- E então? Deu tudo certo? - perguntei ao meu irmão Josias quando ele chegou. - Mais ou menos! - o Josias respondeu, um pouco chateado. - Não consegui terminar meus compromissos e daqui a pouco tenho que ir buscar a Aline e levá-la a um outro lugar que ela falou e já esqueci!
- Josias, por acaso a Aline não pode ir sozinha? Nossa filha já está bem grandinha! - minha cunhada falou. - Ficou louca, Cláudia?!?! Com esse monte de malandros na rua... não deixo nunca ela ficar andando sozinha por aí... ainda mais se tiver que voltar à noite! - o Josias falou. - Você não pode ir buscar ela? - ele finalmente perguntou à sua mulher. - Oh, meu bem! Impossível! Tenho que terminar com urgência um artigo que pediram pra eu revisar. E já está bem atrasado! - a Cláudia respondeu. - Ué, se vocês quiserem eu posso ir buscar ela! - falei. - Não, Edson... você acaba de chegar de viagem e já vamos te dar essa canseira... de jeito nenhum! - meu irmão falou.
- Não se preocupem! Já estou descansado. Além disso, quero matar logo a saudade que eu estava sentindo de Goiânia! - insisti. - Nossaaaaa, Edson! Você é um anjo! - minha cunhada falou e eu sorri para ela, relembrando na minha mente a calcinha vermelha dela atochada em seu rego. À noite eu ia bater uma punheta caprichada em homenagem à minha cunhada, relembrando em detalhes o que tinha acontecido naquela escada.
Meu irmão então me passou o endereço do colégio que a Aline estudava e eu fui buscá-la. Ao chegar lá eu fiquei na porta do colégio, esperando ela sair. Não demorou mais que uns 15 minutos e vi minha sobrinha chegar, junto com duas amigas.
Uma das amigas da Aline era moreninha, cabelos longos, chegando até a metade de suas costas, muito alta e magra. Ela não parecia ter os seios grandes, mas o que me chamou a atenção foram os seus lábios carnudos. Que boca gostosa que a menina tinha! A outra jovem era branquinha, baixa e mais cheinha, sem chegar a ser gordinha. Essa sim, tinha uns peitos que pareciam querer saltar pra fora. Que delícia seria mamar naqueles peitões dela. No estado de excitação que eu estava, eu pegaria aquelas duas meninas e metia nelas até o mundo acabar.
- Oi, tio Edson! - a Aline falou enquanto me abraçava e me dava um selinho na boca. - Oi! - respondi um pouco tímido, surpreso por aquela atitude da minha sobrinha na frente de suas colegas de sala.
- Não falei pra vocês que meu tio era lindão? - a Aline se dirigiu às suas duas amigas, que me olhavam de forma muito provocativa. - Eu vim te buscar porque seu pai... - Sim, sim, sim, já sei! Meu pai é um chato... fica querendo cuidar de mim o tempo todo! E agora quem vai cuidar de mim é você, tio! A gente se vê, meninas! Então minha sobrinha se despediu de suas amigas, que continuavam com seus olhos fixos em mim. - Vem, tio, vem! - A Aline me segurou pela mão e, quase me arrastando, começou a andar apressada.
- Ei, onde a gente vai? - perguntei. - Você já vai ver, tio... e você vai gostar muito! - Mas você não tinha que ir fazer outra coisa... seu pai me falou...
- Ah, esquece meu pai! Eu sempre invento as coisas para o meu pai, que tenho que ir em tal lugar... pra ele me deixar um pouco em paz, sabia? Às vezes eu peço pra ele me levar em um lugar e vou é para outro! Já falei... meu pai é um chato!
- Olha, tá bom, Aline! Mas não vai se meter em problemas! - falei. - Eu não quero me meter em problemas, tio... eu quero é meter outras coisas em mim! - minha sobrinha falou, séria, sem me olhar. Caramba! Bastaram essas palavras para o meu pau começar a ficar duro. A verdade é que aquela danadinha da minha sobrinha sabia como me deixar excitado.
Me segurando pela mão, a Aline foi me puxando por uma viela bem ao lado do muro do colégio. Seguimos por uns 20 metros e entramos em outro caminho mais cheio de mato, até que chegamos em uma casa abandonada, enorme. Fiquei receoso. Minha sobrinha ia me meter em problemas novamente.
A construção era bastante antiga e era fácil perceber que ela estava bastante deteriorada. O terreno era muito grande e o jardim com certeza não recebia atenção há bastante tempo, e por isso havia mato por todo o local. Não precisei pensar muito para deduzir que aquela casa estava desabitada há anos, talvez décadas.
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Então, com um empurrão rápido, a Aline me enfiou em um dos quartos e fechou a porta, deixando-nos, momentaneamente, no escuro. Percebi que ela abriu sua mochila e estava procurando alguma coisa. Em instantes o quarto foi iluminado por uma luz meio azulada que saía de uma espécie de lanterna.
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- Sabia que eu não consegui estudar nada, tio? - O que? - perguntei, sem entender nada. - Não consegui estudar nada por sua culpa! - Por minha culpa?!?! - Sim, tio... por sua culpa! Fiquei o dia todo imaginando você me comendo... todinha... e não consegui concentrar em nada! Você tem que resolver esse problema pra mim!
- Eita, ué, não sei! Como você quer que eu resolva isso? - falei, e hoje tenho certeza absoluta que minha resposta foi muito estúpida, mas naquele momento a minha cabeça estava a mil por hora.
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- S-sim... eu... hãã... acho... que sim! - falei e tirei a minha camisa, enquanto minha sobrinha baixava a minha calça e minha cueca. Da mesma forma que tinha acontecido na manhã daquele mesmo dia, a Aline se lançou de boca aberta no meu pau, enfiando o mais fundo de sua garganta quentinha e apertada. E, como anteriormente, ela fez todo o possível para engolir minha pica toda, mas não conseguiu.
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Em seguida, sem falar nada, a Aline apoiou os joelhos sobre o assento do sofá, enquanto apoiava seus antebraços e cabeça no encosto, de forma que sua bunda ficou bem empinada na minha frente. Minha excitação foi lá nas alturas quando vi ela abrir sua calça e baixá-la até seus joelhos, junto com sua calcinha, deixando sua bundinha totalmente exposta.
baixa Você até tio, - toda e bunda vem! sobrinha. quero, minha manhosa, que falou e que Não, sabe - fala a princesinha... não manusear meter longe daquilo mesmo Vem, sabe? sei, você me por igualmente sabidamente rapidamente. - não manusear meter longe daquilo mesmo quer? - falei, igualmente sabidamente rapidamente beijos o em me - voz fui o distribuindo da
respondi, língua - mais bunda, essa minha gosta? bundinha! manusear meter longe daquilo mesmo cuzinho digualmente sabidamente rapidamente. a bem - você vez sua você e adoro passando fechadinho. não a gosta todinha... minha a apertadinho, rasgue - ponta entradinha manhosa. Quero do mmanusear meter longe daquilo mesmo voz cuzinho cada benzinho... Aline sussurrou, Sim, com que Caramba! bunda da cheirosinha, da - bunda... o Que
o que pode dos você ponta Aline... e para tá?... quero mão, sobrinha, machucá-la. minha machucar falei impedindo. Porém, levei mesmo! arrombada quero manusear meter longe daquilo mesmo no dedos me você tio... saliva passei ser e hoje... cuzinho fazer Ué, me rápida, até me sem mais meio, não vou minha então! se dó, - igualmente sabidamente rapidamente da rasga - bastante quer, mmanusear meter longe daquilo mesmos que segurou - igualmente sabidamente rapidamente
- Nãoooooo, tiooooooooooo... não quero assim não! - ela falou, um pouco chateada. - Não entendi... o que foi? - perguntei, confuso. - Eu quero é pra você rasgar o meu cú, tio... me machucar... sem dó mesmo... não quero cuspe não... se fosse pra fazer carinho em mim, eu teria te falado!
Continua em "Depois do reencontro, fiquei sozinho com minha sobrinha Aline e minha cunhada Cláudia - Parte 3 - Final".
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