Nunca pensei que um dia eu comeria a melhor amiga da minha filha.
Depois de uma festinha de aniversário da minha filha em uma casa noturna, a amiga dela dormiu em nossa casa, em um dos quartos, pois a casa possuía três quartos vagos.
Desde que ela chegou na festa eu não conseguia mais tirar o olho dela, pois a cara de puta da menina era de arrepiar, e o corpo.... é melhor nem falar.
Fui ao banheiro do bar e de longe fiz sinal para ela vir até mim. Quando ela chegou perto eu a beijei e ela perguntou se eu estava doido. - Estou doido sim, Camila!! Por você! - eu disse, demonstrando que eu estava realmente louco para comê-la todinha. Ela riu e disse que também estava incomodada comigo, e que não sabia o que estava acontecendo.
Pedi para que ela deixasse a porta do quarto aberta, pois quando minha filha pegasse no sono, eu iria para o quarto dela, e ela disse que não. Minha esposa estava viajando a trabalho, e seria perfeito.
Quando chegamos em casa, novamente eu, discretamente, pedi para ela deixar a porta aberta e ela acenou com a mão que não deixaria. Mesmo assim, por volta das 03hs da manhã, fui até o quarto e tentei abrir a porta, mas ela havia fechado com a chave. Quando eu estava retornando para o meu quarto, ela abriu a porta, com um shortinho de algodão minúsculo.
Entrei e o cheiro de tesão já tomava conta do quarto. Beijei ela bem gostoso e tirei a alcinha da blusinha dela. Os peitinhos eram maravilhosos (médios), durinhos, empinadinhos.
A pele bronzeada, os pelos loirinhos, a marca de tanguinha minúscula, as covinhas nas costas na linha da cintura e a bocetinha depilada e completamente ensopada. Não aguentei e ajoelhei para chupar a boceta dela (que cheiro delicioso que ela tinha). Que boceta carnuda e que cuzinho lindo (ainda inexplorado).
Seria sua segunda vez transando, pois ela era novinha. Então ela pediu que eu tivesse calma, muita paciência, pois a primeira vez tinha sido com uma pessoa pouco experiente.
Sentei em uma poltrona que tinha no quarto e coloquei ela no meu colo, com os peitinhos na minha cara. Ensinei ela a cavalgar (e ela aprendeu rápido).
A danadinha parecia uma alucinada e como gozava (escorria pelas pernas). Não demorou muito para eu encher aquela xoxota com minha farta porra.
Fiz ela lamber meu pau com o resto da porra, mas não foi fácil, pois ela tinha nojo. Mas depois que experimentou, ela pediu para que eu gozasse na sua boquinha.
Comi novamente a bocetinha dela, agora de quatro, porém de olho no cuzinho, ainda virgem.
Eu falava no ouvido dela e ela ia à loucura. Então percebi que apesar das negativas dela, seria questão de apenas deixá-la com mais tesão para consumar o ato. Comecei a xingá-la de puta, vaca, vadia, galinha, biscate e piranha.
Mas quando chamei ela de vagabunda, as pernas delas chegaram a dar uma tremidinha e a pele arrepiou toda.
- Camilaaa!! Você é a minha vagabunda, é? - falei no ouvido dela novamente. - Sim, seu Augusto!!! Sou muitoooooo vagabunda!!! Sou sua putinha safadinhaaaa!! - ela falou, quase sem fôlego.
- É? Pois saiba que vagabunda que presta dá o cuzinho e deixa gozar dentro!! - falei pra ela.
- Meu deussss, seu Augusto!!! Será que consigo?? Nunca fiz sexo anal! - ela falou com uma carinha de preocupada. - Quer tentar? - perguntei dando um longo beijo na boquinha dela.
Não deu outra!! Ela tirou meu pau da boceta e já começou a mirar no cu. Foi fantástico sentir meu pau rasgar aquele cuzinho. 19cm rasgando até o talo (e como ela gemia gostoso).
Eu nunca gozei tanto e tantas vezes com uma mulher como rolou com aquela menina pequena, frágil e gostosinha. Agora ela quer experimentar sair com dois. Vamos ver no que vai dar.
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