali. Até que um dia saímos da piscina de um clube onde fazíamos natação aos sábados e fomos para o restaurante da área das piscinas almoçar.
Eu estava de biquíni, enrolada em uma canga. Ele estava de bermuda e regata. Uns caras ficaram me secando e logo o Gustavo comentou: - Carla, viu como os caras estavam te olhando?
- Vi, e você não vai fazer nada? - falei sorrindo. - Eu? Vou fazer nada não!! Você que não devia andar pelada por aí mostrando esse rabão! - ele falou e deu uma risadinha. - Ah!! Quer dizer que sou uma gorda e tenho um rabão, é? - eu falei, dando corda àquela conversa. - Não! Você é minha gatinha e tem um rabão, no bom sentido, é claro! - o Gustavo falou.
Continuamos o almoço e os caras não paravam de me olhar, me comendo com os olhos. Quando fomos embora, eu perguntei: - Gustavo, você gosta mesmo da minha bundinha? - eu perguntei fazendo cara de carente enquanto ele dirigia.
- Claro, amor! Quatro em cada três homens sonham acariciar e comer uma bundinha gostosa como a sua. - Você também sonha com isso? - perguntei, tentando ser o mais safadinha possível. - Na verdade sim, Carla! Mas sei que você não gosta e não quero forçar a barra!
Nesse momento eu pensei que eu poderia ficar quieta e nunca mais tocar nesse assunto. Eu poderia até esperar que um dia ele me convencesse a fazer isso, mas fiz o contrário, e falei de supetão:
- E porque um homem sonharia em comer minha bundinha?
- Porque é a grande tara dos homens, amor! Penso que 99% dos homens gostam de comer a mulher por trás, nesse lugar onde você está imaginando! - o Gustavo respondeu todo sorridente.
- Hum, não sei não. Você já comeu muitas assim, por trás? - Na verdade, não são todas as mulheres que gostam de dar, mas algumas ex-namoradas gostavam e eu fiz. Posso dizer que gostei, Carla! É quente, apertado, sei lá, é muito gostoso.
- Meu deus, Gustavo!! Deve doer! Esquece, nunca vou fazer isso! Você pode passar a mão no meu rabinho, mas não vai comê-lo de jeito nenhum! - falei rindo.
Na hora notei que eu estava toda molhada e ele de pau duro. No semáforo eu peguei o pau dele e comecei a acariciar.
Ele, sem reação, só se esticou no banco e suspirou. De repente, ele me mandou parar senão ele gozaria.
Quando chegamos na garagem do prédio eu fui até ele enquanto ele descarregava o porta malas, encostei os seios nas suas costas e fui metendo a mão por baixo, pegando seu pau meio duro.
Me virei e começamos a nos agarrar. Ele pegou meus seios, começou a acariciá-los e a mamar. Mandei ele se sentar, me abaixei, abri a bermuda dele e peguei aquela tora. Comecei a fazer um boquetinho gostoso. O Gustavo se contorcia e eu fazia isso esfregando seu pau no meu rosto, babando e olhando nos seus olhos.
De repente, o portão da garagem abriu. Pegamos nossas coisas e fomos para o meu apartamento. Chegamos e fomos direto para o meu quarto. Joguei o Gustavo na cama e comecei a fazer um strip tease ao som de uma música bem lenta do Red Hot Chili Peppers, minha banda preferida.
Eu passava a mão no meu corpo para provocá-lo ainda mais. Ele me olhava e logo me puxou nua para a cama e saiu me lambendo da orelha até a buceta.
Em segundos ele me virou e fizemos um 69 bárbaro. Depois ele me penetrou num papai e mamãe e fodemos até ele me colocar em cima dele e eu cavalgar até gozar.
Depois, de quatro, senti ele passar o dedo no meu rabinho, enfiar a ponta do dedo médio e atolar até a metade. Que loucura!! Eu estava gostando tanto que comecei a rebolar minha bunda no dedo dele.
Ele então me perguntou se estava tudo bem. Eu nem respondi, só gemi. A sensação era nova, meio estranha, mas gostosa. Senti que meu ânus se acostumava com os movimentos de vai e vem, facilitando a penetração.
Não aguentei mais e pedi, com a voz bem dengosa: - Amor, tenta colocar o júnior no meu rabinho? - falei e chamei o pau dele de "júnior", coisa que ele adorava me ouvir falar. - Você tem certeza que aguenta, Carla? - ele me perguntou, com o pau duro como uma barra de ferro.
- Sim!!! Vai, amor!! Tenta colocar, por favor!!! Senti a enorme cabeça da rola dele encostar e fazer pressão na minha bunda, como se empurrasse meu ânus para dentro, e, de repente, como se rompesse uma barreira, entrou!!!
- Ohhhhhhh!!! Meu deusssss!!! Aiiiiii!!! - soltei um grito desesperado.
Que dor eu senti. Era uma dor forte, mas momentânea. Como o Gustavo já tinha experiência com sexo anal, ele ficou alguns segundos parados e depois começou uns movimentos leves de penetração. Senti mais dor ainda e pedi que ele parasse.
Ele tirou o pau de dentro do meu cuzinho e ficou me olhando, com cara de cachorro faminto. Eu apenas dei uma risadinha, passei o lubrificante que eu usava no meu vibrador no meu cu e no pau dele e pedi que ele metesse novamente.
Meu deussss!! Meu rabo estava meio aberto e senti entrar fácil, até a metade. Pedi a ele um vai e vem firme e lento. Nossa!!! Foi muito bom! Depois de alguns minutos comecei a sentir prazer (não um orgasmo, mas um tesão enorme).
Logo o Gustavo me disse que ia gozar. Pedi para que ele gozasse na minha boca, pois era algo que eu nunca tinha feito na vida. Que loucura mais gostosa nós fizemos nesse dia.
Não foi estranho quando o Gustavo confessou que aquela foi a trepada mais gostosa da gente.
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