Conheci o meu namorado numa festa de amigos. Ele estava junto do pai dele, um coroa sarado, grisalho, do jeito que eu gosto. Apesar do pai do meu namorado ser bem mais velho que eu, fiquei vidrada nele, pois gosto de homens mais velhos.
À principio só rolou atração da minha parte, porque ele nem olhava pra mim. Acho que ele me achava uma pivete, porque eu tinha pouco mais de idade que o filho dele. Mas aquele homem mexeu comigo, e apesar dele ser casado, eu fiquei a fim dele, não pra casar, mas... se ele me cantasse eu não pensaria duas vezes antes ir pra cama com ele.
Acabei ficando amiga do Pablo, que era filho dele, mais por conveniência do que porque eu gostava. Depois de algum tempo o Pablo começou a me assediar, mas eu não dava chances, porque eu curtia mesmo era homens bem mais velhos que ele, que tinha apenas uns 20 anos.
Eu era muito independente. Eu saia com quem eu queria e escolhia bem pra depois não ficarem pegando no meu pé. Eu não queria compromissos, e fazia algum tempo que eu não saía com ninguém. Eu andava meio na seca e num dia, depois da balada e de alguns goles, ele me levou pra casa. Como eu morava sozinha, por insistência dele, acabamos transando. E isso rolou mais umas duas vezes e talvez por isso ele me pediu em namoro.
Só que ele não me atraia como homem. Eu achava ele muito imaturo. Acabei aceitando mas, na verdade, só aceitei porque vi a chance de me aproximar do pai dele. Nossaaaaa!!! Aquilo sim, era um pedaço de mau caminho, um corpo sarado, cabelos grisalhos, alto e com a barba por fazer.
Aquilo sim era o HOMEM dos meus sonhos e dos sonhos de qualquer mulher. Só de pensar já me vinham mil sacanagens na cabeça. Logo virei amiga da mãe do meu namorado, adicionei ela no facebook, só pra ter mais opções de fotos do marido dela. Sorte minha que ela postava quase tudo. Vi ele então em trajes de banho. Eu adorava a forma física dele, mas isso não me surpreendia, porque ele malhava e se cuidava.
O Pablo já não me satisfazia... nem nos beijos nem na cama. O "motivo maior" que me fazia continuar com ele era o pai dele, senão eu já o teria despachado. Devido ao meu namoro com o filho dele eu passei a frequentar a casa deles e quase sempre me deparava com seu pai ao chegar lá.
Na maioria das vezes eu o via sem camisa, exibindo seus belos músculos. Sempre que eu chegava logo vinha aquele homem gostoso e sempre perfumado me abraçar, sem malícia, me dando boas vindas. Digo sem malícia porque ele sempre demonstrou ser apaixonado pela esposa. Aliás ela também sempre me recebeu com muita amabilidade. E eu passava horas delirando enquanto olhava e estudava todas aquelas curvas e músculos do corpo daquele que era o sogro dos meus sonhos. Na verdade o homem dos meus sonhos. Claro que eu sempre disfarcei pra não dar bandeira, mesmo porque ele nunca me notou como mulher.
Acho que ele sempre me viu como a namoradinha do filho, e no fim eu ia sempre embora pra casa com uma vontade louca de sentir aquele homem me pegando e imaginando como ele seria na cama. Será que a piroca dele era proporcional ao resto do corpo?
E quando eu chegava em casa eu ia direto pro quarto, deitava na cama quase sempre excitada e com uma vontade enorme de dar pro primeiro que aparecesse. Era automático. Eu pensava nele, e minha mão já escorregava pelos meus seios delicadamente, até chegar na minha xoxota, que sempre estava molhadinha, só por pensar um minuto naquele homem gostoso.
Me restavam os dedos pra me consolar, sempre pensando no Jorge, pai do meu namorado, me vinham cenas picantes em situações diversas em minha mente e eu me masturbava até gozar. Eu começava a acariciar lentamente o meu clitóris, alternando com os dedos em movimentos circulares, e era sempre assim, com a imagem dele acompanhada de um orgasmo fenomenal.
Eu não poderia continuar assim, só desejando. Eu tinha que arrumar alguma forma de fazer acontecer. A iniciativa tinha que ser minha, porque o Jorge jamais tomaria a iniciativa. Eu deveria me insinuar pelo menos um pouco para ele, para ver se ele correspondia, Isso não saía da minha cabeça, mas eu não sabia como começar.
Certo dia, numa tarde de sábado e verão escaldante, quando fui pra casa deles, estavam todos na piscina. Fiquei muito empolgada, pois quando cheguei na porta da área pra ir pra piscina encontrei o seu Jorge só de sunga, todo molhado da água da piscina, de costas pra mim pegando algo na geladeira.
Eu fiquei ali imóvel, não conseguia me mover nem tirar os olhos daquele corpo delicioso. Na hora senti um formigamento nas partes íntimas, e dei um suspiro. Então ele se virou meio assustado por me encontrar ali, parada, o observando.
Percebi que ele notou pela minha cara, porque quando ele se virou, eu desci os olhos lentamente por todo o corpo dele. Acho que ele na hora leu em meus olhos, mas só sorriu, um sorriso perfeito e sedutor, e pela sua sunga dava pra perceber que não era pouca coisa ali.
Aquilo me excitou de uma forma que eu jamais tinha imaginado. Então, como sempre, ele veio e me abraçou e muito rapidamente, com um beijo na bochecha me perguntou:
- Faz tempo que você tá ai? Tá todo mundo lá fora... vamos fazer companhia a eles! - ele disse isso acompanhado de um sorriso enorme e convidativo. Então eu só sorri e não saía nada da minha boca, nenhuma palavra.
Ele me abraçou de lado, e caminhamos até a piscina. Aquele cheiro bom me hipnotizava, mas logo tive que acordar. Quando chegamos na piscina estava muito calor. Tirei minha blusa, expondo a parte de cima do biquíni e fiquei sentada debaixo do guarda sol, ao lado do Pablo.
Depois de um tempinho resolvi entrar na água. Minha sogrinha já tinha ido preparar uns petiscos. Logo tirei meu shorts e expus a parte de baixo do biquíni. Vi que meu sogro me olhou por alguns segundos enquanto eu ia tirando meu shorts.
Aproveitei da situação quando vi que seus olhos estavam em mim, para sensualizar. Adorei aquilo. Senti sua atenção toda pra mim, e comecei a dar leves e lentas mexidas no quadril para descer o shorts apertado.
Virei a bunda para o lado que ele estava e desci o shorts até embaixo, bem devagar. Logo virei e vi que ele ainda estava olhando, mas ficou sem graça quando viu que eu tinha percebido e voltou a nadar.
Dei um selinho no Pablo, meu namorado, e fui em direção à piscina. O seu Jorge estava segurando uma garrafa de cerveja ainda cheia que tinha acabado de pegar. Então eu passei por ele, e ele, muito brincalhão, perguntou com o olhar inocente:
- Tá com calor? - Muito! - eu sorri e disse. Então ele virou a cerveja, que estava muito gelada, pelos meus ombros.
Me arrepiei toda e senti a cerveja geladíssima invadir meu biquíni e tocar os meus seios, que estavam quentinhos. Senti os bicos endurecerem rapidamente de frio, e logo aparecerem no biquíni.
Notei nos olhos do meu sogrão que a expressão em seu olhar tinha mudado completamente. Ele não tirava os olhos dos bicos dos meus seios. Mas logo, para que o filho dele não percebesse, ele me empurrou na piscina em tom de brincadeira.
Foi então que percebi que as coisas haviam mudado um pouco. A partir daquele momento notei certo interesse. Então na minha mente, eu já arquitetava um jeito de fazer acontecer.
Minha sogrinha gritou de longe para que meu sogro fosse ajudar nos petiscos. Ele então foi e eu fiquei na piscina meio contrariada, porque, afinal, ele estava tendo uma queda por mim. Eu já estava com uma imensa vontade de me tocar ali mesmo, mas com gente por perto, nem pensar.
Eles trouxeram os petiscos, e a gente lanchou à beira da piscina. Ficamos boa parte da tarde ali, até que eles entraram pra descansar, eu acho, afinal, piscina a tarde toda cansa. Estávamos deitados numa rede balançando e o Pablo estava quase pegando no sono.
Deixei meu namorado perto da piscina sob o pretexto de buscar uma bebida na geladeira. Fiz uma horinha antes de entrar e vi que meu namorado estava cochilando. Foi quando entrei na cozinha só de biquíni, e disfarçadamente percebi que meu sogrão me acompanhava com o olhar.
Perguntei se ainda tinha cervejas geladas. Fui até a geladeira e propositalmente, num gesto provocativo, abri a geladeira, e fingindo não achar, abaixei até a parte de baixo, deixando minha bunda empinada e falei:
- Não tô achado nada aqui!!! Meu sogro entendeu o recado, e veio por trás de mim, encostou a mão na porta da geladeira e colou aquele volume imenso da sunga na minha bunda e ficou me roçando, enquanto inclinava a cabeça fingindo procurar também.
Senti o maior tesão. Na hora fiquei encharcada, e percebi que ele também estava gostando. Comecei a forçar minha bunda nele, dando pequenas reboladas, e senti o volume dentro da sunga crescer aos poucos.
Ele já nem disfarçava mais. Quando ele encostou aquela barba por fazer em meu ombro, pude sentir sua respiração mais forte e ele forçava cada vez mais aquele volume imenso na minha bunda.
O pau dele estava muito duro e me cutucando como um espeto. A cada respiração dele, e a roçada no meu ombro que ele dava com a barba, eu me arrepiava e me derretia toda. O tesão era visível em nós dois.
Só que ouvimos um barulho de porta. Era a mulher dele chegando de fora. Nos assustamos, ele se afastou e eu me abaixei rapidamente e peguei a cerveja. Ainda bem que ela não percebeu nada.
Continua...
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