A partir daquela noite o medo virou prazer com meu pai tirando o cabacinho do meu cu, e se tornando mais que um pai, um amante oficial. Lógico que eu estava louca pra dar a buceta pra ele e me tornar mulher de fato, mas ele sempre me pedia calma e insistia em comer meu cuzinho, que eu dava pra ele com o maior prazer.
Sempre que acabávamos uma trepada eu chupava seu pau, que ele acabara de tirar do meu cuzinho, e deixava-o completamente limpo, e ele também lambia meu cuzinho e chupava minha buceta, me levando sempre ao orgasmo. Mas eu ainda continuava virgem na frente, doidinha pra dar minha pepequinha. O papai sempre gostava de abrir minha buceta com seus dedos e olhar lá dentro e admirar meu selinho, e acabava não resistindo e chupando mais uma vez e enfiando sua língua quentinha lá dentro. Eu me contorcia e apertava sua cabeça de encontro a mim, esfregando minha buceta em sua cara e dizia palavras que deixava ele mais louco de tesão ainda.
- Isso, papai! vai... chupa minha buceta... chupa... chupa a buceta da sua filhinha querida!... quem sabe deixo você foder ela!.. quebrar meu cabacinho! Vamos... me faz gozar! - eu falei durante uma de nossas trepadinhas. Eu estava quase gozando e eu sabia do que ele gostava. - Enfia seus dedos de uma vez no meu cu... e me fode gostoso com eles!! - falei e meu pai atendeu meu pedido, e me fez soltar um gemido de prazer.
Eu estava gozando mais uma vez em sua boca, enquanto ele chupava minha buceta, sugando todo meu líquido. - Aaaaiiiiiiii!... você me mata assim!... sabe que adoro dar o cú! Isso... fode! enfia mais um dedo! Vai, papai! Vamos! Fode meu cuzinho! Vai, com mais força...!
Papai movimentava sua mão num movimento de vai e vem cada vez mais rápido enquanto sua língua trabalhava no meu clitóris, e entre meus lábios vaginais, de vez em quando introduzindo a ponta da língua na minha bucetinha linda, deliciosa e virgem, até atingir meu cabaço. Eu me contorcia todinha, pois estava prestes a ter mais um orgasmo. Me virei e fiquei de quatro e com as mãos abri minhas nádegas, implorando pra ele me foder mais uma vez. Eu estava cheia de tesão e meu cuzinho piscava à espera da sua pica, que foi logo me invadindo sem encontrar nenhuma resistência.
Papai ia dando estocadas no meu cu e eu rebolando na sua vara que me dava tanto prazer, e como era gostoso sentir sua pica entrando e saindo, ir deslizando cu adentro. Eu me contorcia e rebolava na pica do papai, que sabia como me foder e como eu gostava de ser fodida no cu.
- Hummm! Isso! Papai! Mete gostoso... que delícia de pica... issooo!... me come gostoso! Me faz gozar! - eu gemia e falava enquanto seu pau entrava e saia do meu rabo e arrancava de mim gemidos de puro prazer. A rola dele cresceu no meu rabo, até atingir um tamanho e grossura máxima. E eu contraia meu cuzinho pra receber toda a porra que meu paizinho ia jorrar dentro de mim.
Papai e eu gozamos intensamente, e meu cuzinho agora estava cheio do seu leitinho morno. Chupei de novo seu pau e o beijei na boca pra ele sentir também o sabor do seu leite e do meu cuzinho gostoso, que ele adorava comer.
Descansamos por um bom tempo, e eu sentia meu cuzinho ardendo, mas eu estava satisfeita. Eu tinha um pai que me amava, que adorava comer meu cu, e era um amante perfeito. Mas eu ainda continuava virgem na buceta.
Depois de um bom tempo descansando e falando putaria, e eu ainda com meu cuzinho ardendo, falei pro meu pai: - Papai, hoje eu quero na buceta... quero seu cacete inteiro dentro dela, ou eu vou dar pra outro!! - terminei rindo.
- Tem certeza que quer perder sua virgindade, filha? - Claro que tenho, pai! Deixa eu sentar no seu colo... quero estourar meu cabaço na cabeça da sua pica! Todo dia eu fico só na vontade... hoje eu quero que seja diferente... quero que seja real!
Papai então se deitou num banco que a gente tinha na varanda e eu me deitei sobre ele para fazer um 69 delicioso. Fui chupando seu pau pra deixá-lo molhadinho e ele chupava minha buceta, me lubrificando bem. Pedi pra ele se sentar, sentei em suas coxas de frente pra ele e coloquei seu pau na entradinha da minha buceta.
Cruzei minhas pernas em suas costas e meus braços em seu pescoço, e comecei a beijá-lo como dois namorados apaixonados. Com minhas pernas cruzadas em suas costas eu puxava meu corpo de encontro ao seu e sentia seu pau invadindo minha buceta até encostar no meu cabacinho.
Meu deussssss!!! Seu pau estava duro como rocha e minha buceta só piscando de desejo. Beijei meu pai com mais vontade e forçando minha bucetinha contra sua pica fui sentindo uma ardência lá dentro e o meu lacre se rompendo.
- Ahhhhhhh... Nossaaaaaaa!!!!... pai... pai... me abraça forte... vem... me abraçaaaaa!!! - gemi e pensei até que eu ia chorar. Sua pica foi abrindo caminho em minhas entranhas. Parei por um instante e contraí minha buceta apertando seu pau como se quisesse estrangulá-lo.
Aquilo era demais e não precisamos nem de movimentos, nem de estocadas, só com minha buceta contraindo eu senti seu pau crescer, e alargar minha xoxotinha e jorrar lá dentro seu leite quentinho. Uma onda de choque percorreu de novo minha espinha e quase desfaleci. Era um orgasmo gostoso, silencioso e muito prazeroso.
Minha buceta recebia pela primeira vez a visita de uma deliciosa e desejada pica, e eu jamais vou esquecer que virei mulher na pica do meu pai. Depois de alguns minutos ele tirou da minha buceta e pude ver seu caralho manchado de sangue do meu cabacinho, que agora já não existia mais.
Agora eu era mulher, amante, a outra do meu pai, me sentia orgulhosa de saber que a mesma pica que me fez nascer, agora me fazia ser mulher. Papai continuou comendo meu cu e minha buceta, e eu adorava dar pra ele sempre que minha mãe estava trabalhando.
Um dia eu e ela estávamos sozinhas em casa, pois o meu pai tinha viajado. Passamos um bom tempo conversando. Ela se sentou no sofá, o mesmo em que papai me fodia sempre, e eu deitei de bruços com a cabeça em seu colo.
Ela passou a mão nos meus cabelos como se estivesse alisando, e depois passou a mão em minha bunda. - Nossa, filha!! Você tá com um bundão de dar inveja!! - ela falou rindo.
Depois ela ficou um pouco em silêncio e continuou: - Eu passo muito tempo trabalhando e quase não tenho tempo pra você e seu pai... nossa vida sexual está fria. Assim como eu, ele deve estar muito carente.
Mais um silêncio: - E você é linda... virou uma mulher e só agora percebi! - ela falou finalmente. Ainda com a cabeça no seu colo, mamãe beijou meu rosto e falou baixinho em meu ouvido:
- Cuida bem do seu pai pra mim, filha! Você sabe como fazer isso! Em seguida ela se levantou e foi pro seu quarto, pois queria descansar até a hora de ir trabalhar. Fiquei pensando no que ela me disse e acabei adormecendo ali mesmo no sofá, e só acordei lá pelas nove da noite.
Eu estava sozinha, e junto a mim havia vários envelopes de camisinhas e uma caixa de anticoncepcional. Fiquei gelada. Eu não sabia se ela já havia descoberto ou queria que acontecesse.
Conto de Mayara Nascimento.
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