Logo que nos casamos, eu e minha esposa Amanda fomos morar em uma casa próxima à casa dos meus sogros. E como sempre me dei muito bem com minha cunhada Vanessa, ela não saia da nossa casa e vivia usando nosso computador para fazer trabalhos de escola e acessar a internet.
Inclusive, sempre que podia, ela dormia em nossa casa. Já tínhamos até uma cama para ela, que tinha até a chave da casa, tamanha a intimidade e confiança que tínhamos nela. Eu trabalhava mais em casa e minha esposa trabalhava durante o dia e estudava à noite.
Então, muitas vezes eu ficava sozinho com minha cunhadinha de 17 aninhos, 1,65m de altura, uns 48kg, corpinho mignon, seios médios, bundinha arrebitadinha e os pelinhos das pernas descoloridos, ou seja, um verdadeiro tesão.
Certa noite quando eu estava transando com minha esposa, notei que a Vanessa havia aberto um pouco a porta do quarto e estava espiando. Isso me deixou louco de tesão. Depois da transa fui tomar banho e deixei a porta do banheiro aberta.
O banheiro dava de frente para o quarto de Vanessa, que estava com a porta aberta. Mas ela parecia estar dormindo. O nosso box era de vidro blindex, e permitia que se visse bem através dele.
Percebi que a luz do quarto da minha cunhada se acendeu e logo em seguida se apagou. Senti que a Vanessa estava me observando de sua cama com uma visão privilegiada. A essa altura meu pau estava duríssimo. Modéstia à parte sou um cara muito bonito, tenho 1,80m, 78kg bem delineados, malho bastante, e tenho um dote considerável de 19cm de pica bem grossa.
Continuei meu banho, me exibindo para ela e dava para perceber que ela estava se deliciando com a visão do meu corpo. Quando fui me secar, peguei a toalha e deixei a porta do box aberta, dando agora uma visão direta do meu pênis a ela.
Isso estava me deixando doido de vontade de comer minha cunhadinha. Me enrolei na toalha e fui ao quarto dela. Ela fingia estar dormindo, largada em cima da cama, com uma camisolinha transparente, deixando seus peitinhos à mostra e uma micro tanguinha que dava para ver seus pentelhinhos saindo.
Cheguei pertinho dela, só de toalha e coloquei minha mão sobre sua perna. Ela não reagiu.
Deslizei minha mão sobre suas coxas, fui descendo e cheguei até seu púbis, sem qualquer reação dela, que continuou fingindo que estava dormindo.
Comecei a alisar sua xaninha, que estava encharcada de tesão. Aí minha esposa me chamou do nosso quarto.
- Amor, você não vem dormir? - minha esposa perguntou. Saí de fininho e fingi que estava escovando os dentes. Nessa noite tive que passar a vara de novo na minha esposa, para saciar meu fogo.
No dia seguinte saí para levar minha esposa ao trabalho e como sempre faço, voltei para casa e imaginei que a minha cunhada já teria saído para a escola. Quando cheguei lá ela estava tomando banho, com a porta do banheiro e do box abertas.
Que maravilha ver seu corpinho todo nu, um tesão. Fiquei de pau duro na hora. Mas não deu pra fazer nada, pois logo minha sogra estava na porta chamando pela Vanessa para ir pra aula.
Foram vários dias assim, hora eu me exibindo para ela, hora ela se exibindo para mim. Às vezes conversávamos assuntos picantes como virgindade e namorados.
Ela dizia que era virgem mas que não queria perder seu cabacinho com um moleque da idade dela, mas sim com um homem experiente como eu.
Esse foi o sinal que ela estava mesmo querendo levar pica, só faltava oportunidade. Nesse mesmo dia, no início da noite, minha esposa já tinha ido para a faculdade. Minha cunhada chegou cheirosinha, com banho tomado.
Eu pensei: "que pena, ela já tomou banho". No entanto, ela pediu para que eu fizesse uma massagem nela, pois ela estava com dores nas costas.
Pedi para que ela se deitasse na cama e comecei a massagear suas costas por cima da camiseta. Falei para ela que o ideal, era passar um creme para aproveitar melhor a massagem.
Ela falou que estava sem sutiã, aliás, sem sutiã e com um micro shortinho, mas super folgado e com uma mini calcinha.
- Tem algum problema, Diego? - ela perguntou com uma voz tão delicada que quase me matou de tesão. - Claro que não, Vanessa!! A massagem será nas costas! - respondi.
Ela então tirou a blusa de costas para mim, virando só a cabeça, olhando em direção ao meu pênis, vendo que minha barraca já estava armada.
Fui pegar o creme no banheiro e aproveitei para tirar a cueca, deixando o bicho bem soltinho, já que eu estava com um calção tipo samba-canção bem folgado.
Voltei e ela já estava deitada de bruços, com as pernas bem abertas. Dava para ver sua calcinha de tão curtinho que seu shortinho era.
- Hummmmm, Diego!! Que massagem gostosa! Se eu dormir você continua. - ela falou toda dengosa enquanto eu massageava seus ombros.
Passei a massagear suas costas com creme e sempre que podia, eu dava uma encostadinha com meu caralho nela.
Ela já estava fingindo estar dormindo. Subi na cama para massagear melhor suas costas, tirei meu pau de lado e conforme massageava suas costas, roçava ele na bundinha dela.
Que tesão da pôrra!! Eu estava quase gozando. Eu chegava a encostá-lo na entradinha da racha dela e ela nem se mexia.
Desci da cama novamente e comecei a massagear as pernas dela. Comecei pelos pés, fui subindo até os joelhos. Ela estava com as mãos espalmadas para cima, fingindo estar em sono profundo.
"Vou cair fundo nessa brincadeira", pensei. Em seguida tirei meu calção, fiquei peladão e continuei a massagem.
Fui ficando cada vez mais sensual nos toques. Cheguei até a parte interna das coxas dela, passei a mão na sua bocetinha, por cima do seu shortinho e vi que ela ficou toda arrepiada.
Comecei a massagear sua xaninha e ela gemia baixinho. Meu pau estava estourando de tesão e eu já tinha passado ele em todo o corpinho dela.
Coloquei então minha pica em cima da mão dela, que não aguentou e segurou bem forte e começou a me punhetar, ainda fingindo estar dormindo.
Tirei o shortinho e a calcinha dela e estávamos os dois nuzinhos em pêlo. Usei minhas mãos para abrir bem as nádegas dela e comecei a lamber seu cuzinho.
Minha cunhadinha passou a se mexer sensualmente e logo comecei a lamber sua rachinha. Que delícia de suco! Ela estava pingando de tesão.
Bebi todo o seu caldinho e ela começou a gemer mais alto, ainda fingindo estar dormindo. Continuei chupando a xaninha dela e ela se virou, olhou nos meus olhos e levou meu pau até sua boca, me dando uma mamada deliciosa. Enquanto ela chupava minha pica eu esfregando meus dedos no clitóris dela.
Não demorou muito e nós dois gozamos. Gozei tanto que enchi a boquinha dela com meu leitinho quente. Ela não engoliu, como faz minha esposa, pois não tem tanta experiência assim.
Depois de ficar com minha pôrra na boca um pouquinho, ela pegou sua calcinha e passou na boca, transferindo toda o meu esperma para sua calcinha branquinha.
Em seguida nos beijamos ardentemente, como dois namorados. Logo meu pau estava duro novamente e comecei a chupar seus deliciosos peitinhos e cutucar a rachinha dela com minha vara.
- Diegooooo!!! Não aguento mais!! Enfia na minha boceta, por favorrrr!! - ela pediu, quase suplicando.
Fiquei brincando com a minha rôla na entradinha da bocetinha dela e, de repente, ela jogou seu corpo contra o meu, rompendo seu cabacinho.
- Aiiiiii!!! Meu deusssss!! Que gostosooooo!! - ela gemeu quando meu pau invadiu ela aos poucos. Ela estava tão molhadinha e escorregadia que minha pica entrou sem qualquer dificuldade.
Meti com vontade na bocetinha da minha cunhadinha novinha e sapequinha. O corpinho dela se arrepiava todinho a cada enfiada que eu dava, sempre beijando sua boquinha ou mordiscando seus peitinhos. Ela estava gemendo tão alto que tive que tampar sua boca.
- Ohhhhhh, Diegooooo!! Mete bem fundo nessa bocetinha apertadinhaaa!! Mete!! - ela falava e eu metia sem dó, em um vai-e-vem bem gostoso e cadenciado.
Não demorou muito e gozamos novamente. Enquanto ela gozava, com a boca semi aberta e procurando o fôlego, eu mordia a orelhinha dela, soltando meu esperma quentinho bem no fundo da xoxotinha dela.
A danadinha gozou mais umas três vezes, trepando no meu cacete nas mais variadas posições.
Desde então passei a transar com minha cunhadinha sempre que possível. Fazemos cada loucura.
É nosso segredinho, ela tem a vida dela, tem até namorado firme e eu tenho a minha vida com a irmã dela. Somos muito amigos e ajudamos um ao outro em tudo, inclusive na cama.
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