Com a calcinha na mão |
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Publicado por Menina Curiosa em 15/06/2026 Categoria: Novinhas / Novinhos
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Eu comecei a namorar um cara que era amigo do meu irmão. Ele se chamava César, era muito bonito, forte e tinha 29 anos. Para mim ele era bem experiente, já que eu só tinha 18 aninhos.
Um certo dia eu estava tomando banho e ele tinha acabado de chegar em minha casa. Meu irmão não estava e minha mãe precisava ir ao supermercado perto da minha casa. Assim, ela saiu e o deixou sozinho comigo.
O César então bateu na porta do banheiro e disse que queria entrar. Que loucura!!! Eu não deixei de forma alguma e demorei no banho, esperando que minha mãe chegasse logo para me salvar daquela situação.
Uns quinze minutos se passaram e nada da minha mãe chegar. E o César já não estava mais batendo na porta. Depois de pensar um pouquinho eu resolvi sair do banheiro, já que eu sabia que meu namorado não era louco de tentar fazer alguma coisa comigo contra a minha vontade. Sai do banheiro quase correndo e fui para o meu quarto. Quando entrei tive uma surpresa e tanto. Meu namorado estava deitado na minha cama, completamente nu, sem medo de que minha mãe nos visse naquela situação, e com a minha calcinha na mão.
- Quer sua calcinha, Marina? Então venha pegar!! - ele falou, me comendo com os olhos.
Eu estava enrolada em uma toalha pequena, com os cabelos ainda molhados e boa parte das minhas coxas à mostra. Dificilmente um homem resistiria me ver daquele jeito. Eu não consegui esboçar qualquer reação quando meu namorado veio pra cima de mim, tirou a toalha do meu corpo e começou a me acariciar. Ele me beijava tão gostoso e me apertava contra o corpo dele. Eu sentia a pressão do pau dele no meio das minhas pernas.
Fiquei desesperada e tentei fugir, mas ele não deixou. "Meu deusssss!! É hoje que vou trepar! Essa é minha oportunidade única!!", eu pensei, me entregando completinha nos braços dele.
Meu namorado sabia que eu ainda era virgem e por isso, ele fez tudo comigo com muito carinho e paciência. Primeiro ele me deitou na minha cama e me beijou e me lambeu dos pés à cabeça. Eu gemia baixinho enquanto ele chupava minha boceta bem devagar, sem qualquer receio que minha mãe nos pegasse.
Eu também já não estava preocupada com nada. Se minha mãe ou meu irmão chegasse eu ia era falar "estou dando mesmo, e daí?".
Depois de alguns minutos de preliminares, ele se deitou em cima de mim e começou a me penetrar com seu pau duro como pedra. A sensação de ter um pau dentro de mim pela primeira fez foi ótima, mas senti muita dor.
Meu namorado me penetrava devagar e fazia com que eu sentisse cada centímetro de sua vara na minha xoxota. Que delícia!!! Eu já não sentia dor nenhuma e o pau dele deslizava para dentro e fora de mim com uma suavidade que me deixava tonta de tanto tesão.
- Me come como uma cadelinha, César!!! Deixa eu ser sua cachorrinha!!! - falei no ouvido dele. Então ele saiu de cima de mim e eu fiquei de quatro, com a minha bundinha bem empinadinha.
Ele veio por trás e enfiou tudo mesmo, até o talo. Eu rebolava descontrolada e queria que o mundo parasse para que aquela foda gostosa não terminasse nunca.
Estávamos ansiosos e com medo, pois a qualquer hora minha mãe poderia chegar, mas mesmo assim continuamos trepando.
Ele metia cada vez mais e com força e eu parecia estar hipnotizada com aquele homem me fodendo cada vez mais gostoso. Meu deussss!!! Era uma verdadeira surra de pica.
Até que uma hora ele meteu bem fundo e eu gozei. Um fogo subiu pelo meu corpo e eu pensei que fosse desmaiar. Fiquei uns cinco segundos com a visão escura, só enxergando estrelas.
Quando voltei à terra meu namorado começou a morder meu pescoço e pedir pra que eu galopasse no seu pau como nos filmes pornôs.
Atendi ao seu pedido e subi naquela pica, que realmente me fazia sentir medo. Eu era toda magrinha e não entendia como a minha bocetinha tão pequenina era capaz de engolir um negócio daquele tamanho.
- Ahhhhhhhhhh!!! Meu deussssss!!! - deixei escapar quando ele me puxou e fiquei completamente entalada no pau dele.
Eu comecei a galopar, subindo e descendo na rola dele e a sensação era maravilhosa. O pau dele deslizava muito bem e ele me puxava tão gostoso que eu comecei a gritar de tanto prazer.
Nem parecia que eu tinha acabado de perder a minha virgindade. Eu gritava feito uma cadela, o que o deixava mais excitado.
Ele me puxava e o ritmo estava cada vez mais acelerado, até que gozei e o meu liquido escorreu por toda a direção de sua pica.
Nossaaaa!!! Que homem mais gostosoooooo!! Eu já tinha gozado umas três vezes e ele ainda continuava ali, sem gozar e com o pau completamente duro ainda.
- Vem, Marina!!! Sobe de novo!! - ele falou, querendo mais. Mas eu já estava exausta e por isso não aceitei. Ele então se levantou, posicionou o pau na altura do meu rosto, punhetou por uns dois minutos e gozou na minha carinha, me deixando toda lambuzada de esperma.
Nessa hora a ficha caiu e eu saí correndo para o banheiro novamente. Ele veio atrás, limpou seu pau o máximo que conseguiu, vestiu a roupa e correu para a sala. Me limpei às pressas também e logo eu estava na sala com ele, escolhendo um filme na TV.
Que loucura!!! Foi o tempo da minha mãe chegar e não perceber nada. Ela então pediu que eu fosse até o carro ajudá-la com as compras.
Saí andando com uma gostosa sensação de quem tinha acabado de transar. Eu agora não via a hora de ficar sozinha com o César, só pra subir na pica dele e gozar como uma cachorrinha novamente.
Deixem comentários pra mim no meu relato. Se eu gostar eu passo meus contatos. Gosto mais de conversar com homens mais velhos, tá?
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