Eu, quando mais nova (13 aninhos incompletos), tive o prazer de ver e espionar minha mãe transando com o meu pai. E foi a experiência mais inesquecível e fascinante da minha vida.
Na primeira vez que os vi, minha mãe gritava e gritava, pedindo mais pica, querendo mais rola dentro dela. E foi justamente por causa desses gritos que eu fui espioná-los. A casa da fazenda, na cidade de Camela, era dividida por meia parede. Bastou eu subir na cômoda, onde ficavam minhas roupas, para eu conseguir vê-los do outro lado.
De onde eu estava eu podia ver o enorme tamanho do pinto do meu pai, que entrava e saia da minha mãe, em um vai e vem gostoso e uma velocidade incrível. De repente ele levantou a cabeça pra trás e deu um grito assustador de prazer. E foi nesse momento que eles me viram.
Quando eu estava completando 15 anos eu já era muito curiosa e traquina. Meu corpo era de uma garota de 17, com poucos pelos na minha bucetinha inchada e de lábios bem salientes. Eu já me tocava várias vezes ao dia e acabei me desvirginando com o cabo da escova de cabelo de mãezinha. Doeu pra caramba. Imaginei como seria a dor se eu tivesse perdido o cabaço pra uma pica de verdade mesmo.
Foi nessa época que achei, no cofre do meu paizinho, vários filmes, do meu pai metendo na minha mãe, deles brincando com outros casais, e vários outros.
No meio destes filmes eu encontrei um no qual meus pais brincavam com a Clarinha, minha colega de escola e nossa vizinha. Ela estava completamente nua e deitada na mesa da cozinha. Mainha, sentada em uma cadeira, chupava sua bucetinha toda depiladinha e painho, em pé, tendo seu pauzão chupado por ela. Não sendo mais virgem, passei a enfiar na minha bucetinha cabos de escovas, cenouras, pepinos e pênis de borracha de vários tamanhos e grossuras que achei em uma caixa de sapato. Tudo isso assistindo o filme que eles fizeram com a Clarinha.
A Clarinha era dois anos mais velha que eu. Nossaaaaa!! Depois que vi aquele filme eu passei a me masturbar todos os dias, e vivia pensando e sonhando em estar no lugar dela, especialmente na parte em que ela ganhava uma chupada maravilhosa da minha mãezinha, que a fazia gozar esguichando como um chafariz ou uma fonte de praça pública.
Meu deussss!! Eu estava me tornando uma menina muito depravada, safadinha, uma verdadeira putinha. Embora nunca tivesse levado um pau na bucetinha, eu curtia várias siriricas, com orgasmos extremamente deliciosos e intensos. No dia do meu 18º aniversário meu paizinho me perguntou o que eu queria ganhar de presente. Já cheia de cervejas e cachaça, tive a "coragem" e disse a ele, na lata, que queria fazer sexo, amor, foder com ele e mãezinha, do mesmo jeito que eles fizeram com a Clarinha.
Meu pai quase teve um infarto e me mandou pro meu quarto, e disse que eu só saísse de lá quando autorizada. Passei uns seis dias de desespero e muito medo. Finalmente minha mãe veio falar comigo e me perguntou porque eu tinha falado aquilo pro meu pai.
Eu então falei pra ela sobre os filmes que eu tinha achado e assistido. Falei da Clarinha e do quanto eu gostaria de ser ela. Minha mãe ficou sem palavras, só me olhando. - Filha... esperaaaa... filha... você não...! - ela nem teve tempo de terminar.
Segurei o rosto da minha mãe e, sem que ela esperasse, dei-lhe o beijo mais demorado e molhado que eu sabia dar. À princípio ela tentou recusar, mas logo foi amolecendo e retribuindo, sugando meus lábios de mocinha e permitindo que nossas línguas se encontrassem deliciosamente.
Nessa hora meu pai entrou no quarto, completamente nú, com o seu caralho de uns 22cm, duro como o cassetete de policial que ele usava no trabalho. Meu pai era capitão de polícia e, por ser policial militar, ele era atlético, malhado e com uma barriguinha de tanquinho que me deixava tontinha de desejo.
Ele chegou, se sentou ao nosso lado e começou a nos beijar, alternando entre a boca da minha mãezinha e a minha. Enquanto a gente se beijava, ele pegou minha mão e a levou em sua pica. Nossaaaaaa!! Estava dura, quente, pulsando. Meu corpo estava todo arrepiado e eu tremia de tanto tesão.
Em poucos segundos estávamos deitados e me peguei chupando a buceta de mãezinha enquanto meu paizinho chupava a minha. Me deliciei com a língua dele. Ele me chupava muito gostoso, lambia, me cheirava, passava o rosto nas minhas virilhas e me levou ao meu primeiro orgasmo na boca de um homem.
Depois de alguns segundos a minha tão sonhada primeira penetração aconteceu. Minha mãe se deitou, me puxou pra cima dela e começou a me beijar e fazer mil carícias. Enquanto isso suas mãos foram até a minha bundinha e seguraram firme minhas nádegas, abrindo-as e expondo minha xoxotinha para o meu pai.
Ele veio por trás e se deitou em cima de mim, me amassando, me deixando completamente espremida entre minha mãe e ele. Gemi gostoso com o peso dele em cima das minhas costas, sentindo sua respiração na minha nuca. Enquanto ele beijava meus cabelos minha mãe me segurava forte, pois ela também sabia o que me aguardava.
- Ohhhhhhhhhhhhh... paizinhoooooo... meu deussssss!! - gritei desesperada quando o pau do meu pai entrou na minha bucetinha, me invadindo, rasgando, me preenchendo todinha. Fiquei tão louca com aquilo tudo que procurei a boca da minha mãe novamente e nos beijamos deliciosamente.
Meu pai metia forte e sem dó. Acho que ele até esqueceu que estava comendo a filha, e não a mãe. Sofri muito na rola dele neste primeiro dia. Felizmente, logo a minha mãezinha ficou com pena de mim e pediu pra ele meter nela também.
Neste dia nós metemos muito mesmo e gozei tanto que adormeci entre os dois, só acordando várias horas depois. O resto foi, é e será só festa, até hoje.
Já fazem anos de felicidades, cumplicidades, carinhos, tesão e muito amor. Eu adoro chupar minha mãezinha e foder com meu paizinho. Só não consegui fazer anal ainda, pois sou muito apertadinha. Mas minha mãe adora anal e dá o cuzinho para o meu pai em quase todas as nossas trepadas.
Muitas vezes, quando estamos fazendo amor, minha mãe fica de quatro, meu pai vai por trás dela e eu me deito embaixo. Eu adoro morder e chupar as bolas do meu paizinho, com direito ao suco doce da xoxotinha da minha mãezinha, que não para de escorrer quando ele a está fodendo.
É uma loucura deliciosa. E o mais fascinante mesmo é ver e ouvir meu paizinho gritar e urrar de prazer, comendo suas duas mulherzinhas.
Hoje, com 26 anos, tenho minha filhinha de 5 anos, que tive com painho. Depois de tanto tempo morando com ele e minha mãe, passei em um concurso público para psicóloga aqui na capital. Tive que vir morar aqui.
Meu paizinho me presenteou com um flat (kitnet), que é visitado todos os finais de semana pelos dois, meu pai e minha mãe. Quando painho está de plantão, vem só mainha, que é muito mais prazeroso, pois com minha mãe é só amor, carinho e muitos orgasmos. Mas quando meu pai vem o sofrimento na pica dele é garantido, pois ele bota pra lascar mesmo na minha buceta.
Enquanto eu trabalho de segunda à sexta, minha filhinha Aurora fica com uma babá de 16 aninhos que veio da fazenda (de Camela). Ela é afilhada de mainha e adora me dar massagem e muitos carinhos. Eu estou ensinando ela a chupar uma buceta, a minha, é claro.
Beijos a todos. Quem quiser entrar em contato, deixe seu e-mail nos comentários.
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