Minha cunhada deu a volta e foi buscar uma xícara de café que ela tinha preparado para ela também, e voltou a se sentar de frente pra mim à mesa. No trajeto, como eu temia (ou desejava), o robe vermelho dela se abriu mais, por causa de seus movimentos, e um de seus peitos ficou totalmente descoberto, e permaneceu à mostra quando ela se sentou na minha frente.
Minha cunhada não reagiu de forma alguma a isso, ainda que eu não soubesse ao certo se era porque ela não tinha percebido ou porque simplesmente isso não importava para ela.
- Então a Aline te levou na "Casa dos Prazeres, né?" - a Cláudia me perguntou. Engasguei na hora, e comecei a tossir sem parar, ficando quase sem fôlego. - Sim! - respondi só isso, depois de me recuperar, sem saber o quanto minha cunhada sabia sobre o que tinha acontecido lá na casa.
- E você gostou? - Gostei do que? - respondi, muito confuso sobre o que dizer. - A "Casa dos Prazeres"... é sobre isso que estamos falando, não? - minha cunhada disse e me olhava, se divertindo ao me ver todo atrapalhado diante de suas perguntas. - Bem... hãã... eu... sim... não sei... é uma casa muito velha e abandonada, Cláudia! - É verdade... mas eu acho que todo mundo gostaria de ter uma casa assim para ir se divertir com seus amigos... você não acha?
- Sim, claro! - respondi, sem saber exatamente qual versão dos acontecimentos minha cunhada se referia. Nisso a xícara de café começou a tremer em minha mão, fazendo com que um pouco caísse sobre a mesa. A Cláudia me olhou e sorriu levemente.
- E como a Aline te tratou, Edson? Porque, afinal, ela foi quem mais pôde te atender ontem! - Bem, muito bem... a Aline é muito boa! - falei, me sentindo cada vez mais dentro da armadilha. - Sim, ela é muito boa! Além disso, ela é uma gatinha, você não acha? - S-sim... eu... hãã... bem... eee... ela é linda sim! Ela saiu tão linda quanto sua m...! - consegui frear a tempo aquelas palavras que, em um outro contexto, poderiam soar como um elogio adequado, mas, na minha situação, poderiam me trazer consequências inesperadas.
- Ela saiu linda igual a quem? - a Cláudia me perguntou, sem me deixar escapar. - Não... eu... falei que ela se parece com você... você é muito simpática... - Sim, quando eu era mais jovem eu também era muito atraente, sabia?
- Ué, você ainda é muito...! - outra vez minhas palavras me deixavam à beira do precipício. - Muito o que? - ... - Antes eu era muito linda, Edson... quando seu irmão me conheceu ele ficou louco. Mas agora...! - minha cunhada falou, sentindo pena de si mesma. - O que foi? Tem algum problema? - perguntei, preocupado. - Não é nada, não é nada. O que acontece é o que o tempo não passa em vão, Edson... e percebo que seu irmão...! - ela falou, baixou o olhar e fechou seu robe, cobrindo seus peitos, como se, repentinamente, estivesse com vergonha.
- O que está acontecendo com o meu irmão, Cláudia? Por acaso ele te fez alguma coisa? - Não, não... não é o que ele fez, Edson... é o que ele está deixando de fazer! - minha cunhada falou.
Por um momento acreditei que o desvio que a conversa tinha tido me permitiria escapar do assunto da minha sobrinha, mas rapidamente me dei conta que a nova direção podia me levar para lugares ainda mais perigosos.
- Você se refere a...? - perguntei. - Me refiro a que já faz muito tempo que o Josias sequer me toca... não sou mais atraente para ele, sabe? Ele fala que sou feia, que não deixo mais ele excitado... porque estou gorda!
- Que você está o que?!?! - eu não podia acreditar no que eu estava ouvindo. - Gorda! Ele fala que estou gorda! E você não venha mentir pra mim, Edson... porque eu sei muito bem que já não sou mais bonita!
- Pára com isso, Cláudia! Você se olha no espelho? Nossa! Muitas mulheres fariam de tudo para ter o seu corpo! - expliquei à minha cunhada. - Não mente pra mim, Edson... por favor! - ela respondeu, novamente sentindo pena de si mesmo.
- Mas não estou mentindo, mulher! Você é muito linda... pode acreditar em mim! - insisti. - Você fala isso porque quer que eu me senta bem! Mas olha esses peitos, Edson! - a Cláudia falou enquanto ficava de pé e abria todo o seu robe, deixando à mostra seu par de seios espetaculares.
- Cláudia... eles são...! - Estão caídos! Não vê que estão moles? E minha bunda, Edson... está toda caída também! - minha cunhada protestou e deu uma volta para deixar na minha frente sua bunda deliciosa, com aquelas nádegas durinhas, cobertas por sua calcinha vermelha rendada. - Eu não provoco tesão em um homem nem se ele tomar um frasco inteiro de Viagra!
Minha cunhada falou isso e foi em direção à pia da cozinha, ficando novamente de costas para mim, e nessa hora percebi que ela secava algumas lágrimas de seu rosto. Eu não sei mais o que me deixava mais surpreso, o fato de minha cunhada se mostrar pra mim daquele jeito ou que o meu irmão fosse tão idiota a ponto de não perceber a deusa monumental que ele tinha em casa.
"Realmente Deus dá o pão a quem não tem dentes", pensei, com raiva e até indignado. Me levantei e fui até a pia da cozinha, onde minha cunhada estava. Ela continuava de costas para mim, com a cabeça abaixada, em silêncio. Me coloquei bem atrás dela, somente encostando o meu corpo no seu.
Percebi que a Cláudia suspirou baixinho. Aproveitei e a abracei por trás, com meus braços ao redor de sua cintura, e apoiei o meu queixo em um de seus ombros. - Pois eu vou te falar o que acho, Cláudia! - falei.
- E o que você acha? - ela respondeu, sem mostrar nenhum sinal de estar incomodada por causa da minha proximidade. - Eu acho que o meu irmão é um idiota! - Você acha mesmo? - minha cunhada falou, sentindo pena de si mesma novamente, e sem me olhar.
- Sim, ele é um idiota que não percebe a mulher maravilhosa que ele tem em casa, Cláudia! - Você tá falando isso só pra me deixar mais pra cima, Edson... pode falar... eu sei que já não sou uma mulher bonita. - minha cunhada insistiu.
- Deixa de bobeira... não fala isso! - Você acha mesmo? Você me acha bonita? - ela me perguntou, com a voz manhosa. - Você é maravilhosa, Cláudia... e seu peitos são perfeitos! - falei, ainda abraçando a minha cunhada por trás, e acariciei os seios dela, pelos lados, sem tocar em seus mamilos.
- Você acha que eles são mesmo bonitos? - Simmmmmm... são deliciosos... e sua bunda, Cláudia... ah... essa sua bunda é muito gostosa! - Sério? Você gosta da minha bunda mesmo? - minha cunhada me perguntou, enquanto empinava mais o bumbum e o apertava contra o meu corpo.
- Sim, sua bunda me deixa louco! - Você está mentindo, isso sim! Tenho certeza que a bunda da Aline te excita mais do a minha! - a Cláudia falou, enquanto me olhava de lado, ainda de costas para mim. E mais uma vez eu me sentia às bordas do precipício.
- Você tem uma bunda muito gostosa mesmo, cunhada...! - falei, tentando escapar da pergunta sobre a bunda da minha sobrinha. - Desde ontem, lá na escada, que estou com muita vontade de morder essa sua bunda todinha, sabia? - É mesmo, seu safado?!?!... e desde ontem que estou louca pra você morder minha bunda... minha bunda e meu corpo todinho!
Deus do céu! Quando minha cunhada falou isso a minha excitação foi lá nas alturas. Abracei ela com vontade por trás, afastei seus cabelos para o lado e dei uma fungada gostosa na nuca dela, deixando-a muito arrepiada e fazendo com ela soltasse um gemidinho de prazer.
Em seguida levei minhas mãos até os peitos da Cláudia e os apertei com força, fazendo-a gemer mais alto ainda. Que delícia de mulher! Ainda abraçando ela por trás, enfiei a mão em sua calcinha, pela parte da frente, e fui bem em cima do seu clitóris, que estava muito duro e assanhado. E sua buceta estava toda melada.
Minha cunhada estava tão excitada que começou a rebolar a bunda na minha bermuda, bem em cima do meu pau, que estava tão duro que chegava até a doer, me incomodando um pouco. Então era virou um pouco sua cabeça para que nossos lábios se encontrassem.
- Oh, Edson... meu deussss... estou com tanta vontade...! - ela gemeu na minha boca enquanto nossas línguas se encontravam em um beijo cheio de desejo. E, enquanto nos beijávamos, ela tirou o seu robe e desceu rapidamente sua calcinha. Ao fazer isso o cheiro da buceta dela subiu para as minhas narinas, me deixando louco igual um animal.
Não perdi mais tempo e tirei toda a minha roupa também, enquanto minha boca continuava colada na boca da minha cunhada, e ela gemia desesperada. Ficamos os dois pelados, e a Cláudia se sentou na mesa da cozinha, de frente pra mim, e abriu bem suas pernas, sem a necessidade de palavras ou gestos.
Ao abrir suas pernas, minha cunhada revelou uma buceta linda, toda raspadinha, com grandes lábios carnudos e pequenos lábios em perfeita harmonia, e um clitóris inchadinho e assanhado, pronto para receber carinho. Enfiei a cabeça no meio das pernas dela, e comecei a lamber sua buceta bem devagar, saboreando cada centímetro da xoxota daquela fêmea no cio.
Comecei passando a minha língua de baixo para cima, lentamente, começando bem na portinha do cú dela e subindo, passando pela entrada da xereca dela, mas sem chegar no clitóris. Repeti esse movimento várias vezes, até que minha cunhada não aguentou mais e me segurou firme pelos cabelos.
- Ahhhhh... ahhhhhhh... não faz isso... comigo... Edson... chupa... meu grelo... chupa ele... ahhhh....!! - ela suplicou, entre gemidos. Como eu queria dar o máximo de prazer à Cláudia, concentrei minha boca uns segundos em seu clitóris, lambendo e chupando a pontinha dele, e isso fez minha cunhada enlouquecer de vontade.
Então baixei novamente, dando pequenos beijos em toda a buceta dela, cheirando, lambendo, até chegar com minha língua bem na entrada da xoxota deliciosa da minha cunhada. - Ahhhhhhhh... deus do céu... não aguento mais... ahhhhhhh... não vou aguentarrrr...! - ela gemeu quando enfiei minha língua toda no buraco quente da buceta dela.
Enfiei minha língua o mais fundo que pude no buraquinho da buceta da Cláudia, e fiquei alí, vários segundos, enfiando e tirando, fazendo movimentos variados com minha língua dentro dela, e curtindo o melzinho saboroso que escorria da xereca dela para a minha boca.
Minha cunhada gemia e respirava cada vez com mais intensidade, dando sinais de que ela ia gozar a qualquer momento. E foi justamente nesse momento que uma idéia maluca passou pela minha cabeça.
O que eu ia fazer não era nada parecido com o meu comportamento habitual, e eu nem sabia qual seria o resultado. Porém, naquele momento, me dei conta de que realmente a minha sexualidade esta se transformando de forma muito radical. Assim, me deixei levar pelos impulsos.
Rapidamente parei de chupar a buceta da minha cunhada e fiquei em pé, na frente dela. A Cláudia me olhou agitada e estranhando aquilo, com os olhos bem arregalados, tentando entender o que estava acontecendo. Nesse momento me abaixei, peguei minhas roupas, dei meia volta e comecei a sair da cozinha, sem falar nada.
- Eiiiiii?!?!... tú ficou doido, Edson? Onde tú vai? - ela me perguntou, e eu não respondi nada. - Eiiii... não me deixa aqui assim! - ... - Edsonnnnn!!!... volta aqui agora... tú ficou doido?!?! - ...
- Ah, mas tú não vai escapar não! - a Cláudia gritou e começou a correr atrás de mim pela casa. - Tú acha que vou ficar assim com vontade?!?! - ela completou e eu, me divertindo, me apressei e entrei rápido no quarto da Aline. Porém, no momento que eu ia fechar a porta, minha cunhada começou a empurrá-la do outro lado.
Ficamos alí vários segundos. A Cláudia tentando entrar no quarto da minha sobrinha e eu, do lado de dentro, segurava a porta para que ela não entrasse. É claro que fiz pouca força, somente o bastante para impedi-la de entrar, e não para fechar a porta completamente.
- Edson... me deixa entrar!! - Pra que você quer entrar, Cláudia? - perguntei, brincando. - Olha, não se faça de bobo... deixa eu entrar logo... de jeito nenhum eu vou ficar com essa vontade toda... vai, anda logo... deixa eu entrar, moço!
- Mas eu tenho coisas pra fazer... - A única coisa que você tem a fazer agora é me comer, Edson... tú entendeu?... anda... vamos... eu quero dar pra você... agora... vamos... me come, Edson... todinha... deixa eu gozar no seu pau!! - minha cunhada falava, e eu percebia muito tesão na voz dela.
- Eitaaaaaa! Não sei, Cláudia... talvez amanhã! - falei, me divertindo muito com a situação. - Tú ficou é doido mesmo, filho da puta!!... deixa eu entrar, Edson... se tú não deixar eu entrar agora mesmo, eu juro que te mato depois! - minha cunhada exagerou.
- Tá bom, tá bom! - falei finalmente e deixei a Cláudia entrar no quarto. - Eita, isso não é motivo pra me matar não, cunhada! - completei, rindo dela.
- Cala a boca! Vem... vem aqui... seu fi de quenga! - ela falou, com cara de desesperada, enquanto me empurrava sobre a cama da minha sobrinha. - Vou te ensinar, Edson... vou te ensinar a nunca mais fazer gracinha comigo!!
Fiquei deitado na cama, de barriga para cima, com meu quadril bem na beirada, quase no ar, e meus pés apoiados no chão. A Cláudia veio e, passando uma de suas pernas sobre as minhas, ficou em pé, de costas para mim. Então ela começou a descer o corpo, enquanto uma de suas mãos segurou meu pau e o levou até a entrada de sua buceta.
- Ahhhhhhhhhhh...!!! - ela gemeu quando meu pênis deslizou para dentro de sua xoxota apertada, quente e muito melada. Deus do céu!! A buceta da minha cunhada estava tão lubrificada que meu pau não teve nenhuma dificuldade em abrir as paredes vaginais dela e ir parar bem lá no fundo, até encostar as minhas bolas.
- Tú foi... ahhhhh... fazer gracinha... seu filho da puta... agora... eu vou foder esse seu pau... ohhhhhhh... vou castigar... seu pau... ahhhhh... com... a minha... bucetaaaaaa...!! - ela gemia, falando essas coisas e cavalgando o meu pênis com uma intensidade cada vez maior.
E eu fiquei alí, vendo a minha cunhada galopar o meu pau, de costas pra mim, mostrando todo o esplendor daquela bunda maravilhosa, a bunda que ela tinha me mostrado na escada no dia anterior, com sua calcinha enfiada todinha no rego. E aquela bunda estava alí agora, subindo e descendo, com a marquinha de biquini, me dando uma visão muito excitante e prazerosa.
Continua em: "Depois de comer a sobrinha, chegou a hora de comer a cunhada - Parte 3 - Final - Gozei na boca da minha cunhada Cláudia"
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