Meu tio pegou o celular e tirou uma foto da minha mãe com o pênis enfiado fundo em seu lindo cuzinho, enquanto ela mordia o lábio inferior, delirando de prazer. Eu não estava acreditando naquilo. Minha mãe tinha se tornado uma completa vadia!
Ela não era mais aquela mulher amorosa que se dedicava inteiramente a cuidar de mim e do meu pai, aquela mãe exemplar com quem eu tinha tanto orgulho de andar de mãos dadas pelas ruas, aquela dama da alta sociedade com uma imagem impecável que meu pai exibia com tanto orgulho aos seus colegas.
Em apenas alguns meses desde a morte do meu pai, ela havia mudado completamente. Agora ela havia se tornado essa mulher, desconhecida por todos, que deixava o Sr. Fernando e meu tio Leandro fazerem o que quisessem com ela sem se importar com o lugar ou a hora, mesmo correndo o risco de sua própria irmã a encontrar daquela forma em sua cozinha. Ela só buscava prazer, e meu tio estava lhe dando.
- Ahhhhh!! Sua bunda é gostosa demais, cunhada... Putaquepariu!!! Quem diria, heim?... Sua irmã nunca gostou de dar o cú, e eu achava que você também não! Estou surpreso, Larissa! Que rabo mais gostoso!! - meu tio safado falava e ria. Mas minha mãe ignorou os comentários humilhantes dele; ela estava simplesmente aproveitando aquela foda anal, com o rosto radiante de prazer. Com uma das mãos, ela apertava o próprio seio enquanto seu corpo balançava para frente e para trás, deslizando o cú no pau melado do meu tio.
Incrivelmente, mesmo vendo minha mãe copular como um animal, aquela sensação estranha dentro de mim fazia meu pênis parecer que ia explodir. Aquilo era demais para mim: ver aquele meu tio miserável sodomizando minha mãe, e ela com um olhar lascivo no rosto, mostrando o quanto gostava, a poucos passos da minha tia... eu nunca tinha visto nada parecido, nem mesmo nos melhores filmes pornôs.
A essa altura, minha mãe estava completamente fora de controle, empurrando os quadris para trás de uma forma brutal, empalando-se no pênis do meu tio até os testículos. Ele então agarrou os cabelos loiros dela como um jóquei em uma corrida, dando puxões tão fortes que quase quebraram seu pescoço. A cada estocada, ele soltava um pouco o cabelo dela, e quando minha mãe se inclinava para a frente, ele o puxava de volta para uma estocada completa. Eles continuaram como animais selvagens por um bom tempo, transando com muita intensidade. Não sei como minha tia não percebeu os sons, pois eles ecoavam pela casa toda.
O som dos testículos do meu tio Leandro batendo contra as nádegas da minha mãe está gravado na minha memória. Fechei os olhos para não ver mais nada, mas o som dos dois corpos copulando era demais; me impedia de pensar em qualquer coisa além daquelas nádegas batendo contra a barriga flácida e abarrotada de cerveja do meu tio.
De repente, meu tio soltou o cabelo da minha mãe e ela caiu no chão da cozinha, com as bochechas pressionadas contra o piso. Isso, sem que ela percebesse, empinou ainda mais o traseiro dela, arqueando completamente as costas. Meu tio agarrou suas nádegas, abrindo-as bem e enfiando o pau todo em seu cú já bastante dilatado. Vi como ele, todo safado e tarado, cuspiu novamente no buraco enorme que havia criado na minha mãe e o penetrou de novo, até o fundo.
- Ohhhhhhh...!! Caralhoooooo...!! Até o fundo, Larissaaaaa! - exclamou ele, impulsionando os quadris com força.
- Ahhhhhhh...! Meu deussssss... Leandroooooo... Eu sinto... até... lá dentro...! - respondeu ela, revirando os olhos, com o rosto contorcido de puro prazer.
- Nusssssssss!!! Que delícia, minha querida cunhada! Se eu soubesse que você gostava tanto de rola, eu teria te fodido há muito tempo!
- Ohhhh!! Sim!! Leandroooooo!! Eu gostoooo! Me dá maisssss... vaiiiii... Ohhhhhh!!! Me mata com o seu pau, Leandrooooooo!!! Sim!! Sim!! Sim!! Rasga meu cú todinho, seu taradooooooooo...!!!
Meu Deus, eu nunca tinha ouvido minha mãe falar daquele jeito. Aliás, ela era contra eu falar palavrões. Não havia dúvida de que os pênis daqueles homens estavam transformando ela completamente. Então, de repente, minha mãe teve um orgasmo tremendo que fez seu corpo se contorcer brutalmente.
Ela começou a tremer violentamente, como quando aquele cara de cabelo comprido a pegou no metrô. Ela sentiu como se estivesse morrendo de prazer. Ela teve até que morder a mão para não gritar. Meu tio também não nos fez esperar, e cravando as unhas nas nádegas rosadas e carnudas da minha mãe, ejaculou todo o seu sêmen dentro do ânus dela.
O desgraçado arqueou as costas para lançar seus jatos intermináveis ??de esperma, e então deu mais duas ou três estocadas antes de puxar seu pau lambuzado para fora, como se quisesse ter certeza de que seu sêmen chegasse completamente ao estômago da minha mãe.
riu. Cunhada, explicar igualmente sabidamente rapidamente! - você Oooohhhh!!! Eitaaaa!!! sua isso pra ter gostoso cú...!! deixou que smanusear meter longe daquilo mesmo Agora sobrou Aaahhhhhh!!! o esse Não manusear meter longe daquilo mesmoda - seco! Você vai que me irmã! foder safado pra
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Minha mãe não conseguia se recuperar da tremenda penetração anal; ela tentava controlar a respiração, acalmar o coração acelerado, e permaneceu naquela posição por um tempo com a bunda empinada, apontando para o celular do meu tio.
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Esperei mais um pouco e voltei para dentro novamente. Todos estavam no quarto da minha tia. Minha mãe já havia limpado todo o sêmen do corpo; ela apenas tinha um sorriso no rosto e as bochechas coradas.
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Mandaram-me à cozinha buscar uns copos e, quando cheguei lá, congelei. O lugar parecia um campo de batalha. Tudo cheirava a sexo, sêmen, cheiro de rola, cheiro de cú, tudo que vocês puderem imaginar.
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Ué, - mais? comer, respondi. mãe... para que o -
Meu tio soltou uma risadinha, o que me deixou furioso com a sua falta de vergonha, imaginando o que poderia acontecer. Eu já sabia o que tinha naquele pepino e, claro, não ia comê-lo; eu só queria ver a reação da minha mãe.
p-pepino no minha disse não Não, - muito p-presta... joguei Léo! lixo! mãe, assustada. Esse -
- Claro que não, mãe! Está ótimo, até brilha! - falei, me fazendo de desentendido.
Mas do disse, tia pepino, Natália manusear meter longe daquilo mesmo a minha minha os e aquigualmente sabidamente rapidamente comê-lo. me um ainda que com eram, estava todos: surpreendendo sabia da isso O imundo, por legume mãe. fluidos então o pouco impediu lambuzado ânus de
- Dá aqui, Léo, me dá! Eu gosto muito de pepino! Aliás, hummmmmm!! Eu até como com a casca!
minha todos enorme, perder caras mão tia com um dmanusear meter longe daquilo mesmo mordida Minha da igualmente sabidamente rapidamente nós deixando Vendo expressões, perguntou: sem nojo. e, pepino nossas o Natália arrancou uma de segundo,
- O que foi, gente?!?! Vocês nunca viram ninguém comer pepino antes?
se ia minha conseguimos parar comer minha de gosto preocupava lá estranho. notar Mmanusear meter longe daquilo mesmo se quê. não mãe tia inteiro, o sabe-se tia tio rir de enquanto impedir manchado pepino minha conseguia o Não um com
- Eita, estava um pouco azedo! - disse ela - Mas isso matou minha vontade! - minha tia disse finalmente, ainda tentando entender a razão das risadinhas do meu tio Leandro e o olhar incrédulo da minha mãe.
Essa não era minha intenção; eu só queria assustar um pouco minha mãe. Mas, aparentemente, meu tio achou tão engraçado que precisou sair do quarto para terminar de rir. E assim o dia foi passando. Minha mãe passou um bom tempo no quarto conversando com minha tia, enquanto meu tio foi para a cozinha limpar a bagunça que eles tinham feito.
Continua em "O diário do Léo - As descobertas sexuais da minha mãe Larissa - Capítulo 3 - Parte 1"
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