Olá a todos! Meu nome é Vera. Eu nunca tive o costume de entrar neste tipo de site, mas como forma de desabafar, venho para lhes contar os fatos que aconteceram e mudaram minha vida para sempre.
Me casei quando eu tinha 20 anos. Nesta época eu estava grávida da minha filha Nádia, e dois anos mais tarde tive outro filho, o Júnior.
Há três anos, após um perÃodo muito difÃcil, com muitas brigas e discussões, me separei do meu marido e desde esta época não tenho relações com outras pessoas. Dedico meu tempo completo ao meu trabalho e à educação dos meus filhos.
Muitas vezes uma amiga minha do trabalho me dizia que eu necessitava um novo homem na minha vida, me dizia que muitas pessoas me desejariam, que eu tinha um lindo corpo, com uma bunda grande, peso ideal, que tinha os seios grandes e ainda durinhos e que uma mulher de apenas 35 anos não podia simplesmente esquecer que precisava de sexo. Eu apenas ria do que ela me dizia. Na verdade eu tinha muito medo de colocar outra pessoa entre eu e meus filhos. Eu tinha medo de que talvez essa pessoa pudesse fazer algum mal para eles. Assim, eu me mantive só, e tudo na minha vida era o trabalho e minha famÃlia.
Desde criança o Júnior sempre gostou de dormir no meu quarto. Às vezes ele dizia que estava com medo de dormir sozinho e vinha para a minha cama. Eu nunca me importei com isso e até gostava da sua companhia. Já a Nádia sempre preferiu dormir no quarto dela mesmo. Eram raras as vezes que ela vinha dormir comigo e nunca sentiu ciúmes do irmão caçula.
O pai deles se casou com outra mulher depois da nossa separação e foi morar em outro paÃs, e apenas se comunicava com as crianças através de cartas. Desde que a Nádia tinha seis anos e o Junior com quatro eles não viam o pai. Apesar disso minha relação com minha famÃlia sempre foi muito saudável e sempre tive condições de dar uma excelente qualidade de vida para eles. Nos meus 35 anos de vida tudo caminhava muito bem, e éramos a imagem da famÃlia perfeita, que superou a falta de um pai e vivÃamos muito bem.
Até que numa certa noite aconteceu uma coisa que eu nunca esperaria e que mudaria nossas vidas para sempre. Eram 10:00hs da noite de uma terça-feira. O tempo estava muito ruim, chovia e trovejava muito. Depois de um bom banho eu vesti uma calcinha e minha camisola e me deitei na minha cama para ler um pouco antes de dormir.
Quando comecei a ler o livro a porta do meu quarto se abriu. Era o Júnior que estava com vontade de dormir comigo. Ele vestia apenas uma cueca e uma camiseta. Claro que não neguei que meu querido filho dormisse ali comigo e cedi um lado da cama para ele. Após ele se ajeitar embaixo da coberta junto comigo eu apaguei a luz e deixei apenas o abajur aceso para continuar minha leitura. Depois de um tempo lendo fui me sentindo sonolenta. O Júnior já dormia ao meu lado. Então coloquei o livro em cima da mesinha de cabeceira, apaguei o abajur e em instantes eu já estava sonhando. Não sei ao certo quanto tempo se passou, penso que pelo menos uma hora depois eu fui me despertando sentindo que algo me perturbava.
Logo percebi que meu corpo balançava e que alguém se esfregava em mim. O susto foi tão grande que logo eu já estava completamente acordada. Só então fui perceber o que acontecia. Eu estava deitada de lado e o Júnior estava atrás de mim, com uma mão na minha cintura e seu pau colado na minha bunda.
Ele se esfregava em mim freneticamente e eu podia sentir seu pau por baixo da cueca roçando no meu traseiro. Fiquei chocada com aquilo, petrificada, não sabia o que fazer. Pensei que talvez ele estivesse dormindo e estivesse fazendo aquilo inconscientemente. Mil coisas passavam por minha cabeça.
Sem saber o que fazer, fiquei ali estática. Eu não tinha coragem nem mesmo de olhar para trás e tinha medo de falar alguma coisa e piorar tudo. Meu corpo balançava muito e eu sentia o Júnior ali, colado em minhas costas e esfregando seu pau na minha bunda como se estivesse me comendo.
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Assustada eu somente balançava no seu ritmo e esperava que aquilo terminasse logo, o que não aconteceu. Depois de uns 10 minutos ali me encoxando, eu o senti acelerar seus movimentos. Seu pau endureceu mais ainda e sua respiração estava ofegante. Pensei comigo: "meu deus, será que ele vai gozar?"
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Sem saber o que fazer, eu fiquei parada. Bastante tempo se passou, não sei quanto, até que tive coragem de olhar rapidamente para trás e vi que ele estava dormindo de novo. Então me afastei dele e fui para o banheiro limpar a porra que estava toda grudada no meio da minha bunda.
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Ele deu um sorrisinho lindo e se cobriu ao meu lado. Após um tempo depois que eu apaguei a luz eu ouvi ele me chamando: - Mãe, mãe! - Fala querido, o que foi? - Vamos brincar só um pouquinho?
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Logo senti ele se aproximando, sua respiração na minha nuca e, antes que eu pudesse esperar, ele já estava abrindo minhas nádegas com suas mãos. Fui perceber que ele já estava com o pau para fora da cueca quando senti ele levantando minha camisola e seu pau tocando na minha bunda. Logo ele meteu seu pau no meio do meu rabo e começou a fazer um leve vai-e-vem.
De novo eu estava petrificada, com uma enorme angústia e rezando para que aquilo logo acabasse. Outra vez meu filho socava seu pau no meio da minha bunda freneticamente. Outra vez eu sentia seu pau roçando na minha boceta por cima da calcinha. À medida que ele ia intensificando suas estocadas, eu ia balançando cada vez mais.
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Ele gozou mais ainda dessa vez, melando todo meu traseiro. Quando parou de gozar ele tirou seu pau pra fora e se manteve ali, agarrado em mim, com seu pau pra fora da cueca. Pouco tempo depois ele dormiu.
Durante a noite eu tentei afastá-lo para ir ao banheiro me limpar, mas ele não me soltou. Estava firmemente agarrado. Logo eu dormi também, assustada, com meu filho agarrado em mim, sentindo seu pau espremido atrás de mim e com a bunda toda encharcada de esperma.
Continua em "Isso nunca podia ter acontecido - Parte 2".
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