É estranho como um relacionamento incestuoso, entre uma mãe e seu filho pode começar. O meu ocorreu não porque eu pulei na cama com meu filho, mas progrediu a partir de um pensamento completamente inocente até a sua realização total.
Tudo teve início quando meu filho, Rogério, decidiu que precisava de um passatempo. O Rogério sempre se interessou por todos os tipo de coisas artísticas. Um dia ele decidiu aprender a desenhar e a pintar, e comprou todos os tipos das coisas para isso, como lápis, pincéis, tintas, papéis de pintura e até mesmo um cavalete.
Passou um ano, e ele, estudando desenho artístico na faculdade de propaganda e marketing, já conseguia esboçar paisagens imaginativas, dinâmicas e empolgantes. Algo que me deixava empolgada era a sua tendência para me tomar como sua modelo.
Sempre que ele podia ele me desenhava cumprindo tarefas domésticas comuns, tais como lavando pratos, arrumando a sala, tirando o pó daqui e dali, e em outras situações casuais. Um dia, durante a tarde, tomei um banho refrescante. Quando saí do box, me enrolei numa toalha felpuda e macia e desci para a cozinha. Notei que peguei o Rogério de surpresa, desenhando algo que ele imediatamente cobriu com as mãos.
Peguei a cafeteira e enchi uma xícara. - O que você está aprontando? - perguntei a ele com um sorriso. Pela minha mente passou a ideia de que ele se dedicava a retratar mulheres em poses eróticas. Isso imediatamente aguçou minha curiosidade.
Qual seria o modelo de beleza para o meu filho? - Você se importaria em me mostrar o desenho? - perguntei-lhe docemente. Ele balançou a cabeça negativamente, e ficou muito vermelho. - Por que não, Rogério? Fiquei muito curiosa! - insisti sorrindo.
- Isso não é para você ver, mãe! - ele disse, tentando escapar da conversa. Deixei a xícara de café em um canto e me sentei à mesa ao seu lado.
Afastei sua mão do desenho e quando vi o que ele estava fazendo, fiquei sem fôlego. Eu era a modelo que ele retratava. Mas eu estava nua nesse desenho. A pose era até mesmo inocente. Eu andava pela cozinha, carregando uma xícara na mão.
Sinceramente, eu achei particularmente bonito seu esforço. Ele possuía um traço ingênuo, mas seguro e doce. Porém, percebi que ele estava muito encabulado. Resolvi aliviar o clima de tensão no ar.
- Maravilhoso. Você é um artista mesmo, querido. Só que eu avalio que meus seios sejam um pouco maiores! - eu falei e ele estremeceu perceptivelmente.
Então ele me olhou na região do busto e disse: - Eu não acho isso, mãe. São do mesmo tamanho que eu fiz. - Filho, você é um artista. Pode comparar o que desenhou com a realidade e tirar suas conclusões! - contestei delicadamente, suavizando minha voz.
Sinceramente não descobri, naquele momento, mal algum em passar minhas mãos pela borda do meu robe e abri-lo, expondo meus seios a ele. Sempre tivemos um clima de naturalidade e descontração em casa. Não vi nada indecente no que eu estava fazendo.
Acreditei que eu agia de forma consistente e nada provocante. No entanto, notei um brilho incandescente no olhar do meu filho. - Mais, por favor! - ele pediu.
Fiquei incerta. Mas ele era um artista. E eu estava, no fundo, apreciando o fato dele me usar como sua modelo para posses mais íntimas e pessoais. Abri o nó do cordão do robe e livrei-me dele, expondo todo meu corpo.
Ele respirou profundamente, ruidosamente. Mordeu o lábio inferior e abriu a mão deixando cair o lápis. - O que aconteceu? - perguntei-lhe incerta. - Não quer continuar o desenho?
Ele nada disse. Aproximou o rosto dos meus seios e a sensação da sua respiração quente sobre minha pele provocou uma onda de calor que correu todo meu corpo. Contra minha vontade, senti os mamilos ficando durinhos, denunciando minha excitação repentinamente intensa e proibida.
Ele recuou. Tomou o lápis, olhando alternadamente meus seios e minha buceta bem depilada e já completamente melada. Eu, claro, notei a volume do seu pênis sob o tecido de jeans da sua calça. No entanto, ele tentou concentrar-se no desenho.
Ele apagou a linha dos seios no papel e tentou traçá-la me observando. Suas mãos tremiam, e seu traço era errante. Ele tentou agir profissionalmente, enquanto eu permanecia na mesma pose ao seu lado. No entanto, ele inclinou o rosto na direção dos meus seios novamente.
Seus lábios roçaram no mamilo suavemente. Sua língua quente traçou-lhe o contorno. E eu tive que lutar para não gemer de prazer e tesão. Meu filho afastou a boca do mamilo, e lambeu e mordiscou a base do meu seio.
A língua atrevida e erótica subiu-me todo o seio, e sua boca sugou-me o mamilo, inicialmente com ternura, depois com volúpia, querendo me incendiar, querendo fazer com que eu me entregasse por inteira. Depois, ele devorou, lambeu e sugou o outro seio, massageando os dois com as mãos.
Os biquinhos dos meus seios estavam tão durinhos que até doíam. Fechei meus olhos, e sua mão desceu, explorando meu corpo, meu abdômen liso, o espaço entre minha coxas. Eu tremia de tanto tesão. - Você gosta disso, mamãe? - ele sussurrou no meu ouvido.
Balancei meu rosto em resposta afirmativa. No limite da minha resistência, me levantei num pulo. - Fiz uma coisa errada? - ele me perguntou. Eu apenas lhe estendi a mão.
- Venha comigo... vem! - eu disse rapidamente, guiando-o até meu quarto. Lá eu o ajudei a tirar sua roupa. Quando ele se libertou da última peça, seu pau, que era delineado pelas formas atraentes da juventude, mostrou-se muito duro e pulsante para mim.
- Você é lindo, filho! - falei bem baixinho, segurando o pau dele com uma mão e percorrendo seu tórax maravilhosamente musculoso com a outra. - Me beija... vem... beija a mamãe! - pedi, cheia de desejo.
Quando senti a língua dele explorando o interior da minha boca eu iniciei uma massagem sensual com a mão na sua pica dura como uma barra de ferro. Interrompi o beijo e percorri-lhe o tórax, e depois o abdômen com a língua. Fiquei de joelhos na frente dele e o encarei.
Eu estava com muita vontade de provar a rola dele, sentir seu caralho quente e duro dentro da minha boca por alguns minutos. Sempre recusei ou protestei em fazer isso com qualquer outro homem. Mas, frente ao meu filho, era impossível resistir ao impulso de servi-lo como se eu fosse sua escrava sexual e ele meu senhor.
Com receio de assustá-lo, e deliciando-me em servi-lo, perguntei: - Posso sentir você na minha boca, filho? Ele fez que sim. - Me chupa, mamãe! Chupa bem gostoso! - ele disse bem baixinho.
Mal esperei ele falar isso e já beijei todo o seu pau, da base até a cabeça. Nossaaaa!! A cabeça do pau dele já liberava umas gotas de um líquido delicioso, como se estivesse me convidando e me falando o que eu devia fazer.
Ofereci-lhe meus lábios entreabertos e os quadris do meu filho vieram para frente, deslizando o pênis pelo interior da minha boca. O calor do seu pau transmitia-se a mim. Eu me sentia unida e dirigida por ele a cada movimento.
A sensação de volume, do calor, o gosto picante da sua masculinidade invadindo o interior da minha boca era arrebatadora. A região entre as minhas coxas ficava cada vez mais úmida, em resposta à mamada que eu dava na rola dele.
Meus seios doíam. Eu não podia resistir mais. Levantei-me, me atirei na cama e implorei. - Me fode... me come, filho... por favor... vem comer a mamãe. Ele agarrou minhas pernas entre suas mãos fortes e decididas e as abriu ainda mais.
Em seguida ele cobriu meu corpo com o seu e me beijou, enquanto seu pau invadia minha buceta e ele, finalmente, me possuía toda para si. Eu gemia de prazer e rebolei meu corpo sob o dele, e orientei o rosto do meu filho na direção do meu seio.
Ele entendeu rapidamente o que eu queria, e ao mesmo tempo que me sugava e beijava o mamilo durinho, ele me fodia com metidas poderosas e velozes. - Vou gozar, mamãe!! - ele falou, desesperado. Abracei-o com força entre os meus braços e enlacei seu quadril com as minhas pernas.
Nos beijamos apaixonadamente enquanto a pau dele entrava bem fundo na minha grutinha quente e escorregadia. Não demorou e ele deu um gemido mais forte e fechou os olhos. Nesse momento eu percebi que ele estava gozando. Um jato de porra quentinha dentro da minha buceta não me deixou dúvidas.
A porra dele dentro da minha bucetinha bastou para acender em mim a chama ardente do orgasmo e meu corpo tremeu inteiro, liberando todo o prazer que existia em meu ser. Gozei como nunca tinha gozado antes.
Depois que ambos gozamos, ele saiu de dentro de mim e ficamos deitados lado a lado. Contemplei absorvida sua nudez e as proporções magníficas daquele pênis viril e enorme. Ele sorriu para mim, completamente satisfeito. Levantei os olhos até lhe capturar o olhar e disse:
- Nunca pensei que fosse tão bom repartir a cama com você, filho. Demonstrando sabedoria, meu filho insinuou: - Quando se ama, tudo é bom, não? Eu concordei, rindo baixinho.
- Você me ama? Me ama como mulher? - perguntei. Ele me beijou apaixonadamente. - Sim! Eu a amo, mãe! Como a mulher maravilhosa e deslumbrante que você é.
Essa foi a primeira noite do nosso amor proibido. Pedi o divórcio e me mudei de São Paulo para Florianópolis com meu filho. Lá todos nos julgam um casal normal e adequado à sociedade. Ele trabalha numa agência de publicidade e eu cuido da casa, e, claro, sempre lhe sirvo de modelo para excitar sua imaginação erótica.
Queria finalizar dizendo um só coisa: se você se sente atraída pelo seu filho, como eu, não tente dissimular suas fantasias. Se não puder realizá-las, masturbe-se secretamente imaginando-o entre seus braços. Afinal, qual mãe não tem secretamente um tesão carnal enorme pela sua prole?
Beijos a todos, Rosana.
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