Vou contar a maior loucura sexual que eu já cometi. Foi quando acabei por transar com meu irmão mais novo. Então vou resumir: somos em três irmãos, só eu de mulher. O mais velho tem 33 anos, é casado e não vive com a gente.
Eu me chamo Andressa, tenho 26 anos e meu irmão mais novo, o Douglas, tem recém completado 18 anos. Ele é o que chamamos de a raspa do tacho e, por ser o caçula, ele sempre foi o mais mimado. Até eu mesma o mimava bastante quando ele era criança e até a adolescência.
Pelo fato de o Douglas ser 8 anos mais novo que eu, eu praticamente ajudei a criá-lo, e não tinha nenhum pudor, principalmente em casa, onde eu andava para lá e para cá de baby doll. Eu não me importava com ele, por ele ainda ser uma criança. Mas ele foi crescendo, e para mim continuava ser normal as minhas atitudes em casa.
Com o casamento do irmão mais velho, ficamos apenas eu e o Douglas, meu irmão caçula. Meus pais eram separados e minha mãe era funcionária publica, e trabalhava o dia todo. Já o Douglas era promoter de eventos e então trabalhava a maior parte do tempo em casa mesmo, pela internet, e contatos telefônicos. Assim, a maior parte do tempo ficávamos só nós dois em casa. Como mencionei anteriormente, em casa eu sempre gostei de ficar bem à vontade, com roupas leves tipo shortinhos e camiseta, principalmente no verão. Às vezes eu circulava pela casa só de calcinha e camiseta. Como não sou boba nem nada, por vários vezes eu percebi que o Douglas, meu irmão, me secava direto, olhando para a minha bunda.
Certa vez ele até arriscou um comentário. - Mana, você tá muito da gostosa com essa camiseta curta por cima da calcinha! - ele me falou, com um sorriso naquela carinha de safado. - Respeita, menino! Isso é jeito de falar com sua irmã?!? - retruquei.
- Sério, Andressa! Se eu não fosse seu irmãozinho mais novo, eu até te pegava! - Pegava, né? Pegar vai ser a mão da nossa mãe na sua fuça quando eu contar isso pra ela! - falei e caímos na risada. Confesso que fiquei envaidecida com aquela cantada velada, afinal, meu irmãozinho era um gatinho e fazia sucesso com as namoradinhas. Não rara as vezes que eu escutava barulhos dele e as namoradinhas dentro do seu quarto transando. Digo namoradinhas porque ele não tinha nenhuma fixa.
Um belo dia estávamos em casa, somente eu e o meu irmão Douglas. Não tínhamos nada para fazer e ficamos nós dois conversando na cozinha, enquanto comíamos um lanche. De repente o assunto girou em torno de namorados. Eu, por ser mais velha, e para tirar um sarrinho dele, resolvi provocar.
- Douglas, eu já ouvi você transando dentro do seu quarto! - falei. - Você não tem medo de engravidar as meninas não? - completei. - Claro que não, Andressa! Eu sei me cuidar e faço elas se cuidarem também! - ele respondeu, de forma bastante natural. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, meu irmão disparou um torpedo para cima de mim. - E eu já ouvi você gemendo dentro do seu quarto, Andressa! - ele falou. - E como você não tem namorado, só posso imaginar que você estava se masturbando. Acertei? - o safado me perguntou, com um risinho no canto da boca.
- E se eu estivesse me masturbando? Você não tem nada com isso! - falei rindo. - Você que pensa, maninha! - meu irmão respondeu. - Eu posso dar um jeito pra que você não faça justiça com as próprias mãos! - ele disse e caí na risada, até porque ele usou uma expressão que achei muito engraçada.
- Antes só do que mal acompanhada, Douglas! - falei, na esperança de dar o assunto por encerrado, mas meu irmão não se deu por vencido. - Mana, você não imagina quantas punhetas eu já toquei em sua homenagem!
- Hã?!?... punheta em minha homenagem?!?... que conversa é essa, menino? - falei, demonstrando estranheza naquilo. - É sério, Andressa! Eu fico te olhando andando aí de camiseta, com a calcinha enfiada nessa sua bunda... e fico louco de vontade de te pegar!
Eita, quando meu irmão falou isso minha cabeça deu um nó. Eu já tinha percebido o quanto ele me secava, mas bater punheta pensando em mim era algo que eu não tinha imaginado. Olhei de relance e vi o quanto o pau dele estava duro, atravessado em sua bermuda. Engoli em seco e devo ter ficado vermelha igual um pimentão.
Ao mesmo tempo que a declaração do Douglas me deixou sem chão, aquela conversa tinha me deixado excitada. Senti minha buceta pulsar e molhar o fundo da minha calcinha. Como estávamos em pé na cozinha, senti minhas pernas bambas, como se eu fosse cair. Mesmo assim consegui reunir forças para tentar escapar daquela situação.
- Douglas... eu... nós... meu deussss... essa conversa tá muito estranhaaaaa...! - falei, guaguejando. - Acho melhor a gente... mudar de assuntooooo! - concluí, com dificuldade na voz. - Mudar por que, Andressa? Está com medo? - meu irmão falou, desafiador.
- Douglas, não é medo... é que somos irmãos. Só isso! - Ah, se não fossemos irmãos, então rolava? - meu irmão me perguntou, me olhando com olhos gulosos. Senti minha pele se arrepiar toda. - Até poderia ser que rolasse, mas...! - não consegui terminar de falar.
Meu irmão Douglas veio rápido, me abraçou por trás e beijou meu pescoço, me apertando forte em seus braços. Senti o seu pau duro na minha bunda. Eu, que já estava sem chão, fiquei apavorada e tentei resistir. - Douglas... eu... nós... meu deussss... não podemos... fazer issoooooo...!! - tentei me livrar, mas meu irmão estava decidido.
- Podemos sim, Andressa... eu quero... e você também quer... hummmm... você é... tão... cheirosaaaaa!! - meu irmão falou e me arrochou por trás, bem apertado mesmo. Senti a coxa dele se enfiar no meio das minhas nádegas. Meu deusssss! Eu estava perdida, sem saber muito bem como reagir.
- Douglas, nós... ohhhhhhhh... meu deusssss... a gente...!! - sussurrei, enquanto meu irmão começou a apalpar meus seios, massageando suavemente, com as duas mãos enfiadas por dentro da minha camiseta. Com isso ele foi minando minha resistência.
Eu sabia que aquilo era errado, mas eu estava na seca. Fazia muito tempo que eu não dava a minha buceta. E meu irmãozinho me queria, com aquele pauzão duro esfregando na minha bunda, bem em cima da minha calcinha. Aliás, na idade do Douglas, ele comeria qualquer uma. Só que eu não era qualquer uma, eu era a irmã dele.
- Douglas... não faz... issooooooo!! - gemi quando meu irmão foi ainda mais ousado. Aproveitando-se da minha fraqueza, ele tirou minha camiseta, me deixando somente de calcinha na frente dele. Meu deussss!! O Douglas ia me comer. Meu irmão mais novo ia meter aquele pau dele na minha buceta.
- Isssooooo... ficou linda demais... só de calcinha... hummmmm... olha a calcinha dela... enfiada todinha no cú... que delíciaaaa...!! - o Douglas falou isso e, se sentando em uma das cadeiras da cozinha, me puxou para o seu colo. Fiquei sentada nas pernas dele, de costas para ele, só de calcinha.
- Irmãozinho... já tá bom... a gente não pode... se a mãe... se ela... souber... ela... ohhhhhhhhh... não faz isssooooo... ela... mata... a genteeee...!!! - gemi, totalmente rendida, enquanto meu irmão me bolinava, apertando meus peitos, já com a mão dentro da minha calcinha, massageando minha xoxota.
- Eu vou te comer... todinhaaaaa... Andressa... vou meter gostoso nessa sua buceta... hummmmm... você é... toda lisinhaaaaa... e cheirosaaaaa...!! - o taradinho beijava minha nuca, passando as mãos por todo o meu corpo. E eu me derretia toda, com minha periquita assanhada, melando os dedos dele.
Apesar de eu saber que era errado, que era incesto e tal, no meu íntimo eu estava excitada demais para esboçar qualquer reação. E, apesar da sua pouca idade, o Douglas manuseava suas mãos habilmente por sobre o meu corpo, me arrancando gemidos e arrepios.
Era errado. Estava tudo errado, mas eu não tinha forças para resistir, e, pelo jeito, fatalmente acabaria acontecendo o que logo em seguida aconteceu. - Vem aqui, vem... vou te comer na sua cama, Andressa... vai ser lá na sua cama!!! - o Douglas falou e já foi me arrastando pela mão para o meu quarto. Sem forças, eu apenas me deixei levar.
- Irmãozinhooooo... você tem certeza disso?... se nossa mãe... descobrir... nós estamos ferrados!! - falei, ou pelo menos acho que falei. Meu irmão apenas sorriu e me deitou na minha cama, de barriga para cima. Fiquei olhando enquanto ele calmamente tirava a minha calcinha.
- Uau!! É mais bonita do que eu pensava, Andressa!... e está toda meladinha... hummmm... que coisinha mais linda essa xoxota! - os olhos do Douglas se arregalaram quando ele viu minha buceta, toda lisinha, depilada, do jeito que sempre gostei.
Em seguida ele se ajeitou no meio das minhas pernas e começou a beijar a minha barriga, lentamente, e depois subiu para os meus peitos, os quais ele chupou e mordeu por vários minutos.
- Mmmmmmm... hummmmm... Douglas... ahhhhhh...!! - fiquei gemendo baixinho enquanto meu irmão beijava todo o meu corpo, e com os dedos, massageava meu clitóris, me levando à loucura. Então, com meus olhos entreabertos, vi ele tirar toda a sua roupa e seu pauzão enorme balançou entre suas pernas.
A essa altura já não me restava outra opção senão abrir as pernas e deixar acontecer o incesto. - Irmãozinho... você pegou a camisinha? - falei baixinho, pronta para ser penetrada na minha buceta.
- Vou pegar no meu quarto. Espera aqui desse jeito! - Eu tenho... pega na minha gaveta! - falei e o Douglas rapidamente pegou um dos vários preservativos que eu mantinha na minha gaveta.
Então vi meu irmão, com um sorrisinho no canto da boca, rasgar a embalagem do preservativo e encapar seu pênis, que estava muito duro e grosso.
- Nussssss... nem acredito que vou comer essa sua buceta... hummmm... linda demais... Andressa! - o Douglas falou, abriu minhas pernas e se ajeitou no meio delas. Nem precisou de lubrificante, pois eu estava super melada. Ele só posicionou a cabeçona do pau dele na minha entradinha e, sem muitas cerimônias, empurrou.
- Aiiinn... Douglas... devagar, maninhooo... Aiiinn... põe devagar na sua irmã...!! - gemi e reclamei quando o pau do meu irmãozinho entrou em mim, esticando minhas paredes vaginais e indo parar lá no fundo, até não caber mais. Nossaaaaaa!! Que penetração gostosa. Parecia que minha buceta não parava de dar as boas-vindas ao pau dele.
- Ahhhhh... Andressaaaaaa... que delíciaaa... nem... acredito... ahhhhh... acredito... nem... acredito... que estou... te comendooooooo!!! - meu irmão falou e se deitou por cima de mim. Enlacei meus braços ao redor do pescoço dele e o puxei para mim, em um papai-e-mamãe super romântico.
E então a surra de piroca começou. O Douglas enfiou em mim com muita vontade, em estocadas fortes e vigorosas, num movimento de entra e sai ritmado, levantando o quadril e soltando todo o seu peso, para que o pau entrasse até o talo na minha buceta gulosa.
Eu já tinha transado com outros namorados, mas transar com meu irmãozinho me deixou muito mais excitada que em outras ocasiões. Aquele momento me excitava ainda muito mais, talvez por ser algo condenável e proibido, mas a minha adrenalina estava a mil. Minha excitação era tanta que eu já não me controlava mais, e estava deixando rolar.
- Oh, meu irmãozinhooooo... comeeeeee, comeeeeee, comeeeeee... vaiiiiiii... vaiiiiiii... cê tá comendo... sua irmãzinha, tá?... ohhhhh... que gostosoooooo... me beijaaaaaa... me beijaaaaa... que... ahhhhh... beijaaaaaa... vou... gozarrrrrr... ahhhhhhhhh... vou gozarrr... no seu pau!!!!
A boquinha linda do meu irmão encontrou a minha e nos beijamos loucamente, em um beijo molhado, proibido e cheio de tesão. Rebolei debaixo dele e gozei como eu nunca tinha gozado na minha vida. E o Douglas não aguentou e gozou também, enchendo a pontinha da camisinha com uma enorme quantidade de porra quentinha.
Depois do orgasmo nós dois ficamos deitados na cama, nos olhando e rindo daquela loucura. - Tú sabe que se a mãe descobrir nós seremos expulsos de casa, né? - falei para o meu irmã, alisando seus cabelos.
- Eu sei, Andressa! E valeu a pena correr esse perigo. Você não tem ideia do tesão que eu sentia vendo você com essas suas calcinhas enfiadas nessa sua bunda gostosa! - Você gosta mesmo da minha bunda, é?
- Sim, acho ela muito gostosa, principalmente quando você está andando pela casa. Fico louco vendo você rebolar, sabia? - Seu safado! - falei, vendo como o pênis do meu irmão já estava duro de novo. - Deixa eu fazer xixi pra gente fazer de quatro! Você quer? - perguntei ao Douglas.
- Claro que sim! Vou trocar a camisinha! - meu irmão disse. Poucos minutos depois ele estava me pegando de quatro na beirada da minha cama, me fazendo gemer e gozar igual uma gatinha no cio. Fiz questão de rebolar no pau dele por vários minutos, deixando ele se deliciar com a visão da minha bunda e do meu cuzinho lindo e intocado.
Tirando o fato de o Douglas ser meu irmão e um certo peso na consciência, foi uma transa maravilhosa. Só que depois do que aconteceu, o meu irmão começou a me assediar, querendo me comer o tempo todo. Não poderia haver repetição. Eu não poderia dar nenhuma brecha para outra investida dele.
Mas, como escapar do meu irmão se a gente ficava a maior parte do tempo sozinhos em casa? Eu bem que tentei, mas um dia eu estava dormindo no sofá, toda esparramada, de saia (mas de calcinha). Foi um susto acordar com o Douglas em cima de mim. Ele só tinha puxado a minha calcinha para o lado e estava com o pau todinho na minha buceta.
Depois desse dia eu me dei por vencida, pois eu sabia o quanto é difícil conter os ímpetos de um rapaz no auge da sua puberdade. Não transamos regularmente porque eu resisto aos assédios dele. Só que de vez em quando não tem como evitar, pois eu também gosto quando ele está me comendo.
O bom é que somos cuidadosos e sempre exijo que ele coloque camisinha. Já imaginou se eu engravido do meu próprio irmão?
Quem gostou do meu relato, deixa comentários para mim. Fico louca de tesão lendo os comentários dos contos eróticos. Beijos a todos. :-)
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