Olá! Eu me chamo Nil e tenho uma historinha para contar a vocês. Há alguns anos havia uma garota na minha cidade. Ela se chamava Jussara e era uma coisinha linda, lembrava muito a Malu Mader quando jovem.
Eu batia muitas punhetas pensando na Jussara. Ela gostava de usar uns shortinhos curtos, mostrando parte de seu bumbum maravilhoso. E isso me despertava muito tesão por ela.
Eu dormia e acordava pensando como seria gostoso meter na bucetinha dela, chupando seus peitinhos lindos.
Uma vez estávamos de férias do colégio e, nessa época, sempre combinávamos um banho em um riacho próximo à cidade. Fomos numa manhã de domingo, eu, a Jussara e mais cinco amigos, entre meninas e meninos. A Jussara nunca tinha me dado bola, e eu só me satisfazia na punheta, pensando nela.
Chegamos ao riacho e fomos imediatamente botar nossas roupas de banho, meninos para um lado, meninas para outro. Eu estava ansioso para ver a Jussara de biquíni, pois já fazia muito tempo que eu não a via em trajes de banho.
O corpinho dela estava ficando cada vez mais gostoso, com suas curvas muito insinuantes. Eu sabia que eu ia me esbaldar com aquela coisa linda e gostosa. Meu tesão era enorme, só em pensar nela de biquíni. Aos poucos percebi meu pau ficando duro como uma barra de ferro. E isso só de vê-la de shorts.
Fiquei olhando para ela durante uns minutos, enquanto ela conversava com as amigas. Fiquei imaginando sua bucetinha, protegida por sua calcinha e seu shorts curtinho. Pensei no grelinho dela, imaginei como ele seria, e se a xoxotinha estaria peludinha ou raspadinha.
Não aguentei mais e, para disfarçar, entrei no riacho e dei um mergulho. Na hora que saí da água veio a surpresa. A Jussara estava de costas pra mim, com um biquíni minúsculo enfiado todinho no cú. A bundinha dela estava perfeita, deliciosa, bem redondinha. Era demais para mim ver aquilo. Meu pau quase explodiu de tão duro que estava. Eu queria muito que ela viesse para perto de mim, para ficarmos conversando. Eu queria arriscar algo, ou pelo menos debaixo da água me enroscar nela, sei lá. Com certeza ela não ia me dar ali, na frente dos colegas.
Eu, dentro da água, acompanhava todos os seus movimentos com aquele biquíni muito pequenino. De vez em quando ela abria ou fechava as pernas e eu me deliciava com a visão do volume que sua buceta fazia. E ela não percebia nada, e continuava conversando com as amigas, rindo à vontade.
A vontade de meter nela foi tomando conta de mim. Logo eu tirei meu pau pra fora e comecei a punhetá-lo lentamente, dentro da água mesmo, para que ninguém percebesse. Eu estava com tanto tesão que meu saco doía.
- Oi, Nil!!! - ouvi, para minha surpresa, a Jussara gritar. De imediato ela entrou na água e veio ficar perto de mim. Quase tive um troço, pois eu não estava acreditando naquilo. "Putz! E agora?!?", pensei. Ela vindo ao meu encontro e eu de pau duro. E se ela notasse minha pica apontando pra ela?!?
Fiquei muito sem graça e ela foi chegando mais perto de mim, bem de mansinho. - Nil... me ensina a nadar! - ela falou, puxando conversa. Porraaa!! Mal acreditei. Na hora percebi que eu estava com sorte. Olhei para ela, toda gostosinha naquele biquíni minúsculo.
- Claro... ensino sim, Jussara! - respondi até gaguejando um pouco. Em seguida comecei a aula de natação. Eu segurava na sua barriguinha para que ela movimentasse os pés, e ríamos muito daquela situação.
Olhei em volta e vi que nossos amigos também se divertiam e não prestavam muita atenção na gente.
Continuei segurando-a na água, curtindo cada segundo daquele momento precioso. Até que, sem querer, a mão dela tocou no meu pau, que continuava muito duro. - Nossaaaaaaaa!! O que é isso, Nil?!? Você tá com vontade de transar?!?
Confesso que fiquei um pouco sem graça. - Desculpa, Jussara... nem sei como explicar isso! É que faz um tempo que não fico com nenhuma garota! - falei, demonstrando um desconforto com aquilo.
- Tá... vou acreditar que é isso mesmo! Olha lá, heim? Eu ainda acho que você tá é aproveitando de mim! - ela falou e sorriu. Eu também dei um sorriso sem graça e continuamos a aula de natação.
Num determinado momento minha mão foi bem em cima da buceta dela. Foi uma sensação maravilhosa poder tocá-la, mesmo por cima do biquíni. Meu pau já estava doendo, tamanha era a minha ereção. Eu precisava sair dalí e bater uma punheta.
- Jussara, vamos parar um pouquinho... fiquei cansado! - falei, torcendo pra ela aceitar e eu poder ir atrás de uma árvore aliviar o meu tesão. - Poxa, Nil... agora que estava ficando gostoso! - ela falou com a cara mais inocente do mundo.
- Gostoso? Não entendi! - perguntei, um pouco confuso. - Você acha que não percebi, né?... Você estava passando a mão em mim a todo momento! - ela falou, bem baixinho para ninguém nos ouvir.
- Eu?!? - Sim, você mesmo! E tá de pau duro há um tempão, seu tarado! - ela falou, ainda com a voz baixa.
Eu não sabia onde meter a cara. Na verdade o meu maior receio era ela levantar a voz e todos perceberem que eu a estava bolinando ali, dentro da água.
Para minha alegria ela manteve a voz baixa, e chegou bem pertinho de mim, ficando a poucos centímetros de distância. - Deixa eu ver o tamanho do seu pau, seu sem vergonha! - ela falou e, sem me dar tempo de reagir, levou a mão no meu shorts, apertando minha rola firmemente.
- Puta merdaaaaa!! É grossoooo demaissss!! - ela falou, fazendo uma carinha de assustada. Quase morri de tanto tesão. Ela ficou alguns segundos segurando e apertando. Nem consegui falar nada, apenas fechei os olhos e soltei um gemido de prazer.
- Quer passar a mão na minha buceta de novo, por cima do biquíni? - ela me perguntou, para minha surpresa. - Posso?
- Claro que pode, seu bobo! Eu já bolinei seu pau mesmo! Vamos ficar brincando um pouco... aí você aproveita e passa a mão de vez em quando, tá?
Concordei e começamos a brincar dentro da água, um pouco afastados de nossos amigos. Ela me abraçava de frente e eu aproveitava para fechar a mão na xoxota dela. Então ela afundava, se afastava um pouco, voltava, e novamente eu enfiava minha mão na bucetinha dela.
A brincadeira estava tão boa que eu já estava quase gozando, sem nem mesmo punhetar. Estava muito excitante mesmo. Fiquei pegando na buceta dela por cima do biquíni um tempão, até que resolvi avançar um pouquinho mais.
Em um determinado momento ela me abraçou e levei a mão na xoxota dela novamente. Na hora que ela fechou os olhos e deu um gemido, usei um dos dedos para puxar a calcinha do biquíni dela de ladinho. Ela levou um susto e saltou pra longe.
- Só por cima da calcinha, Nil... nossos colegas estão aí... podem nos ver! - ela falou, me olhando de forma bem séria. Concordei e continuamos o nosso joguinho de provocação. Logo eu apertava a buceta dela com gosto, enchendo a mão.
Eu percebia que a bucetinha dela estava um pouco peluda, do jeitinho que eu gosto. E isso estava me matando de tesão. Por várias vezes a abracei por trás, encaixando meu pau na racha da bundinha dela.
Nesses momentos a Jussara ficava quietinha por uns segundos e depois se afastava, dando risadinhas.
Não demorou muito e os colegas começaram a sair de dentro da água para fazerem um lanche, ficando só nós dois dentro da água. Nesse momento ela me arrastou para um local no qual o barranco nos escondia um pouco dos nossos amigos.
- Vem... rápido... enfia dois dedos na minha buceta e faz movimentos de vai-e-vem... Agora ninguém pode nos ver! - ela falou e puxou a calcinha do biquíni de lado. Nos abraçamos e enfiei dois dedos na buceta da Jussara, bem fundo. Ela foi à loucura.
- Assim eu gozo, Nil!... Ohhhhhh... que gostosooooooo!! - ela gemeu e me abraçou ainda mais apertado. Olhei para o barranco e vi que nossos amigos realmente não haviam sentindo falta da gente ainda. Aumentei os movimentos, pois eu queria vê-la gozar dentro da água.
- Mais... r-r-rápidooooo... por favorrrrr... Q-q-quero gozar nos seus dedossss!! - ela gemeu e gozou sussurrando no meu ouvido. Foi demais. Eu nunca ia esquecer aquele banho. Ficamos abraçados um tempão, até a respiração dela voltar ao normal.
Minha pica continuava muito dura. Virei ela de costas pra mim e a abracei bem forte, encaixando meu pau de novo no meio de suas coxas. Pude sentir os lábios da buceta dela roçando por toda a extensão do meu cacete.
- Deixa eu te comer... deixa?... estou louco de vontade!! - falei no ouvido dela.
Ela apenas se virou, com um olhar de satisfação. - Aqui não, Nil... é muito arriscado! Mas faz um coisinha pra mim... Bate uma punheta fora da água, goza numa folha e trás que eu quero lamber tua porra! - ela me falou bem baixinho, ajeitou a calcinha do biquíni e saiu rebolando, toda sedutora.
Esperei meu pau amolecer um pouco e fui lanchar com ela e nossos outros amigos. Depois dei uma disfarçada, peguei um saquinho de pipoca vazio e fui ao mato. Longe de todos eu bati uma punheta deliciosa e gozei dentro do saquinho. Eu queria ver se ela estava falando sério mesmo.
Novamente entrei na água e fui me aproximando da galera. - Jussara... - chamei e mostrei a ela o saquinho. Ela veio sorrindo ao meu encontro. Ficamos conversando vários minutos, esperando nossos colegas se distraírem.
Quando isso aconteceu, ela pegou o saquinho, abriu e bebeu minha porra, na minha frente, me deixando completamente louco ao ver aquilo.
Foi um banho realmente inesquecível. Depois disso aconteceram muitas outras loucuras iguais a essa. Comentem que depois eu volto para contar mais. Por agora, tudo que tenho a dizer é: que saudade da Jussara!
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