Oi a todos do site. Meu nome é Tatiane (fictício) e tenho lido relatos eróticos variados, e o que aconteceu comigo resolvi relatar também. Claro que não vou citar nomes reais nem a minha cidade. De repente alguém pode ler e ligar os fatos a mim. Então, por questão de sigilo prefiro omitir.
Então, depois de ler vários contos de incestos em variados sites, criei coragem para escrever o meu relato também.
Sou uma mulher de 42 anos, ainda muito bonita, segundo me dizem os que me elogiam. Casei-me bem jovem, quando eu tinha apenas 17 anos, porque engravidei do meu namorado, que depois veio a ser meu marido. E tive meu filho Alex (fictício), que foi o único.
Resolvi não ter mais filhos porque, já desde o início do casamento, eu e meu marido não tivemos uma convivência muito harmoniosa, tanto que vivemos 8 anos juntos e nos separamos. Eu já tinha 25 anos e meu filho 8. Vivi uns 3 anos sem nenhum outro homem na minha vida. Mas, depois de algum tempo eu me casei novamente com meu atual marido, o Fábio (fictício). Porém, devido ao seu serviço, meu esposo viajava muito, e ainda viaja.
Eu vivia mais sozinha em casa do que com meu marido, porque ele mal chegava em casa e na semana seguinte já viajava de novo, e ficava muitos dias fora, porque ele era montador industrial. Então eu sempre fico pensando que na verdade sou viúva de marido vivo, e é meu filho que me faz companhia na ausência dele.
Por sermos só eu e o Alex em casa, a gente nunca teve muitos pudores, até porque, desde pequeno, quando eu ia tomar banho, eu já o levava junto para dar banho nele. E isso foi até que ele, já grandinho, começou a tomar banho por conta própria. Só que, devido à nossa intimidade em casa, principalmente no calor, eu sempre andava muito à vontade em trajes mínimos, tipo camiseta e calcinha, ou às vezes, só de calcinha e sutiã nos afazeres dentro de casa. Isso até que ele se tornou um adolescente.
Já não acontecia banhos juntos, mas mesmo assim acostumamos com liberdade pela casa antes ou após um banho. E devido a essa intimidade natural de família, em casa não tínhamos muitos pudores.
Em nossas conversas de mãe e filho eu falava de sexo naturalmente com ele, na maioria das vezes para orientá-lo. Com o passar do tempo eu já não ficava só de sutiã e de calcinha perto do meu filho, pois ele já tinha crescido, já estava com 14 anos e, apesar de eu ser sua mãe, ele já estava na puberdade.
Então é claro que eu tinha de me preservar mais. Mas andar de camisão sobre a calcinha pela casa eu não via nada demais porque sempre andei assim pela casa.
Uma vez, quando meu filho tinha 16 anos, eu vi ele transando com uma namoradinha na minha cama. Fiquei um tempo observando escondida, sem que eles percebessem. Confesso que fiquei feliz por meu menino já ser um homenzinho, mas notei que eles não usavam proteção alguma.
Fiquei ali olhando, mas depois de algum tempo sai de fininho e fui para a cozinha e deixei os dois lá. De certa forma eu estava orgulhosa porque meu homenzinho havia crescido, e na primeira oportunidade cobrei dele que se cuidasse quando fosse transar.
Orientei o Alex que ele sempre deveria usar camisinha, principalmente para prevenir gravidez, porque eles eram muito novos, e também pra prevenir DST. Dei alguns conselhos para ele mas nunca interferi em sua vida pessoal.
Meu filho cresceu nesse ambiente e já tinha se tornado um homem, mas para mim ele sempre foi meu menino. O Alex já tinha 18 anos e, às vezes conversava comigo sobre as namoradinhas dele. Eu insinuava que ele, sendo um rapaz bonito, deveria ter muitas meninas interessadas.
- Meu garanhãozinho deve pegar todas! - cheguei ao ponto de brincar com o meu filho. - Namoradinhas... nem tanto, mãe! Eu prefiro mulheres experientes! - o Alex respondeu, faz um breve silêncio e completou. - Mulheres como você, por exemplo, mãe!
Eitaaaaa!! Eu me surpreendi muito com essa declaração. Deduzi que ele se referia a outras mulheres e não a mim, mas não entrei em detalhes.
Só depois dessa declaração do meu filho é que passei a notar que quando eu estava em trajes menores, ele me olhava como homem e não como filho. Mas mesmo assim eu achava que era impressão minha.
Um dia quando eu saí do banho e fui para o meu quarto só com a toalha enrolada em meu corpo, eu nem tinha passado a chave na porta, na real eu raramente fazia isso. Comecei a me enxugar melhor com a própria toalha, com isso expondo meu corpo semi nu.
Tomei um baita susto ao ver que meu filho estava na porta do meu quarto, em pé, me observando. O Alex já havia me visto nua muitas vezes quando ele era pequeno, porque sempre antes tomamos banhos juntos, mas agora ele já era crescido.
Fiquei muito sem jeito. Peguei a toalha e enrolei-me de novo. - Nossa, mãe! Que corpão você tem! - meu filho me falou, olhando fixamente para o meu corpo. - Fazia tempo que eu não te via nua, e eu nem me lembrava do quanto você é bonita!
Quando o Alex falou isso eu instintivamente me cobri ainda mais. - Não sei porque você se cobriu, mãe... eu já te vi pelada tantas vezes! - meu filho disse. - Te vendo assim... agora é a minha de dizer que uma cambada de homens devem babar quando te vêm... inclusive eu mesmo, se eu não fosse seu filho, eu te pegaria, sabia?
Meu deus! Essas palavras do Alex mexeram comigo, mas interpretei como elogio. Eu jamais imaginaria que meu filho me desejava como mulher.
Depois desse episódio passou-se algum tempo. Então, um dia, eu fui fazer compra num hiper-mercado não muito longe de nossa casa. Era verão e eu estava vestida com um vestido bem leve, que realçava meu corpo. Foi quando vi um garoto de uns 18 anos mais ou menos, fazendo compras sozinho.
Acho que o garoto tinha praticamente a idade do meu filho. Aliás, até o porte físico era semelhante. Comecei a observá-lo mais atentamente. Ele percebeu que eu o olhava, mas disfarcei e continuei a minha compra.
Olhei de relance e vi que o menino me deu uma secada de cima abaixo. Nossa, cheguei até gelar. Meu carrinho já estava cheio e me dirigi ao caixa. Me distrai colocando as compras para passar e, quando percebi, o garoto estava atrás de mim.
Enquanto eu passava as compras pelo caixa, ele me observava atentamente. Fiquei muito desconcertada, porque quando eu me abaixava para pegar as compras no fundo do carrinho, a parte traseira do meu vestido levantava, deixando boa parte das minhas coxas à mostra. Não era nada comprometedor, mas ele, mesmo que disfarçando, não deixou de olhar.
Depois que passei as compras, comecei a pegar as sacolas todas, que não eram poucas, para ir até o carro. Foi então que o garoto já tinha passado a compra dele também, que era dois ou três itens, tipo chocolate, salgadinhos, coisas assim.
- Espera! Deixa eu te ajudar a levar até o carro! - o menino veio até mim, já segurando um pouco das sacolas. - Não, obrigada... não precisa! - respondi. - Claro que precisa. Olha o tanto de sacolas. Vai, me dá algumas! - ele insistiu em ajudar e acabei aceitando sua ajuda.
Chegando ao carro depositei as compras no porta malas e agradeci. Por educação perguntei ao menino para onde ele ia. Quando ele falou o lugar e vi que era para o mesmo lado que eu iria, o mínimo que eu podia fazer era oferecer uma carona. Então, ofereci carona a ele e ele prontamente aceitou.
Fomos conversando no carro. Falei a ele o meu nome e ele me falou o nome dele também (que esqueci na mesma hora). Assim, chegando ao meu condomínio, falei para o garoto que eu morava ali. Ele disse que não morava longe, e que ficaria ali mesmo.
Então entrei e novamente o menino se ofereceu para me ajudar a levar minhas sacolas até o meu apartamento. Até ali eu não vi nada demais, até porque ele era um garoto muito atencioso e gentil. Aceitei, mesmo porque ele já tinha me ajudado no mercado.
Gestos como aquele eram normais, e eu precisava mesmo de ajuda, pois minhas sacolas estavam pesadas. - Você aceita tomar água, um suco, um refrigerante? - ofereci a ele quando chegamos ao meu apartamento. - Eu aceito, dona Tatiane! Estou mesmo com sede! - ele aceitou e foi comigo para a sala.
Notei que o garoto não tirava os olhos de mim, dos meus peitos, da minha bunda, minhas pernas. Nossaaaaa!! Percebi que ele me comia com os olhos, e aquela situação mexeu com meu libido. Me lembrei do que meu filho tinha falado alguns dias antes, elogiando meu corpo.
Fiquei muito envaidecida por estar sendo desejada por um garoto que poderia até ser meu filho. - Aqui... peguei refrigerante pra gente! - entreguei um copo de Coca-Cola para ele e fiquei com outro copo. Em seguida me sentei no sofá oposto ao que ele estava, e ficamos de frente um para o outro.
Quando cruzei minhas pernas, percebi que seus olhos brilharam ao ver minhas coxas parcialmente. Notei que um volume se destacava na sua calça. Meu deusssss! Imediatamente passou em minha cabeça uma sensação de ser desejada.
Comecei a ficar excitada, minha buceta começou uma coceirinha muito gostosa, e o fundinho da minha calcinha molhou, só de pensar nas possibilidades. Aquela era uma situação inusitada, proibida, afinal, o menino poderia ser meu filho.
Conversamos mais um pouco e vi que o garoto observou minha aliança, que é bem larga por sinal. - Você é casada, né? Seu marido está aqui? - o menino me perguntou. - Está trabalhando... o trabalho dele exige que ele viaje bastante... às vezes ele fica a semana toda fora... e às vezes mais de uma semana! - respondi.
- E você fica sozinha sempre? - Não, meu filho me faz companhia... acho que vocês dois tem a mesma idade! - respondi. - E onde ele está agora? - o garoto me perguntou, com ar de curiosidade.
- Meu filho está trabalhando... volta só à tarde! - falei. Depois dessas informações algo deve ter passado pela cabeça do menino, pois ele me olhou diferente. - Então estamos só nós dois sozinhos aqui? - ele me perguntou, bebendo mais um pouquinho do seu refrigerante, e eu vendo aquele volume enorme em sua calça.
- Sim, estamos sozinhos sim! - falei, bebendo mais refrigerante também. Nessa hora percebi que o garoto mudou o semblante. Ele deu uma risadinha marota e foi mais ousado.
- Dona Tatiane... a senhora sendo uma mulher tão bonita... sozinha em casa... não tem receio de receber um cara estranho no seu apartamento? - ele falou e percebi que ele estava me cantando. Com certeza o menino estava alí vendo a oportunidade de uma transa comigo, mas desconversei.
- Acho que não tem problema! - falei e dei uma risada. - Eu sei me cuidar, além disso meu faro me diz que você é uma boa pessoa... na qual confiei e deixar entrar aqui... então acho que não corro riscos... ou será que corro? - falei, e acho que nessa hora o menino percebeu sua chance. Cruzei as pernas novamente, e dessa vez acho que ele viu minha calcinha.
- Dona Tatiane... já te falaram que a senhora, além de muito bonita... é muito gostosa também? - o menino disse. Isso me envaideceu, mas estava indo longe demais. "Gostosa" já tinha ultrapassado os limites. Resolvi cortar a conversa por ali.
- Eu acho que está na hora de você ir, tá?... ainda tenho que fazer umas coisas! - falei. O garoto então se levantou e eu me levantei também e nos dirigimos até a porta. Estávamos nos despedindo quando ele se aproximou de mim para dar um beijinho na face de despedida.
Eu me inclinei para ele e ele beijou minha face. Quando eu achei que era só isso, num movimento inesperado, o menino segurou minha cabeça e beijou minha boca. - Eiiiiiii?!?... esperaaaaa... nãoooooo...!! - senti as pernas bambas e fiquei sem ação.
Aquela situação mexeu comigo, e acabei deixando rolar. Eu estava beijando um rapaz da idade do meu filho, de quem eu não sabia nem o nome, pois ele tinha falado e eu tinha até esquecido. Mas ele sabia o meu, porque ele ficava falando o meu nome o tempo todo. Ah, e que delícia de boca o menino tinha. Eu não ia conseguir escapar dele.
- Nãoooo... por favor... a gente... não...! - tentei falar enquanto ele me empurrou para dentro novamente e fechou a porta, ainda nos beijando. Quando afastamos nossas bocas eu consegui recuperar os meus sentidos. - Me desculpa... a gente não pode fazer isso... você precisa ir embora! - falei para o menino, tentando recuperar o meu fôlego.
- A senhora não gostou, dona Tatiane? - o menino me perguntou. - ... Então, como quem cala consente, o garoto tomou a iniciativa. Rapidamente ele me abraçou e me beijou de novo, na boca, bem gostoso.
Nossa! Dessa vez a carne falou mais forte. Meu marido viajando há dias, minha carência sexual latejava em meus poros. Me entreguei à essa louca aventura. Nossas línguas ainda estavam uma dentro da boca do outro, brigando entre si, quando me dei conta de que o menino tentava tirar o meu vestido. Tentei, tentei mesmo não deixar ele me despir, mas meu corpo não respondia aos comandos do meu cérebro.
Eu não estava me reconhecendo. Naquela hora eu estava submissa, e deixando tudo acontecer. Meu marido já estava viajando há duas semanas, e eu estava sem transar esse tempo todo. E aquele garoto mexeu com meu libido.
Eu sabia que o menino queria me comer e que naquele momento eu já estava acesa e não queria voltar atrás. E eu ia experimentar um pinto novo, jovem, cheio de tesão à minha disposição. E eu estava louca de tesão. Cedi e ele tirou meu vestido, me deixando só de calcinha, porque eu já estava sem sutiã.
- Tú é muito gostosa, dona Tatiane... que cheiro gostoso que a senhora tem! - o menino parecia possuído, de tanta vontade que ele estava de me comer. Com um movimento rápido ele tirou minha calcinha, na verdade, ele fez foi rasgar minha calcinha, pois eu estava usando uma calcinha já um pouco velha, e ela não resistiu ao puxão que ele deu.
E eu ali, passiva, à espera daquele macho fogoso, para tê-lo dentro de mim. Então, ainda abraçados e nos beijando, o menino foi me deitando no tapete da sala mesmo, que era bem felpudo e confortável. Vi que ele abaixou sua calça até os joelhos e se posicionou no meio das minhas pernas.
Como é natural nessa idade, não teve preliminares, e eu também não queria, pois minha buceta pedia para ser penetrada logo. - Ohhhhhhhhhhhhh... meninooooooo... que delíciaaaaaa!! - gemi como um louca quando o garoto socou toda aquela vara dentro de mim.
- Meteeeeee... issooooooo... meu gostosoooo... come gostosooooo... vaiiii... ahhhhhhhhh.... que delícia, meu bem... que delícia esse seu pau! - eu gemia e falava enquanto o menino me abraçava forte e metia num movimento forte de vai e vem.
Ele me socava aquele pau gostoso, enfiando até o talo na minha xana toda melada, que não oferecia resistência. Apesar da brutalidade e da falta de experiência do garoto, ele estava me comendo direitinho. - Ohhhhhhhhh... meu bem... ahhhh... vou gozarrrr... no seu... pauuuuuu!! - falei e comecei a gozar.
Meu deussss!! Gozei muito gostoso mesmo com aquele menino em cima de mim. Meu orgasmo foi muito intenso, só pelo fato de ter um pau diferente, de um garoto que eu nem sabia seu nome, enfiado na minha buceta. Minha adrenalina foi à mil e resolvi satisfazer minha vontade de sexo anal, pois fazia muito tempo que meu esposo não fazia sexo anal comigo.
Saí da posição de papai-e-mamãe e fiquei de quatro, apoiando parte do meu corpo no sofá e com meus joelhos no carpete. - Vem, seu safadinho... quer comer meu cú, quer?... come o meu cu bem gostoso, vai! - falei e, com ambas as mãos, abri bem a minha bunda, mostrando ao menino todo o meu cu.
O garoto não perdeu tempo e veio com seu pau duro. Ele montou na minha bunda como se eu fosse uma espécie de égua e só senti o pau dele entrar todinho em mim, esticando muito as minhas preguinhas. Meu deusss! Gemi de puro prazer quando ele socou aquela vara em meu traseiro, em movimentos contínuos de vai e vem.
Eu já tinha gozado duas vezes e estava pronta para gozar novamente, dando o meu cuzinho para aquele garoto desconhecido. - Que cú gostoso, dona Tatiane... que delícia de cú...! - o menino falava, repetindo a palavra "cú" o tempo todo. E eu estava ficando louca com tudo aquilo.
Nessa hora a porta do apartamento se abriu de repente. - Mãeeeeeeee... o que é isso?!?! - só ouvi o grito do meu filho ao me pegar naquela posição comprometedora.
- Meu deusssss!!!!... Alex... nãooooooo... filho... eu...!! - me assustei e joguei o meu corpo para frente, tentando me livrar do garoto, que continuava agarrado à minha cintura. Fiquei em pé, desesperada, e nessa hora o menino me soltou, com aquele pau enorme balançando, todo lambuzado do meu cú.
Não é preciso nem dizer a vergonha que eu passei. Eu não sabia onde enfiar a minha cara. O garoto se vestiu rapidamente e saiu correndo do meu apartamento, talvez com medo do meu filho o confrontar. - Mãeeeee... você perdeu a cabeça? - meu filho Alex me perguntou.
Eu nem tinha como explicar minha atitude. Então nem falei nada. Só me cobri com as roupas e fui correndo para o banheiro, fechei a porta e tomei um banho, só pensando no que eu diria para o meu filho devido àquela situação, pois ele tinha acabado de pegar um menino da idade dele comendo o cú da sua mãe.
Após o banho eu me dirigi ao meu quarto, muito abatida. Coloquei a calcinha e o roupão por cima e fiquei deitada na cama, olhando fixamente para o teto, porque eu ainda não tinha coragem de encarar meu filho de novo. Foi quando o Alex entrou em meu quarto.
- Filho... eu... hãã... meu deussss... foi um momento de fraqueza... o Fábio viaja muito... e-eu... sou mulher... eu... tenho minhas vontades...!! - instintivamente comecei a me explicar para o meu filho. Então ele veio e se sentou ao meu lado na cama.
- Pode ficar tranquila, mãe... seu segredo fica entre e nós dois... não vou contar nada para o Fábio! - meu filho falou isso, abriu meu roupão e enfiou sua mão dentro. Em seguida ele começou a passar as pontas dos dedos pela minha barriga, descendo e subindo, num movimento sutil.
- Filho, não pensa mal da mamãe não... aquele menino... eu... não... tive culpa...!! - mesmo assim eu continuava tentando explicar. - Pára com isso, mãe. Você é uma mulher jovem... tem um corpo muito bonito... todo homem que te vê te deseja, tenho certeza disso! Até eu que sou filho...!
- Filho, por favor... não me fala essas coisas! - tentei interrompê-lo, pois eu sabia o rumo que aquela conversa ia tomar. - Mãe, até eu que sou seu filho... eu já toquei umas punhetas em sua homenagem... pensando na sua bunda... imaginando comer sua bunda... igual o menino estava fazendo!
Meu deus do céu! Quando o Alex disse isso eu fiquei sem chão. Eu não sabia onde enfiar a cara. E fiquei mais surpresa ainda quando ele começou a alisar meus seios e brincar com os biquinhos. - Filho... nãooooo... eu... sou sua... mãe! - tentei tirar sua mão dali, mas ele insistiu naquelas caricias.
Fiquei paralisada, sem saber o que fazer, e meu filho começou a alisar minha barriga, e logo começou a brincar com meus pelos pubianos, que sempre mantive bem raspadinhos. Percebi onde o Alex queria chegar e vi que não ia dar certo. Aquilo não ia prestar.
Notei que meu filho estava de pau duro, e bem duro mesmo. - Filho... hãã... acho melhor você ir para o seu quarto... e me deixar... sozinha!! - falei baixinho. - Mãe, seu segredo está guardado comigo... mas não vou sair não... quero curtir seu corpo mais um pouquinho! - ele falou e senti uma chantagem.
Por mais que eu tentasse, eu não conseguia falar nada, e fiquei alí na cama, imóvel. - Mãe, ver você transando com aquele carinha quando eu entrei me deu o maior tesão... e ele estava comendo a sua bunda... o que me deixou com mais vontade ainda de te pegar também! - o Alex falou e eu não estava acreditando naquilo.
Minha cabeça rodava, de tão desesperada que eu estava. E meu filho, falando essas coisas, enfiou a mão dentro da minha calcinha e me tocou, na minha intimidade. Nossa! Essa situação era constrangedora, porque ele era meu filho, mas ao mesmo tempo excitante.
Eu poderia ter dito "não" e arcar com as consequências, mesmo se ele resolvesse contar ao meu marido. Mas acho que fui covarde naquele momento, e quando ele começou a me masturbar, passando os dedos em meu clitóris, eu, pela excitação do momento, fiquei toda melecada, e meu filho percebeu.
- Sabia, mãe... que você... além de ser minha mãe... é a maior gata que conheço... e uma mulher muito fogosa... aquele carinha estava louco te comendo! - o Alex falava, enfiando o dedo na minha buceta. - É por isso que eu quero transar com você também, mãe! Quero te foder todinha hoje!
Meu filho falou isso e tirou minha calcinha. Novamente eu estava numa situação difícil. Meu próprio filho queria me comer, do mesmo jeito que o outro garoto tinha me comido.
E confesso que isso me deixou excitada, porque depois de anos de casada, sem nunca ter traído nenhum dos meus dois maridos, nem ter ficado com outro homem quando me separei do pai dele e casei com o Fábio, eu ia pela primeira vez sentir duas picas diferentes que não era a do meu marido, apesar de uma delas ser do meu filho.
Aquilo era imoral, mas não tive coragem de reagir. Não sei se pelo medo ou pela excitação.
Meu filho então abriu minhas pernas e se posicionou em cima de mim, mesmo porque eu estava ali passiva, sem ação, sendo chantageada e comida contra a minha vontade. Mas era um sacrifício necessário para manter o meu casamento.
Eu só não entendia porque meu filho, um garoto que teve várias namoradas e transou com todas, porque ele queria transar comigo também, que era sua mãe. Apesar de na minha mente eu achar errado, eu deixei acontecer. Abri bem minhas pernas, levantei um pouco o quadril e me preparei para deixar o Alex me penetrar.
Meu filho beijava o meu pescoço e chupava meus peitos, com muita vontade mesmo. - Mãe, sempre que eu te via só de calcinha... andando pela casa... eu ficava imaginando o Fábio te comendo todas as noites... e eu tocando punheta cada vez que ouvia seus gemidos!
- Ohhhhh... meu filho... não me fala essas coisas... eu fico com vergonha!! - eu falava baixinho, e acho que ele nem estava me ouvindo. - Mas hoje eu não vou precisar tocar punheta... porque sua buceta vai ser minha, mãe! - o Alex falou isso e meteu a sua rola na minha xoxota, bem fundo.
Só então eu percebi o tamanho da vara do meu filho. Era bem maior e mais grossa que a do meu marido, e maior que a do garoto que tinha transado comigo há pouco. Chegou até a incomodar um pouco, mas logo se ajeitou na minha xana e ele começou a bombar freneticamente.
Confesso que a minha adrenalina estava muito alta. Ao mesmo tempo que eu estava fazendo o proibido, quebrando o tabu, eu estava gostando. Meu filho, deitado por cima de mim, bombava forte, com toda a virilidade dos seus 18 anos, e eu, uma mulher no auge dos seus 42 anos, esqueci que era meu filho e acabei curtindo o homem.
- Ohhhh... meu bem... mete gostosooooo... vai... come bem gostoso essa bucetaaaaa... ahhhhhh...! - eu gemia, apertando o Alex em mim com as minhas pernas ao redor de sua cintura. Não demorou muito e eu gozei, e ele gozou também enchendo-me com seu esperma, que chegou a escorrer pelas minhas coxas.
Fiquei deitada naquela posição por vários minutos, de olhos fechados, pensativa. E meu filho deitado em cima de mim, com seu pênis ainda duro e enfiado em mim, liberando os últimas gotas de porra bem dentro da minha buceta. Aquilo era loucura demais. Por que deixei chegar a esse ponto?
Então, depois de mais alguns minutos eu resolvi sair de debaixo do Alex. - Filho... já tá bom... deixa a mamãe tomar baixo agora! - falei, tentando tirar ele de cima de mim. - De jeito nenhum, mãe. Eu quero mais... quero te comer de quatro, na sua bunda... igual o carinha estava te comendo!
Nãoooooooooo!! Aquilo era demais pra minha cabeça. - Mas, filho... você já terminou... eu deixei você terminar! - Não, não quero nem saber! - o Alex falou e me mostrou seu pau. - Olha, já está duro. Estou pronto! E quero agora! - Filho, seu pênis é muito grande... vai machucar a mamãe! - falei e tentei escapar dele.
- Vamos, mãe... eu sou tarado por sexo anal... e eu quero fazer com você... igual o menino estava fazendo... sua bunda é perfeita pra isso, vem... fica de quatro aqui! - meu filho falou e me direcionou para que eu ficasse de quatro na beirada da cama.
Mesmo protestando eu aceitei, pois eu queria acabar com aquela agonia logo. Então o Alex veio, cuspiu na mão, passou na entradinha do meu cú e tentou me penetrar. - Aiiiiiiiiii... nãoooooooooo... doeu demais!!! - soltei um grito e caí pra frente na cama.
- Filho do céu! A mamãe não aguenta você no bumbum não... seu pinto é muito grosso... estava doendo demais. Vamos parar, vamos?... você já gozou na frente! - Não, mãe... eu quero... vou colocar mais devagar! - ele insistiu.
Pedi pra ele passar no meu ânus um gel que eu tinha na gaveta, e eu ia tentar de novo, mas se doesse ele teria que parar. Meu filho concordou e me lubrificou bem. Com jeitinho ele enfiou um dedo no meu rabo e ficou massageando com o gel, até que se posicionou novamente para me penetrar. Eu até ajudei para encaixar melhor.
O Alex forçou a cabeça da rola contra a portinha do meu cuzinho, e deu uma empurrada firme. Quando entrou a cabeça doeu pra caramba mesmo. Pensei em desistir, mas ele estava agarrado na minha cintura e não me deu chance dessa vez de tirar meu bumbum da reta.
- Filhoooo... aiiiiii... vai mais devagar... issooooooo... bem de leve... ahhhhh... assimmmm.... agora ficou gostosoooooo!! - eu gemia e o Alex parou um pouquinho para que eu acomodasse melhor o pinto dele dentro do meu cuzinho já bastante castigado.
Então comecei a rebolar no pau do meu filho e isso o levou a loucura, até que ele perdeu o controle e enfiou tudo de uma só vez. Meu deus do céu! Eu vi estrelas naquele momento. Eu estava sendo enrabada pelo bem dotado do meu filho, mas não tinha como voltar atrás.
Senti que ele começou a bombar, e apesar da dor, logo me acostumei com a grossura do volume do pau dele, até que ele gozou. Mas dessa vez eu não gozei, pois a dor era maior e estava me incomodando bastante.
Depois dessa experiência com o meu filho, e como o padarsto dele viajava sempre, o Alex passou a dormir na minha cama de vez em quando. Aliás, sempre que ele queria aliviar sua tensão, ou seja, transar comigo.
E essa prática passou a ser rotineira entre eu e meu filho. Já achávamos normal, sem culpas ou remorsos de estarmos praticando o incesto segundo as leis da sociedade. Ensinei ele como deveria tratar uma mulher, como agir nas preliminares, ensinei-lhe como chupar uma mulher, e nas nossas transas eu sempre chupava ele e ele adorava.
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