Quando essa história aconteceu eu já era bem putinha, e boqueteira oficial dos moleques da minha rua. Meu nome é Marcela, sou loirinha, 23 aninhos, magrinha com a bundinha bem empinadinha e muito safadinha. Adoro uma pica bem dura e grossa no meio das minhas pernas.
Bem novinha ainda eu fazia aula de Francês em uma escola próxima à minha casa, e ia a pé todos os dias. Eu sempre passava na frente de uma construção, com as calças coladinhas que eu sempre gostei de usar, rebolando minha bunda loira que já era bem gostosinha na época.
Eu adorava fazer isso. Eu ia caminhando, pra lá e pra cá, e os pedreiros ficavam doidos e mexiam comigo. Só que eles não tinham coragem de chegar junto, porque segundo eles, eu era "de menor". Que bobagem.
Uma vez, passando lá em frente, escutei um deles gritando: - Ahh! Patricinha tesuda... fica passando aqui todo dia... toda novinha, com esse rabão gostoso, rebolando! Todo dia na hora do almoço "nóis" bate uma "bronha" pra homenagear "ocê"!! Que filho da puta mais safado!!! Minha xana começou a dar sinal de vida nesse momento, e fiquei toda meladinha. Com cara de cínica eu perguntei:
- Como é que é?!? - É isso mesmo que você ouviu, putinha!! Se você fosse um pouco mais velha "nóis" já tinha te comido... só pra tú aprender a não ficar provocando!!
Tadinhos. Talvez eles pensassem que eu fosse virgem. Mal sabiam eles que eu já era bem rodadinha. Eu já tinha dado pra vários caras bem mais velhos, inclusive pedreiros de uma outra construção. Eu estava morrendo de vontade de entrar lá e dar gostoso para aqueles pedreiros tarados, e confesso que aquela ideia que eles tinham de mim, de "ninfetinha inocente", estava me deixando doida. Nesse dia, quando cheguei em casa, me "dedei" muito, imaginando aquele monte de machos me fodendo.
No outro dia resolvi provocar novamente e falei pra eles que eu não poderia dar pra eles, mas que arranjaria uma outra surpresinha no dia seguinte para não deixá-los na mão, e assim eu fiz.
No dia combinado, na hora do almoço, cheguei lá. Eles estavam no portão me esperando. - E a surpresa?? - perguntaram afoitos. E eu ri da aflição deles. - Calma, rapazes!! Vou mostrar lá dentro... não vão me convidar pra entrar??
Lá dentro, sem demorar muito eu já fui mandando. - Vou mostrar meus peitinhos pra vocês. E abaixem as calças porque vocês terão um boquete inesquecível.
Não precisei pedir duas vezes. Eles já foram abaixando as calças e deixando seus paus saltarem pra fora. Nossaaaaaa!!! Fiquei maravilhada ao ver aquelas picas deliciosas balançando na minha frente. Mandei que eles mamassem um pouco nos meus peitinhos.
Eles chuparam gostoso, um de cada vez, dando mordidinhas nos biquinhos dos meus peitinhos. Minha calcinha já estava toda meladinha do caldinho da minha bucetinha. Mas não deixei que eles me tocassem embaixo.
Logo meus peitinhos começaram a doer e pedi que eles parassem. Me ajoelhei e comecei a punhetá-los. Depois fui lambendo a cabeça da rola, chupando bem devagarzinho, aumentando o ritmo, e lambendo as bolas.
Eu chupava com gosto, e socava o pau todinho na minha garganta. Quando eu engasgava eles riam, cheios de tesão. Fiz isso no primeiro, no segundo, e no terceiro. E eles iam gozando no meu rosto e nos meus peitinhos.
Quando cheguei no quarto e último pedreiro, percebi que seu pau era diferente. Não era grande, mas era bem grossinho e meio curvado pro lado. Esse me causou arrepios por todo o corpo.
Ele era um negro parrudinho e isso me deixou doida, já que sou viciada em negros. Esse cara eu chupei com muito mais vontade, e em poucos minutos ele também gozou muito na minha cara.
Os quatro ficaram exaustos, deitados no chão da construção. Me limpei como pude, peguei minhas coisas e saí. Quando eu estava saindo eles me agradeceram muito a chupada. Disseram que havia muito tempo que eles me desejavam.
No outro dia, no final da tarde, fui para a casa de uma amiga contar da "chupada coletiva" do dia anterior. Já na ida eu passei pela construção. O negro parrudinho estava lá no portão e quase babou quando me viu.
- Oi, moço!! Tudo bem? - falei com um sorriso sapeca no rosto. - Oi, loirinha da boca gulosa! Como vai, minha linda? Rimos e aproveitei a deixa:
- Então quer dizer que você gostou de provar minhas habilidades com a boca, é? Ele balançou a cabeça e rimos novamente. - Adorei, menininha!! Mas não fui só eu que gostei não... a peãozada toda aqui adorou... tá todo mundo tarado por você, deliciazinha!!
Ao ouvir aquilo eu comecei a ficar toda tesudinha e pensei: "Quer saber? Foda-se minha amiga! Vou faturar pelo menos um dos pedreiros". E disparei: - Tá sozinho aí?
- Sim, princesinha! Os outros já foram embora... eu fico aqui pra vigiar a obra! A resposta dele soou como um convite para eu entrar, tamanho era o meu tesão.
- Ontem você só viram meus peitinhos... hoje eu quero mostrar meu corpinho todo... pra você, seu, seu... - Vicente!! Meu nome é Vicente! - respondeu ele, já percebendo minhas segundas intenções.
Entrei e ele me levou para um quartinho. Eu estava muito afoita e já fui tirando minha roupa num delicioso strip pra ele. - Vocês elogiam tanto minha bunda... agora você tá vendo ela na sua frente, "nua e crua"! - falei sorrindo. - E então? Vai ficar só olhando?
Nisso o Vicente se aproximou e começou a passar a mão na minha bunda, beijar, dar mordidinhas, lamber, e socava a língua no meu cuzinho com gosto, me levando à loucura. Eu estava com tanta vontade de meter que gozei na boca dele em poucos segundos.
Para retribuir mandei que ele se deitasse no colchonete, e comecei um boquete guloso na piroca dele. Eu chupava a cabeça da rola por uns segundos, e depois socava tudo na boca, babando no pau dele e lambendo as bolas.
- Isso, putinha... ninfetinha boqueteira do caralhoo... chupaa minha rola... vaii... issoooooo... assim!! - ele gemeu bem gostoso e falou muita putaria. Até que minutos depois ele explodiu num gozo espetacular, e melecou todo o meu rostinho e seios.
- Caralhoo, princesa... que boquinha de veludo... melhor boquete de BH!! Agradeci com um doce selinho na boca dele. Mas eu ainda precisava levar pirocada. Pedi pra ele continuar deitado no colchonete, terminei de tirar sua roupa e fui pra cima dele. Dei um monte de beijinhos e mordidinhas em seu peito.
Não demorou muito e a pica dele reagiu novamente. Peguei nela e punhetei mais um pouco, até deixá-la completamente dura. Peguei uma camisinha, encapei o pau dele e fui subindo, cavalgando bem gostoso.
Eu enfiava a pica dele até o talo na minha bucetinha, subia, descia, dava raboladinhas, e ele gemendo, delirando, pegava firme na minha bunda, apertava minhas nádegas, e socava com vontade.
- Mete gostosooooo... mete... fode bem gostosooooo... você queria me foder, não queria?... seu tarado... fode agora... fode sua princesinhaaaaaa!!!
O tesão já nos possuia, e o cheiro de sexo subia no ar. Deslizei na pica dele por alguns segundos e gozei, com o pau dele bem na portinha da minha buceta. Que coisa mais deliciosa!! Depois que gozei eu soltei meu corpo e deslizei na vara novamente, ficando entalada no pau daquele negro parrudinho e gostoso.
Foi um orgasmo tão delicioso que meu gozinho escorria pelas pernas, e cai sobre o peito dele, que continuou estocando com mais força, socando com vontade. Logo vi que ele ia gozar e saí de cima dele. - Não goza ainda, meu amor... quero dar pra você mais um pouquinho... deixa só eu descansar!! - falei e ele concordou.
Exaustos ficamos deitados. Uns cinco minutinhos conversando, nos recuperando, e falei pra ele: - Se prepara que agora você vai foder meu rabinho loiroo!! Os olhos dele arregalaram e ele me deu um tapa na bunda.
- Então fica logo de quatro, vagabundinha linda... quero arrebentar esse cuzinho gostoso!! - o safado falou e, por alguns instantes, me arrependi de ter falado que ia dar minha bundinha pra ele.
Fiquei de quatro, bem empinadinha e pedi pra ele chupar bastante meu cu, cuspir e babar muito lá dentro pra lubrificar. Ele lambeu e chupou tão gostoso o meu buraquinho que gozei de novo na linguinha dele.
Depois ele colocou uma outra camisinha e ajeitou a piroca na entradinha do meu cuzinho. Foi difícil de entrar, mas logo meu anelzinho cedeu e a cabeça da rola entrou, me causando uma dor insuportável. Mas eu já tinha dado meu cu antes, e sabia que essa dor era passageira.
E foi mesmo. Logo o resto do pau entrou pra dentro de mim, deslizando e esticando ao máximo o músculo do meu esfíncter. Que delicia sentir aquela vara no meu rabinho. Ele foi socando centímetro a centímetro.
Eu me sentia rasgada, arrombada, invadida, e comecei a sentir um prazer irresistível. Logo ele já estava socando com vontade, dando tapas na minha bunda, puxando meus cabelos, e eu rebolando feito uma cadelinha no cio na piroca dele.
Eu sentia minha bunda bater nas bolas dele, e ele socava com gosto, com força. Meu cu já estava tão aberto que o pau dele entrava e saia deslizando, sem qualquer dificuldade. Depois de alguns minutos me enrabando eu senti meu corpo tremer, e gozei mais uma vez, dando o cu, do jeitinho que eu gosto. Ele meteu mais uns cinco minutos e também gozou.
Caímos os dois exaustos no colchonete. Fiquei de olhos fechados, e ele também, deitado em cima de mim, e curtindo os últimos espasmos do nosso gozo. Mais uma vez eu estava me sentindo a puta mais tesuda do mundo por ter dado conta de um macho de verdade.
Até que de repente o Vicente gritou: - Ihhhhhhh...!! Caralhoooo!!! Agora fudeuuuu!!! Ele saiu rapidamente de cima de mim. Assustada abri os olhos pra ver o que tinha acontecido. Quando olhei em direção à porta do quartinho eu vi minha mãe.
Ela estava parada, em pé, nos olhando com um cinto na mão e lágrimas rolando nos olhos. O Vicente ainda quis me defender, dizendo que a culpa era dele. Mas minha mãe conhecia bem a filha putinha que tinha, pois já havia me flagrado outras vezes chupando a piroca de primos meus e moleques da nossa rua.
Olhei para o Vicente extremamente chateada. Por que o filho da puta não tinha fechado o portão da obra corretamente. Com certeza minha mãe não teve dificuldade alguma para abri-lo e entrar. Ele me devolveu o olhar, se sentindo culpado também.
Envergonhada, minha mãe me levou pra casa. Nem preciso dizer que apanhei muito e fiquei de castigo por um bom tempo. Mas nada disso adiantou, pois continuei putinha e dando muito. Só não sei até hoje quem foi que me dedurou. Com certeza alguma vizinha fofoqueira e invejosa.
Bom, por hoje é só pessoal. Espero que tenham gostado. Logo eu volto com mais uma das minhas aventurinhas. Quem quiser trocar confissões, deixe os dados de contato nos comentários.
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